Dignidade
Sobriedade é mais que um ato de dignidade, é um gesto de amor que nos leva ao mais alto patamar da maturidade
Deus nos ensina que a dignidade também está em saber a hora de ficar em silêncio, de se afastar e de seguir em paz, sem perder a essência e sem abrir mão da fé.
O que parece fim é apenas curva da estrada.
Siga com firmeza e dignidade, e verá que cada obstáculo carrega uma nova possibilidade.
Há uma dignidade silenciosa em não reagir a tudo. O ser que amadurece percebe que responder a cada provocação é ainda estar preso ao jogo do outro. A verdadeira força não se manifesta no confronto constante, mas na capacidade de escolher onde a energia deve permanecer — e onde o silêncio já é resposta suficiente.
É ter respeito o tempo todo
Por quem está longe ou ao lado
A dignidade é imenso valor
Que não pode ser negociado
É manter a ética e a moral
Saber que todo mundo é igual
Com isso se deve ter cuidado.
O pensamento é a nossa dignidade. Tratemos, por conseguinte, de pensar bem, pois aí é que está o princípio da moral.
A nudez d’Ele me vestiu de justiça,
Sua humilhação me deu dignidade,
Sua vergonha virou minha honra,
Sua cruz se tornou eternidade.
E hoje, quando penso na vergonha que Ele suportou,
Não encontro outra resposta,
Se não viver em gratidão,
E amar com o mesmo amor que tudo suportou.
Não esperes que o mundo seja justo; sê tu justo diante de um mundo imperfeito. Eis a dignidade do sábio.
Reconhecer o valor de alguém na sua vida é vulnerabilidade com dignidade, não fraqueza.
É coragem porque exige que você coloque o ego de lado e aceite a importância do outro no seu caminho. Não é humilhação.. É sabedoria emocional em ação.
Igualdade de dignidade é como garantir que todos possam entrar no jogo e que as regras não favoreçam alguém por nascimento. Igualdade como nivelamento é como exigir que todos terminem empatados, não importa o que aconteça dentro do jogo. A primeira cria justiça com liberdade. A segunda cria paz aparente com ressentimento, porque precisa vigiar para manter o empate.
“Cuidar do enfermo não é apenas tratar a doença, mas sustentar a dignidade de quem, mesmo fragilizado, continua sendo inteiro.” - Leonardo Azevedo.
A mulher elegante não disputa:
ela se retira.
Porque sabe quem é
e tem dignidade;
não precisa provar nada com palavras,
pois suas ações falam mais que discursos.
