Dias da Semana

Cerca de 4945 frases e pensamentos: Dias da Semana

Segunda idade


Se a terceira idade começa aos 60 anos, então podemos afirmar que a primeira idade vai de 0 a 29 e a segunda idade vai de 30 a 59.
É importante lembrar que é na segunda idade que o nosso corpo começa a sentir todas as dores do mundo (risos), mas a gente sempre dá um jeito de se divertir.
Amigos da segunda idade, ‘tamo’ junto!!!

“A Segunda Guerra Mundial revelou até onde a humanidade pode chegar quando o ódio se converte em política de Estado e o 11 de Setembro demonstrou até onde o fanatismo pode conduzir quando a vida humana é transformada em instrumento de uma causa. Diferentes em escala e natureza, ambos permanecem como advertências de que nenhuma ideia, crença ou projeto de poder pode ser colocado acima da dignidade humana.”

"Um Alerta Profético de Domingo a Segunda*


1. *VIGIE EM ORAÇÃO.*
Sua primeira arma é o joelho dobrado.
Não pise na rua sem buscar a Deus primeiro.


2. *GUARDE SEU CORAÇÃO.*
Olho, mente e alma não são brinquedo.
Não flerte, não dê brecha, não dê motivo para o inimigo.


3. *SEJA RADICAL CONTRA O PECADO.*
Santidade não negocia.
O que é pouco hoje, te derruba amanhã.


4. *ALIMENTE-SE DA PALAVRA.*
A Bíblia é o seu pão diário.
Quem não come da Palavra, vive fraco e faminto.


5. *CONSAGRE SEU LAR A DEUS.*
Entregue sua casa, sua família e até o seu sono.
Deus guarda o que você coloca nas mãos Dele.


—
#FiqueVigilante #UmAlertaDeus

Essa noite eu sonhei que abria as gavetas da minha alma...
Na primeira havia Você;
Na segunda havia você;
E em todas as outras havia Você.
Mas, na última encontrei uma canetinha, velhinha tadinha...
Fui ver se ainda escrevia, e escreveu...
- Saudade de você!
Haredita Angel
20.12.25

"Na primeira parte da vida, a gente aprende.
Na segunda parte, a gente conquista.
Na terceira parte, a gente retribui"

Denzel Washington

Todas as minhas cicatrizes tem um nome,
Nenhuma delas se chama segunda chance.

Deixa eu te contar a última,
Quem se ama primeiro,
Não escolhe amores de segunda.

A segunda lei espiritual do sucesso é a lei de Dar e Receber. Veja que tudo que é essencial e primordial na vida é invisível e gratuito. Ar, respiração, água, nutrição e valores. Quando você utiliza o que é gratuito para produzir coisas boas, visíveis, úteis. Uma nova dádiva lhe será atribuída, porque quem é fiel no pouco que tem receberá autorização de uma consciência superior para ter mais e assim ser responsável por algo mais abrangente.
NeoqJav

"Com o fone no ouvido e a alma blindada, eu encaro qualquer segunda-feira."

Você só vive duas vezes: a primeira quando nasce; a segunda quando encara a morte.


Provérbio Japonês

LIVRO: O CÉU E O INFERNO.
— Segunda Parte, Capítulo, III (Espíritos em Condições Medianas: Senhora Helena Michel)
​A PERTURBAÇÃO PÓS-MORTE.
Marcelo Caetano Monteiro.
o desprendimento do Espírito e o valor da prece.
​Síntese da Mensagem:
O relato de Helena Michel exemplifica o estado das almas que não acumularam grandes vícios, mas viveram voltadas às futilidades materiais. Ao desencarnar subitamente, Helena enfrenta uma perturbação inicial em que sente a dualidade entre o Espírito e o corpo denso.
​A mensagem central transmitida por Allan Kardec demonstra que o desprendimento da alma depende diretamente de suas atitudes e do apego às coisas terrenas. Embora a falta de vícios graves evite um sofrimento doloroso, a falta de preparo espiritual desacelera a percepção da nova realidade. A obra destaca a misericórdia divina e o valor transformador da prece intercessória, que auxilia o Espírito a despertar para a vida espiritual, compreender suas imperfeições e desejar o progresso por meio de novas oportunidades evolutivas. #oceueoinferno #espiritismo #Deus #jesus #caridade

O CÉU E O INFERNO — SEGUNDA PARTE. AUGUSTE MICHEL.
Há neste episódio uma das mais densas ilustrações da psicologia espiritual delineada pela O Céu e o Inferno. Não se trata apenas de um relato mediúnico, mas de um documento experimental daquilo que a doutrina denomina de persistência vibratória do apego e da simbiose fluídica entre o Espírito e os despojos corporais.
Auguste Michel, homem entregue aos prazeres sensoriais e à exterioridade mundana, construiu durante a vida uma estrutura psíquica fortemente ancorada na matéria. Não havia nele perversidade deliberada, mas uma esterilidade moral que, sob a ótica espírita, é igualmente grave. Sua consciência permaneceu inativa diante das finalidades superiores da existência, o que produziu, após a morte, um fenômeno clássico descrito na literatura kardeciana: a perturbação espiritual prolongada.
O que se observa em suas comunicações é a incapacidade de dissociação imediata entre o perispírito e o corpo físico. A morte orgânica não implicou libertação automática. Ao contrário, o Espírito permaneceu em estado de aderência psíquica ao cadáver, como se este ainda fosse o seu eixo de identidade. Essa condição não é simbólica, mas efetivamente real no plano fluídico. O perispírito, impregnado de hábitos materiais, conserva impressões sensoriais que o fazem experimentar uma espécie de eco da dor física, ainda que o corpo já esteja inerte.
A frase “ainda estou preso ao meu corpo” não deve ser compreendida como metáfora. Trata-se de uma ligação vibratória sustentada por afinidade. Quanto mais o indivíduo vive exclusivamente para o corpo, mais densos se tornam os laços que o prendem a ele após a morte. A matéria não o retém por força própria, mas pela sintonia que o próprio Espírito cultivou durante a existência.
Essa simbiose revela um princípio fundamental da filosofia espírita: o Espírito não abandona instantaneamente aquilo com que se identificou profundamente. O corpo torna-se, por assim dizer, um polo de atração psíquica. O túmulo, nesse contexto, converte-se em um ponto de fixação mental, um centro de gravidade fluídica para o Espírito perturbado.
É nesse cenário que se evidencia o papel da prece.
A insistência de Auguste Michel para que se orasse junto ao local onde seu corpo jazia não era um capricho, mas uma necessidade vibratória. A prece, segundo a doutrina, não é apenas um ato devocional, mas uma emissão de forças psíquicas organizadas, capazes de atuar sobre o perispírito. Quando realizada nas proximidades do corpo, essa ação torna-se mais incisiva, pois incide diretamente sobre o foco de ligação entre Espírito e matéria.
A observação doutrinária é clara ao sugerir uma ação de natureza quase magnética. A prece eleva o padrão vibratório do ambiente e, simultaneamente, enfraquece os liames inferiores que mantêm o Espírito aprisionado. Há, portanto, uma dupla eficácia. Moral, porque desperta no Espírito o arrependimento e a lucidez. Material, porque atua sobre os fluidos que sustentam a ligação ao corpo.
Quando finalmente o médium atende ao apelo e ora junto ao túmulo, o resultado torna-se evidente. O Espírito relata alívio, maior clareza e início do desligamento. Com o tempo, ele declara-se livre da cadeia que o prendia, embora ainda sujeito às consequências morais de sua vida estéril.
Este ponto é crucial. A libertação do corpo não equivale à redenção espiritual. O sofrimento subsequente não é mais físico nem fluídico, mas moral. Surge então a consciência do tempo perdido, da inutilidade das faculdades desperdiçadas, da ausência de obras meritórias. É o despertar da responsabilidade.
MORAL DO ACONTECIDO
A narrativa demonstra, com rigor filosófico e psicológico, três princípios fundamentais.
Primeiro. O apego à matéria densifica o Espírito e prolonga sua perturbação após a morte. Viver exclusivamente para o corpo é preparar para si mesmo uma libertação dolorosa e lenta.
Segundo. A prece possui eficácia real. Não é um gesto vazio, mas uma intervenção ativa no campo espiritual. Pode aliviar, esclarecer e até mesmo acelerar o processo de desligamento do Espírito, sobretudo quando associada à caridade sincera.
Terceiro. A ausência de mal não equivale à prática do bem. A neutralidade moral gera estagnação, e esta, por sua vez, conduz ao sofrimento pela consciência do vazio existencial.
Há, portanto, uma advertência silenciosa neste caso. A vida não deve ser apenas evitadora do erro, mas produtora do bem. O Espírito que não constrói valores superiores permanece, após a morte, desorientado, sem referências elevadas que o sustentem.
E assim se conclui que a morte não transforma o homem, apenas revela aquilo que ele fez de si mesmo.
#geeff #cems #espiritismo #kardec #revistaespirita #vidaaposamorte #psicologiaespiritual #doutrinaespirita #mediunidade #filosofiaespiritual #consciencia #despertar #lei moral

A segunda-feira é a aurora do esforço: quando o sol nasce, não apenas o dia começa, mas também a esperança de transformar trabalho em legado

A segunda-feira nos lembra que o tempo não espera: cada manhã é um convite a reconstruir o que fomos e a aproximar o que ainda sonhamos ser.

Tive uma segunda chance, já atravessei portais invisíveis e experimentei, em minha própria vida, o esplêndido sabor da glória de Deus. Vi rostos iluminados de todas as idades, ouvi louvores que transbordavam amor sincero ao Senhor. Desde então, carrego em minha alma uma saudade profunda do céu, pois sei, com convicção, que para a linda cidade um dia voltarei.

Assim como o homem não é o mesmo ao entrar no rio pela segunda vez, o escritor também muda junto de seus pensamentos. Ao reler opiniões de anos passados, percebo a transformação em minha visão, a evolução da minha percepção. Como as águas do rio, meu crescimento é contínuo, nunca se detém.

​A sabedoria de Heráclito nos guia, a segunda imersão confirma a metamorfose. O rio é um novo rio, e o indivíduo que o atravessa é uma mente adaptada. As crises da vida são apenas um processo acelerado de adaptação e aprendizado, elas asseguram que, ao emergir, a inteligência e o caráter sejam permanentemente elevados.

Durante o triste período do holocausto nazista da Segunda Guerra Mundial, os militares de alta patente, personalizavam os prisioneiros por triângulos invertidos de pano, costurados no lado esquerdo superior em seus uniformes listrados. Eram eles, os de triangulo vermelho invertidos para os maçons, socialistas e anarquistas. Os de triangulo rosa invertidos para os homossexuais masculinos. Os de triangulo verde invertidos para os criminosos comuns. Os de triângulos pretos invertidos para os Rom, os popularmente denominados erroneamente de ciganos. Embora que os maçons nos campos tivessem o triângulo vermelho, era acrescido uma pequena flor azul conhecida em inglês como forget-me-not. símbolo histórico da resistência maçônica na durante o período nazista.

WHISK DE ITAQUITINGA


Depois da segunda dose
Fiz tanta coisa
Que Nosso Senhor
Não acreditou de lá de cima


Dei salto, soutei, pulo três por quatro
Que mestre de maracatu não ensina


Chamei Lampião de frouxo
Pra brigar na lazarina


Debochei de Luiz Gonzaga
Cantando em praça o Xote das Meninas


Incabulei o Padre Cícero
Abençoando os matutos da Caatinga


Provoquei o mestre Chico Science
Comendo caranguejo na praia do Pina


Calei o rei Reginaldo Rossi
Cantando Garçom no bar da esquina


Desafiei Alceu Valença
Cantando Anunciação no Carnaval de Olinda


Frustrei Ariano Suassuna
Mentindo mais que Chicó e João Grilo nas telinhas


Ganhei de Miguel Arraes
Na disputa da reeleição na terrinha


Magoei o mestre Vitalino
Fazendo o maior presépio de barro da festa natalina


De tudo que fiz
Só me arrependo de ter
Decepcionado o de lá de cima


Se não fosse por isso
Tomava mais duas doses
Do Whisk de Itaquitinga.

A Amizade verdadeira é aquela em que amamos o outro pelo que ele é, de forma sincera e sem segundas intenções.Canção Nova