Mensagens para o Dia do Professor (para reconhecer sua importância)

Pais, mães, tutores, avós, tios e todos que cuidam e ensinam crianças....

Vocês nunca saberão o que é sofrer falta de amor e compreensão, a menos que já tenham vivenciado isso em suas vidas.

Então, deixem de lado o ego, preconceito, discriminação, racismo....

Coloque o amor acima de tudo e de todos para poder dar um bom exemplo e transformar nossas crianças em seres humanos amáveis.

Para isso acontecer, basta vocês seguirem algumas etapas simples, lembrando que para ter um bom resultado, você também deverá se transformar em uma pessoa amável, livre de conceitos pré estabelecidos.

Não crie suas crianças para serem exemplos estereotipados, sexistas, nem tampouco hipócritas.

Os crie para serem educados, respeitar quem os respeita, entender que há diferenças entre todos, terem liberdade de escolha, ter senso crítico, analítico e bom senso também.

Não caberá a mim e à ninguém escolher qual sexualidade meus filhos se identificarão. Cabe à nós instruí-los a melhor escola, a melhor faculdade ou profissão, mostrar à eles que existem pessoas boas e más e como identificar e se proteger delas, explicar que existem drogas, armas e ações que podem trazer más consequências como vícios, auto destruição, presídios e morte.

Eliminem quaisquer palavras de raiva, ódio, ameaças e agressões, substitua com diálogo e bons exemplos.

Sejam amigos das suas crianças, pois é um amigo que eles procurarão nos momentos de angústia, medo e dúvidas.

Tenham um diálogo saudável e sincero com eles e nunca usem contra eles o que eles confiaram à você, para não quebrar o elo entre vocês.

Os respeitem como desejam que te respeite, como ser humano, como pessoa de sentimentos.

Vocês deverão ser a luz na escuridão do saber.

O que desejo é que sejam felizes, independente de gênero.

Ame seus filhos, netos, sobrinhos, entiados, alunos!

Jane Fernanda N

"Quando os pais ensinam com amor, empenho e dedicação, seus filhos te seguem naturalmente e confiantes"

Alguns dias doem, outros te ensinam, mas todos eles passam.

As pessoas em geral estão sempre querendo te ensinar ou aprender algo com você; basta humildade para enxergar e perceber.

A função do sofrimento é ensinar.

O modelo, o método de ensino das escolas, em sua maioria pública, é montado estrategicamente para fabricar pessoas obedientes e ignorantes.

O mal é professor; o bem é quando você aprende.

A melhor maneira de ensinar é aprendendo; a melhor maneira de aprender é ensinando.

Cada um tem suas lições na vida para aprender; ninguém ensina ninguém; as pessoas aprendem o que querem, quando querem.

A angústia é um professor rígido para aqueles que se recusam a aprender.

Quando descobri que a função do sofrimento é ensinar, o sofrimento perdeu aquele aspecto dramático.

O mal ensina; o bem é quando aprende.

A teoria deduz, pensa em como as coisas poderiam ser, mas a prática ensina, aprende e mostra.


De nada adianta viver se perguntando, teorizando como seria determinada situação, se você nunca viveu ou não está vivendo ela de fato.


É como, por exemplo, imaginar como seria estar em tal lugar. Quando faço isso, estou apenas teorizando, imaginando, superficializando uma situação na qual não estive, não experimentei de verdade. Mesmo que eu tente deduzir se seria bom ou ruim, só vou realmente saber quando estiver lá, quando estiver vivendo a experiência, no local, experimentando, aprendendo.


Da mesma forma, pessoas que se imaginam em um relacionamento com alguém, teoriza como seria namorar tal pessoa, imaginando como seria a convivência, positiva ou negativa, seja lá qual for o cenário que criem na mente delas. Mas, enquanto isso for apenas imaginação, não passa de uma teoria, sem qualquer prática real. Não importa o quanto deduzam ou imaginem, elas nunca saberão o que realmente é, até viverem isso na prática, até estarem no momento real, vivenciando o que ocorre nos detalhes, nas emoções, na convivência.


Independente de qual for a situação, o essencial é a ação, o movimento, o ir, o fazer, o viver. Só assim é possível entender, aprender e saber o que realmente acontece. A vivência é o que ensina, não a invenção de cenários na nossa cabeça. O que a teoria faz é criar dúvidas, deduções, suposições, mas nunca nos ensina de fato o que é bom ou ruim. Só a prática, a realidade, é que nos revela o que funciona e o que não funciona para nós. Por isso, é necessário se arriscar, se lançar na prática, para realmente saber.

Tudo de ruim que acontece na sua vida tem um único propósito: te ensinar; ou você aprende, ou tudo se repete.

Na vida, o mal é professor.

Ninguém muda ninguém.
Ninguém ensina ninguém.

As pessoas mudam quando querem, ou até mesmo quando não querem.
Elas aprendem quando estão dispostas, ou quando a vida as força a isso.
E vivem da forma como escolhem, ou às vezes como não escolhem.

A única pessoa que eu sou capaz de mudar, sou eu mesmo.
A única pessoa que eu devo ensinar, é a mim mesmo.
A única pessoa de quem eu realmente aprendo, sou eu mesmo.

Porque eu penso com a minha própria cabeça;
Sinto com o meu próprio peito;
Vejo com os meus próprios olhos;
Ouço com os meus próprios ouvidos;
Respiro com o meu próprio fôlego;
E vivo dentro de mim mesmo.

Acreditar que eu mudo ou ensino alguém é uma ilusão, um equívoco, uma pretensão alimentada pelo ego.

A única verdade é que a única pessoa que eu posso mudar no mundo sou eu.
O que eu faço por mim pode, sim, inspirar ou servir de algo para outra pessoa, mas isso não significa que fui eu quem a mudou. A mudança dela foi uma escolha dela, uma decisão própria de enxergar em mim algo que foi útil para ela.

Nós apenas colhemos o que encontramos no outro. Mas isso não quer dizer que o outro nos esteja ensinando ou nos mudando. O que colhemos é aquilo que nós mesmos escolhemos absorver. Ou seja, a mudança vem de dentro de nós, quando decidimos, de fato, mudar.

A morte nos ensina a verdadeira igualdade; ninguém é rico diante dela.

Ela nos lembra que, no fim, ninguém leva nada.

A morte nos mostra que ninguém é melhor que ninguém.

Ela nos ensina que ninguém é perfeito.

E, acima de tudo, a morte nos revela a igualdade fundamental: ela vem para todos, sem exceção.

A dor nos faz focar nela para ensinar algo. Ela desaparece quando você aprende a curar, e a cura vem do processo de conhecer a si mesmo. Ou seja, você elimina a dor do seu próprio jeito, através do que aprende e entende sobre si.

A angústia te ensina que você precisa mudar.

Veja bem, quantas vezes, do nada, você sente um surto? Ou fica com falta de ar? Depois muda e sente um aperto no peito. Depois muda e sente tristeza. Depois muda e sente um vazio. Depois muda e sente ódio. Depois muda e começa a chorar. Depois muda e acha que tem algum problema na cabeça. Depois muda e sente que tudo parece irreal. Depois muda e sente isso, sente aquilo, e assim por diante.

Isso é a angústia. Ela vive mudando de forma. Você tenta ignorá-la de um jeito, ela aparece de outro. Sabota um sentimento, e ela encontra outra maneira de se manifestar. Você passa o tempo todo tentando controlar o que sente, mas os "conflitos internos" nunca passam. E por quê? Porque a angústia está tentando te mostrar que você precisa mudar.

Até a angústia muda. E por que você não muda? Porque tem medo. Medo do que pode perder. Medo de se afastar de pessoas às quais se apegou. Medo de mudar os pensamentos que sustentou por tanto tempo. Medo de sair da rotina, da zona de conforto. Medo de abrir mão de tudo aquilo que, mesmo te fazendo mal, ainda te prende.

Então, em vez de mudar, você se apega às angústias. Prefere suportá-las a enfrentar a mudança. Mas a mudança é necessária. Mudar a forma como vive. Mudar os pensamentos. Mudar os sentimentos. Mudar os valores. Mudar as ideias. Mudar os lugares por onde anda. Mudar a si mesmo.

Enquanto você não muda, suas angústias continuarão mudando. Ou seja, mude.

Triste é quem acha que o gelo dói,
quando a vida veio e me ensinou
a fazer uma bela caipirinha.
Já não choro pelos apelos,
aprendi a sorrir —
e o que virou aprendizado
hoje se transforma em conselho.
Entre ficar ou se retirar,
escolhi ficar em mim.
Porque partir dos outros é escolha,
mas abandonar quem sou
nunca foi opção para mim.