Dever de Sonhar
“Os animais foram criados
pela mesma mão caridosa de
Deus que nos criou é nosso
dever protegê-los e promover
o seu bem-estar.”
Madre Teresa de Calcuta
Em um namoro cristão o homem tem o dever de amar, ensinar e proteger a mulher, porque ela está esperando dele a conquista do seu coração para formar a sua familia.
A Certeza do Dever
Fazemos nossa parte. O nosso compromisso com o bem e com a evolução espiritual deve ser sempre independente da reação ou da gratidão daqueles que nos cercam. Quando plantamos uma boa semente, cumprimos a nossa missão diante da vida e da nossa própria consciência. O resultado final e o reconhecimento não nos pertencem; o que nos enobrece é a pureza da intenção e a constância do nosso esforço em ser luz.
*Sexta feira santa*
Neste dia temos o dever de refletir sobre os nossos atos e ver se estamos realmente fazendo jus ao sacrifício que Jesus fez.
Estamos vivendo nossas vidas pelo caminho do amor e da caridade?
O louvor ao Senhor é feito todos os dias, não somente pelas nossas orações, mas também pelo tratamento que damos aos nossos próximos
Portanto faça das suas atitudes a sua maior forma de orar, louvar e agradecer a *Cristo* pelo sacrifício maior
"A VIDA*
Dever é uma coisa que Deus não tem conosco... Quem "deve" somos nós! Ele é o Credor, e a obrigação da crença é nossa.
"Os brasileiros de bem precisam cumprir seu dever nas urnas nas próximas eleições do Brasil. Se você está indignado com os altos salários e com as inúmeras falcatruas que vêm ocorrendo no Congresso Nacional após Hugo Motta assumir a presidência da Câmara, prepare-se para 'fritar' os políticos mal-intencionados que estão sendo expostos nos meios de comunicação. O próximo pleito é o momento adequado para que os políticos corruptos não sejam reeleitos. O Brasil só vai melhorar quando os eleitores os rejeitarem."
"O dever do padrinho vai além da assinatura na certidão: é um compromisso vitalício com a criança que, na prática, poucos assumem."
MOISÉS, JESUS E O ESPIRITISMO.
A TRÍPLICE REVELAÇÃO E O DEVER INTERIOR.
A sentença proposta condensa, com rara precisão, o itinerário pedagógico da consciência humana sob a regência da lei divina. Não se trata de mera metáfora agrícola, mas de uma arquitetura espiritual que se desdobra em três momentos distintos e complementares.
Na figura de Moisés, observa-se o estabelecimento da lei. A revelação mosaica, sintetizada no Decálogo, representa a contenção das paixões primitivas e a organização moral de um povo ainda inclinado à exterioridade. A lei, nesse estágio, impõe-se como freio. Conforme registrado na tradição bíblica em Êxodo 20, a norma surge como voz imperativa, moldando a conduta pelo temor e pela obediência.
Com o advento do Jesus Cristo, a lei não é abolida, mas interiorizada. O Cristo semeia. Sua doutrina desloca o eixo da moralidade do gesto exterior para a intenção íntima. Em Evangelho de Mateus 5:17, afirma-se a continuidade da lei, agora elevada ao campo do amor e da consciência. A caridade deixa de ser imposição e torna-se expressão espontânea do espírito. Aqui, a humanidade é convidada a sentir.
Por fim, o Espiritismo, codificado por Allan Kardec, apresenta-se como a etapa da compreensão. Em O Espiritismo em sua Expressão mais Simples, item 29, encontra-se a formulação que inspira esta reflexão. Não se trata de nova revelação no sentido de ruptura, mas de esclarecimento. A fé, outrora cega, torna-se raciocinada. A colheita ocorre no campo do entendimento, onde a razão e a espiritualidade deixam de ser opostas.
Essa progressão evidencia um movimento ascensional. Primeiro, o homem teme. Depois, ama. Por fim, compreende.
A pergunta que se impõe não é retórica, mas ontologicamente exigente. Que sementes têm sido lançadas no terreno do próprio ser. Pensamentos, intenções e atos constituem lavouras invisíveis que, inevitavelmente, produzirão frutos proporcionais à sua natureza.
Se a lei foi escrita em tábuas, e o amor foi inscrito nos gestos do Cristo, a compreensão exige gravação no âmago da consciência. E isso não se delega, não se herda, não se improvisa. Cultiva-se.
Porque, no silêncio do espírito, cada escolha já é colheita em formação.
"Antes de cobrarmos do horizonte a retidão que nos falta, cumpre-nos o dever da própria edificação.
Sejamos nós a verdade que queremos ver no mundo; Sejamos nós a ética que queremos ver no mundo; Sejamos nós a conduta, a honestidade e a proteção que queremos ver no mundo.
Porque o mundo não se transforma pelo que exigimos do outro, mas pelo amor, pela igualdade e pela paz que decidimos habitar."
Eu aprendi a sorrir como quem esconde evidências, arquivando sentimentos em lugares que nunca deveriam ser revisitados, porque algumas verdades não libertam, elas desmontam, e ainda assim, algo em mim insiste em reconstruir.
"Onde o mundo vê independência e 'falta de obrigação', o Evangelho enxerga o dever sagrado do cuidado."
