Deus te Ouve

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⁠Você escuta as pessoas ou as ouve?
Escutar significa prestar atenção; ouvir é só a sua função auditiva funcionando perfeitamente.

Sem personalidade,
é aquele que não enxerga o que vê.
Acredita em tudo que ouve e não toma suas próprias conclusões.

Dizem os cientistas, que desde que o mundo foi feito, ainda se ouve o som da criação a se propagar pelo universo (não sendo audível ao ser humano, pois temos limitações, tanto para vibrações sonoras baixas, assim como as vibrações altas). Será que o som é infinito? E se não tem fim, devo me preocupar com as minhas palavras e você? Não?

Quem fala que ouve com os ouvidos, em revide ao interlocutor irritado com sua desatenção, sequer comete uma redundância. Sua resposta percorre a via da ignorância comum, para desaguar numa incoerência contrastante com a lógica própria dos medíocres. Na verdade, ninguém ouve só com os ouvidos, pois eles são simplesmente as aberturas de um túnel que oferece passagem livre aos vocábulos, rumo ao vento.
Para procedermos a mastigação correta das palavras e a total absorção de sua essência, tornando-as não só escutadas, mas realmente ouvidas, envolveremos bem mais do que a simples audição. Teremos que aprender também a ouvir com a mente, o coração e os olhos... Principalmente os olhos, ainda que nos falte o sentido específico da visão. Isto começa, evidentemente, no respeito que devemos ao outro.

"A doce madrugada.
As vezes fria e gelada.
A madrugada.
Amiga incansável, ouve meus pesares, atenta e calada.
É doce a madrugada.
Por quantas vezes o teu perfume não me lembrou o da mulher amada?
Ah madrugada.
Quantas vezes deixou gelada e secou-me do rosto cada lágrima?
Solitária é a madrugada.
Mas ainda sim acolhe a quem nela busca um refúgio pra alma.
Madrugada, traz calma à minha mente perturbada.
Madrugada, faço de ti minha companheira amarga.
Peço-lhe madrugada, me leve o frio e traga-me a o calor da alvorada..."

Um menino, enquanto brinca na sala, ouve a porta abrir, sua mãe chega.
Com a mãe uma cesta, o menino ao olhar a cesta, percebe-a vazia.
Estranho, olha ao alto e no alto contém uma teia, uma teia de aranha, que incomum desloca o seu sentido.
Sua mãe chama: "Filho, por que te espantas?".
Ele diz: "É uma teia, essa teia é vazia igual à cesta".
A mãe, pensativa, lembra que ele... que um dia aquilo foi ela e sua mãe.
O menino fala: "Essa cesta é vazia porque precisamos enchê-la para levar para alguém".
A mãe, atônita, percebe o incomum, nunca falou isso em voz alta, e abraça o menino.

A crítica é o relógio da auto-destruição:
quanto mais se ouve, mais perto está de grandes danos.

Quem ouve e acompanha as modernas novelas de televisão está apto para ser um artista do inferno.

Já que o prefeito da sua cidade ouve a população, aproveite que o Presidente do Universo ouve as suas orações.

Acredite no que você vê, sente e ouve. Na dúvida... volte, refaça, resgate, recomece... Cabe a você aceitar ou não, o destino que lhe foi traçado.

Flávia Abib

Pensamento XI
A sorte favorece os audazes

"Ouve isto: a sorte fica adiante de quem ela quer. Todavia, se a porta em que bate está fechada, ela logo desiste e segue seu caminho. Sim, esta não avisa e exige recepção; mas se, ouvindo tu falares dela, fores ao seu encontro em busca do 'talvez', ela não poderá te ignorar por muito tempo."

Declaração

Lúcifer! Ouve, isto não é uma oração a ti! Não não é! Sabes que não sou teu, nunca fui! Sou de Jesus Cristo! Meu salvador! Por isso em nome de Jesus Cristo! Eu! Helder Duarte, te repreendo, por aquilo que me tens feito, desde o meu nascimento! Sim! Satanás! Tal como fizeste a Jesus Cristo! Tens feito a mim! Usaste pessoas da família e fora da família, como tu bem sabes! Para se porém contra mim! Fizeste coisas terríveis, que em parte eu também fiz! Continuas a fazer ainda!

Mas eu te digo em nome de Jesus Cristo! Desta vez não peço a Jesus Cristo, que te repreenda! Eu mesmo em nome de Jesus Cristo declaro, que tu estás perdido! Pois eis que vem o meu Senhor, naquele dia. Ele te colocará no Lago de fogo 🔥! Até estou ao lado de Jesus Cristo, com a sua espada na minha boca! Eu sei que tu não vais parar, até aquele dia de me atormentar; Mas fica sabendo, que no nome de Jesus Cristo! Eu não vou desistir de lutar por ele, o Verbo de Deus! Eu sei que querias, que eu me matasse! Mas ouve tu Diabo, serpente, Dragão ! Dee-me Deus força e todo o poder, que tal, eu não farei! Mais uma vez te declaro! Estás usando pessoas da família e fora dela! Eu bem estou vendo! Mas vai tu para o Inferno, que eu vou para o céu! Em relação à minha vida! Que se alguém me quiser tirar a vida, que seja meu Deus e nunca eu!

Isto é uma Declaração,para ti e para todos os Demônios que estão do teu lado! Já agora não mandes pela YouTube, recados de numerologia, Magia Branca e coisas outras, que eu não lhes dou nenhum crédito! Sou filho de Deus Deus, pela fé em Jesus Cristo! Pára com as promessas de riqueza e fortuna! A minha riqueza é Jesus Cristo. Fica pois sabendo isto! Tu e todos os que usas, para me destruir. No nome de Jesus Cristo, eu digo! Amém Jesus Cristo, filho de Deus!...

Nem tudo que você ouve, realmente houve...
Não deixe a conveniência tomar conta da sua consciência!
(wlm)

Desde sempre se ouve que a culpa é da Maçã.
A culpa é da vida.
A culpa é de D'us.
A culpa,a culpa…


Está na hora de os escritores admitirem que nada, neste mundo, faz sentido. Só pessoas sem experiência ou que não são verdadeiras acreditam saber e entender tudo. Quanto menos inteligentes são, mais acham que veem mais longe. A verdadeira compreensão começa quando se aceita a confusão. Quando um artista decide assumir que não entende o que vê — só esse ato já é um grande sinal de clareza mental. É um passo à frente, talvez o único possível. Não é sobre parar de procurar respostas, mas sobre começar a partir do reconhecimento sincero de que estamos perdidos. A culpa, no fim das contas, talvez seja só da nossa necessidade infantil de encontrar alguém para culpar.

Tudo o que você vê, ouve, cheira, toca, sente, de alguma forma, entra na sua mente e permanece lá, desde o nascimento. É como se sua mente fosse um vasto porão, um espaço quase infinito, onde tudo o que vivencia vai sendo guardado — como móveis, objetos e lembranças que se acumulam ao longo do tempo. A diferença é que, enquanto um porão tem limites, a mente humana é ilimitada, sempre expandindo, sempre recebendo mais informações.


À medida que essas experiências entram, sua mente começa a organizá-las, como um quebra-cabeça que vai sendo montado com peças que se encaixam. É assim que surgem seus pensamentos, sentimentos, ideias e até mesmo suas imaginações. Esses elementos são formados com base no que você já viu, ouviu, cheirou, tocou ou sentiu ao longo da vida. Eles entram na sua mente, quer você esteja atento ou distraído. Às vezes, esses estímulos chegam sem que você perceba, influenciando suas reações e escolhas de maneira quase imperceptível.


É fundamental refletir sobre os próprios comportamentos e questionar o que se está vivendo. Muitas vezes, estamos sendo influenciados por algo que nem notamos, como padrões de pensamento ou reações automáticas que foram moldadas ao longo dos anos, muitas vezes de forma inconsciente. Para saber o que realmente é bom para nós, é necessário parar e avaliar nossas atitudes, ideias e ações. É preciso ter o discernimento de questionar nossas escolhas e, ao fazer isso, podemos identificar o que é verdadeiramente benéfico e o que é uma influência externa que não condiz com o nosso bem-estar. O autoconhecimento é essencial para viver de maneira mais verdadeira e alinhada com o que é melhor para nós.

O que explica esse abismo abissal entre quem prega e quem ouve? Primeiramente, a Teologia da Prosperidade transformou o altar em um balcão de negócios. O luxo do líder é vendido como "prova de bênção", funcionando como uma isca para que o fiel entregue o pouco que tem na esperança de alcançar o mesmo sucesso. É uma pirâmide espiritual onde o topo ostenta a riqueza que a base financia, sob o pretexto de que "questionar o ungido" seria um pecado contra o próprio Deus.

É mais facil acreditar na mentira do que na verdade, sabe por quê? A mentira ilude quem ouve, a verdade é que nem um soco na cara.

O Clamor Da Desesperança


Há um clamor no fator desesperança
que não se ouve com os ouvidos,
mas com a pele inteira,
como se a noite inteira se encostasse na gente
e sussurrasse, sem pressa, a mesma frase antiga:
“Não há mais depois.”


É um som que não ecoa,
porque não há parede que o devolva.
É um grito que não rasga o ar,
porque o ar já se cansou de ser rasgado.
É o silêncio que se faz tão denso
que começa a pesar nos ossos
e a gente carrega o próprio vazio
como quem carrega um filho morto nos braços.


A desesperança não grita.
Ela instala-se.
Ela toma o lugar do sangue,
circula devagar,
vai pintando de cinza os sonhos que ainda ousam nascer.
Ela não nega o amanhã;
ela simplesmente o torna irrelevante.
É o único deus que cumpre todas as promessas:
promete nada
e entrega exatamente nada.


E, no entanto,
dentro desse clamor sem voz
há uma pulsação quase imperceptível,
um tremor que não se rende.
É a parte de nós que ainda lembra
que o abismo também olha para trás
e que, às vezes,
o abismo pisca primeiro.


Porque a desesperança é absoluta
só enquanto não for olhada nos olhos.
No instante em que a encaramos,
sem desviar,
sem pedir licença,
ela perde o monopólio da verdade.
Começa a rachar
como parede velha que já não aguenta
o peso de tantas ausências.


Há um clamor no fator desesperança,
sim.
Mas há também,
no meio do peito que se calou,
uma brasa teimosa
que não pede permissão para continuar queimando.
Ela não ilumina o caminho inteiro.
Ilumina apenas o próximo passo.
E isso,
contra todo o escuro que se acha eterno,
já é rebelião suficiente.


Porque o desespero é grande,
mas o ser humano
é especialista em fazer nascer jardins
exatamente onde juraram
que nada mais cresceria.


E é aí,
na fenda mínima entre o “nunca mais” e o “quem sabe”,
que a vida,
essa contrabandista insolente,
sempre volta a passar.

⁠Um bom exemplo é a voz que o caráter ouve

O que é matemática?
Quando a gente ouve a palavra matemática, muita gente logo pensa em conta difícil, número grande, fórmula complicada… e aí já dá vontade de fechar o caderno. Mas a verdade é que a matemática é bem mais próxima da nossa vida do que parece. A matemática nasce quando a gente conta, compara, mede e toma decisões. Ela aparece quando alguém divide um pão para todo mundo comer igual. Quando calcula quanto vai gastar no mercado.
Quando olha o relógio para não perder a hora do trabalho.
Quando planeja o mês para o dinheiro dar até o final.
Mesmo quem diz “não sei matemática” já usa matemática todos os dias — só não chama ela por esse nome.
A matemática também é uma forma de organizar o pensamento.
Ela ensina a gente a raciocinar com calma, a resolver problemas passo a passo, a não desistir logo no primeiro erro. E errar, aqui, faz parte do caminho — ninguém aprende a andar sem tropeçar.
Não é só sobre números.
É sobre pensar, entender, procurar soluções.
É como um treino para o cérebro, do mesmo jeito que exercício é treino para o corpo.
A matemática não exige pressa, exige persistência.
Ela não escolhe idade, nem passado escolar.
Ela não pergunta se você parou de estudar antes — ela só pede uma coisa: disposição para tentar de novo.
E talvez o mais bonito seja isso:
cada vez que você entende um cálculo, resolve um problema ou percebe que “não era tão impossível assim”, você prova para si mesmo que é capaz.
E isso vai muito além da matemática.
No fundo, aprender matemática é aprender a confiar mais em si, a enfrentar desafios e a perceber que o conhecimento não tem prazo de validade.
A matemática não é um bicho-papão.
Ela é uma companheira silenciosa que sempre esteve com você — agora é só aprender a enxergá-la com outros olhos.