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Deus Morte

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Confinado em um corpo que envelhece,rumando na direção da morte. Qual a finalidade disso?

⁠Onde o Estado Paralelo atua, existe até pena de morte; onde o Estado finge atuar, não existe quase pena nenhuma.

⁠Para os Bandidos Assumidos do Estado Paralelo existe até pena de morte, para os do Braço Armado do Estado não existe quase pena nenhuma.


Talvez o que mais perturbe não seja apenas a existência de dois pesos e duas medidas, mas a naturalização disso como se fosse parte inevitável das engrenagens sociais.


De um lado, uma Estrutura Informal que pune com brutalidade para manter o controle pelo medo; de outro, uma Estrutura Formal que, em teoria, deveria zelar pela justiça, mas frequentemente se enrosca em proteções, corporativismos e silêncios convenientes.


O paradoxo é muito cruel: o mesmo Estado que reivindica o legítimo Monopólio da Força se enfraquece quando falha em responsabilizar aqueles que agem desonestamente em seu nome.


Porque, no fim das contas, a confiança não nasce da força, mas da coerência.


E quando a coerência desaparece, abre-se espaço para que o medo — e não a justiça — organize a vida das pessoas.


Não se trata de comparar violências como se fossem equivalentes, mas de reconhecer que a Seletividade na punição corrói qualquer ideia de Justiça.


Quando a lei é dura com uns e indulgente com outros, ela deixa de ser lei e passa a ser instrumento.


E instrumentos, nas mãos erradas, não constroem — apenas reforçam desigualdades e perpetuam ciclos de abuso.


O que sustenta uma sociedade não é apenas a punição do erro, mas a credibilidade de quem pune.


Sem isso, a linha que separa Autoridade de Arbitrariedade se torna tênue demais — e perigosa demais para ser ignorada.


O Bandido Assumido consegue ser muito mais Honesto do que qualquer covarde que se esconda sob a segunda pele do Braço Armado do Estado.

⁠Pelos filhos separados de seus pais — pelas Agendas, pela Morte ou pela Rejeição — rezemos ao Senhor!

⁠Embora a morte que deixa quase todos impactados seja só a morte física — muitos depressivos vivem à exaustão, de tanto morrer a prestação.

⁠Embora a morte que deixa quase todos impactados seja só a morte física — muitas pessoas depressivas vivem à exaustão…


De tanto morrer a prestação.


Vitimando corpos que seguem em movimento enquanto o espírito já se despede em parcelas invisíveis, abatidos por uma dor que o mundo insiste em não querer contabilizar.


A depressão é, talvez, a forma mais lenta, silenciosa e medonha de luto: o indivíduo se despede de si mesmo gradualmente, sem flores, sem velório, sem alardes…


E o mais triste é que, ao contrário da morte física, essa não desperta o mínimo de compaixão — desperta julgamentos.


Às vezes, é muito mais fácil ver só fraqueza e frescura onde só há cansaço mental, e desleixo onde só há desespero, do que praticar a empatia.


Talvez um dia, quando entendermos que o sofrimento do outro também tem voz, ouçamos os que morrem devagar, antes que seja tarde demais.

⁠Nas Estradas da Distração, quase sempre a Morte convida um Bobo pro mesmo Rolê.

⁠Nas áreas dominadas pelo Crime Organizado existe “pena de morte”; nas dominadas pelo Crime Desorganizado não existe “pena nenhuma”.


O mais inquietante dessa medonha constatação é que ela não exagera — apenas aponta, com precisão incômoda, o espaço que o Estado abandonou.


E, quando o Estado se omite, outro poder ocupa o espaço.


Um poder que não precisa de aprovação, debate, transparência ou legitimidade; só precisa que suas ordens sejam rigorosamente obedecidas.


Ali, quem cria a regra é o mesmo que julga, executa e pune.


E quando o legislador é também juiz e carrasco, não existe o medo de falhar, porque a falha fica sob o controle de quem dita o resultado.


No outro extremo está o Crime Desorganizado — o nome mais-que-perfeito para essa máquina estatal que teme até a própria sombra.


Parlamentares que deveriam reformar leis retrógradas hesitam não por prudência, mas por autopreservação.


Eles sabem que modernizar o sistema jurídico pode acabar tocando exatamente aqueles que o administram.


Eles têm medo não de criarem uma lei ruim, mas de criarem uma lei boa demais — uma lei que funcione, que alcance todos, inclusive eles.


E assim o ciclo se repete: onde deveria haver coragem institucional, há covardia política; onde deveria haver reforma, há adiamento; onde deveria haver liderança, há cálculo.


Nesse vazio interminável de responsabilidades, o caos se instala como desculpa, o improviso vira método e a omissão se disfarça de prudência.


Talvez o maior escândalo não seja o que o crime faz — mas o que o Estado deixa de fazer.


E o crime jamais se sustentaria sem a ajuda de parte do povo, sem a força ou a conivência do Estado e seu Braço Armado.

E o Corvo, ao longe, como se fosse a
última lição, disse:


— Leve o que aprendeu. A morte te mostrou o espelho. Agora vá viver o reflexo, pequena vida.


— E lembre-se sempre: quando os humanos me compreenderem, não me temerão. E, quando não me temerem, serão livres.

(Muka e Toshu - A Construção da Felicidade)

O inimigo não quer sua morte; ele quer sua mediocridade.⁠

O sentido da vida é enganar a morte.
Todos os dias.

O sofrimento não me fez melhor. A morte não me ensinou nada. O caos não tem lição. Qualquer narrativa contrária é autoengano.

A Contrariedade que fez a Morte resultar na Vida
Nos seus últimos dias antes da sua ressurreição, Ele enfatizou que veio a este mundo para contrariar, e não para atender às expectativas. Considerando que através da morte — por muitos imensamente temida —, mostrou que a sua vida era muito mais forte.

Até lá, fez um trajeto árduo de dor e feridas que aparentavam fraqueza, mas que eram na verdade, a força do seu amor em evidência que misturava o seu sangue e o seu suor; o fulgor da sua determinação, sendo o Maior de todos sofrendo a pior humilhação.

A cruz representava sua condenação injusta sendo cumprida; entretanto, era e é o símbolo da nossa salvação que se cumpria naquele momento. Mesmo diante da nossa imperfeição, dos nossos inúmeros lamentos — o Sacrifício que não foi em vão.

Depois de sacrificar-se na crucificação, despertou nos incrédulos a ilusão de que havia partido de uma vez: mais um homem de carne e osso, frágil e impuro, sem nada de especial, apenas um moribundo que teve o seu instante final.

O vazio do sagrado sepulcro não significava, de fato, a sua ausência; todavia, o seu corpo tinha sido renovado, pois Ele havia ressuscitado de uma maneira plena para continuar o seu reinado após ter cumprido a sua promessa, provado o seu amor inconfundível e imensurável.

Quando se conhece a morte, percebe-se que um instante nunca foi tão infinito.

Inserida por vitorap

Meu futuro eu busquei meu destino a morte fez.caminhando e sorrindo muitas coisas aprendi.para ser um vencedor tem que lutar pra conseguir.contra dragões eu lutei, em alto mar eu naufraguei. sempre com fé e esperança em deus acreditei.mesmo que no deserto eu fui enterrado minha alma e espirito com deus vai ser guardado. das poucas plantas que plantei muita inveja eu colhi. mais para o azar do mal o bem vai sempre existir.termino este caminho espero que me entenda na fé de um guerreiro a morte virou lenda.mesmo que ela tenha me vencido não me deixei abater, pois sei que um dia voltaremos a se ver.mesmo que isso não se passe de ilusão, quero que as pessoas que amei saibam que sempre vão estar em meu coração.

Inserida por Charles17

Não vejo razão para me divertir com aqueles que fazem piadas sobre a morte. Pior que isso são aqueles que, na ignorância de sua existência, brincam com a vida.

Inserida por Ponderador

Quem não demonstra Respeito pela morte alheia
Tão pouco irá respeitar quem permanece vivo !

Inserida por Cissasousa

A morte do pai tranforma a vida dos filhos, a experiencia aquirida ate a morte sera mutavel, mas o amor ao proximo sera perene.

Inserida por penaocana

Eu já estou bem convencida de que há vida apos a morte, mas ainda estou lutando para ter vida apos o expediente de trabalho...

Inserida por monalisatomazini

Uma ressalva.



A morte deve ser vazia, silenciosa, ócua.
Sei lá, mas estranha deve ser.

Fico imaginando se seria possível explicar o exato momento que uma pessoa fica sabendo da morte de alguém,...
O susto que leva, ou melhor,...
Seria susto ? Seria um sentimento inexplicável.
Tem gente que acha que inexplicável se trata apenas do que é bom e colori nossas retinas, .. Será ?
Enganam-se.



Minha irmã pela manhã perdeu seus dois animais de estimação, o casal, juntos.

Um deslize fatal.

Um acidente.

Quem nunca se permitiu a sentir amor por um animal, seja cachorro, gato, tartaruga, passarinho.. o que for criar , não sabe de fato o verdadeiro significado de companheirismo,
Oras , o animal que for não espera que você seja rico, um Eike Batista, um George Clooney na beleza ou um mago da ciência... Ele estará lá por você como se sua vida fosse baseada nisso, .
Não há sensação mais sincera, e relação mais saudável.


Ela perdeu.


Chorou por uns longos minutos, um choro abafado, de me fazer, embora toda orgulhosa estivesse por fora, quase morrer por dentro, ... Doeu-me mais ainda a ver pedindo a minha mãe que trouxesse vida de volta aos bichinhos.

Não seria possível. Se foram, deixando um espaço vazio na casa e um silencio no coração da pequenina.

Ah, mas como é bom ver ainda que um amor tão puro a animais de estimação podem ainda serem vistos.

Confesso que nunca tive muito jeito para a coisa, nunca se quer me disseram que eu poderia ser uma ótima veterinária em um futuro próximo,... nada do tipo.

No entanto, me enche de calma e paz quando vejo que existem pessoas capazes de disponibilizar tanto amor para com eles e chorar na perda de um.


Lendo mais tarde algumas notícias, no mesmo dia, vi ainda que a televisão brasileira perdera um de seus maiores ícones, sua rainha nata e eterna:


Hebe Camargo.

Seus bordões incomparáveis, mais de 100, salvo o engano.

Sua presença de palco como nenhuma outra e um domínio do que faz como poucos.

É... O dia começa perdendo quem tinha muito a ensinar.

Um animal de estimação que nos ensina que amor de verdade não se compra ali na esquina ou é baseado nos trocados que temos no bolso, e uma experiência de vida e superação de um câncer que não vemos todos os dias.

Perdas.

Ninguém dita normas para saber como lidar com elas.

Embora saibamos que tudo que nasce um dia morre nunca estamos de fato preparados para perder alguém.

Nem sempre esperamos por isso, nem sempre conseguimos aguentar tantas perdas.

É perda demais para, muitas vezes, recompensa de menos.

Mas imaginemos que se trata de um ciclo, não é verdade?
Não somos eternos, e talvez que bom mesmo que não sejamos.

Mas enfim, deixo uma ressalva neste tema, talvez escrevendo a dor se dissipe nessas palavras.

Tem gente até que diz em solidariedade que se pudesse para não ver uma mãe, amigo, irmão,.. o que for, sentir dor, se apoderava de um pedaço da lástima para si próprio,... Mal sabem eles que a dor pode ser tanta que o mero corpo só serve de armadura fraca.

A dor física não mata, porém, a do coração, dilacera.

Inserida por amandalemos