Deus Morte
O Brasil é um paciente febricitante, sua miserável existência é a morte antes da morte, a morte acachapante, a morte total, a morte em vida, a morte na morte, a morte irreversível!
A pior e mais desprezível das mortes, acontece de modo preternatural no Brasil. O brasileiro é, porquanto e desgraçadamente, um ente aziago!
A Batalha em
Favor da Vida
contra o Retorno
da Morte
Presencial
Eles queriam nossa morte,
Nós queríamos viver,
Eles queriam nossas vidas,
Nós lutaríamos por elas.
Eles escolheram os lucros,
Nós decidimos lutar,
Eles criavam prisões,
Nós demolíamos celas.
Eles queriam o poder,
Nós queríamos pra todos,
Eles construíam muros,
Nós levantamos pontes.
Eles quiseram tudo,
Nós quisemos o justo,
Eles se agarraram às grades,
Nós, nos tornamos horizontes.
Ao somarmos o sofrimento de uma vida,
Concluímos que toda e qualquer morte,
Não pode ser outra coisa, senão branda.
É possível que levemos
Muito tempo ainda
Para compreender,
Quão estratégica era a atitude dela,
Soube esperar o momento certo,
Algo extremamente difícil
Até mesmo para quem é munido
E amparado por longos períodos
De experiência prática de vida,
Mas sim, ela sabia esperar
E o desfecho sempre será surpreendente,
Se permitirmos, com que ele aconteça.
Despeço-me da letra,
Do leitor e da leitura;
Para estar com ela.
Lamentavelmente,
Não sei contar histórias,
Nunca aprendi.
A narrativa que me perdoe,
Mas foi na rima que me perdi.
Da série Morte da Razão:
No País das Armadilhas, existiu um rato marqueteiro que se travestia de leão
A Perseguição
Não vai me separar do Seu amor
Nem a morte nem a vida
Principado Potestades
Não vão me separar
Nem o presente
Nem o futuro
Nem altura, profundidade Vão nos separar
Eu fui comprado
E quem me comprou
Foi o Seu Amor
Muitos em todo o mundo, corria o sangue em suas veias, gente como a gente, assim como todos, a morte sempre foi uma grande perda, à todos nós que somos fisicamente iguais, não existe hierarquia depois daqui.
Morte, a passagem que para muitos parece ser tenebrosa, mas quem tem medo de morrer nunca vive, e pra quê ter medo? se nunca conhecemos algum imortal, um dia ela chega, e faz parte, é da nossa natureza, e depois disso não sabemos, mas, sabemos que não acaba depois de fechar os olhos.
Porque mesmo na morte a vida pulsa .
Pulsa na lembrança de quem fica ,na eternidade de quem vai
no ciclo de renascimento constante de nossas esperanças ..
Ela pulsa ,explode , renasce violentamente....
em uma prova de que ; se matarem um de nos, mais mil se levantam em uma só voz, para dizer que a vitória sempre sera da vida !
Mestra Emília
Nossa vida virou um circo
A carestia sempre teve voz e autoridade para anunciar a hora da morte.
Eu perdi o circo.
Não gritei palhaço. Perdi o espetáculo. A conversa chegou aos ouvidos de maínha.
Em casa, a ladainha acordou a noite.
A noite acordou a Lapinha e entrou pela madrugada.
De manhã, a vida entrou pelo castigo, invadiu a moralidade.
A nossa vida virou um circo.
Mamãe grande encerrou o assunto, desmaiada. Fugi.
Receitaram chás de rosas de palmatória, assim, que eu retornasse de Pirajá. É pra já!
Ganhei o mundo. Vendi chá de cadeira.
Em Pirajá, rolei a lona de tanta fome.
Sonhei. Caí do arame. Arembepe.
Corri.
Ninguém me pegou no sonho.
Sonambulei pelo quarto vizinho gritando palhaço.
Fui expulso de casa.
Levei nas mãos uma moldura inteira
de palmatória.
A melhor saída ainda não seria o cais do porto.
Na baixa, fui sapateiro. Inclinei-me no plano, onde fui pescado.
Puxado por arrastões, subi o elevador. Ninguém, em mim, morreu tão cedo.
Ninguém ficou morto de mim.
Ninguém me matou de passados.
Em casa, mainha preparava olhos e ouvidos de peixe morto. Quiseram me enterrar na lama
Mas, eu estava no elevador Lacerda, onde trapezistas se equilibravam no álcool. Descemos do altar. Desmontamos o circo. Ficamos altos em diversidade e dúvida.
Fui convidado para ser o príncipe nos Galés. Morri na entrevista.
Baiano?... Qual é a tua graça?
Stradivarus. Stradivarus da Silva.
Quem és tu? ... És nagô?
Fui príncipe das marés. Nos Galés!
Toquei tamborim pro Bob Dylan, no Benin.
Meu surdo tocou fundo, Alcione.
The One?
Não sei quem é. É da Mouraria?
Oxe, você não me conhece?
Sou o cara que namorou as gordinhas de Ondina. Usei brilhantina nos cabelos crespos, para me parecer com John Travolta.
Desde menino, sofro bullyings do meu vizinho Violino.
Stradivarus, qual Violino?
O doido que ganhou a vida no Largo. Louco, desvairado, Violino já acordava alucinado, gritando... Até para as fanfarras!
Toca Raul! Toca Raul! Toca Raul!
Jesus nasceu, viveu e morreu por nós, mas a história não parou aí. Ele ressuscitou, venceu a morte e deixou claro: "Eu estou vivo!" Ele veio ao mundo para nos dar esperança e mostrar o caminho, mas desde aquele dia em que trocaram o Filho de Deus por um criminoso, o coração humano tem insistido em olhar para o lado errado.
Hoje, a gente vê a mesma troca acontecendo de novo. O Natal, que deveria ser sobre o nascimento de Jesus, virou só festa, presentes e distrações. Trocaram o verdadeiro significado por coisas passageiras, por figuras e histórias que não têm nada a ver com o propósito original.
É como se estivéssemos repetindo a mesma escolha da cruz: deixando de lado o Salvador por coisas que não preenchem o vazio. Mas ainda dá tempo de mudar. O Natal é sobre Jesus, sobre o amor que Ele nos deu. Bora colocar o foco no que realmente importa e lembrar que Ele nasceu, morreu e vive por nós até hoje.
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