Deus me Trouxe Voce Amiga
Bendito seja Deus, que teve o cuidado de escolher o 28.º dia de outubro — ou nada — para me favorecer com a graça de confiar-me àquele que veio para laurear meus dias e, por vezes, salvar-me até de mim mesmo: o Homem da minha vida!
A ti rogo toda sorte de bênçãos, em nome de Deus Pai, de Deus Filho e do Espírito Santo.
Sei bem que tu sabes, mas a minha eterna gratidão pela tua existência — e a certeza da finitude da vida — obrigam-me a repetir: te amo, filhão!
Feliz aniversário!
Ao meu filho amado, Alessandro Teodoro Jr.!
Amado Filho!
A sua existência é a prova mais viva de que Deus opera milagres imensuráveis no nosso cotidiano.
Cada ano de sua vida é um novo capítulo de uma história que eu jamais imaginaria escrever, mas que me preenche de um amor que transcende o tempo e a finitude cobrada pela vida terrena.
A sua chegada foi como o raiar de um sol que afugentou as minhas sombras, e a sua presença é a âncora que me mantém firme até nas mais tempestuosas marés.
Agradeço sempre a Deus por ter me dado a graça de ser seu pai, por ter a oportunidade de vê-lo crescer e ser o "Homem da minha vida".
A sua bondade, força e capacidade de me salvar até de mim mesmo — são dons preciosos que eu guardo no coração.
Que a Santíssima Trindade — Pai, Filho e Espírito Santo — continue a iluminar o seu caminho, derramando sobre você toda sorte de bênçãos, saúde, paz, alegria e amor.
Meu filho, a vida pode ser finita, mas o meu amor por você é infinito.
E a cada novo ano, a certeza desse sentimento só cresce.
Repito, com o coração transbordando de gratidão: te amo, filhão!
Feliz aniversário!
Com todo o amor e carinho embrulhado na certeza de não ser o melhor pai do mundo, mas ornado em laços de certeza de ser agraciado com o melhor filho que eu poderia ter.
Acordar é tão Fácil, basta estar vivo!
E enquanto Deus te deixa acordar, é porque Ele espera que você Desperte.
Acordar é tão Fácil — basta estar vivo!
Mas se Deus te deixou acordar, é porque Ele espera que você Desperte.
Acordar até parece algo automático: o corpo abre os olhos, respira, se move… e seguimos.
Mas viver acordado não é o mesmo que estar desperto.
Despertar é perceber o que realmente importa: que há Vida depois dessa vida falível.
É ouvir o chamado que você insiste em adiar...
Enxergar o propósito escondido na rotina.
É reconhecer que cada manhã é mais que repetição — é convite, oportunidade...
Porque, se Deus te deixou acordar hoje, não foi apenas para existir.
Foi para despertar, para não desperdiçar o que só você pode decidir...
E despertar, ao contrário de acordar, não acontece no travesseiro.
Acontece na consciência.
Acontece na coragem.
E acontece especialmente quando você decide viver para além da vida.
Aquietai o vosso coração, tudo que a Tempestade de Fora precisa — é saber o tamanho do Deus que vive nele.
Tenha fé, aquietai o vosso coração!
Porque, por mais que os ventos lá fora pareçam berrar tragédias e anunciar derrotas, eles, nada sabem sobre o tamanho do Deus que se levanta aí dentro.
A tempestade só mede forças com o que vê; nós, porém, só caminhamos sustentados pelo quanto cremos.
Aquietai o vosso coração!
A fúria do lado de fora só precisa descobrir que, dentro de cada um de nós, habita um Deus que não se intimida com ondas, nem se retrai diante de trovões.
Ele não entra em pânico, não se atrasa e nem negocia Sua soberania.
Aquietai o vosso coração!
Porque quando o interior se alinha à paz que vem do Alto, o exterior perde o direito de comandar o medo.
E a tempestade — por maior que seja — percebe enfim que jamais poderá derrotar um coração onde Deus faz morada.
Aquietai-o, portanto — não porque tudo está calmo, mas, porque Aquele que vive em nós, é infinitamente maior do que tudo que ousa rugir lá fora.
Assim seja, amém!
Apesar do livre-arbítrio, Deus nos permitiu viver rodeados de anjos e demônios só para facilitar a nossa escolha.
Talvez não como seres alados ou criaturas sombrias que habitam cantos invisíveis, mas como presenças sutis que se manifestam nas pequenas decisões do cotidiano.
Eles não sussurram necessariamente em nossos ouvidos — muitas vezes falam através das nossas próprias justificativas, dos impulsos que acolhemos sem questionar, das escolhas que fazemos quando ninguém está olhando.
Os “anjos” aparecem quando sentimos o incômodo da consciência, quando hesitamos antes de ferir alguém, quando escolhemos o caminho mais difícil por saber que é o mais justo.
Já os “demônios” se revelam nas racionalizações convenientes, na pressa em culpar o outro, na facilidade com que cedemos ao ego, ao orgulho, à indiferença.
O livre-arbítrio, então, talvez não seja apenas a liberdade de escolher, mas o peso inevitável de conviver com essas duas forças em permanente disputa em nós.
Não somos necessariamente vítimas delas — somos o campo onde elas se encontram.
E, no silêncio de cada decisão, somos também o juiz.
O curioso é que raramente percebemos o que escolhemos.
Preferimos acreditar que fomos levados pelas circunstâncias, pelo momento, pelo cansaço ou pela emoção.
Mas a verdade é mais desconfortável: quase sempre sabemos.
Sabemos quando poderíamos ter sido melhores…
Sabemos quando optamos pelo mais fácil em vez do mais certo.
Se Deus nos cercou de “anjos e demônios”, talvez não tenha sido para facilitar a escolha no sentido de torná-la óbvia, mas para torná-la inevitável.
Para que, em cada gesto, por menor que seja, sejamos obrigados a nos revelar.
No fim, não é sobre quem está ao nosso redor — é sobre quem permitimos que fale mais alto dentro de nós.
Depois que meus pais se foram, já aconteceu tanta coisa que me oportunizou louvar a Deus pela partida deles…
O mundo se abarrotar de santos se apoderando da verdade é uma delas.
Gente que não viveu o silêncio das perdas profundas, mas que fala como se tivesse atravessado todos os desertos da alma.
Há uma pressa em se declarar dono da razão, como se a dor não ensinasse justamente o contrário: que quase nada nos pertence, nem mesmo nossas certezas.
Quando meus pais partiram, eu imaginei que o vazio seria definitivo.
Que a ausência deles abriria um buraco impossível de contornar.
Mas o tempo — esse mestre paciente e muitas vezes incompreendido — começou a revelar algo incômodo e, ao mesmo tempo, libertador: a vida não pede permissão para seguir.
Ela continua, com ou sem a nossa concordância.
E é nesse seguir que a gente aprende.
Aprende que o amor não termina com a morte, apenas muda de forma.
Aprende que a saudade não é um peso a ser descartado, mas uma presença que nos molda.
Aprende, sobretudo, que a verdade não grita — ela sussurra, quase sempre nos momentos em que estamos mais vulneráveis.
Talvez por isso me cause estranheza ver tantas vozes cheias de convicção, tão seguras de si, tão rápidas em julgar, tão prontas para ensinar.
Porque quem já perdeu muito sabe: a vida não é um palco para certezas absolutas, mas um caminho de constantes revisões.
Hoje, ao olhar para trás, eu percebo que a partida dos meus pais me arrancou ilusões que talvez eu nunca tivesse coragem de abandonar sozinho.
E, paradoxalmente, foi nesse arrancar que encontrei uma forma mais honesta de fé — menos barulhenta, menos exibida, mais íntima.
Louvar a Deus, então, deixou de ser apenas agradecer pelo que eu compreendo.
Passou a ser também confiar no que eu jamais entenderei por completo.
E talvez seja isso que falte a esse mundo cheio de “donos da verdade”: a experiência de reconhecer que há perdas que não se explicam, apenas se atravessam — e que, ao atravessá-las, a gente não sai maior nem menor, sai mais humano.
Com tanta má-fé se valendo do nome de Deus — invocá-Lo publicamente, em breve, causará mais Dúvida que Devoção.
Quando o Sagrado vira instrumento, ele deixa de elevar e passa a encobrir.
Palavras que deveriam consolar, orientar e transformar, tornam-se escudos retóricos, usados para blindar interesses ocultos, justificar excessos e maquiar as más intenções.
Não é a fé que se esvazia por si só — é o uso indevido dela que corrói sua credibilidade diante dos olhos atentos e, sobretudo, dos decepcionados.
A repetição desse gesto — invocar Deus em vão, em discursos vazios de prática — cria um ruído muito perigoso: quanto mais se fala em nome d’Ele, menos se percebe Sua presença nas atitudes.
E então nasce a dúvida…
Não a dúvida honesta, que busca compreender, mas a desconfiança cansada, aquela que já não acredita.
A fé, que deveria ser ponte, passa a parecer palco.
E quem assiste, pouco a pouco, se afasta.
E se continuarmos dando palco aos que usam o nome d’Ele e da Igreja para se esconder, aparecer e se promover, muito em breve seremos os culpados por um fenômeno ainda mais grave: transformar o Livro mais lido e menos vivido no mais evitado do mundo.
Porque não há nada mais contraditório do que uma mensagem de amor sendo transmitida por atitudes de vaidade, exclusão ou manipulação.
A incoerência não apenas enfraquece o discurso — ela o invalida.
E quando isso se repete o suficiente, o problema deixa de ser quem distorce e passa a ser também quem assiste, aplaude ou silencia.
Talvez o maior risco não seja a perda da fé, mas a banalização dela.
Quando tudo se diz em nome de Deus, nada mais parece vir verdadeiramente d’Ele.
E nesse excesso de vozes, a essência — silenciosa, exigente, transformadora — vai sendo soterrada.
Resgatar o sentido do sagrado talvez exija menos declarações públicas e mais coerência privada.
Menos exposição, mais vivência.
Porque a fé que resiste não é a que se impõe em vozes estridentes, mas a que se revela, discretamente, naquilo que se faz quando ninguém está olhando.
Se Deus abominasse os Pecadores e não o Pecado, certamente não haveria Arrependimento passível de Perdão.
Pode parecer uma inversão sutil, mas profunda o bastante para revelar o quanto a esperança humana estaria condenada desde o princípio.
Se o erro definisse o ser, e não apenas o seu agir, então cada falha seria uma sentença definitiva, cada queda um veredito irreversível.
Não haveria espaço para recomeços, nem sentido em reconhecer a própria culpa, pois o arrependimento não encontraria eco — apenas rejeição.
Mas há algo de profundamente restaurador na ideia de que o pecado é reprovado, não o pecador.
Isso separa o erro da essência, a falha da identidade.
Permite que o ser humano, mesmo em sua imperfeição, não seja reduzido ao pior de si.
É essa distinção que sustenta a possibilidade de transformação — não como um apagamento do passado, mas como um ressignificar do presente.
Arrepender-se, então, deixa de ser um ato de desespero e passa a ser um movimento de retorno.
Um reconhecimento de que, apesar das escolhas equivocadas, ainda há um caminho de volta.
E que — o Céu é uma escolha possível!
E o perdão, longe de ser uma absolvição barata, torna-se um convite à mudança genuína, à reconstrução interior.
Talvez o maior perigo esteja justamente em fazer o oposto: quando nós, humanos, passamos a condenar, a desumanizar pessoas em vez de atitudes.
Quando rotulamos, descartamos e definimos o outro por seus erros, nos colocamos na contramão daquilo que dizemos acreditar.
Criamos um mundo onde ninguém pode mudar, porque ninguém é visto além da própria falha.
No fim, a possibilidade do Perdão não revela apenas algo sobre o Divino, mas expõe também um desafio profundamente humano: aprender a olhar para si e para o outro com a mesma medida de Misericórdia que tanto desejamos receber.
Com tanta má-fé se valendo do nome de Deus para se esconder, aparecer e promover, muito em breve os Religiosos e Cidadãos de bem nos cobrarão muito mais cuidado do que os Criminosos Assumidos.
Porque o criminoso assumido, ao menos, costuma carregar consigo a honestidade brutal da própria escolha.
Não tenta se vestir de virtude enquanto negocia a dignidade alheia.
Nem sobe em púlpitos para transformar crueldade em moralidade, nem tampouco usa discursos de fé para anestesiar consciências e justificar violências.
O problema mais perigoso da hipocrisia nunca foi apenas mentir.
Foi transformar a mentira em instrumento de autoridade.
Quando alguém usa o nome de Deus para lucrar, manipular, perseguir, humilhar ou destruir reputações, não está apenas cometendo um erro individual.
Está contaminando símbolos coletivos de confiança.
Está fazendo com que pessoas honestas passem a ser recebidas com desconfiança antes mesmo de abrirem a boca.
E esse talvez seja um dos danos mais profundos da má-fé travestida de moralidade: ela sequestra a credibilidade de quem vive sua fé de forma sincera, silenciosa e ética.
A sociedade aprendeu a identificar muitos criminosos pelos seus atos.
O desafio contemporâneo é perceber aqueles que aprenderam a performar bondade enquanto praticam violência social, emocional, política ou até espiritual.
Porque existe algo particularmente muito perigoso em quem faz o mal convencido — ou tentando convencer — de que está defendendo o bem.
E então nasce um paradoxo duro demais: pessoas comuns começam a baixar a guarda diante de criminosos assumidos, mas elevam suas defesas diante daqueles que se apresentam como “cidadãos de bem”.
Não porque a Fé, a Religião ou os Valores Morais sejam problemas, mas porque parte dos que os utilizam transformou essas bandeiras em esconderijos convenientes para interesses pessoais.
No fim, talvez a crise não seja de religião, nem de moralidade.
Talvez seja de coerência.
Porque o mundo nunca precisou de gente perfeita pregando superioridade.
Precisou — e ainda precisa — de pessoas decentes o suficiente para não usar Deus como álibi para aquilo que jamais teriam coragem de assumir sem Ele.
Quando o trigo de Deus está cheio de frutos, ele se curva para agradecer.
Quando o joio está cheio de si está pronto para ser queimado...
Isso não é sobre pão!
Diante da unção de Deus,
Até a sua mentira pesará como sangue. De nada vale seu testemunho, são apenas palavras...
Vida Eterna
Jesus morreu como homem! E como Deus! Não se pode separar uma natureza da outra! Agora quem morreu, por momentos, não foi o Pai, mas o verbo " o Filho"! E porque não nos podia salvar doutro modo! Ou seja, que adiantava termos o perdão dos pecados ( se morresse como homem), mas não tivéssemos a vida eterna ( se não morresse como Deus)?
Sendo assim temos Vida Eterna, pois Jesus morreu como homem e como Deus! Se ele morresse como homem somente, não teria vida eterna! Mas eis que foi Deus que morreu por nós! Ele é eterno e nós dá a vida eterna! Ressuscitou para nossa justificação e nossa Vida Eterna!
A soberania de Deus
Define os limites da vida,
Entenda que Cristo Jesus
Não pode ser limitado,
Ele está fora do tempo.
A decisão que você toma hoje, pode mudar a trajetória da sua vida!
Receba ele como Salvador,
Ainda há Tempo...
Esperei secar na gamela a rapadura aquarela feita da pintura do meu Deus onde o verde da cana se mistura na formosura dos olhos meus.
Como é rico meu lugar
Ver o campina mudar de cor, os riachos se encherem, as cisternas estalarem d'água.
Acompanhante na voz de Deus, som de muitas águas, ai que alegria é chover no sertão meu.
A terra dura é árdua onde vento é seco, osol reina, o carcará se esconde, bodó iberna, só esperando ressuscitar na voz de meu Deus.
Terra que emana leite e mel, mel da jandaíra, leite da vaca flor,
carne do boi fubá e ovos da carijó...
Como é rico o sertão meu!
A voz de Deus.
Senhor, Passei a noite querendo ouvir sua voz, eapenas o silêncio me acompanhava.
No romper da aurora ouvi os pássaros, o novilho nascer, a jandaíra resplandecer seu mel,
o mandacaru florar anunciando a chuva.
No amanhecer, tua tempestade caiu no sertão, e eu não somente o ouvi, mas mostrasse o teu poder!
Perdoa Senhor esse tolo, só tua graça me basta
☕ Boa Tarde ☕
Nunca desacredite daquilo que Deus preparou para sua vida.
O que hoje parece demora, amanhã será testemunho de vitória.
Continue firme, com fé no coração e gratidão em cada passo. 🙏✨
O evangélico, o católico, o espírita...
Deus não vai perguntar qual placa da igreja.
Vai perguntar: "O que você fez com seu irmão?"
E "partido" não vai ser resposta.
Van Escher
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