Deus me Perdoe

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⁠Não importa onde você esteja - Deus está a apenas uma oração de você.

Teologia Arminiana

⁠A Matemática de Deus é diferente da Matemática dos homens:

Os felizes são os que choram (Mt 5.4); O que perde ganha (Mt 5.39-42);
O pequeno é grande (Mt 11.11); O último é o primeiro (Mt 20.16);
O líder é servo (Mt 20.26-28); O maior serve o menor (Lc 22.24-26);
O louco que é sábio (1ª Co 1.27); O pobre é rico (2º Co 6.10);
O fraco é forte (2º Co 12.10); Quem nasce uma vez morre duas e quem nasce duas morre uma (João 3.1-7; Ap 2.11).

⁠Se Deus expulsou Adão do Éden por causa de um pecado, como é que podes tu esperar entrar no paraíso com os teus?

Teologia Arminiana

⁠Êxodo 3.11: “Então Moisés disse a Deus: Quem sou eu para libertar Israel?”

Êxodo 3.12: “Certamente Eu Serei contigo;”

Lição: No propósito eterno de Deus não importa quem você é, mas Quem está com você no propósito.

⁠A Graça de Deus não é dada para que sejamos salvos sem a obediência aos mandamentos de Deus. Ela é dada para que sejamos purificados e reconciliados de nossa desobediência, para podermos obedecer aos mandamentos de Deus.

⁠Um verdadeiro adorador é aquele que aprendeu a confiar em Deus na tempestade.

Teologia Arminiana

⁠Tem muita gente confundido homens da igreja (instituição) com homens de Deus. Não é porque alguém frequenta uma instituição que ele é um homem de Deus.

⁠Não existe casal perfeito. Perfeito é Deus que une pecadores e os aperfeiçoa a imagem de Cristo.

⁠Não se preocupe. Só há duas espécies de pessoas no final: os que dizem a Deus, “Seja feita a tua vontade”, e aqueles a quem Deus diz: A tua vontade seja feita.

Arminianismo Brasil

⁠Isso é muito JUSTO, excessivamente JUSTO, que Deus deve tomar a alma de um recém-nascido e lançá-la no TORMENTO ETERNO.

Jonathan Edwards – Miscelâneas

Doutrina Maniqueísta

A maior parte da liderança cristã atual não se move pelo propósito de Deus, mas pelo seu próprio propósito. É por isso que temos grandes divisões, escândalos e pouca mudança na sociedade, apesar do crescimento da instituição.

Uma vez que as pessoas param de acreditar em Deus, o problema não é que não acreditem em mais nada, o problema é que vão acreditar em qualquer coisa.

Quando me pedem provas da existência de Deus minha resposta é: Para o coração blindado pela incredulidade, até os milagres mais retumbantes viram mera coincidência. Nenhuma prova convence a carne. Por outro lado, para alguém que foi vivificado pelo Evangelho, a busca por provas perde o sentido. Quem tem o testemunho do Espírito em si mesmo dispensa os silogismos dos homens.

A providência de Deus não nos poupa da dor; ela dá sentido ao caminho.

É impossível abraçar a cruz enquanto as mãos insistem em segurar o que Deus nunca nos pediu para carregar.

A graça preveniente encontra o homem antes que ele procure por Deus. Desperta quem jazia cativo no pecado, rompe suas correntes e lhe devolve a liberdade de seguir a Cristo.

A tribulação é a luz que atravessa a alma: nela se revelam o Deus que carregamos no coração, a fé que nos sustenta e a verdade sobre quem realmente somos.

Do gesto inaugural da criação ao desfecho último da história, a revelação de Deus se desdobra como vida em movimento: não fragmentada, mas contínua e orgânica. Nesse fluxo sagrado, a Escritura nos conduz por seus grandes eixos: a criação como expressão do desígnio soberano de Deus; a queda como ruptura que desordena o humano; a aliança como insistência graciosa de Deus em permanecer com o Seu povo; a redenção como ápice da entrega divina em Cristo; e a consumação como a convergência final entre justiça, misericórdia e esperança — quando tudo encontra seu sentido n’Ele.

Quem busca Deus de verdade sempre inquieta aqueles que transformaram a convivência com o pecado na ilusão de que Deus continua aprovando seus caminhos.

Tudo o que Deus quis revelar para a nossa fé e obediência está nas Escrituras. O resto deve ser provado por elas.