Deus fez Vc para Mim
A Morte que fez O Amor Renascer
Por amor a nós, O Rei dos Reis foi coroado com uma coroa desagradável de espinhos. Sangue e suor foram derramados.
Por amor a nós, O Único Inocente foi condenado e seguiu por um caminho árduo de muita dor e sofrimento.
Por amor a nós, O Sacerdote Supremo se entregou sem hesitar como um cordeiro indefeso em santo sacrifício — algo que não se pode mensurar.
Por amor a nós, Cristo enfrentou o julgamento e a sentença que deveriam ser nossos: atitude complexa demais para nosso entendimento.
Por amor a nós, confirmou a sua Promessa, venceu a morte e ressuscitou; certamente, a maior bênção daquele que sempre nos amou verdadeiramente.
Por amor a nós, o vazio do seu túmulo mostrou que a Sua Presença permanece, que não estamos sozinhos neste mundo
Por amor a nós, Deus entregou o seu Filho Unigênito para que sofresse a nossa condenação, e ainda fomos agraciados por Sua esplêndida Ressurreição.
A Contrariedade que fez a Morte resultar na Vida
Nos seus últimos dias antes da sua ressurreição, Ele enfatizou que veio a este mundo para contrariar, e não para atender às expectativas. Considerando que através da morte — por muitos imensamente temida —, mostrou que a sua vida era muito mais forte.
Até lá, fez um trajeto árduo de dor e feridas que aparentavam fraqueza, mas que eram na verdade, a força do seu amor em evidência que misturava o seu sangue e o seu suor; o fulgor da sua determinação, sendo o Maior de todos sofrendo a pior humilhação.
A cruz representava sua condenação injusta sendo cumprida; entretanto, era e é o símbolo da nossa salvação que se cumpria naquele momento. Mesmo diante da nossa imperfeição, dos nossos inúmeros lamentos — o Sacrifício que não foi em vão.
Depois de sacrificar-se na crucificação, despertou nos incrédulos a ilusão de que havia partido de uma vez: mais um homem de carne e osso, frágil e impuro, sem nada de especial, apenas um moribundo que teve o seu instante final.
O vazio do sagrado sepulcro não significava, de fato, a sua ausência; todavia, o seu corpo tinha sido renovado, pois Ele havia ressuscitado de uma maneira plena para continuar o seu reinado após ter cumprido a sua promessa, provado o seu amor inconfundível e imensurável.
Quem nada fez não deveria se queixar do caos; a ordem que desejava pronta custou o esforço que não quis empregar.
“O amor chegou...
E ao encontrar guarida, fez brotar uma raiz de esperança;
A esperança transformou a dor em amor;
O amor fez a dor partir, levando consigo toda tristeza.
Agora viviam para a felicidade e alegria um do outro.”
Livro-Escolhida para me Amar
"Quem se arrepende do que fez de errado e escolhe agir com sabedoria constrói riquezas que nenhum erro pode destruir."
"Quem aponta o dedo para quem nunca fez maldade a ninguém, geralmente está tentando esconder a própria falta de iniciativa."
"Você não é o que o vício fez de você; você é o que você decide construir a partir de agora. A grandeza exige que você abandone a sua própria ruína."
Quem vive ameaçando de expulsar o filho de casa não tem direito de se perguntar o que fez para estar no asilo.
A Rua Não é Garagem
A primeira lata não fez barulho.
Foi colocada com cuidado, quase com carinho — como quem demarca território sem querer parecer invasor. Um gesto particular, silencioso, que dizia: “aqui é meu.” Não havia placa, não havia autorização. Apenas a convicção íntima de que a rua, por um instante, poderia ser privatizada.
E ninguém disse nada.
A segunda lata já veio com mais segurança. A terceira, com naturalidade. Logo, o espaço público ganhou dono — não por lei, mas por hábito. Um hábito perigoso: o de transformar o coletivo em extensão da própria casa.
Ali, naquele pedaço de asfalto, a cidade começou a encolher.
Porque toda vez que alguém ocupa o que é de todos como se fosse só seu, algo maior se perde. Não é apenas uma vaga. É o princípio. É a regra. É o pacto invisível que sustenta a convivência.
E então surge a pergunta inevitável:
e se todos resolvessem fazer o mesmo?
Se cada morador colocasse suas latas, seus cones, seus objetos — defendendo seu “direito” particular — não teríamos mais ruas. Teríamos um mosaico de pequenas propriedades ilegais, uma cidade fragmentada, onde o espaço comum desaparece sob o peso do ego.
A lata, nesse caso, deixa de ser objeto. Vira símbolo.
Símbolo de um abuso pequeno, mas revelador.
Símbolo de uma lógica perigosa: se ninguém impede, então pode.
E é aqui que o silêncio mais pesa.
Porque se há quem avance indevidamente, há também quem deveria conter. A fiscalização não é um detalhe burocrático — é a linha que separa o uso legítimo do abuso cotidiano. Quando ela falha, não apenas permite: ensina.
Ensina que a regra é flexível.
Ensina que o espaço público é negociável.
Ensina que cada um pode criar sua própria lei.
E a cidade paga o preço.
A ausência da Prefeitura — da secretaria responsável, da presença institucional — não é neutra. Ela participa. Ainda que pela omissão. Ainda que pelo atraso. Ainda que pelo costume de não ver o que está diante dos olhos.
Porque a desordem não nasce grande.
Ela começa assim:
com uma lata.
Uma lata que ninguém recolheu.
Uma lata que ninguém questionou.
Uma lata que virou precedente.
E quando o precedente se espalha, já não é mais sobre um morador.
É sobre todos.
A rua, que deveria ser passagem, vira disputa.
O direito, que deveria ser comum, vira privilégio improvisado.
E a cidade — ah, a cidade — vai sendo tomada não por grandes crimes, mas por pequenas permissões.
No fim, aquela lata solitária não guardava apenas uma vaga.
Guardava uma pergunta que insiste:
de quem é a rua, afinal?
Maxileandro Lima
E Esse meu olhar triste me fez saber a preciosidade aonde já não mais se ver,
o alarde da chuva antes da tempestade,
a alvorada, que anuncia o sol que corta a madrugada.
as vitorias que trazem consigo o orgulho
as derrotas que traz pensamentos profundos,
seguido de um suspiro e um projeto de restauração é o primeiro passo apos receber o perdão.
no canto observando o olhar inconformado
do irmão mais novo que se sente menos amado
a silenciosa magoa que corroí alma a inesperada morte que traz junta a ela o trauma,
a essência desobediente
o erro que ensina apos o velório o olhar tenso da família,
o orgulho que cerca mas também prende
a alegoria do poeta com a tristeza que sente.
Tracos extintos. -Leonardo Kerigma
Entre fé, renúncias e propósito, cheguei até aqui.
“Grandes coisas fez o Senhor por nós, por isso estamos alegres.” (Salmos 126:3)
— Lílian Arriel
O medo do fracasso nos fez permanecer em lugares onde o certo seria partir, na esperança de que a insistência pudesse salvar o que se desfazia.
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