Deus Deu a Natureza a Capacidade de Desabrochar
Na gestão de catástrofes, a logística reversa constitui uma ponte entre o caos e a esperança, alinhando o material às necessidades humanas e convertendo vivências em aprendizagem contínua.
Amores.
Amores trazemos todos nas linhas de nossas vidas
No correr do tempo hoje, alguns chegaram a ser cinza
Outros trocamos por lagrimas! Deixamos em alguma esquina
Ou nas curvas das saudades. Amores de nossas sinas...
Abracei-te no passado, mas seu calor permanece
Sinto nas noites de angustias pareces que é uma peste
Seu corpo colado ao meu! Seu cheiro não desaparece
Sinto na alma as saudades, nas lágrimas que do rosto desces...
Ouço sempre em comentários que o tempo tudo se curas
Quando as lágrimas molham meu rosto! Verdades ficam obscuras
O tempo passa bem lento, na alma me faz loucuras
Talvez ele tudo cure! Menos amores absurdos...
Na brancura que a morte um dia trará a nós
Talvez se apague este amor! E desenrole este nó
Liberto estará da vida, liberto mesmo sem dó
Ai talvez se confirme que o tempo é um remédio só...
(Zildo de Oliveira Barros) 24/04/13
BOA NOITE.
Minha humilde prece de agora!
Assim me chega à noite na paz de nosso senhor, na humildade de filho, aqui te faço um louvor! Trago a ti os meus pedidos, como se fosse uma flor, em todas as suas pétalas, um pedido, no caule somente o amor! Nas mãos que postas bem juntas, quero que sintas o calor, de minha humilde prece que faço a ti senhor.
Pai amado e bendito, pai dos que se encontra, pelos caminhos perdidos, pai de luz e de amor, pai dos filhos do horror, das noites e madrugadas, perdidas pelas calçadas em buscas de um pobre pão! Uma família bendita, dormindo em palafitas, ali pelo maranhão.
Sem lenço e sem documentos, o mendigo ao relento chorando te estende às mãos, no hospital grande e frio, no corredor em desalinho, seu filho morre ao chão! O branco que ali destoas, mostras que muitas pessoas, do ouro fazem serão! Não pela vida que escoa, mas pela parte que é boa, do dinheiro em suas mãos.
Nas enchentes morre gente, mas nunca morre o patrão! Nas estradas desta vida, a vida foi desviada, e da morte se fez leilão! O desvio de dinheiro por políticos brasileiros matam filhos e irmãos.
Aqui te eu peço, bendito pai de todos os aflitos, nos livre das situações, sou seu filho, meu pai querido, e meu amigo Jesus Cristo, aqui te peço perdão...
(Zildo de Oliveira Barros) 11/09/13 começo da noite.
Bom dia! Em nome de Jesus...
Pregos e martelos!
A madrugada era fria, Meus pensamentos corriam
Levantei andei no quarto! A casa não me cabia,
Dos sonhos de uma outrora, lavei os olhos na pia,
Escorreram como as lágrimas! Nas águas que ali escorria...
Às vezes em desespero, as madrugadas se anseiam,
No raiar da claridade, de um dia que se anuncia
Com o movimento diário, as magoas por si dissipas
Mas a noite tudo volta! As lágrimas se multiplicam...
Assim seguimos estradas, que se diferes em tudo,
Eu nas magoas das saudades, você nos amores absurdos
Nas tristezas de uma vida! Às vezes sonhos impuros
Passemo-nos pela vida, em rostos que não misturam...
Nada de mim você sabe, e nada eu sei de ti,
Somos passantes de um tempo, que um dia terás um fim,
Talvez me olhes nos olhos! Quando passares por mim,
Mas nem sonha que sofremos, as mesmas magoas enfim...
Moça! Temos todos nossos anseios, o jovem, também o velho,
o bonito e o feio, o rapaz de andar singelo,
A moça que ama a outra moça, o sonho de ser martelo,
Todos sem suas distinções! Um dia já fomos pregos...
(Zildo De Oliveira Barros)30/04/13
Mulher! Simplesmente mulher...
Passa hoje pela rua na altivez de senhora
No olhar um brilho estranho, que me derruba na hora
Procura nem me olhar, um sonho que foi se embora
No ontem um olhar seu, chorava eu por penhora...
Meu coração se agita! Às vezes quer se ir embora
Meu olhar procura o teu, nas sombras de toda as horas
Nos segundos que se passam, desculpas arranjo agora
Qualquer desculpa me serve, se voc não for embora
Sei que talvez pense agora, que quero te magoar
Mas te amar como um louco, só trouxe a mim o penar
Trago na vida saudades de tempos de não o pensar
Que um dia nesta vida! Fosse eu te encontrar...
Você talvez se magoe por querer te esquecer!
Mas rainha como tu, um pobre não tem querer
Sou eu um pobre coitado que vive do amanhecer
Esperando que na noite em sonhos venha te ver...
Não venho por entre linhas pedir que tenha desculpas
Apenas tiro do peito escritas que me perturbam
Pois ficastes magoadas com um coração sem cura
Apenas quero de ti! Uma amizade segura...
Amar-te como eu a amo, verdade seja bendita
Um amor pra eternidade, queria a despedida
Poderia num relance mudar-me toda minha vida
A morte seria um premio! Se na morte, ali eu te esqueceria...
(Zildo de oliveira barros
Hoje, despertei-me refletindo os atributos de nosso espírito, que composto pela a pureza do meu coração, repercutiu em brilho, em calma. Faço apenas uma oração, que meus olhos possam ver tudo o que antes não via. Há Deus meu...porque não pude enxergar antes.
EX-MULHER!
Hoje a vi a passear pelos caminhos da vida
Estradas que andávamos juntos! Onde não havia feridas
No hoje vejo a tristeza da sorte que te avarias
Perde o caminho e a estrada que no ontem percorria...
Mulher de bela tu segues, mas nas mãos sós correria
Vive do trabalho ao lar abençoando a família
Segue depois da distancia da separação parida
No amor fui o teu sonho! Da vida sua despedida...
Olhei dentro dos teus olhos e vi lagrimas perdidas
No sorriso de seus lábios falsidade inibida
Nos sonhos seus em que sigo! Na alma trás escondida
Queria te ter de novo! Na alma trago a ferida...
Não que isto seja regra! Mas no fundo sempre o é
O homem sempre se acha quando lhe chove mulher
Mas um amor verdadeiro às vezes perde se a fé
Troca aquela que é a certa por outra que nada se é...
Um corpo lindo e belo às vezes já nos engana
Destrói um lar que formado, no amor que já não emana
Do corpo que hoje eu tenho! Amores são só lembranças
O amor ficou naquela que nos olhos, ainda vejo a esperança...
Nem mesmo de ex-mulher eu consigo te chamar
Pois a amo com loucuras só hoje vim precisar
A idade lhe doeu! Às rugas vieram lhe dar
Mas sua beleza é eterna eu leio em seu olhar...
Deixo aqui como lembrança aos maridos que se acham!
Que um amor verdadeiro não é só um corpo que passa
Aquela que carregou nos momentos suas desgraças
Andou contigo lado a lado! Merece ser bem amada
Não troque um amor verdadeiro, por um corpo, só por graça...
(Zildo De Oliveira Barros)20/02/13
Campo Grande MS. (67) 991686904
Sertanejo com muito orgulho!
Mato Grosso tão querido teu filho um bom menino aqui no sul meu destino foi Deus quem que o escolheu, nasci nas serras tão lindas, Bodoquena, Morraria e Tarumã! Nos campos de nossos índios seu filho ali nasceu. A vida simples da roça eu cresci ali na palhoça tive os sonhos de um guri, tão diferentes do hoje a liberdade me trouxe a moral que trago em mim, no roçado um pai amado seus filhos a ensinar, nossas brincadeiras simples o jogo de malha pesada nos sábados era nosso vídeo game assim se eras um guri! Madrugada a minha mãezinha corria ali na cozinha o torto para nos a preparar, e o dia ainda não vinha, mas a roça boazinha pedia seu capinar e nunca vi um de nos ali a se reclamar e quando o sol bem forte nos mostrava a nossa sorte meu pai nos dava um tempo pra no riacho banhar, alegrias bem vividas tinha ali linda família e sonhos a se sonhar! Mas no mundo tudo muda e a falta de estudos nos fez a cidade procurar, no começo foi difícil faziam troças comigo por ser roceiro do bem, mas no hoje sinto orgulho, quando vejo um matuto e o admiro também, sei bem que ali nos regatos, faz se parte deste Estado e nossos alimentos provêm ainda me trás lembranças das noites de esperanças de um amor que hoje poucos se têm. Fui roceiro, e feliz matuto com orgulho, de no Mato Grosso Do sul se viver, mas sei bem que também se tem pessoas que se desfazem do caboclo e do matuto, mas estes são aqueles quem nunca tiveram a chance de no mato se viver...
(Zildo de Oliveira Barros) Campo grande MS
Eis que o vento sopra em meu rosto, em meu corpo.
Vindo de frente, refresca minha fronte, massageia meus cabelos.
E eis que me fragmento num sem-número de sementes de dente-de-leão, sopradas pelo vento.
De minha essência nada resta, pois me espalho por onde ando, por onde as sementes voam.
Quisera ser flora para te encantar, e o fora, fora um dente-de-leão. Leão manso, de altivo passo, retumbante rugido e suave respiração.
Meus cabelos, ora juba, ora inflorescência, balançam ao vento e espalham sementes de dente-de-leão pelos campos ondeantes onde ando.
Outrora rugi, outrora rosnei, outrora agarrei, mas não aguentei. Outrora, eu era. Agora, deixo de ser.
Nada detém o vento, que num redemoinho me envolve, meus fragmentos revolve, num rodamoinho me dissolve. Sou capítulo soprado.
Me fragmento num sem-número de sementes, que voam pelo vento. E na terra, em minhas pegadas de leão, nascem dentes-de-leão.
(Epitáfio anemocórico, no livro O Bruxo de Curitiba)
Água fria, que do céu cai,
revigora o verde, faz brotar.
Água quente, do mate extrai
suave amargo, faz trovar.
Só esta pronto para saber, aquele que não sabe.
( Wolner Cardozo de Faria)
( Frase que ecoa em Sócrates, o filósofo Grego.)
O ser humano é único, não o julgue, não o condene! Cada qual tem sua história, seus conceitos, suas verdades e fé, assim antes de tirar suas conclusões sobre mim, ou outro, coloque se neste lugar, e veja a diferença de teu julgamento...
(Zildo De Oliveira Barros)
“As passagens mais baratas para a viagens mais longas, é viajar na leitura de um bom livro”...
(Zildo De Oliveira Barros)
Boa tarde!
Eu e minha amiga, amiga de verdade, conhece minhas saudades, conhece o meu viver, doada por um amigo, um pássaro já tão antigo, trouxe eu de outro viver, cruzei mares, serras e altares, mulheres e tanto prazer, guerras, batalhas vencidas, da morte fui tão amigo, varias vezes abraçados choramos e rimos, são vidas a se enternecer, se hoje ocupo este corpo, amanhã eu terei outro, e a pena a me valer, por isto somos amigos! A pena não trai o amigo, um outro iremos ser...
Pena! Que pena...
Voaste tu por tanto tempo, e tantas noites ao relento, aqui tu veio a pousar, da doação do amigo, um belo pássaro antigo, que não cheguei a avistar! Mas o trago entre os dedos, e quando no meu tinteiro tu entras a se molhar, e dos pingos que respinga aqui as manchas de tintas faz corações se chorar, homens que tanto vagueiam corações partidos ao meio, mulheres a se amar, de tudo já escrevestes, do açoite de uma noite a um dia a brilhar! Falou do menino pobre, da seca que vem do norte, do mendigo a vagar, falou daquela mocinha que numa tarde sozinha, numa estrada pequenina, o poeta a abandonar, pois o poeta não tarda, mas não conhece a enxada, não sabe só trabalhar! Mas por você carpiria, por noites trabalharia se tu voltasses a ficar, moça bela e faceira tantas lindas por inteira saiu do seu rastejar, da natureza tão bela fez tu tantas aquarelas, pantanais a se mostrar! Mas o poeta e as rimas eu acho que são só primas, pois vive por entre amores o poeta a se chorar, sabes bem ó minha pena, que primos nunca podem se casar! E se não fosses por ti, pena leve e ligeira, o poeta que rasteja nos rabiscos a se mostrar, todos conhecem sua alma, e você é a culpada, pois vive a rabiscar, aquela mulher madura, que mesmo sem bela cintura o poeta a vem amar, e molda entre seus versos, a moça linda e bela, que de gordinha, algum besta a foi chamar, você numa tarde fria, falou de um tema tão triste, mas que nos vem a mostrar! Uma doença malvada machucou aquela moça amada, um seio lhe foi roubar, pena ó minha pobre amiga somos parte de uma intriga, não podemos separar, e se a ti me tirarem, farão um ato covarde, numa vala vão me jogar, sei que perdeste tu os voos, das madrugadas os coloridos, a natureza a mostrar, mas por entre meus rabiscos viajas em pensamentos, algumas damas tu já fizeste a chorar, pena bela e ligeira, és como uma roseira, lindas pétalas a esparramar! Já falei de ti amiga, espero que alguém me diga, poeta! Sem sua pena, nada, nada tu serás...
(Zildo de Oliveira Barros) 19/08/14 03h45min
Boa tarde!
O tempo é como um calço em uma porta forte e antiga, sem barulhos, sem ruídos, sempre a mantém aberta, deixa a nós a liberdade de seguir em frente, ou permanecer parado, nosso destino depende de nossas ações ou de nossa inércia, ele faz a sua parte, mantendo a porta sempre aberta, segue ou fica, quem assim o quer...
(Zildo de Oliveira Barros) 02/04/2011
Boa tarde!
A vida é maior mestre que se pode ter! pena que quando aprendemos as grandes lições e boa sabedoria, já estamos próximo ao fim...
(Zildo de Oliveira Barros)
Não somos somente pessoas! somos como grandes livros, nossas vivências e experiências mostram que não somos iguais!
Somos sujeitos, e cada qual carrega em sua bagagem, verdades, mentiras, fantasias e realidades, dores e amores, felicidades e tristezas!
Assim por ti passa o humano! o sujeito, veja com outros olhos! Se rico, mendigo, ou poderoso, diversidades, negro ou loiro, somos enfim, grandes colossos, como grandes enciclopédias somos livros a se passar...
(Zildo De Oliveira Barros) Psicólogo social
Campo grande MS.
No mundo, tem muitas mulheres e homens assim! Lindos por fora, coloridos, bonitos, mas venenosos por dentro, ou seja. matam, mas continuam belos.
A diferença disto é que cobra por si só já nos inspira medo, por ser um réptil venenoso, mas o ser humano, temos que vivenciar, beber seus venenos, ser mordido por suas maldades, para conhecer seus venenos, sempre ocultos pela suas lindas cascas, meu bom dia...
( Zildo de Oliveira Barros)
Bom dia!
Somos criadores e regentes da musica da vida que entoamos no decorrer da existência terrena, podemos ter o prazer de um bom som, ou vivermos na obscuridade da surdez, ou talvez ouvindo as notas desencontradas de um instrumento mal afinado, chamado tempo...
(Zildo De Oliveira Barros)
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