Desprezo para Homem
Uma Máquina Chamada Homem
Muitas vezes excluímos arquivos, e depois descobrimos como eram importantes para a nossa vida.
Tentamos de toda forma recuperar
Mas esquecemos de salvar em disquetes, Cds etc.
Excluímos por falta de carinho, paciência e até um pouco de falta de respeito.
Excluímos e acabou
Um belo dia você descobre que aquele arquivo era muito importante para a sua máquina.
E que sem ele nada funcionaria direito daí para frente.
Entramos em desespero, chamamos técnicos, queremos saber se tem alguma forma de recuperar.
Você jogou a lixeira fora
Não tem mais volta
Tudo se perdeu
E você se sente perdido
O que eu fiz?
Na sua vaga memória você lembra apenas do título
Para um amigo...
O que teria nesse arquivo hoje de tão importante que você não deu importância?
Você descobre que algum tempo depois por uma atitude insana você excluiu não um arquivo e sim uma amizade.
É assim que a máquina humana funciona
Quando não damos importância a uma amizade e a excluímos, esquecemos que a lei do retorno é cruel e implacável.
E tudo que foi dito, todas as coisas que fizeram juntos um dia se perderá na memória.
Ou pior, essas lembranças terão um peso enorme que o tempo jamais apagará.
Todas os bons momentos virão em forma de espinhos e nunca em forma de rosa.
E seria tarde recuperar esse arquivo de alguma forma?
Talvez o conteúdo não
Mas o amigo quem sabe?
Temos essa mania de excluir pessoas que um dia tiveram muita importância por uma pequena falha.
Só que nunca saberemos quem falhou
Uma coisa é certa
Nunca exclua de vez nenhum arquivo que não possa ser recuperado.
Ele poderá fazer muita falta.
E aí será tarde demais.
A comunicação com Deus
Um homem perguntou a Al Husayn, "O que devo fazer para ficar mais perto de Deus?". "Diga um segredo para Ele. E não deixe ninguém no mundo saber. Assim, um laço de confiança será estabelecido com a Divindade". O homem perguntou: "Só isto me fará chegar perto de Deus?". Al-Husayn disse: "Reze. Tenha força de vontade. Se for possível desfrutar um pouco da solidão, melhor". "Mas como ter uma ótima comunicação com Ele?" insistiu o sujeito. "Já lhe expliquei. Mas você já quer chegar ao fim antes de começar, e isto não é possível".Na procura de DEUS é ELE quem se adianta e vem ao nosso encontro.
As roupas fazem o homem. Pessoas nuas têm pouca ou nenhuma influência na sociedade.
A velhice pode ser o nosso tempo de ventura. O animal está morto, ou quase morto. Restam o homem e a alma.
O animal homem está dividido em três categorias: o idiota, o comum e o humano.O primeiro segue a moda; o segundo, o nada; e o terceiro, a arte.
Um homem inteligente,sabe disser exatamente o que uma mulher madura quer escutar, a mulher por sua vez sabe como escutar esse homem no silencio de sussurros.
O homem diante de sua impotência, vulnerabilidade e insegurança inventou "seres superiores" e poderes a eles investidos para ter uma explicação sobre aquilo que lhe é incompreendido, atestando seu sentimento de inadequação ao meio e a própria ignorância.
Dayane Breyer!
Você pra sempre. Em todo espaço, em todo branco, em todo homem, você é o menino que não tiro do coração.
Fica decretado que o homem se sentará na mesa, com seu olhar limpo, porque a verdade será servida antes da sobremesa.
Nota: Trecho de "Os Estatutos do Homem"
A normal antipatia do homem por seus parentes, principalmente pelos de segundo grau, é explicada pelos psicólogos de várias maneiras torturantes e improváveis. A real explicação me parece muito mais simples: reside no simples fato de que todo homem vê em seus parentes (especialmente em seus primos) uma série de grotescas caricaturas de si próprio.
H. L. Mencken, sobre parentescos
O homem não é livre se o governo não é limitado.
A Meditação do Cigarro (Osho)
"Um homem veio a mim. Ele sofria do vício de fumar há trinta anos; ele estava doente e os médicos disseram: “Você nunca ficará bom se não parar de fumar.” Ele era um fumante crônico e não conseguia parar. Mas ele tentou, tentou arduamente e sofreu muito tentando. Conseguia por um ou dois dias, mas então a necessidade de fumar vinha tão forte que simplesmente o vencia. Novamente ele caía no mesmo esquema.
Por causa disso, ele perdeu toda a autoconfiança; sabia que não podia fazer nem essa pequena coisa: parar de fumar. Ele se desvalorizou diante de si mesmo; considerava-se a pessoa mais sem valor do mundo. Não tinha mais respeito por si mesmo. E assim, ele veio a mim.
Ele disse: “O que posso fazer? Como posso parar de fumar?” Eu lhe disse: “Você tem que entender. Agora, fumar não é apenas uma questão de decisão. É algo que já entrou no seu mundo de hábitos; já se enraizou.
Trinta anos é um longo tempo. Esse hábito tem raízes no seu corpo, na sua química, espalhou-se em você. Não é mais apenas uma questão de decidir com a cabeça; sua cabeça não pode fazer nada. Ela é impotente; pode começar coisas, mas não pode pará-las facilmente. Uma vez que você começou e praticou por tanto tempo, você é um grande iogue – trinta anos de prática em fumar! Já se tornou automático; você tem que desautomatizar isso.” Ele perguntou: “O que você quer dizer por desautomatizar?”
É nisto que consiste toda a meditação: na desautomatização.
Eu lhe disse: “Faça uma coisa: esqueça tudo sobre parar de fumar. Não há necessidade. Por trinta anos você fumou e viveu; é claro que foi um sofrimento, mas você se acostumou a ele também. E o que importa se você morrer algumas horas antes do que morreria sem fumar? O que você vai fazer aqui? O que você fez? Então, qual a importância em morrer na segunda, na terça ou no domingo, neste ou naquele ano – que importa?”
Ele disse: “Sim, isso é verdade; não importa”.
Então eu disse: “Esqueça tudo sobre parar de fumar; não vamos parar absolutamente. Ou melhor, vamos compreender isso. Assim, da próxima vez, faça do fumar uma meditação”.
Ele disse: “Do fumar uma meditação?” Eu disse: “Sim. Se as pessoas zen podem fazer do beber chá uma meditação, uma cerimônia, por que não com o cigarro? Fumar também pode ser uma bela meditação”.
Ele ficou impressionado e disse: “O que você está dizendo? Meditação? Conte-me – nem posso esperar!”
Então dei a meditação para ele: “Faça uma coisa. Quando pegar o maço de cigarros do seu bolso, pegue-o bem lentamente. Curta, não há pressa. Fique consciente, alerta, atento; pegue lentamente com atenção total.
Então, tire um cigarro do maço com toda a atenção, lentamente, não da velha maneira apressada, inconsciente, mecânica. Depois, comece a bater o cigarro no maço, atentamente. Escute o som, como fazem as pessoas zen quando o samovar começa a cantar e o chá começa a ferver… e o aroma… Então cheire o cigarro e sinta sua beleza…”
O homem disse: “O que você está dizendo? A beleza?”
“Sim, ele é belo. O tabaco é tão divino quanto qualquer outra coisa. Cheire-o; é o cheiro de Deus”.
O homem ficou um pouco surpreso: “O que! Você está brincando?”
“Não, não estou brincando. Mesmo quando brinco, não brinco. Sou muito sério.”
Então, ponha o cigarro na boca, com toda a atenção, e acenda-o. Curta cada ato, cada pequeno ato e divida-o em muitos pequenos atos para que você possa tornar-se o mais alerta possível.
Dê a primeira tragada: Deus em forma de fumaça. Os hindus dizem, “Annam Brahm” – “Comida é Deus”. Por que não a fumaça? Tudo é Deus. Encha profundamente seus pulmões – isto é pranayam. Estou lhe dando uma nova ioga para um novo tempo! Depois, solte a fumaça, relaxe; dê outra tragada – e faça tudo bem devagar…
Se você puder fazer isso. ficará surpreso; logo verá toda a estupidez disso. Não porque os outros estão lhe dizendo que é estúpido, que é ruim. Você o verá; e não apenas intelectualmente, mas a partir de seu ser total; será uma visão da sua totalidade. E então, um dia, se o vício desaparecer, desapareceu; se continuar, continuou. Você não tem que se preocupar com isso.”
Depois de três meses, o homem voltou e disse: “Ele desapareceu!”
“Agora, eu disse, tente isso com outras coisas também”.
Este é o segredo, o segredo: desautomatizar. Andando, ande devagar, atentamente. Olhando, olhe cuidadosamente e você verá que as árvores estão mais verdes do que nunca e as rosas estão mais rosas do que nunca. Escute! Alguém está falando, sussurrando: ouça atentamente. Quando você falar, fale atentamente. Deixe que toda a sua atividade de despertar torne-se desautomatizada."
A vida [na cidade] é melhor para as pessoas infelizes. Na cidade, um homem pode viver cem anos e nem perceber que já morreu e apodreceu há muito.
Será que dá para você ser menos idiota e mais homem, pelo menos uma vez na tua vida? Tá na hora do moleque crescer! Chega de viver brincando com o coração dos outros, pois uma hora você vai encontrar alguém que massacre o teu até sufocá-lo. #Aqui se faz, aqui se paga.
Memento, homo, quia pulvis es et in pulverem reverteris. (Lembra-te, homem, de que és pó e ao pó voltarás.)
