Despedida do meu Pai que Ja Morreu
RECOMEÇOS
Já que a semana está em branco e um novo dia sorri, vamos escrever a vida. Sem medo. Sem aquela expectativa surreal de ter-que-fazer-perfeito. Sem aquela cobrança de fazer tudo o que queremos (e não o que precisamos).
Que tal pararmos de pular a primeira página pra treinar a letra ideal? Vamos escrever do jeito que for, afinando e desafinando, errando e acertando e - sempre - amando e aceitando o melhor e o pior que existe em nós. Afinal, cada dia é um novo ano. E a gente merece ser feliz e recomeçar sempre.
(Quantas vezes for preciso).
Já fiz de tudo que me foi humanamente possível pra encontrar a tão falada felicidade, e todas as vezes que penso que estou me aproximando dela , ela simplesmente foge de mim, como se eu sofresse de alguma doença contagiosa, ou se não fosse boa o bastante para merecê-la.
Acaso você sabe me dizer onde estou errando, ou se ela existe mesmo?
Será que ela não foi feita pra mim?
Será que estou fadada a sempre querer ter o que não mereço ter?
Estou tão cansada de amar sempre sozinha, ou pior, sempre a pessoa errada!
Você já chegou ao ponto de pensar “cara, eu queria que alguém pudesse chegar e reconstruir todos os pedaços da minha vida”? Eu já.
Alguém aí já sofreu por um amor verdadeiro? Duvido! Se fosse amor verdadeiro não faria ninguém sofrer.
Ah, Rowena! A gente já sabe, somos todos inimigos, mas agora temos um problema maior. Depois o couro come de novo, valeu?
Pensa bem antes de decidir e depois decida com calma, Pois a calma já ganha metade da batalha pra nós.
Controle-se. — disse a Lagarta. Alice pensou que podia muito bem esperar, já que não tinha mais nada a fazer e talvez, afinal, ela dissesse alguma coisa que valesse a pena ouvir.
Eu já te disse como eu acho lindo o jeito que você me encanta? É, eu acho! E acho também que você deveria ficar comigo pra sempre
Depois de um tempo as pessoas se tornam frias, calculistas e já têm a vida programada para cada hora, minuto ou segundo.
Eu já chorei de saudade, já fiquei com ódio por ser esquecido no meio da multidão de entre cinco pessoas – é, eu sei que multidão significa mais pessoas, só que pra quem vive na solidão, a sombra soma como companhia –, eu também já tive remorso por ter deixado pra trás algo que eu quis muito, algo que eu ainda queira e nunca terei. Já pedi á um colega pra ser meu amigo, pra uma ex-namorada também ser, e já recebi os mesmos pedidos, mas eu não tive a resposta tão esperada, e não respondo o mesmo. Meus amigos me deixaram parado lá atrás, e, se eu continuasse os esperando, eu ainda estaria por lá, mas não significa que eu os esqueci, não significa que eu não esteja os querendo perto, para rir, contar as novidades, chorar, e rir de novo do passado que tivemos e falar o velho clichê, bons tempos não é amigo? Tempos que não voltarão mais, tempos que nem daqui á quarenta anos teremos esquecido, e muito menos trarão de volta o presente que nos afastara. Um se foi por vontade de Deus, eu não o julgo mesmo tendo feito errado, e ainda sim, eu queria que ele estivesse aqui pra ver a minha vitória, porque ele deveria estar compartilhando comigo, -que Deus o tenha meu grande amigo, Yuri Gustavo-. Outros acho se foram porque quiseram, não ligam mais, não vão mais nos correios para enviar aquela carta com as fotos dos familiares no final do ano na cidade que a avó deles nasceram. Tem aqueles que se diziam meus amigos, esses sim, chegaram a me conquistar, ter uma parte de mim pra eles, mas não souberam cativar, -ninguém tem paciência quando se trata de mim-, mas que mesmo assim, eu não tenho paciência também, sinto raiva muito fácil, e tenho medo do abandono. Meus pais me abandonaram, meus irmãos me abandonaram, meus casos de amor, desistiram de mim, eu também desisti, e não me quero em muitas das vezes e em muitos lugares. Só não sinto pena de mim, mas ainda sim, me vigio pra não ter. Eu aprendi a viver na solidão, no escuro, no quarto vago á quem souber me deixar em paz. Eu me cuido, porque ninguém consegue, as vezes nem eu mesmo. Não corro mais atrás de amigos, de amores. Não peço abraço, muito menos beijo. Não cobro carinho, não desejo atenção. Sou carente, mas me sinto bem assim. Porque me acostumei, me acostumei tanto a viver assim, como optei, por querer que venham falar comigo e eu tratar bem quando, do que eu tentar contato e tratar indiferente, e brigar, xingar, chorar, e etc… Não quero desavenças, quero paz, a minha paz. Só, ou contigo. Porque eu tenho um anjo, e esse anjo me salva toda vez que volta, e esse anjo, tem nome, e se chama, saudade.
As pessoas ao redor parecem manequins.
Olhar os seres humanos já é depressivo,
se exibindo por pagar mil reais num jeans
que sai da moda, por isso prefiro comprar livros.
Já teve vontade de voltar no tempo em algum momento e fazer tudo diferente, mas é nessas horas que percebemos que tínhamos que passar por tudo isso. Para amadurecermos e não nos permitimos cometer os mesmos erros, a buscar o nosso melhor sem cometer as mesmas falhas. É nessas horas que percebemos que tudo acontece para nos tornar pessoas melhores.
É bom lembrar que contra o preconceito, a intolerância, a mentira, a tristeza, já existe vacina: é o afeto. É o amor.
“Carpe diem...”
Já amei por acreditar na reciprocidade do amor...
Hoje, amo sem precisar de certezas...
Não tenho medo do talvez... Nada espero, nem mesmo amor...
Amo simplesmente porque me faz bem te amar...
Não importa que eu nunca desvende o mistério do teu silêncio,
O que há em mim é maior que eu, maior que minhas próprias crenças...
Como não dizer que te amo?
Eu te amo! E como te amo...
E a este amor incerto, pelo silêncio que nele habita
E não por outro motivo qualquer,
Quero deixar a clareza do que sinto,
E a certeza que nada espero, marcando em mim,
Na minha pele, o eterno...
E se um dia, tudo ou nada nos acontecer,
Não importa...
Não importa que tenha sido ilusão...
Eu vivi...
Estou viva!
Por isso, meu pequeno grande amor...
Nada precisas me dizer...
Estás em mim...
E eu, eternamente dentro de você,
E nós, mesclados...
Dentro de um coração,
“Carpe Diem...”
Quantos sonhos já destruí
E deixei escapar das mãos
Se o futuro assim permitir,
Não pretendo viver em vão
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