Despedida do meu Pai que Ja Morreu

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"Aos valentes não é só a sorte que ajuda, como diz o velho provérbio, mas ajuda muito mais a razão."

Um dia,

um dia acordei,
sem saber o que fazer,
caminhar sem destino,
ver simplesmente o mar;

mar de eterno amor,
amor de eterno prazer,
viver sem saber, o amanhã,
ver o dia nascer, um novo

amanhecer, viver em ti,
meu coração a ti,
esperar os dias passar,
e um dia nos encontrar,

do primeiro beijo eu roubar,
um belo jardim te encontrar,
para então aos seus braços,
deitar e com um simples olhar te amar..

'Na solidão de quem apanha búzios, eu te espero impaciente
mesmo sabendo que não vêns>

eu sei a sensação de odiar a si mesmo. mais não podemos fazer isso, se um dia planejamos ser felizes"

A fábrica do poema

SONHO O POEMA DE ARQUITETURA IDEAL
CUJA PRÓPRIA NATA DE CIMENTO
ENCAIXA PALAVRA POR PALAVRA, TORNEI-ME PERITO EM
EXTRAIR
FAÍSCAS DAS BRITAS E LEITE DAS PEDRAS.
ACORDO;
E O POEMA TODO SE ESFARRAPA, FIAPO POR FIAPO.
ACORDO;
O PRÉDIO, PEDRA E CAL, ESVOAÇA
COMO UM LEVE PAPEL SOLTO À MERCÊ DO VENTO E EVOLA-SE,
CINZA DE UM CORPO ESVAÍDO DE QUALQUER SENTIDO
ACORDO, E O POEMA-MIRAGEM SE DESFAZ
DESCONSTRUÍDO COMO SE NUNCA HOUVERA SIDO.
ACORDO! OS OLHOS CHUMBADOS PELO MINGAU DAS ALMAS
E OS OUVIDOS MOUCOS,
ASSIM É QUE SAIO DOS SUCESSIVOS SONOS:
VÃO-SE OS ANÉIS DE FUMO DE ÓPIO
E FICAM-ME OS DEDOS ESTARRECIDOS.
METONÍMIAS, ALITERAÇÕES, METÁFORAS, OXÍMOROS
SUMIDOS NO SORVEDOURO.
NÃO DEVE ADIANTAR GRANDE COISA PERMANECER À ESPREITA
NO TOPO FANTASMA DA TORRE DE VIGIA
NEM A SIMULAÇÃO DE SE AFUNDAR NO SONO.
NEM DORMIR DEVERAS.
POIS A QUESTÃO-CHAVE É:
SOB QUE MÁSCARA RETORNARÁ O RECALCADO?

Tanto amor perdido
tanta desilusão
tanta vontade
de matar a paixão.

Às vezes eu vejo como se não visse e você me aparece como se sumisse.

"Se, amar-te, pecado for,
pecador pra sempre serei..
Se não, oh! Deus me dizeis...
Pois quero morrer de amor.

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Do livro: Vaga-lumes que choram

Sociedade! Palavrinha vulgar e peçonhenta. Aparelho ridículo de frustrações... sisteminha inibitório que nos vigia, doutrina-nos e esmaga-nos. Não existe individualidade, não existem sistemas que nos deixem uma mínima brecha para o total imperialismo do nosso livre-arbítrio.

Na natureza não existem recompensas, nem castigos. existem consequência.

EU SOU:
Sou no coração, o amor
Sou na alegria, o sorriso
Sou na natureza, o beija-flor
Sou na sensatez, o juízo.

Sou na senhora, a vivência
Sou na criança, a doçura
Sou na escola, a ciência
Sou na luta, a bravura.

Sou na obediência, a ovelhinha
Sou na teimosia, a fera
Sou na liberdade, a andorinha
Sou na flor, a primavera.

Sou no perfume, a alquimia
Sou na paz, a bandeira
Sou no delírio, a fantasia
Sou na amizade, a companheira.

Sou na canção, a melodia
Sou no encanto, a poesia
Sou na paixão, a euforia
Sou no amor, a harmonia.

Sou Doce Anjo, sou Mulher!!!

Quadrado é um idiota multiplicado por si mesmo.

Não deixe que seus sonhos seja apenas um sonho, pois um sonho mal interpretado pode atrasar a sua vida, aproveite as boas coisas que seus sonhos lhe mostram e apague as negativas, pois elas só atrasam a sua vida.

Como estar mal nessa vida, se alguém acredita em você (?)

Espero Henry, sem saber dele, me perguntando se está bem. É duro ser quem fica.

As crianças são casulos e os adultos são borboletas. E nenhuma borboleta se lembra mais como era ser um casulo.

SONETO DUM PISCIANO

Sou peixes, das águas da emoção
dum olhar profundo, sou cardume
que bóia na nascente do coração
das irrigas condoídas, e de nume

Ter zelo e dedicação, sua missão
doar-se num dos lados do gume
alma encharcada de expressão
gota a gota, afeto com perfume

Banha o outro nas tuas chagas
içando doçura nas tuas austagas
peixes, místico servidor do amor

Neste mar, e com suas dragas
devora a tirania, e as pragas...
Do zodíaco, eterno sonhador!

Luciano Spagnol
Cerrado goiano

Cerrado
...Bendito sejas tu, trançado em retalhos
de relva rastejantes que no chão flama
refrescantes nascentes, e áridos atalhos

Luciano Spagnol
Cerrado goiano

GOTA D'ÁGUA NA ROSA

Chuva rara, clara
na rosa pingo d'Água
lava a mágoa...
- É só uma bágua
ou frágua do cerrado?

É delírio na sequidão
que pingam
nas pétalas soam
nos ouvidos cantam...
E o chão molhado

Chove no cerrado ressecado
céu carregado... Chove!
No sertão em prosa
gota d'Água na rosa.

Luciano Spagnol
Dezembro, 2016
Cerrado goiano
Poeta simplista do cerrado

O amor tem muita rima
Ao fraco, é assustador
Ao poltrão, baixa estima
Ao valente, factível amor

Luciano Spagnol
Cerrado goiano