Despedida de uma Pessoa Querida
Um vira-latas assistindo uma "TV de Cachorros" numa esquina qualquer sem que possa saciar suas necessidades básicas de alimentação. É assim que vive um pobre em um regime Capitalista.
O que quero sei
Pois é
Nem sempre sabemos
A vida é uma poesia ambulante
Tão complexa quanto qualquer verso de Fernando Pessoa
Amiga...
Sou apenas uma amiga pra ele
Eu queria muito mais que uma amizade.
Quem me dera, que seus sorrisos fossem pra mim.
A vida teria mais graça
Este seu sorriso me evade a alma
Me desconcerta...
A esperança que fica
É que algum dia me note, o suficiente
Para que meu amor brote.
Shirlei Miriam de Souza.
Quando eu via uma pipa, saia correndo para pega ela.
Pega a pipinha, a pipinha, quando nós pegava a pipa a gente comia ela, porque não tinha nada pra comer e a gente comia a pipa.
Especulações em torno da palavra homem
Mas que coisa é homem,
que há sob o nome:
uma geografia?
um ser metafísico?
uma fábula sem
signo que a desmonte?
Como pode o homem
sentir-se a si mesmo,
quando o mundo some?
Como vai o homem
junto de outro homem,
sem perder o nome?
E não perde o nome
e o sal que ele come
nada lhe acrescenta
nem lhe subtrai
da doação do pai?
Como se faz um homem?
Apenas deitar,
copular, à espera
de que do abdômen
brote a flor do homem?
Como se fazer
a si mesmo, antes
de fazer o homem?
Fabricar o pai
e o pai e outro pai
e um pai mais remoto
que o primeiro homem?
Quanto vale o homem?
Menos, mais que o peso?
Hoje mais que ontem?
Vale menos, velho?
Vale menos, morto?
Menos um que outro,
se o valor do homem
é medida de homem?
Como morre o homem,
como começa a?
Sua morte é fome
que a si mesma come?
Morre a cada passo?
Quando dorme, morre?
Quando morre, morre?
A morte do homem
consemelha a goma
que ele masca, ponche
que ele sorve, sono
que ele brinca, incerto
de estar perto, longe?
Morre, sonha o homem?
Por que morre o homem?
Campeia outra forma
de existir sem vida?
Fareja outra vida
não já repetida,
em doido horizonte?
Indaga outro homem?
Por que morte e homem
andam de mãos dadas
e são tão engraçadas
as horas do homem?
Mas que coisa é homem?
Tem medo de morte,
mata-se, sem medo?
Ou medo é que o mata
com punhal de prata,
laço de gravata,
pulo sobre a ponte?
Por que vive o homem?
Quem o força a isso,
prisioneiro insonte?
Como vive o homem,
se é certo que vive?
Que oculta na fronte?
E por que não conta
seu todo segredo
mesmo em tom esconso?
Por que mente o homem?
mente mente mente
desesperadamente?
Por que não se cala,
se a mentira fala,
em tudo que sente?
Por que chora o homem?
Que choro compensa
o mal de ser homem?
Mas que dor é homem?
Homem como pode
descobrir que dói?
Há alma no homem?
E quem pôs na alma
algo que a destrói?
Como sabe o homem
o que é sua alma
e o que é alma anônima?
Para que serve o homem?
para estrumar flores,
para tecer contos?
Para servir o homem?
Para criar Deus?
Sabe Deus do homem?
E sabe o demônio?
Como quer o homem
ser destino, fonte?
Que milagre é o homem?
Que sonho, que sombra?
Mas existe o homem?
Para o deprimido, o ‘sim’ representa uma luz no fim do túnel. O ‘não’ , um eco interminável na escuridão.
" Moça, você é o desenho estilizado da minha vida...o que eu sinto por ti é uma raridade que não se mede com régua ou compasso.
Moça, que bom seria que você fosse a minha particularidade real... e me amasse com um pouco de movimento".
Errando inteligentemente
Raramente se erra sem uma bagagem
Por impulso e burrice, sim
Mas não sem base, sem alguma insatisfação já existente e persistente
O erro aparente é daquele que agiu no impulso
Geralmente por já estar cheio de alguma insatisfação
Esse erro causa consequências mais visíveis
Esse erro por impulso gera críticas fáceis de dar
O erro já existente e persistente que motivou o erro do impulsivo
Esse erro é muito bem camuflado
Está no dia a dia tão íntimo dos envolvidos
Está na inocência dos pequenos atos, ou não atos
Não que não se admita ser um erro
Mas também não se faz grande esforço para corrigi-lo
Pois são tão inocentes, não é?
Ah, a espontaneidade
Ah, o sentir de quem sente "demais"
Esses são os que erram burramente
Erram deixando rastros visíveis
A espontaneidade e o tanto sentir não os permitem errar na surdina
Água morna em pedra dura
Tanto bate
Até que explode
Mas o tempo molda
Os erros (os aparentes), com suas consequências, tolhem
Porque todos os dias
Todos erram
O segredo está na administração inteligente do erro
Aliás
Mais eficaz ainda é a ignorância dele!
Precisamos pedir uma auditoria nas contas do Município de Diadema através de ação popular.
Pilhagem e Diadema é vítima
As pessoas emocionais, sempre adotam uma imagem engradecida, inferior ou enganosa a seu próprio respeito.
"Uma mente perturbada
cerca-se de pensamentos impuros.
Já uma mente pura, ao contrário,
da primeira
ladeia-se de pensamentos etéreos,
que geram atitudes nobres
que cria alegria e paz no viver
para saúde da matéria.
e para a pureza da alma."
“Deus não move uma palha naquilo que a tua capacidade pode, Más Deus move o céu inteiro onde você não pode.”
“Todos nós somos importantes para Deus, mas nem todos dentre nós somos úteis para Ele. Uma coisa é você ser importante para Deus, e outra totalmente diferente é você ser útil para Ele.”
A Fé é uma poderosa aliada que temos para enfrentarmos os percalços da vida. Ela nos mantém motivados e esperançosos quanto as vitórias vindouras.
A coisa mais difícil e arriscada, na vida intelectual, é apreender um sistema, uma ordem, uma rede de conexões por trás de dados fragmentários e inconexos. No mínimo é preciso experimentar muitas hipóteses contraditórias até encontrar a que seja menos inviável, e essas hipóteses só acabam se revelando bastante tempo depois dos fatos transcorridos, quando várias tentativas já falharam (as famosas 'opiniões dos sábios', que segundo Aristóteles são o começo de toda investigação). Mas, no Brasil, as coisas mal acabam de acontecer e já aparecem mil espertinhos desvendando as conexões mais espetaculares por trás de tudo, sem nem mesmo cogitar de outras hipóteses possíveis.
Milagre é uma ação que transcende, de maneira definitiva e irremediável, as possibilidades humanas, não tal ou qual estágio do desenvolvimento científico.
Por exemplo, trazer um morto de volta à vida. Talvez a ciência possa fazê-lo algum dia, porém jamais, em hipótese alguma sem nenhuma intervenção material no cadáver e por meio de uma simples ordem proferida em voz alta. Isso não transcende 'as possibilidades da ciência atual', mas de toda e qualquer ciência humana concebível pelos séculos dos séculos. Não se trata de uma impossibilidade relativa, mas de uma impossibilidade lógica absoluta, derivada da pura e simples autocontradição.
O milagre não reside no efeito em si e sim no meio empregado para obtê-lo. Se esse meio é, POR DEFINIÇÃO, inalcançável por qualquer ciência humana presente ou futura, existente ou por existir, o feito é miraculoso e ponto final: não porque a ciência 'ainda' não tenha explicação para ele e sim porque, mesmo se a tivesse, isso não a habilitaria a produzi-lo pelos mesmos meios empregados pelo operador do milagre. O sujeito que aprende 'método científico' sem ter idéia dos seus fundamentos lógicos aplica-o como quem quisesse consertar um relógio de pulso com um martelo de borracheiro.
