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Despedida de um Namorado q Faleceu

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Nunca é tarde pra um recomeço, mas começar do início, nunca mais

Que tal cada um parar de se intrometer na vida alheia e ir cuidar da sua? Assim ninguém fica desocupado, porque cuidar da própria vida dá muito trabalho, aliás, trabalho suficiente para não ter tempo nem para falar do que faço ou deixo de fazer.

METAVERSO DAS MÁSCARAS E DOS NOMES.
No princípio era o signo.
Um círculo.
Uma seta.
Uma cruz.
Símbolos gravados como selos antigos
na pedra fria da biologia.
Mas eis que a era digital abriu
não o ventre da matéria,
mas o espelho do infinito.
No metaverso, cada consciência
modela a própria silhueta
como quem esculpe névoa.
Ali, o corpo é código.
O nome é escolha.
O gênero é avatar.
Multiplicam-se ícones como constelações
num céu sem astronomia fixa.
Agender.
Andrógino.
Fluido.
Não binário.
Cada palavra, uma tentativa
de domesticar o indizível.
O humano, cansado da carne,
experimenta ser linguagem.
E a linguagem, fatigada de limites,
experimenta ser cosmos.
Não se trata apenas de sexo,
mas de identidade expandida
num espaço onde a matéria
já não impõe suas fronteiras.
No metaverso, a ontologia dissolve-se
em pixels que respiram.
E o eu fragmenta-se
em múltiplas possibilidades
como um espelho partido
que ainda reflete o mesmo olhar.
Pergunto então.
Somos aquilo que o corpo afirma
ou aquilo que a consciência reivindica?
Entre o cromossomo e o desejo
há um abismo sutil
onde a modernidade acendeu
suas lâmpadas artificiais.
Cada símbolo é um pedido.
Cada avatar, uma confissão silenciosa.
Talvez o metaverso não seja fuga,
mas laboratório.
Lugar onde o homem ensaia
ser mais do que herdou.
Ou talvez seja apenas
a mais sofisticada máscara
de uma inquietação antiga.
Porque, antes do código e da tela,
já havia no coração humano
a mesma pergunta ardente.
Quem sou eu?
E enquanto houver essa pergunta,
haverá mundos virtuais,
novos nomes,
novas formas,
e a eterna tentativa
de tocar o próprio ser
sem medo do espelho.

Às vezes caímos na solidão e perdemos a coragem de seguir nossos dias com um sorriso falso estampado no rosto, perdemos a alegria de sonhar, de viver. Todos nós temos sensações de limitação, tudo em um determinado espaço de tempo transborda, é aí que já não agüentamos mais fingir sermos feliz, fingir estar tudo bem quando tudo está dando tão errado, fingir ser não aquilo que somos, mas o que os outros gostariam que fossemos. Aquela pessoa há um tempo já não existe, não tem mais nenhuma parte de você que reflete ela, diante disso tudo costumamos a pensar que mudamos, mas não, o que mudou foi somente à forma que estamos lidando, nosso modo de exigir se transformou, aquilo que exigíamos já não nos satisfaz, queremos mais, cobramos mais, e não conseguimos mais, às vezes nem o tanto que tivemos, é aí que vem a sensação de fracasso o desespero de conseguir não o que de fato necessitamos, mas o que pensamos ser necessário. Nada exagerado é bom!
As respostas pra fases desesperadoras estão somente dentro de nós, não podemos ter medo de achar nossas próprias verdades, obtermos nossas próprias respostas é uma dádiva, e só você tem o dom de curar-se de qualquer mal.

O tempo linear é uma invenção do Ocidente, o tempo não é linear, é um maravilhoso emaranhado onde, a qualquer instante, podem ser escolhidos pontos e inventadas soluções, sem começo nem fim.

Em um mundo repleto de ódio, nós devemos ousar ter esperança. Em um mundo repleto de raiva nós devemos ousar oferecer conforto. Em um mundo repleto de desespero nós devemos ousar ter sonhos. Em um mundo repleto de desconfiança nós devemos ousar acreditar.

A ARTE DE CALAR

"O silêncio é um momento vivificante de graça, em que a criatura se cala, mas o espírito fala"
Calar sobre sua própria pessoa, é humildade.
Calar sobre os defeitos dos outros, é caridade.
Calar quando a gente está sofrendo, é heroísmo.
Calar diante do sofrimento alheio, é covardia.
Calar diante da injustiça, é fraqueza.
Calar quando o outro está falando, é delicadeza.
Calar quando o outro espera um palavra, é omissão.
Calar e não falar palavras inúteis, é penitência.
Calar quando não há necessidade de falar, é prudência.
Calar quando DEUS nos fala no coração, é silêncio.
Calar, diante do mistério que não entendemos, é sabedoria.
Arrependo-me muitas vezes de ter falado, nunca de me ter calado. Seja dono de sua boca para não ser escravo de suas palavras. Cuide da palavra. É da essência da palavra, tornar-se realidade. Palavras como: "péssimo", "infeliz", "desgraçado"..., podem voltar-se contra você e infelicitar a sua vida.
Repetidas, mais fortes ainda tornam-se os seus efeitos. Tenha cuidado. Fale somente o que é bom. Quando não puder falar o que é bom, cale-se. Ter a fala disciplinada é conquistar segurança e grandeza de espírito.
Aprenda a falar com Jesus em seu coração, e em sua mente ele se manifestará.

Eduque um menino e você vai educar um homem. Eduque uma menina e você vai educar uma comunidade.

⁠Entre Marcas e Promessas

A história um dia será contada, pois ela já está escrita no livro da vida. Aqui, chega o fim dessa página, que compõe um longo e extraordinário capítulo da minha jornada.

Sobre este momento, ainda me faltam palavras para expressar tudo o que vivi. Sei que não é hora de me pronunciar, porque entendo que tudo tem um propósito. Deus tem grandes planos para o meu falar, num futuro não muito distante.

Aqui está o retrato de alguém em desconstrução, implodindo por dentro, literalmente, e vivendo a exaltação da glória de Deus, diante dos olhos de todos, como promessa.

Chegar a uma nova versão de si mesma não é fácil. É um processo lento, doloroso e transformador, que deixará marcas irreparáveis. Mas essas marcas forjarão um novo caráter, preparando-me para o próximo capítulo da vida — uma nova história.

⁠Águas Profundas


Sinto-me como um rio de pensamentos, sempre fluindo, mas com águas tão profundas que, por vezes, mal sei onde começa o meu reflexo e onde termina o que é externo a mim. Eu sou tantas em uma só, e é difícil explicar. Cada emoção minha, cada desejo, se mistura com outros, criando uma corrente que não pode ser parada, nem contida. Não sou uma mulher de facetas simples, e o que mais busco é um encontro genuíno que me permita ser vista em todas as minhas nuances. Não tenho pressa, mas não quero ser apenas entendida, quero ser sentida.

⁠O Corpo Como um Instrumento que Só Toca na Sintonia Certa

Meu corpo não é uma melodia qualquer, não toca para qualquer ouvido. Ele precisa da sintonia certa, do toque que sabe a nota exata para fazê-lo vibrar. Há desejo em mim, mas ele não dança ao som de qualquer presença. E eu espero. Porque sei que, quando a música certa tocar, eu não terei dúvidas – será entrega, será arrepio, será um acorde perfeito.

⁠O Desejo Como Chuva em Terra Seca

Dentro de mim há um solo sedento, esperando pela chuva certa. Mas não aceito qualquer tempestade, qualquer gotejar. Meu desejo não floresce com qualquer toque, não desperta sob mãos que não saibam sentir. Precisa ser um alívio, não um dilúvio. Um toque que nutre, não que devasta. E então eu espero, mesmo que a espera resseque, mesmo que a sede arda. Porque quando a chuva certa vier, será raiz, será renascimento.

⁠O Corpo Como um Livro que Nem Todos Sabem Ler

Meu corpo não é um livro de páginas fáceis. Ele não se abre para qualquer olhar, não se entrega a mãos que não sabem segurar sua história. O desejo existe, pulsa, grita em silêncio. Mas não pode ser saciado por qualquer toque sem alma, sem intenção. Eu espero por quem leia cada linha com paciência, que entenda a profundidade antes de querer folhear apressado. Porque para mim, desejo não é pressa. É construção.

Desejo de Ser Só de Alguém

Às vezes, me sinto como um pedaço de carne exposto, como se o meu corpo fosse só um detalhe a ser desejado por qualquer um. O toque de quem não me conhece, o olhar de quem não vê além da superfície… Isso me irrita, me desagrada. Eu não sou isso. Não sou só um desejo momentâneo, não sou algo que se pode possuir e depois deixar para trás, como uma peça descartável.

O que eu busco é algo mais. Quero ser desejada, sim, mas por alguém que me veja, que me compreenda em toda a minha complexidade. Quero ser a única, o centro do desejo de alguém que se entrega da mesma forma, sem querer dividir ou repartir o que é só meu. Meu corpo, minha alma, tudo que sou… Eu quero ser isso para uma única pessoa. Quero ser amada por quem sabe o valor de cada pedaço meu, quem não tem pressa de arrancar, mas que sabe, com paciência, como tocar cada parte do meu ser.

Eu não sou carne, eu sou vida. E quem me deseja, deve me desejar por inteira.⁠

Ser Muito

Dizem que sou muito. Que sou demais. Que transbordo sentimento. Como se houvesse um limite para sentir, como se fosse possível medir o que pulsa dentro de mim. Não sei ser pouco, não sei ser metade. Minha essência é excesso, intensidade, entrega.

Eu sinto fundo, amo inteiro, desejo com a alma. Não me contento com rascunhos de sentimentos, com migalhas de presença, com o morno das emoções rasas. E sei que isso assusta. Sei que, para alguns, sou tempestade quando esperavam brisa. Mas não sei ser menos.

Quem quiser ficar, que fique por inteiro. Quem quiser amar, que ame sem medo. Porque dentro de mim, o sentir nunca será um fio de água. Será sempre mar.


Entre Olhares e Palavras

Há um instante, entre o piscar dos olhos e o sussurro do pensamento, onde a vida se revela em sua forma mais pura. Um tempo suspenso entre o que sinto e o que expresso, entre a fotografia e a palavra, entre a imagem que congelo e a emoção que deixo fluir.

Sou feita de silêncios que gritam e de gestos que falam. Meu olhar recua no tempo, buscando histórias que resistem ao esquecimento, vestígios de quem fomos, ecos de quem ainda somos. Escrevo para dar voz ao que se cala, para traduzir a dança invisível entre o que se vê e o que se sente.

Meu caminho é feito de entrega – a mim mesma, ao instante, ao que me atravessa. Carrego a suavidade de quem sente fundo e a força de quem transforma dor em criação. Cada palavra que escolho, cada imagem que capto, é um convite para enxergar além do óbvio, para sentir além do esperado.

E assim sigo, costurando tempo e memória, conectando passado e presente, trazendo para perto aqueles que se permitem ver – e, quem sabe, se reconhecer.


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⁠Entre o Vazio e a Criação

Às vezes, parece que minhas ideias vivem em um limbo, presas entre o que desejo expressar e o medo de que não seja suficiente. Eu as deixo flutuar no ar, na esperança de que um dia elas se tornem reais, mas, na verdade, sinto que o tempo as dissolve, como se eu fosse incapaz de lhes dar forma.

Sinto uma imensa vontade de criar, de dar vida ao que se agita em minha mente, mas ao mesmo tempo, me encontro paralisada pela insegurança. O medo de não conseguir traduzir o que vejo, de não ser capaz de fazer com que os outros sintam o que eu sinto, me deixa à deriva. Em vez de tomar as rédeas da minha própria criação, acabo jogando ideias ao vento, esperando que outros, talvez mais capazes ou mais ousados, consigam construir o que eu não consegui.

O que me impede de dar esse passo? O que me paralisa ao ponto de ver minhas ideias nas mãos de outros, enquanto eu fico à margem, assistindo sem saber como agir? Sinto que há um valor no que faço, mas, ao mesmo tempo, o medo de ser incompreendida me impede de dar a cara a tapa. A frustração cresce, e as palavras ficam guardadas, as imagens permanecem em arquivos, e o desejo de ver o fruto do meu trabalho se perde na incerteza.

Mas, por dentro, algo ainda insiste. Um fio de esperança que não me deixa desistir. Mesmo que o medo se faça presente, mesmo que eu me veja hesitante e sem confiança, sei que não posso deixar de tentar. Porque minha essência, minhas ideias, meus sonhos, são meus. E, de alguma forma, precisam ganhar vida. Porque, no final, o único risco verdadeiro é o de não tentar.
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⁠O Que é Pedir Ajuda?

O que significa pedir ajuda?
É bater à porta de um por um?
É relatar cada detalhe da dor, explicando mil vezes o que já está escancarado nas entrelinhas?
É implorar? Gritar? Forçar alguém a enxergar?

Porque eu sempre achei que ser transparente fosse suficiente. Que falar, mesmo sem pedir diretamente, já fosse um sinal claro de que algo dentro de mim estava gritando. Mas parece que não.

Se escrevo sobre a minha dor, sou julgada. Se me abro, sou silenciada. As pessoas dizem para eu pedir ajuda, mas, quando faço isso do meu jeito, preferem que eu me cale. Querem que eu esconda, que finja que está tudo bem. Então, afinal, como se pede ajuda sem incomodar? Como se acerta a pessoa certa?

E se esse for o meu jeito de pedir ajuda? E se cada palavra que escrevo for um sinal? Quem realmente quer ajudar, consegue enxergar? Ou só sabe olhar para quem implora?

Se eu preciso dizer com todas as letras, gritar, bater de porta em porta, será que realmente querem ajudar ou só querem tornar minha dor mais conveniente?

⁠A Hipocrisia da Felicidade Forçada

As pessoas sempre perguntam como estamos, mas existe um jogo invisível de palavras que temos que jogar. Se você diz que não está bem, a resposta quase automática é: “Não, você tem que estar bem. Tem que sorrir, ser positivo, a energia vai mudar se você disser que está bem.” Como se, ao dizer a verdade, estivéssemos fazendo algo errado. Como se o simples fato de não esconder nossa dor fosse um convite ao fracasso.

Então, a solução é fingir. Colocar um sorriso no rosto, engolir o choro, e seguir em frente, como se a dor fosse apenas uma nuvem passageira que se dissipa com um simples esforço de vontade. A hipocrisia está em achar que só o sorriso falso vai curar o que está dentro de nós. E o pior: as pessoas acreditam. Elas olham para o nosso sorriso, não veem a dor, e pensam que está tudo bem.

A cobrança para estar sempre bem, sempre otimista, transforma a dor em um fardo oculto, algo que deve ser escondido, abafado, como se admitir que não estamos bem fosse um pecado. Mas, o que as pessoas não percebem é que, quando fingimos estar bem, estamos morrendo por dentro, desconectados de nossa verdade. Estamos cumprindo um papel, mas não estamos vivendo. Estamos sobrevivendo.

Como quebrar essa hipocrisia? Como fazer as pessoas entenderem que, às vezes, o maior sinal de coragem não é sorrir e seguir em frente, mas admitir que não estamos bem, que precisamos de ajuda, que a nossa dor é real e não deve ser varrida para debaixo do tapete da fachada de felicidade?

Eu, por vezes, escolho ser verdadeira, mesmo que isso me custe incompreensão, mesmo que eu tenha que lidar com o julgamento de quem prefere ver a imagem do sorriso do que a sinceridade do olhar cansado. A hipocrisia de exigir que a gente seja feliz, mesmo quando tudo dentro de nós pede por descanso, é o que realmente dói. E talvez, quem sabe, se a gente parasse de exigir uma felicidade forçada, poderia começar a enxergar as dores verdadeiras por trás dos sorrisos falsos.

Indiaroba


Indiaroba, um município encantador situado no litoral Sul de Sergipe, se destaca por suas belezas naturais e um turismo sustentável que envolve ecoturismo e a valorização de suas raízes culturais e gastronômicas. Com um nome de origem indígena, que remete à palmeira "Indaiá" e a semente "Rubá", a cidade tem como significado popular "índia bela", refletindo a beleza de sua gente e de seu ambiente.

A cidade, composta por belos estuários ecológicos e manguezais, é um cenário perfeito para a prática do ecoturismo, onde é possível observar a fauna e flora local, como caranguejos, siris e camarões, além de aves que enfeitam o céu. A costa da cidade oferece atrativos turísticos, como a orla repleta de paisagens naturais e a travessia para locais encantadores como a praia do Saco, a Ilha do Sossego e Mangue Seco.

Um dos destaques da cidade é o povoado Terra Caída, que encanta pela sua tranquilidade e rusticidade, banhado pelo rio Piauí e cercado pela biodiversidade local. O povoado é um exemplo da mistura entre o campo e o litoral, com suas paisagens bucólicas e com saborosos pratos típicos, como as empadinhas de mais de 50 anos de tradição, patrimônio cultural imaterial do estado de Sergipe. A gastronomia local é um convite a sabores autênticos, com pratos à base de macaxeira, batata doce, caju, coco e mangaba, além da famosa culinária de frutos do mar.

Outro ponto de destaque é o Pontal, uma área privilegiada que encanta os turistas com seu estuário e um cenário de prainha rodeada por aves e fauna local. O ecoturismo ali é igualmente rico, oferecendo passeios para as ilhas próximas, como a Ilha da Sogra e Ilha do Sossego, e também para o Projeto Associação das Catadoras de Mangaba, que promove a produção de iguarias a partir dessa fruta típica da Caatinga.

Indiaroba não é apenas um lugar de belas paisagens, mas também de uma cultura rica e acolhedora, onde o turismo, a pesca e a preservação do meio ambiente andam lado a lado, oferecendo experiências inesquecíveis aos que visitam essa joia do litoral sergipano.


📷✍🏻@jorgeane_borges