Despedida de um Namorado q Faleceu
24/09/2024 Hoje sonhei um sonho bom, legal e ao mesmo tempo preocupante...
O lugar que nunca existiu...
08:13 da manhã!
Estou aqui sentada em uma cadeira de macarrão e irei escrever o sonho tive há pouco tempo atrás, antes de acordar.
Bom, sonhei que andava em uma rua, onde havia uma lanchonete ou um restaurante, não sei ao certo, só sei que era muito movimentado e entrei para ver o que vendia no balcão.
Quando entrei, me surpreendi, porque era muita coisa gostosa, pizza, outras massas e receitas que eu ainda não havia experimentado, também havia melancia cortada em fatias e outras coisas.
Eu fui só pedindo e o dono que me atendeu, ele começou a colocar, mas acabou saindo para resolver outra coisa e me deixou lá esperando.
Ele dava muita atenção aos funcionários e parecia ser um bom patrão, desejei trabalhar naquele lugar.
Havia duas meninas, de óculos. Uma usava óculos espelhado e a outra usava um óculos rosa muito bonito.
Elas também vestia camisa social, tipo chamise.
Elas pareciam estarem felizes com o emprego delas.
Eu as observava enquanto via elas rindo e o patrão delas falando com elas, que gostava delas vestidas daquele jeito.
Se quisessem tirar o óculos podiam tirar, mas ele preferia elas de óculos.
Então, chamei uma delas para me atender, elas foram e terminaram o meu atendimento, eu olhava para fora e havia muitas pessoas sentadas, sorrindo e felizes nas mesas.
Eu pedi para colocarem em uma caixa, porém não consegui levar, chamei meu marido e ele também quase não conseguiu levar a caixa.
Antes de terminarem uma atendente me perguntou se eu realmente queria as duas pizzas pequenas que pedi, cada uma custava 50,00 eu disse sim!
Porque eu não estava me importando com o preço, embora não tivesse dinheiro, eu queria experimentar aquelas guloseimas todas.
Eu paguei tudo no crédito!
Na hora, pensei como que eu iria conseguir pagar?
Mas, mesmo assim comprei.
Meu marido levou a caixa e a gente começou a subir uma ladeira muito íngreme, mas por sorte, achamos a moto do Sansão que parecia que ele havia deixado lá pra nós, para levar às coisas.
Bom, meu marido pegou a caixa, amarrou na garupa da moto, mas como ele não tinha habilidade em dirigir, a moto começou foi a fazer muita fumaça, de tanto ele tentar colocar ela pra funcionar.
Dois caras, pararam em uma moto e achei que eles fossem assaltar ele, então tive a ideia de fazer eles sentirem pena da situação.
Pedi para eles, ajudarem ele a colocar a moto para funcionar, um deles desceu e começou a fazer isso.
Eu somente olhava e observava.
Na verdade, a moto estava velha demais!
Antes disso tudo, meu sogro passou com uma sacola de pão e eu pedi para ele esperar aonde eu havia comprado as guloseimas, para nós voltar juntos.
Ele esperou, porém, quando lembrei dele, e voltei lá, já estava tudo fechado, as pessoas tinham sumido, era como se aquele lugar nunca tivesse existido.
Então, até pensei que eu estava vendo coisas, meu sogro também não estava lá, ele já tinha voltado para casa.
Essa parte foi bem estranha.
Depois eu fui bater um raio-x e quando vi as imagens, havia várias fissuras no meu pulmão, pedi para o rapaz tirar de todos os ângulos e cada vez, aparecia mais fissuras e eu estava bem preocupada com aquilo.
Então, acordei!
Que sonho tenso!!
05:55 da manhã 18 de setembro de 2024
Sonhei pegando um ônibus em uma rodoviária, fui em Teresina, comprei vários vestidos e algumas bolsas pretas que estavam na promoção, eu não gostei muito das bolsas depois, comprei, mas depois estava em dúvida se realmente era para ter comprado, eu pensei em vender elas, mas não sabia como, porque tinha que alugar um ponto e no marketplace do Facebook, já não dava mais, porque estava restrito pra mim.
Depois parei em uma casa, onde eu estava apressada para ir há algum lugar, porém eu tinha que preparar o almoço para meus irmãos, eu estava cozinhando uma carne muito macia, para guardar e preparar depois, resolvi adiar a ida e preparar logo a comida, que não levaria muito tempo, então acordei enquanto despedaçava a carne para preparar o almoço.
16 de setembro - segunda de 2024
Era meia noite e eu acordei após um sonho intenso e muito sinistro, eu estava como se tivesse em uma igreja universal, um lugar muito grande, com muitos corredores e um carinha começou a atacar e matar todo mundo, saiu correndo atrás de mim, enquanto eu passava por portas gigantes e tentava me esconder, entrei em uma sala e ele acabou me encontrando, me pegou pelo pescoço e começou a me atacar, eu chorava e pedia pra ele não me matar, eu por de jeito consegui fugir enquanto eu fugia, consegui visualizar duas criaturas que eram bem estranhas e pareciam duas mulheres, era como se elas tivessem permitido que ele me soltasse, mas elas me encaravam e não pareciam ser desse mundo, eu apertei as mãos da primeira e era grande e cadavérica, eu estava apavorada!
A segunda, eu também apertei as mãos e era como se tivesse apertando uma coisa mole e gosmenta, abracei para agradecer e o corpo que eu visualizava não condizia com o que eu estava abraçando, eu senti um pavor tão grande ao abraçar, porque parece que eu abraçava e a criatura amassava, olhei para o rosto da segunda, ela tinha 3 olhos, um ao lado do outro e eu estava realmente apavorada.
Eu percebi que eram demônios, que haviam tomado forma humana, e eu não sei como fui parar naquele lugar, só sei que após elas, havia uma porteira de fazenda, eu consegui abri e lá havia vários gatinhos, eu consegui ainda brincar com um filhote branquinho, antes de sair daquele lugar, no começo parecia ser uma grande igreja universal, mas depois era como se fosse outro lugar, em um lugar bem remoto. Quando eu estava fugindo, o Gatito também estava lá, eu não quis deixar ele lá, eu o chamei e ele me seguiu, a gente saiu correndo rapidamente e então eu acordei.
10:34 11 de setembro de 2024
"Sonhei em um hospital, que ao mesmo tempo se tornava um mercado, eu estava procurando queijo e presunto para comprar, mas eu não podia comê-los, por causa da minha saúde.
Mesmo assim, comprei bastante, uma peça de cada, e junto, comprei vários litros de iogurte de vários sabores para meu marido, mas também não podia beber.
Levei para casa e a gente não tinha geladeira, então coloquei os iogurtes misturados em uma vasilha, depois fui coletar alguns frutos selvagens para misturar neles, mas quando fui comer, senti tudo muito amargo na boca e cuspi tudo! Embora estivesse junto aquelas delícias de iogurte parecendo sorvete, tudo quase derretido, eu não podia tomar nada, tudo o que fiz foi pegar os frutos selvagens do fundo da vasilha e colocar na boca, mas mesmo assim não consegui comer, porque eram muito amargos. "
14 de novembro de 2022
Esses dias, sonhei dentro de um cemitério desconhecido, onde eu ficava com medo de entrar nele, e quando entrei, todas as tumbas, eram muito antigas e havia uma em que o cadáver estava se mechendo, colado na cabeceira do túmulo.
E ele, parecia rir.
Eu continuei andando e ignorei, até visitar todos os túmulos e sair pela porta da frente do cemitério, porque eu havia entrado pela do fundo.
Quando sai, acabei saindo dentro de uma casa e havia um carro de saída, com os parentes do meu marido que ao invés de me esperar, me deixou no cemitério, e eu gritava por eles, mas eles não me ouviam.
Então, acordei. Sonho bizarro!
Eram quatro. Sim, eram quatro.
Entre algumas palmeiras, em um parque qualquer, lá estavam os quatro a observá -la.
Ela não os via. Não.
De repente, ela sentiu algo estranho.
Uma sensação terrível.
Ela apenas passava por ali.
Ela olhou pra trás.
Sim. Ela olhou pra trás.
Ela percebeu que estava sendo observada.
Quando se deparou com aquelas quatro pessoas a olhá - la, não acreditou no que via.
Ela olhou pra os lados, a observar também as outras pessoas.
E achou algo estranho.
As roupas de todos eram brancas.
Um branco quase amarelado.
Parecia mais uma fotografia com efeito sépia.
Mas, ela estava a ver.
Ela de repente percebeu algo.
Eles a encaravam muito. E somente ela os via.
Era uma mulher, segurava algo em suas mãos. Vestia uma saia na altura do tornozelo, rodada com pregas por toda a volta.
Usava um cinto fino, com fivela preta bem delicada.
Por dentro, uma blusa branca, com botões em volta dos seios.
Seu cabelo, amarrado como coque.
E era uma mulher linda.
Seu marido bem perto, com duas crianças.
Um menino e uma menina.
Que riam sem parar.
Ela observou que todos estavam vestidos de branco.
E bem, diferente da moda moderna e atual.
Então, ela nem teve tempo para mais observação.
Somente ela os via. E eles a viam.
De repente, ela arrepiou - se.
Começou a correr!
Quando ela começou a correr, olhou pra trás, e todos começaram a persegui -la.
Ela gritava; " não." "Parem."
E eles a seguiam.
De repente a mulher gritou: " por favor, pare."
Ela toda arrepiada, e amedrontada parou.
Foi quando eles se aproximaram, e pediram pra ela ver algo.
A mulher segurava uma bíblia nas mãos.
As crianças estavam olhando - a fixamente.
Ela não podia fugir. Eles não a deixariam em paz!
Foi quando a mulher abriu a bíblia em um versículo qualquer, e a pôs para ler.
Ela não conseguiu. Suas mãos tremiam.
O medo era tanto.
Que seu sangue parecia gelar naquele momento.
Mas, ela olhou pra bíblia.
Tudo o que conseguiu ver, foram letras embaralhadas.
Alguma coisa, aquelas pessoas queriam falar - lhe.
E estava ali, escrito na Bíblia.
Ela não conseguiu.
O medo foi maior!
Então, ela fingiu que leu.
Então, as pessoas começaram a afastar - se dela.
Se despediram e se foram pouco a pouco.
Sumindo por entre as palmeiras.
Aquelas pessoas, não eram humanos viventes.
Eram humanos falecidos há séculos. Pela aparência das suas vestes.
E a procuraram. Mas, para quê?
Passar uma mensagem que o medo não a deixou dar importância?
Ela tremia tanto, que não conseguia assimilar nada.
Em seguida, sem nada entender. E, perguntando : " por quê, eu?"
Acabou encontrando no caminho uma folha de revista com imagens de labaredas de fogo, que diziam:
"cientistas descobrem que Deus nunca existiu."
Ela foi caminhando, e pensando naquelas palavras.
Lembrou - se daquela família.
Aquelas palavras tinham realmente significado, e ela deixou o medo dominar seu eu?
Em seguida. Ela anda mais um pouco e entra em um lugar, aonde cientistas diziam ser ali feitas todas as invenções do mundo.
Ela olhava pra aqueles caminhos de labaredas de fogo, em formato de arco íris, que chegavam aos céus.
Desciam e subiam até a altura dos céus.
Ela não entendia nada.
Mas, de uma coisa ela sabia.
Aquilo não passava de uma farça, para negar a existência de Deus.
Tudo aquilo fazia sentido.
Então, pra quê espíritos do passado foram procurá - la?
Ela acreditaria na existência de Deus ou dos homens?
Quem teria o poder de transformar aquelas almas em pessoas, para fazê-la acreditar no Deus vivo?
Quem??
Nenhum homem poderia fazer isso.
Então, ela finalmente descobriu a verdade.
Deus é um ser grandioso, que fez os céus e a terra.
E tudo o que neles há.
Não haveria razão alguma para duvidar da sua existência.
Ps:( observação)
Isso, foi um sonho que eu tive há alguns dias atrás.
Acho que o significado é realmente esse.
Me mostrar que o medo não pode me dominar.
Por; Alinny Mello
27/11/2019 01:01
Era uma casa enorme!
Com vários cômodos com apenas uma cama e um guarda roupa...
Todos os quartos vazios, sem ninguém.
A casa era branca e tinha dois andares gigantescos!
Eu andava por ela e às vezes sentia medo, ao percorrer os corredores...
De repente voltava ao primeiro andar e o medo se dissipava.
26-06-2020 15:15
Acabei de sonhar que havia um vulcão soltando larvas dentro da sala da minha casa.
Sonhei com " noiados " me oferecendo drogas, e eu repudiava.
Sonhei com cães ferozes, dentro de um caminhão gigante, acorrentados e famintos. Loucos, latindo altamente, querendo devorar - me. Apenas um cara fortão e gordo, segurava todos eles com força total, enquanto eu fugia.
E pra terminar. No final havia dentro da minha casa, uma outra mulher estranha, e meu marido não era meu marido. Era outro cara que tinha o mesmo nome, porém curtia s3x0 a três. Acordei atônita.
Agora são exatamente 05:25 da manhã.
Eu acordei atordoada e escrevi isso, e pensando assim;
- será o que toda essa mistura de acontecimentos significa? 11/12/2019 21:54
Tentando desenhar o que vi no sonho...
Um barco caravela da era colonial em um cais, muitas pessoas descendo e subindo do barco...
Eu desci, e logo vi alguém encostado no parapeito da orla, era ele novamente o 'C', nos olhamos profundamente, e rimos um para o outro.
Me despedi desse alguém, e dissemos um adeus que seria para sempre...
Porque enquanto eu estava descendo naquelas terras, ele estava indo para outras.
Eu continuei caminhando, e indo com a minha mala cheia de pertences, para não sei onde...
Eu estava tão feliz naquele instante, mas alguma coisa me dizia que eu deveria embarcar com aquela pessoa de volta, porque depois daquele momento, nunca mais nos veríamos.
Lembro que eu estava com roupas de camponesa.
Uma saia longa e uma blusa de meia manga branca...
Porém, tudo o que fiz foi andar para frente, e olhar para trás, até sumirmos das vistas um do outro.
Ele me olhava com amor e ternura, como quem dissesse "fica comigo e vamos viajar juntos, para nunca mais nos separarmos..."
Antes de partir, havia me aproximado dele e o abraçado. Era como se fosse o último abraço das nossas vidas.
Tão intenso.
É só disso que me lembro ❤️
10/11/2021
Saudade é o vazio que pulsa, um eco silencioso do que já foi e não volta. Não é mera ausência; é a presença fantasmagórica de momentos que se infiltram na alma como brisa úmida do mar. Ela chega sem aviso, num cheiro de café antigo, numa melodia esquecida ou no contorno de um rosto que o tempo borrou.
No peito brasileiro, saudade é patria: o samba que embala ausências, o carnaval que mascara lutos, o abraço que o oceano separou. É o que nos humaniza, nos faz poetas involuntários. Dor agridoce, ela entrelaça fios invisíveis ligando o agora ao ontem, transformando perdas em relíquias eternas.
Mas cuidado: saudade em demasia paralisa, vira prisão de memórias. Aprenda a dançá-la, como frevo leve, deixando que ela venha e vá, sem raízes profundas. Pois viver é saudade em movimento – do que partiu, do que virá. Ela nos lembra: o amor verdadeiro nunca some; apenas espera, paciente, no limbo do coração.
Quando cientes
de nossa missão nesse mundo, deixamos de ser
um símbolode resistência
e nos tornamosum
modelo desuperação!
Entre concordar ou discordar; crer ou não crer, mais salutar o argumento. Sobretudo porque, sem um justo argumento, também não encontraremos qualquer razão para
crer ou não crer, concordar ou discordar!
... um gesto de perdão
evidencia a virtuosa estatura
de um Ser... E, aos ora acolhidos por
misericordioso aceno, a chance de
remediar suas criadas demandas e
deslizes - ainda que, em muitos casos,
resgatados mediante o amoroso
bálsamo da contrariedade
e da dor!
... não é
preciso ser perfeito
para que um bem maiorpossa
acontecer; prevaleça!
Necessário é reconhecer e viver
o bem por todos meioseeficiência
que sejas capaz - e,por tal
atitudealcances a
perfeição!
... aos dispersos
de um cordial e estimulante
gesto de gratidão,decerto
não faltarão os rasos
pretextospor não
expressá-lo!
... desejar
um viver sem culpas
é render-se ao inconcebível -
refreando possibilidades; quando
não ,o próprio destino - na verdade,
cada homem vive sob os limites
de sua própria índole
sempre carente de
reparos!
Quero amigos de verdade. Aqueles que suportam a sua felicidade. Em um momento difícil qualquer um se aproxima de você. Não temos como distinguir o amigo verdadeiro do falso. Mas nos momentos felizes sim. O seu inimigo jamais suportaria a sua felicidade.
O colapso da identidade em um mundo de máscaras sociais é um silêncio que grita por dentro. A pessoa já não sabe onde termina o rosto e começa o disfarce. Cada papel aceito, cada personagem ensaiado, acrescenta uma nova camada de verniz sobre a pele cansada. Por trás do sorriso treinado, a dúvida: aquilo que sinto é meu ou apenas uma reação ao olhar do outro?As redes, os palcos, os corredores anônimos exigem versões editadas de nós mesmos, sempre prontas, sempre luminosas. A autenticidade, então, se faz clandestina, vivendo em breves lapsos de descuido. Quando a máscara cola, torna-se pele; quando a pele cede, torna-se máscara. Nesse atrito, a identidade se fragmenta em reflexos contraditórios.No fim, resta um espelho que não devolve um rosto, mas um mosaico de expectativas alheias. E o eu verdadeiro, tímido, pergunta-se se algum dia existiu.
toque de mágica
às vezes a vida muda
não com barulho
mas com um pequeno gesto
um olhar que encontra o nosso
uma palavra que chega na hora certa
e de repente
o peso vira leveza
como se o mundo
tivesse encostado na alma
com um toque de mágica ✨
"O valor de um evento não reside no que ele nos tira ou nos dá, mas no resíduo de consciência que sobra após a autoanálise de cada naufrágio."
- Heremita De Araúxa
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