Despedida de um Namorado q Faleceu
“… Ah se você soubesse oque está se passando aqui dentro de mim, viria me abraçar e ainda me diria que tudo irá ficar bem.”
Somos como areia e o mar,juntos e enrolados..!
Quero amar-te como as nossas bocas sabem amar.!!!
Queria ser uma sereia,para ver as estrelas do céu!!
Beijar-te esta noite a saber a sal!
Amar-te como os salpicos,de água salgada na tua pele...
encontrar-te no mar e perder-me na areia.!!
Quero amar o cheiro a maçã da tua pele!!
o brilho dos teus olhos castanhos.!
o sorriso dos teus lábios,da tua boca.
A minha pele com a tua,os meus olhos nos teus.
Os meus lábios em ti,com cheiro a hortelã na tua boca.!!
Talvez nos importamos demais com os nossos próprios defeitos e esquecemos de mostrar as qualidades que há dentro de nós.
Eu falo muita besteira, eu sei, mas quando quiser falar sério eu também consigo, as palavras q eu digo vão muito além de seus significados
Ja perdeu uma noite inteira de sono só não ter ouvido a voz q desejara ouvir o dia inteiro?
Ja chegou ao ponto de largar tudo oq estava fazendo apenas para dar uma pequena olhada para os olhos da pessoa amada?
Ja cometeu alguma loucura?
Ja fez algo por impulso?
Ja errou?
Ja acertou?
Ja sorriu?
Ja chorou?
Ja fez sorrir?
Ja fez chorar?
Ja desejou?
Ja clamou?
Ja Sofreu?
Mas e entao....
Ja amou?
O FÃ
“É tão natural destruir o que não se pode possuir, negar o que não se compreende, insultar o que se inveja.”
Que quando vencemos, lutamos, praticamos o bem, somos honestos... Parece que nós é que somos de outro mundo.
O mal jamais vencerá enquanto existe seres qualificados como vocês.
Obrigado lendário (as).
O fã aqui sou eu.
Impossível te esquecer, impossível não se lembrar do nosso momento juntos, você tanto me faz falta que minhas lágrimas não se contêm;
Queria te tocar e levá-la onde não mais estivesse só para beijá-la e te fazer sorrir como mereças;
Estar triste por amor é algo sufocante e que abala o mais forte dos homens. É sentir falta daquilo que mais deseja. Como um viciado, que busca de todas as maneiras obter sua droga, assim se sente um homem verdadeiramente apaixonado... quando decepcionado, uma das alternativas para ele é deixar escapar pelos olhos a frustração causada pela ausência daquilo que lhe faz feliz.
A saudade nos leva para pessoas, lugares, sensações, cenas, músicas e histórias.
Bem aventurado é quem faz estas viagens sem voltar triste de lá.
Quem desfruta da alegria de lembrar sem trazer angústias do passado é mais feliz.
A vida é uma montanha russa de ilusões e no final da montanha russa o único sentido que chegamos é que só vale amar...
Sempre que fechar os olhos e lembrar da pessoa que mais te faz bem, não deixe-a escapar, lembre-se que pode ser a pessoa que você estava esperando a vida inteira.
Não tenha medo de crescer, não tenha medo de cair. Porque aqueles que caem podem se levantar, e os que crescem, compreendem o porque do crescimento.
Vem Morena
Vem, morena, pros meus braços
Vem, morena, vem dançar
Quero ver tu requebrando
Quero ver tu requebrar
Quero ver tu remechendo
Resfulego da sanfona
Inté que o sol raiar
Esse teu fungado quente
Bem no pé do meu pescoço
Arrepia o corpo da gente
Faz o véio ficar moço
E o coração de repente
Bota o sangue em arvoroço
Vem, morena, pros meus braços
Vem, morena, vem dançar
Quero ver tu requebrando
Quero ver tu requebrar
Quero ver tu remechendo
Resfulego da sanfona
Inté que o sol raiar
Esse teu suor sargado
É gostoso e tem sabor
Pois o teu corpo suado
Com esse cheiro de fulô
Tem um gosto temperado
Dos tempero do amor
Vem, morena, pros meus braços...
Deus me dá asas nas palavras para demostrar o meu valor do meu coração;
Escalo os obstáculos para que eu consiga tomar o que me pertence no meu vencer;
Me sinto invulnerável em minhas batalhas, pois meu general, dando as coordenadas exatas para minha satisfação;
Eu quero de volta o que é meu, refrigera meu coração para que os meus sonhos se entrelace com os meus planos;
"Os verdadeiros amigos são bem pouquíssimos, mas pode crer que são mais que suficiente para o que você precisar."
"Acho que estou sozinho,
Acho que eu sempre estive só,
Acho que somente neste momento que fui capaz de enchergar.
Poderia dizer que eu errei com a pessoa que mais me amou,
Mas estaria mentindo, porque eu acho que ninguem nunca me amou,
Poderia estar dizendo nestas pequenas palavras.
Eu estou só...
Não há ninguem que me acompanhe aonde quer que eu vá,
EU estou sozinho, fazendo pequenos poemas, dizendo como devo ser ou não ser com as pessoas,
Com os verdadeiros amores, com os irmãos, com a natureza, com a vida... Estou enganado, eu acho que vivo por viver,
Feito um vegetal que quando o vento bate e se sacode, feito uma arvore, que em sua primavera fique tão bela, mas que no outono, fique feia e triste...
Acho que assim somos nós, os seres humanos, pena que a minha primavera, jamais chegou e talvez nunca irá chegar...
Meu Sonho
M inha alegria,
E stou todo dia,
U sando a alegria e a amizade,
S empre digo,
O que quero é:
N unca deixar de escrever,
H oje brincar com você,
O ntem sorri com você.
A História de Sofia
Certo dia, uma menina de olhos verdes e cabelos castanhos e lisos como seda que se chamava Sofia, foi brincar de esconde-esconde com sua amiga em uma floresta perto de sua casa.
Sofia ficou encostada em uma árvore, com os olhos fechados e contou até 20, e depois foi procurar sua amiga.
Olhou em cima de troncos de árvores, em buracos, atrás das árvores e até em lagos, mas nada achou. Onde poderia estar sua amiga?
Então ela decidiu entrar em uma casinha que ficava do outro lado de um laguinho.
A casinha era bem empoeirada, alguns ratos corriam por lá. Um fogão velho, uma mesinha, duas cadeiras, quatro janelas e três armários na parede.
A menina abriu o primeiro armário, e dentro dele um pote com moedas de ouro reluzentes estavam dentro dele, ela pegou o pote e colocou dentro de uma bolsa jogada em um canto da parede.
Sofia ainda procurava por sua amiga. Resolveu abrir o segundo armário, lá havia uma chave verde com formato de quadrado.
Abriu o terceiro, nele tinha uma caixa, uma caneta e um papel.
A caixa estava trancada com chave, então leu o papel, nele estava escrito:
Quem achar esta folha tem sorte, muita sorte!
Siga as instruções:
Pegue o pote de ouro e leve até um tronco
em forma de arco, coloque-o debaixo do arco.
Em seguida Pegue a caneta e faça uma estrela
no verso do papel.
Com a chave abra a caixa e uma grande surpresa
lhe aguarda!
Sofia começou a seguir as instruções, como acharia o tal arco?
Bem, quando ela saiu havia uma trilha de patas de cachorro, que estavam no chão ao lado da casinha, parecia que tinha um cachorro espionando ela, pois o rastro estava debaixo de uma janela.
Ela foi seguindo, quando a trilha acabou, ela parou olhou para a esquerda e para a direita, nada viu, de repente! Ouviu latidos vindos da direção de um sítio, ela foi seguindo o som do latido do cachorro. Quando chegou em um sítio com um casarão enorme e umas vacas e cavalos em um pasto, ela foi se aproximando, chegou na porta
do casarão antigo, que parecia não ter ninguém morando lá, e bateu na porta, toc!toc!toc! Uma voz respondeu:
-Quem é?
-Sou eu, Sofia.
-O que veio fazer aqui?
-Ouvi latidos de um cachorro vindos dessa direção.
-Aqui não tem nenhum cachorro, só vacas e cavalos.
-Mas eu ouvi, e tinha um rastro de patas de cachorro nessa direção!
-Aqui não tem nada! Vai em bora!
-Não! Eu não vou até achar o cachorro!
-Fora daqui!
-Está bem! Eu vou então.
-Já vai tarde! Não volte mais aqui. Nunca!
Sofia insistiu, mas não adiantou, decidiu que iria continuar no sítio, só que na direção oposta.
Ela não desistiu e foi até o pasto, onde cavalos e vacas pastavam.
Foi andando no meio dos cavalos e vacas, conseguiu sair do meio de tanto bicho, foi até um celeiro, o celeiro estava vazio, não totalmente vazio. Havia Sofia e também duas vaquinhas dormindo. A sua esquerda tinha um bloco de capim e uma coisa felpuda como uma vassoura, Sofia se abaixou para pegar e um cachorro pulou de trás do capim. Ela disse:
-Finalmente encontrei você!
-Levei um susto e tanto, mas porque será que você estava
me espionando?
O cachorro se levantou de um monte de palha e respondeu a menina:
-Bem, você também não é nada educada, sai por aí puxando a
cauda dos outros?
-Ah! Você fala? Cachorro não fala!
-Sim, eu falo, e não estava espionando você, estava vigiando você.
-Porque estava me vigiando?
-Sem mim você não acha um tal tronco em forma de arco
e sua amiga.
-Você sabe onde ela e o arco estão?
-Sim, mas vai ter que me alcançar para acha-los.
-Como assim te alcançar?
-Corre!
O cão saiu correndo, e Sofia foi atrás. O cachorro entrou na floresta, mas em uma parte diferente daquela pequena floresta, Sofia nunca tinha visto aquela parte da floresta.
Poderia ser lá que sua amiga e o arco estariam? - Se perguntou Sofia.
-Chegamos - Disse o cão.
-Onde estamos?
-Na parte interna da floresta.
-Como assim parte interna?
-O lado ''mágico'' da floresta.
-Cão, onde está minha amiga e o arco?
-Cão não. Eu tenho nome, meu nome é Rufos, e o seu?
-O meu é Sofia.
-Prazer Rufos.
-Olhe lá seu arco.
O arco estava do outro lado de um rio bem largo. Onde jacarés nadavam.
-Rufos! Olha o tamanho desse rio cheio de jacarés!
-Jacaré é o de menos, o de mais é como vamos atravessar.
-Que tal uma canoa?
-Acho melhor um barco.
-Como vamos fazer um barco?
-Fácil! É só pegar aquele barquinho na beira do rio.
Mas quando Sofia foi puxar o barco um jacaré enorme pulou e tentou pegar ela, no mesmo instante Rufos abocanhou o jacaré bem na cabeça, e o jacaré saiu correndo direto para a água. Rufos disse:
-Eu não disse, estou sempre te vigiando.
-Obrigada!
-De nada, agora escute, assim que colocar o pote de ouro debaixo do arco, você se afasta e pega o papel e a caneta, no verso do papel você desenha uma estrela de quatro pontas, embaixo você escreve S.
Em cima da estrela você escreve N. Na esquerda escreve L na direita O.
-Porque fazer isso?
-Para que volte para casa.
-Mas minha casa é logo ali.
-Não, assim que entrou na floresta, você saiu do seu mundo, você está em um mundo mágico. Como aquele homem do casarão do sítio, ele é um duende e mora lá, foi ele que fez o pote de ouro as instruções e a caixa.
-O que tem na caixa afinal?
-Uma surpresa para quem achasse. Sua amiga voltou para seu mundo, pois ela foi se esconder na casa do duende, o duende não é mal ele só não gosta de intrusos em nosso mundo, então a mandou para casa.
-Ela não se lembra de que nós estávamos brincando de
esconde-esconde?
-Não mais.
-Bom, mas como passamos pelo rio?
-Muito fácil! É só pegar o pote de ouro, uma moeda dele
quando esfregada na mão faz a pessoa ter velocidade.
-É só esfregar na mão e pegar os remos, que vamos voar!
E Sofia e Rufos pegaram os remos e contaram até três, passaram voando pelos jacarés.
Chegaram do outro lado e Sofia colocou o pote de ouro debaixo do arco, em seguida ela pegou a caneta e fez uma estrela no verso do papel de instruções.
-Agora Sofia você coloca o papel com a estrela virada para o lado de baixo.-Disse Rufos.
Uma luz brilhante saiu do arco e um portal de volta para a casa de Sofia se abriu.
-Abra a caixa Sofia.
Ela abriu a caixa e um presente estava lá. Um livro.
-Rufos um livro.
-Um livro com um portal para você voltar para cá quando quiser. Mas aqui não estará em forma de floresta, mas em forma de cidade. Você vai adorar!
-Obrigada Rufos. Eu vou te ver novamente, ou não?
-Sim, vai sim.
-Então lá vou eu, até um dia.
-Vou continuar te vigiando!
-Tchau!
Sofia ganhou um presente:Um amigo!
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