Desespero
Queria
Queria a folha branca.
Queria o nada.
Queria chorar,
e soluçar de desespero,
e não queria ninguém me olhando.
Ninguem que eu pudesse perceber.
Queria sair e andar,
andar e não ter destino.
E queria viver sem saudade.
Queria viver o vazio.
Um pouco,
de paz.
Queria, como queria.
E mais nada.
Em nossa hora mais sombria
No meu mais profundo desespero
Será que você ainda se importa?
Você vai estar lá?
Nas minhas provações e minhas tribulações
Através de nossas dúvidas e frustrações
Na minha violência
Na minha turbulência
Através do meu medo e minhas confissões
Na minha angústia e minha dor
Através da minha alegria e minha tristeza
Na promessa de um novo amanhã
Eu nunca vou deixar você partir
Por que você está sempre no meu coração
Tento cessar minhas lagrimas neste escrito,cada dor sofrida,cada desespero que aqui seria impossível narrar.Não há em mim qualquer sinal de alegria,a minha voz some,também é impossível falar.O medo e ao mesmo tempo a coragem oscila em mim,medo da vida,coragem para a morte.Falta em mim qualquer espaço de sorte.As minhas mãos tremulas ,malmente conseguem terminar de escrever,os meus olhos,ardidos de choro ,nem conseguem ver.Escrevo aqui não mais com a mão,aqui quem vos fala é o meu coração.Sofrido,coitadinho,já nem tenho mais dó de mim,pena dele,que amargurado,sofre calado,todo esse estado de depressão.De repente penso que terminei,mas ainda não lhes falei que realmente,neste escrito já não choro não.A sorte do poeta.
Ainda penso em ti no cair da noite e no prolongar dos dias... Me resgate do desespero, diga-me que tu estará lá...!?( NeoqavA)
Só você conheceu o melhor de mim.
O pior de mim.
O meu eu inteiro.
E não é desespero pedir a Deus
que chegue logo o fevereiro
porque carnaval me lembra nós.
É quando a gente se melhora,
porque estamos juntos.
E, mesmo depois de meses,
os olhos brilham como confetes luminosos.
Não somos nada cuidadosos.
Nos entregamos ao amor.
E, se me pedir para fugir, eu vou.
Se me pedir um beijo, eu dou com amor.
Mas, no final do carnaval,
a música para.
Coração dispara.
Volto para meu eu sem você.
As pessoas não consegue ver o desespero dentro dos olhos... na verdade isso não importa a elas, elas apenas se importa quando vêem sorrindo e felizes, ai sim,desejam saber o motivo, o pq dos risos.
Apenas por se incomondar com os risos alheios mas a tristeza nos olhos as deixam felizes...
Meu jeito é o oposto. Tem sabor de mágoa, mas tem o sabor de alegria. Tem o desespero mas também há uma alegria que nem eu mesmo entendo. Alegria em saber que eu sobrevivi a tantas coisas. Tantos sofrimentos. Tantos tormentos. E mesmo assim, aqui estou. Podendo contar essa história a quem quiser ouvir.Ouço mais do que antes. Quero esquecer coisas realmente precisam ser esquecidas. Não. Talvez nunca foi um erro meu tentar inventar um amor. Não foi um péssimo erro. Não foi erro de ninguém. Nem meu. Nem seu. Não se culpe por isso. Sou agora fechada. Não quero que ninguém chegue do nada em minha vida. Quero preparar. Preciso ter o controle de novo de tudo, já que eu o perdi no meio das minhas bagunças internas.
PARTIU UM HEROI
Na madrugada fria de sexta feira foi pra mim um grande desespero!
Mas, quando ao deparar-me, com aquele rosto lindo, que num gesto de repouso ao partir disse... Graças a Deus!
Partiu um herói, um pastor, um pai!
Aquele que como pai, soube ensinar e corrigir os filhos para que estes mesmo afastados de Deus estivessem atentos aos conselhos seus.
Partiu! Aquele que como pastor sempre amou e acolheu as ovelhas, e as apascentou conforme a sã palavra partiu sorrindo quando muitas vezes chorou pelos oprimidos,chorou quando alimentava aos famintos e chorou também, quando ungia os doentes em nome de Deus e estes eram curados pelo sangue que foi vertido na cruz.
Partiu um herói que foi impoluto, que era decidido morrer e não abandonar a luta. Foi criticado, zombado e murmurado mas, por Deus era preparado! Sempre ajudou a levantar os fracos para que não abandonassem a cruz e estes se levantavam em nome de Jesus!
Partir-te pai! Meu herói, meu pastor! Eu que muitas vezes me ajoelhei contigo enquanto choravas, acompanhei-te durante toda noite, enquanto chovia e outros dormiam, retornando da luta, depois de ter pregado a palavra de Deus, e ensinava aos que na fé eram filhos teus que fossem fiéis até a morte para herdar a coroa da vida.
Pai! Recordo-me que quando eu muito criança tu cantavas o teu hino preferido e com a voz sonora e espiritual entoavas "Quem sua mão ao arado já pôs constante precisa ser" (H.C 394) Ah! Pai eu na minha inocência compreendia que tu jamais abandonarias a cruz sem que fosse levado ao paraíso! Partir-te e deixaste lembranças eternas para os teus que ficaram na terra, mas sei que o que resta dizer! É que combateste o bom combate, acabas-te a carreira, guardas-te a fé e na eternidade, onde os santos estão receberás o teu galardão!
(Minha homenagem ao meu pai pastor Luiz Pacheco Amaral 29/06/1984)
Desespero
Meus dias sem você tem sido vazios
A vida corre como um rio
Tão depressa que nada me interessa
Seu sorriso me fascina
Teus olhos me encantam
Seus cabelos me enlouquecem
O cheiro da pele me faz te desejar
Mulher de verdade, por completo
De corpo inteiro, assim me sinto
Você perto o coração acalma
Quando longe a alma desperta
Teu beijo me liberta
Sua lingua me queima
As mãos que passeiam no meu corpo
Me fazem carinho e adormeço
Estremece o coração
Acolhe a alma
És tu o ser que me acalma!
:::: Gaiola :::
Eu ouço o som de um triste passarinho
Á cantar - desespero - de amor
Que mora na casa do meu vizinho
Dono daquele esplêndido cantor
Que nem imagina que o pobrezinho
Canta diariamente sua grande dor
E que já cansado - canta baixinho
Os breves sintomas de um sonhador
Com os olhos pequenos vive olhando
O céu pintado de azul infinito
Triste e sozinho - começa á cantar
E em suas noites - só e sonhando
Lágrimas de um canto - triste e aflito
Sonho preso que não sabe voar!
há um certo pavor no ar
um cheiro acre de desespero
um gosto de fim.
Só sei decompor o verbo de uma única forma.
Viverei na penumbra
até que o dia, um dia, clareie minha sina.
Desespero da Consciência
Com sua Lágrima petrificada.
Pela alma congelada.
Credes Falsamente na liberdade do Amor.
Vivencias da traumática dor.
Bela sina da misericórdia.
Em contado pela discórdia.
Desloca-se ao Animo da Morte.
Contas em fúria a sua própria Sorte.
Desgraça ao olhar cego de sentir...
Realidade pelo Fardo de mentir.
A verdade que vos cerca.
A liberdade que atormenta.
Pelo Ego se condena.
Em um olhar perdido com o vento.
Um segundo um momento.
Vedes sua mentira desfigurar-se a tona.
Pela paixão posta ao sofrimento se torna.
Sua Compaixão incerta a Incógnita de Ser.
Me perdi de tempos em tempos, correu nas minhas veias o mais amargo desespero, mas nesses dias recentes tenho aberto os olhos e sentido uma coisa diferente em mim, e ela tem nome, sobrenome, e endereço.
Feliz Ano Novo!
Os últimos dias de Janeiro contam Historias de descomunal
Desespero!
...e me recordo de você!
Todo de branco em dezembro brindando o ano que deus ia prover.
Hoje vejo você preste a apodrecer todos esperam o caixão descer na tua lapide apenas o Sarcasmo vai escrever.
Desespero-me ao tempo perder
e de nada pode fazer para me redimir de mim mesmo
aquele momento fora do comum passou
pós os momentos bons passam rápidos
tenho vivido sempre deles
e são deles que eu vivo a vida
não me encaixo no fixo, no cotidiano
me delicio com o sabor do desconhecido, do novo, da oportunidade da grande descoberta.
Como vai ser?,Será que eu posso?
Então eu vou!
momentos vividos
momentos passados
eu sei que terá um momento na minha vida
em que tudo isso será lembrado,contado, e talvez até reconhecido.
