Desespero

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Mudar não nasce do desespero, nasce da lucidez. Quando percebemos que o conforto tornou-se anestesia.

No desespero, o povo acredita até no impossível.

Há momentos nesta vida em que parece que não dá certo e bate o desespero. É nessa hora que devemos confiar no agir de Deus, pois sabe que ainda não é o momento adequado para receber a sua vitória.

Amor não é sofrimento e viver perdoando chifres. Isso não é amor... É medo, desespero, carência, mas não é amor.
Essa ideia de aceitar tudo em nome do amor é totalmente errada...
Amar alguém tem que ser bom, tem que ser leve... O amor nos faz superar obstáculos, vencer juntos, conquistar juntos... Amor nunca é indiferença e desespero.
Amor é respeito, gentileza, reciprocidade.
Amor é ficar ao lado nos momentos difíceis, quando o salário atrasa, quando o desemprego bate na porta, quando alguém adoece... Amor é colo e abraço apertado.
Amor é tipo canja de galinha no frio para ajudar a curar o resfriado.
É muita gente nomeando o medo de seguir em frende de amor.
Quando alguém diz que "o amor tudo crê e tudo suporta"⁠ não é sobre infelicidade, é sobre vencer juntos os obstáculos que surgem durante a caminhada.
O amor é bom e se não te faz bem... Desculpa, mas não é amor.

Não pare!




A frieza das ações dela elevou o níveo do meu desespero a temperaturas alarmantes,


Num segundo, simplesmente pegar uma reta e dizer vá,
no segundo seguinte, cair em segredo de joelhos em cima do medo duvidando de si mesmo,


"O encaixe das mãos perfeitas" não é um mito, ele existe e eu pude vivê-lo com meus próprios sentimentos e não quero deixá-lo ficar só nas memorias ou apenas cair no esquecimento,


Dizem, que muitas vezes encontramos a fé no abismo, então a luta será incansável, seguirei essa voz interior que me guia afirmando a todo momento, não pare!!!

Acordaram Jesus por desespero, mas Ele acalmou o mar por autoridade.
Pare de agir como derrotado enquanto carrega O Vencedor no barco.


MiriamLeal

Será que a sua infelicidade não vem justamente do seu desespero em tentar ser feliz? Ou em tentar mostrar para os outros o quando a sua vida é perfeita e você fez boas escolhas?
Talvez, se você apenas deixar a vida ser mais leve e aceitar que nem sempre tudo o que acontece do jeito que a gente quer, poderia tirar um peso enorme dos seus ombros.
Você fez tudo que falaram para fazer. Seguiu o caminho correto e mais seguro. Consegue até mesmo, dar bons conselhos aos outros.
Mas a verdade sempre aparece e ela não está tão escondida. Ela vem naquele domingo chuvoso, antes de dormir, quando os sentimentos estão mais intensos. E nessas horas, você não consegue sentiu o vazio que sente, apesar de ter feito tudo certo.
Bom, você sempre aparece com a solução perfeita para os outros, como se a vida fosse uma única estrada. Mas deixa que dessa vez, eu vou te dar um conselho: você é uma boa pessoa. Com certeza coisas incríveis vão acontecer na sua vida novamente. Mas elas não vão curar todos os seus problemas e dores. Pelo menos, não enquanto você não aceitar que apesar de todos os nossos esforços e renúncias, nem sempre as recompensas nos trazem a alegria desejada. E está tudo bem, desde que você entenda isso e se livre da preocupação de tentar ser feliz 24 horas por dia.
A vida pode ser mais leve e tranquila.

⁠Tente não entrar em desespero,
esta fase, se Deus quiser,
vai passar,
chore se for preciso,
faz parte desanimar,
entretanto, seja mais grato
até que o teu espírito
fique liberto
como um pássaro livre
para voar.

A fé não me poupou da dor, mas me salvou do desespero.

Quando o medo e o desespero batem à porta, a alma revela seus alicerces e a fragilidade de suas construções, e é nesse momento de vulnerabilidade que a fidelidade aos princípios é posta à prova. A capacidade de suplicar pela vida alheia, ignorando o próprio sofrimento e o risco de derrota, é o testemunho silencioso de que há algo de indestrutível e puro em nossa essência, um reflexo da Divindade que nos ensina que a doação é o único caminho para a plenitude. Nunca subestime o poder de uma lágrima sincera e de um coração desarmado.

A renúncia é o ato de coragem que transforma o desespero de um pleito em uma lição de humanidade.

O Escudo Divino não é forjado em metal, mas em uma Paz irrazoável que desarma a lógica do desespero.

A oração é o único fio que conecta o desespero humano à paciência infinita do divino.

A fé não nasce do conforto, mas do abismo. É no desespero que o espírito aprende a pronunciar o nome de Deus com autenticidade, sem liturgia, sem máscaras. Ali, no limite entre desistir e respirar, algo sussurra que ainda vale a pena tentar mais uma vez. E esse sussurro é mais forte do que qualquer escuridão.

Às vezes sinto que estou gritando debaixo d'água, vendo as bolhas do meu desespero subirem à superfície sem que ninguém entenda a mensagem que elas carregam. Escrever é aprender a desenhar na areia do fundo do mar, esperando que a maré alta leve o recado para alguém que saiba nadar.

Em meio à pressão e ao desespero, muitos jovens caem nesta armadilha.
Olha, jovens, deixem-me segredar-vos algo importantíssimo. Penso que esta é a fase de vos alertar sobre algo precioso. Esta mensagem é para vós.
Evitem — evitem mesmo — confiar o vosso futuro a tios e tias. Evitem desenvolver expectativas de que essa gente vos irá ajudar. Quase sempre, quem combate os sonhos e o futuro de jovens esforçados — ou dos prodígios dentro de uma família — é a própria família. E assim se perpetua a miséria dentro dela: uns supostamente “muito ricos” e outros “miseráveis”.
Essas pessoas terão sempre soluções para os problemas de gente de fora e nenhuma para os da família — tudo em prol de salvaguardar um suposto “bom” estatuto que pretendem exibir na rua. Falar-vos-ão disso com arrogância, com aquele tom de quem realizou grandes feitos: “ajudei o fulano e a fulana”, como se isso vos acrescentasse algo na vida. Contentam-se em dar-vos comida, mas nunca vos mostram a fonte.
Muitas vezes, até vós sabeis as razões pelas quais não beneficiais do auxílio deles. Se não sabeis, deixai estar — porque, ainda assim, a razão é sempre, no mínimo, decepcionante e, no máximo, deplorável, embora para eles faça todo o sentido. E, quando o tal “auxílio” chega, chega tarde e já não serve para nada: a situação tornou-se caótica e sem solução.
Jovens, quando enfrentardes dificuldades financeiras, reinventai-vos. Lutai com o mínimo até conseguirdes superar. E, quando o dinheiro chegar, investi uma parte e guardai o remanescente. Tende sempre planos anotados. Olhai para este processo como uma verdadeira transição da juventude para a fase adulta.
Invistam também em pequenos cursos de curta duração. Mesmo em meio às dificuldades, é preferível atravessar fases duras da vida tendo uma formação técnico-profissional, ainda que modesta, do que permanecer estagnado. E, acima de tudo, abstenham-se ao máximo dos jogos de azar — especialmente das apostas —, que muitas vezes disfarçam destruição com promessas fáceis de ganho.
A disciplina deve ser o princípio mais importante a cultivar. Sem ela, qualquer oportunidade escapa; com ela, até o pouco se transforma em progresso consistente.
Escolhei bem as vossas amizades. Nem toda a companhia é abrigo — algumas são atraso disfarçado. Há amigos que drenam energia, desviam foco e normalizam a mediocridade; e há outros que vos elevam, vos confrontam e vos empurram para a frente. Aprendam a distinguir. A vossa trajectória será, em grande parte, o reflexo de quem caminha convosco.
Mantende distância de gente pessimista, preguiçosa e resmungona. Esse tipo de companhia contamina o pensamento, enfraquece a vontade e transforma qualquer plano num fardo impossível. Quem vive a queixar-se nunca constrói; quem evita o esforço nunca sai do lugar. Se quiserdes crescer, rodeai-vos de quem age, de quem tenta, de quem falha e volta a tentar.
Outra grande lição: não olheis para os erros — ou pecados — de tias e tios como motivo para criar atritos entre vós e os vossos primos. Entendei que a boa árvore conhece-se pelos seus frutos. Quando eles precisarem de auxílio, ajudai com ideias, não com capital (esse, precisareis sempre mais, e ninguém vo-lo dará). A prioridade sois vós.
E a lição mais importante: nunca tenhais medo de arriscar. Mesmo diante da mais pequena oportunidade — se for boa — arriscai.
Podeis vencer na vida, mas, para isso, acreditai, lutai e, acima de tudo, mantende o entusiasmo.
Cultivai boas relações entre irmãos e fortalecei esses laços até se tornarem inquebráveis. Haverá sempre um teimoso, mas é preciso preservar o que vos une — isso é essencial.
Investi no networking, pois, na maior parte das vezes, a mão que se estende para ajudar não vem de conhecidos próximos.
Enfim, eu sou aquele(a) que, entre os céus e a terra, nada mais teme; cujos ensinamentos poucos ousariam transmitir-vos. A ovelha negra do rebanho, o(a) “vilão(ã)”, aquele(a) que finalmente despertou — e que, para o bem ou para o mal, não se repete. O(a) odiado(a) por muitos, mas reconhecido(a) pelos certos.

Eu sou Susatel.
Todos os direitos reservados.

A esperança enfrenta o desespero com verdades;


O idealismo enfrenta o desespero com mentiras.

Não tem escapatória, minha gente, e eu falo isso rindo com um leve desespero elegante, porque no fundo eu sei que é verdade daquelas que não pedem licença pra entrar. A gente pode até caprichar no nome, escolher uma fonte bonita pra lápide, deixar datas organizadinhas como quem monta um feed harmônico, mas em algum ponto da eternidade… pronto, virou história apagada, arquivo morto do universo, figurante do esquecimento. E eu acho isso de um humor ácido quase genial, porque passamos a vida inteira tentando ser memoráveis, enquanto o tempo, debochado, está só esperando a nossa vez de virar poeira premium.

Eu imagino a cena como se fosse uma grande fila invisível, todo mundo muito ocupado vivendo, pagando boleto, se apaixonando errado, acertando por sorte, tirando foto bonita do céu, e lá no fundo, bem no fundo, tem uma plaquinha piscando em neon: “em breve, todos indisponíveis”. E a gente segue. Segue como se não soubesse. Ou pior, como se tivesse todo o tempo do mundo pra começar a viver de verdade depois.

E é aí que mora a ironia mais deliciosa e cruel. A gente adia o riso, economiza abraço, engole vontade, guarda palavras como se fossem peças raras de museu, sendo que no fim… ninguém leva nada. Nem o orgulho, nem o medo, nem aquela discussão que parecia tão importante às três da tarde de uma terça-feira qualquer. Tudo fica. Tudo perde o sentido. Tudo vira silêncio.

Eu, sinceramente, acho cômico. Trágico, sim, mas com uma pitada de comédia existencial que me faz rir sozinha às vezes, tipo quem entendeu a piada antes dos outros. Porque no final das contas, somos isso mesmo: poeira com consciência, tentando dar significado ao intervalo entre o nascer e o desaparecer.

E aí vem aquele conselho que todo mundo já ouviu, mas que quase ninguém leva a sério de verdade: viver o agora. Parece frase pronta de caneca, mas quando a gente para pra encarar sem filtro, dá até um friozinho bom na barriga. Porque o agora é a única coisa que não mente. O agora não promete, não enrola, não cria expectativa. Ele simplesmente acontece. Cru, intenso, imperfeito… e absurdamente precioso.

O futuro? Ah, esse é um mistério com data garantida e roteiro desconhecido. A única certeza é que ele chega. Mas como chega… ninguém faz ideia. E talvez seja exatamente isso que deveria fazer a gente viver com mais coragem, mais verdade, mais presença. Porque esperar o momento perfeito é quase uma piada interna do universo. Ele não vem.

Então eu decidi, entre um pensamento profundo e outro completamente inútil, que vou viver como quem sabe que é passageira, mas não insignificante. Vou rir mais alto, amar mais sem cálculo, sentir mais sem pedir permissão. Porque se no fim eu vou ser esquecida mesmo… que pelo menos eu tenha sido intensamente lembrada por mim enquanto estive aqui.

"Nessa vida precisamos de beleza
para não cairmos em desespero!"
Haredita Angel
10.09.11

O niilismo é a ideologia dos eternamente adolescentes que confundem desespero existencial com sabedoria e apatia com iluminação.