Desejos de Felicidade
A PAZ tão desejada poucos a possuem,
por procurarem
por grandes projetos...
É na simplicidade
que mora a felicidade!...
Quer ter uma vida feliz?
Então siga estas dicas:
Não inveje.
Não deseje mal.
Não faça mal.
Não se vingue.
Caso contrário a vida vai cobrar!!!
" Não te preocupes com os invejosos,com o orgulhosos ou com o avarentos,eles só desejam para si o que desconhecem. "
Não é tão fácil seguir nossos sonhos, nem tão pouco, ser quem você é. Mas mesmo assim, te desejo toda a força para ser quem você quer ser, seja grato por todas suas conquistas até aqui.
Nunca procurei alguém que me completasse, nunca fui metade. Mas sempre desejei alguém que me transbordasse de felicidade. E isso… ele sempre fez.
A vida não deve ser igual para todos, afinal somos seres únicos, com objetivos e desejos, também únicos. É difícil viver para você e não pelo outro? Sim! Mas não é impossível. Sua felicidade não deve ter preço. 08/01/2025
Para me sentir feliz busco internamente alegria. Não desejo alegria, eu a quero. Porque o desejo é para depois e eu quero ser feliz agora.
#Me #embriago #no #desejo #de #chegar #ao #horizonte...
E tocar o céu...
Colher estrelas...
Da vida descortinar o véu...
E enquanto eu tiver um sonho...
Terei uma razão para viver...
Felicidade é tal qual flor...
Que se carrega no coração...
A semearmos em nossos caminhos...
Sandro Paschoal Nogueira
— em Conservatória Pousada Chic Chic Casa do Sandrinho.
Há situações que não depende do nosso desejo ou do querer, mas sim de uma motivação em que vai se formando com o tempo, na certeza de que a solidão faz parte apenas de um atalho, para se chegar ao objetivo que mais se deseja.
Chegar onde desejamos restabelece a confiança, mais ter a certeza do que realmente nos fazem felizes, ilumina os olhos e aquece o coração.
"" Fiz da audácia o mel de um desejo
e do seu corpo o templo do meu amor
sobrevivi meio partido, aos infortúnios de amar só
quando pensava possuir tesouros
fui coerente em toda minha história
nada mudou meu jeito de ser,.nem a dor
porém até os perdidos um dia se acham
e acabam indo por temerem desamor
mas de que adianta uma vida toda assim
estimulando confetes em festas sem fim
não, os tempos são outros, pode apostar
agora o que vale é o desejo enfim
o horizonte bronzeado pela vontade em mim
de ficar com os diamantes que um dia lapidei para te dar...""
"" E que o amor faça parte dos seus planos, dos seus desejos e da sua vida, mostrando que é aquilo que você tem de melhor...""
"" Quero desejar-te flores
e tantos amores
quantos caibam em seu coração
que te livre Deus, dos horrores
e entre os sabores de viver
haja um especial para ti...""
"" foi por ti
que em mim,
transformei os desejos
virei poeta
pois em ti encontrei
a divina poesia
se eternizar, nossa história haverá de ficar
na delicia dos beijos
e foram tantos
que me perdi em versos
bobos e ingênuos
receosos em ofertar
as flores do amor
mas continuei até perceber
que teria que ficar
delirando verdades
as mesmas que sempre levarei
recitadas nessas doces saudades...
O RITMO QUE ESTA NA VIDA.
Livro: Desejo De Sumir.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro .
CAPÍTULO II
Quando esse ritmo é respeitado, as defesas naturais voltam a existir porque elas nunca foram destruídas. Apenas foram abafadas pelo excesso.
As defesas naturais do espírito são antigas. Silenciosas. Elegantes. Não gritam. Não endurecem. Elas operam por seleção. Por limite. Por medida. São a capacidade de sentir sem se diluir. De perceber sem absorver. De acolher sem se confundir com aquilo que vem de fora.
Uma dessas defesas é o discernimento espontâneo. Quando o ritmo interior está preservado, a alma reconhece instintivamente o que lhe pertence e o que não lhe cabe carregar. O sofrimento alheio é visto com respeito, mas não se transforma em peso pessoal. A injustiça é percebida, mas não corrói por dentro. O mundo volta a ser observado com lucidez, não suportado com exaustão.
Outra defesa é a estabilidade emocional profunda. Não se trata de indiferença, mas de eixo. O indivíduo já não reage a cada estímulo. Ele responde quando necessário. O que antes invadia agora apenas passa. Há uma serenidade que não depende das circunstâncias, mas da ordem interna restabelecida.
Há também a defesa do silêncio interior. Quando o ritmo humano é respeitado, o pensamento desacelera e a mente deixa de ruminar o que não pode resolver. O silêncio volta a proteger. Ele impede a contaminação psíquica constante. Dá repouso às emoções. Permite que a consciência respire.
Surge ainda a defesa do tempo. O espírito passa a confiar nos processos lentos. Não exige resolução imediata para tudo. Aceita a maturação. Compreende que nem toda dor pede resposta. Algumas pedem apenas passagem. Outras pedem espera.
E há a mais nobre das defesas naturais. A dignidade interior. Aquela que impede o indivíduo de se violentar para caber em um mundo adoecido. Quando o ritmo ancestral é retomado, a alma se recusa a viver contra si mesma. Ela se preserva sem agressividade. Se afasta sem culpa. Retorna quando está inteira.
Essas defesas não são aprendidas. São lembradas. Sempre estiveram ali, aguardando o momento em que o ser humano ousasse desacelerar e voltar a viver como sempre viveu. Com medida. Com profundidade. Com verdade.
Desejamos e, porque desejamos, olhamos demais para o amanhã. Corremos e corremos, ficamos intranquilos e, ao nos ocuparmos com tantas coisas que no futuro descobriremos não serem tão importantes, deixamos passar a alegria de viver. E esse homem sofre, perseguindo a felicidade, que não chega, e nem chegará, pois ele não a vê, visto que está muito ocupado correndo atrás dos seus objetos de desejo. Então, o que dizer? Apenas: Pare de correr!
