Desejos
Não somos animais irracionais! Com a ajuda de Jesus, podemos dominar nossos desejos. Ele nos ajuda a escolher o caminho correto e a encontrar alegria no casamento de maneira saudável. O Domínio Próprio evita a destruição de nossos corpos e de nossos relacionamentos.
Se vocês amam o Mundo, não amam a Deus, o Pai. Nada que é deste Mundo vem do Pai. Os maus desejos da natureza humana, a vontade de ter o que agrada aos olhos e o orgulho pelas coisas da vida, tudo isso não vem do Pai, mas do Mundo.
Concordo que devemos ter cautela com os desejos, mas prateleira cheia deles proibidos, não é sinônimo de felicidade.
Tenho instintos indomesticáveis e desejos indomáveis.
Se me quer por perto,
O risco e o prazer é todo seu.
Por isso, digo: vivam pelo Espírito, e de modo nenhum satisfarão os desejos da carne.
Eu não guardei meu coração
E aí: Soltei a sua mão
E nesse engano, dos desejos
Minhas vontades, me deixaram em perigo...
Desejos meus de que você seja muito feliz.
Tenha um ano de muito sucesso.
Esbanje alegria.
Que esteja sempre em boa companhia.
E que venha o novo ano em toda a sua plenitude!
"Ás vêzes nas noites de luar, a terra estremece,
os desejos se encontram e o amor acontece!"
☆Haredita Angel
Os cabelos brancos alvorejam
também nossos sonhos e desejos
e prazeres.
Nos dão uma vontade danada de
agarrar o vento e rumar à garateia
pelo tempo que nos resta.
☆Haredita Angel
Controle dos Desejos nas perspectivas de Platão e Nietzsche
A questão de como o ser humano deve tratar o desejo é um tema debatido desde a época de Sócrates (400 a.C.) e continua sendo relevante na era da inteligência artificial. Platão e Nietzsche são dois pensadores que abordam o tema de maneira divergente, sendo um assunto pertinente para reflexões contemporâneas.
Em primeira análise, Platão, na obra “A República”, afirma que “Eis a messe de males que recolhe o indivíduo de alma mal governada e que há pouco classificamos como sendo o mais desgraçado dos homens”. Ou seja, quando o desejo ultrapassa os limites e busca governar a alma, o corpo torna-se desordenado, semelhante a uma cidade governada por um tirano.
Em segundo lugar, Friedrich Nietzsche, em “Além do Bem e do Mal”, declara que “Envergonhar-se da própria imoralidade é um degrau da escada no extremo”. Para ele, o ser humano não deveria se envergonhar de praticar uma imoralidade; e os desejos não deveriam ser reprimidos. Nietzsche acreditava que a negação dos desejos era um ponto de fragilidade, propondo que o ser humano deve aceitar seus desejos como uma manifestação natural de sua existência.
Destarte, é necessário destacar que princípios morais universais são válidos independentemente de interesses pessoais ou desejos individuais. Ações baseadas apenas no desejo pessoal inevitavelmente colidem com os valores de outras pessoas. A habilidade de lidar com os desejos pode evitar conflitos éticos e conduzir o homem ao senso de justiça. Para evitar isso um colapso social, é necessária uma lei universal que transcenda os interesses individuais. Esta lei pode ser encontrada no entendimento de que existe um Deus que nos ensina a amar ao próximo como a nós mesmos.
