Desejos
Quando se trata de relacionamento, os desejos são muitos loucos,muitos querem reunir várias pessoas numa só. Poucos sabem conviver com a individualidade alheia.
Alcanse a vitória dos teus desejos.
Não se dé por vencido ao meio da luta..
Acredite em ti mesmo ore pedindo a Deus.
E sua vitória aparecerá.
A vida é isso, um tumulto efetuado por turbilhões de ideias, pensamentos, desejos vontades e sentimentos, que nos atropelam todos os instantes tornando assim quase "impossível" não desanimar diante de tantas exigências.. (Quem nunca pensou em para um pouco! Não ter preocupação! Em se desligar do mundo por um instante! Em viver de novo aqueles bons momentos de criança...) e mesmo assim teve que engolir a seco todos os motivos pra desistir e seguir em frente, pelo simples motivo de ter que continuar a existir, pois por mais difícil que seja vc ainda tem a esperança de que esse tumulto se torne um turbilhão de felicidade....
A vida é isso, um tumulto de incertezas e de desafios, e não nós da o direito de sentirmos seguros para viver, ou vc aprende a arriscar e aceitas as consequências de suas escolhas, ou vc aceita as consequências da sua incapacidade!
#SIMPLESMENTE#EU
Se conseguirmos deixar de lado as vaidades, as ambições, os desejos pessoais mesquinhos...
Em prol de algo maior que beneficiara a TODOS.
Ninguém vence o povo!
Como e bom amar, esse e o melhor dos desejos, pois amar e saber que o mais fortes dos sentimento deve ser por você mesmo pois não tem amor mais profundo do que amar a si próprio..
o absinto é um belo buque de flores mortas,
varias sentenças em copo de desejos,
em todas fases da vida...
o principio são valores mortos.
por celso roberto nadilo
Não façamos os desejos dos outros, porque estaríamos exactamente, a desligar o fio do pensamento que tínhamos em querer fazer coisas bonitas para o nosso próprio futuro, mas sim, façamos o que mais nos convém na hora.
o mar pode ser infinto aos pensamentos,
selado aos desejos e violento como o amor.
por celso roberto nadilo
a cada noite passada o sentimento brota e depois morre,
no desejos e fatos, perdido no fasco do teu perfume,
barato no sentimento, fresco no frio da alma,
e doente na despedida, selado como um tesouro,
abandonado no desejo de ser amado.
por celso roberto nadilo
É de você que vem minha inspiração, sonhos, desejos e ficção; Minha diva, dadiva da paixão... Ai de mim se pudesse descobrir os mas secretos e perversos segredos do teu coração.
Os meu desejos são como o tamanho do ceu, que se foce para fazer tudo já não teria espaço para viver cá.
O amor está na pele e a música no ar, e os sonhos e desejos
enganando a solidão
De repente você veio tão bonita e chamou minha atenção, No teu
jeito
Teu perfume, teu sorriso disparou o meu coração
Eu queria dominar os sentimentos mas não pode me conter as
coisas acontecem quando tem que acontecer
E a mágica do amor nasceu quando eu olhei você.
as vezes meus pensamentos são como minha lagrimas,
como anjos derramam seus desejos em lagrimas,
esparsas no meu coração e bendita pela sombra da minha alma.
por celso roberto nadilo
estamos longe da solidão mortifica do nosso ser,
graduo esse desejos difuso que transcende...
o valor do coração,
sob a senhoras da revolta...
acendo o desejo de esperança...
a alma se perpetua na natividade do teu ser...
precinto a tempestade em teus olhos...
vagantes, sentimentos seja mortos,
pela solitude de um anjo...
morto pelo desejo de amar.
por celso roberto nadilo
A morte de nosso sonhos e desejos,
são vastos na imensidão do teu coração,
transpasso todos sentimentos na luz que acaba se...
no fundo do teu olhar morto por não amar,
em um fogo ardente perdi o sentimento,
entre as trevas da tua alma,
vejo a eternidade selada minha alma,
tento compreender tua falta de amor,
só que é silencio da tua morte,
relato meus sentimentos ao vento que passou...
embriagado por eles, momentos,
revivo mais uma vez,
quando lhe digo que te amo para sempre...
e nada mudara isso,
diante que sinto...
tudo é pequeno ou distante do amor.
abrangente em cada estante da tua vida.
mesmo no silencio sem fim.
por celso roberto nadilo
