Desculpas aos Pais
Ninguém pode pisar
na Bandeira do meu País
cantando, dançando
e em nenhuma hipótese;
A Bandeira do meu País
e sagrada como a poesia
que a liberdade prega.
Defendo as tradições
da minha Pátria,
de muitas outras
e da nossa América Latina.
Em mim também
vive o Libertador
em cada reclamo pelo General,
pela tropa, pelo velho
tupamaro e por paisanos
que tenho feito com ardor.
O meu País não vai para frente cultivando valores antipatrióticos.
O meu nacionalismo não é razão para agredir a quem quer que seja, e a minha Pátria não deve ser tratada pelos meus compatriotas como lugar de passagem.
Não existe 'bondade' quando o assunto é interesse geopolítico. Um país só ajuda o outro porque interessa e não ajuda o outro pela mesma razão.
No meu País se recorda
orando nos cemitérios
em memória daqueles
que se foram deste mundo,
A morte em si para mim
não carrega mistérios;
A morte não é partir rumo
ao Paraíso ou ao Inferno:
A morte é a invasão de limites
e aceitar a colonização do outro.
Imagine ter nascido
num país que poucos
ao redor do mundo
falam o seu idioma,
E o teu país foi
invadido por outro
que te obrigasse
a falar o idioma dele.
Imagine o país invasor
sair difamando todo
o seu povo e outros
povos entrando neste jogo.
Imagine do dia para noite
o nome da rua na qual
você mora e os nomes
de todas as ruas serem
trocadas, as suas músicas
serem proibidas de ser cantadas.
Imagine as memórias
obrigadas a ser caladas
e todas as bibliotecas
sendo ao seu redor incendiadas.
Imagine do dia para noite
você sendo arrancado com fuzil
na cara para escolher
se concorda ou não
a tua região ser algo de anexação
pela Nação que praticou a invasão.
Imagine viver como
a Crimeia, Luhansk, Donetsk,
Zaporizhzhia e Kherson,
e para sobreviver ao menos
ter a canção de John Lennon
para 'assobiar em silêncio'.
Imagine levar a culpa
nas costas que falta algum
item de consumo no mundo
sendo que até no meio
da lavoura se labuta buscando
desviar de tiros e bombas,
e ter que suportar piadas
feitas por desonestos intelectuais
em tempos de redes sociais.
Imagine você tendo que
lutar com munições velhas,
quase sem armas e vendo
a sua gente morrendo bombardeada.
Imagine todas estas cenas
e até as que não foram
por mim e por ti vistas,
pergunto a tua consciência:
E se tudo isso fosse com você?
Imagine conviver com
tantas privações e esperar
a volta da catástrofe nuclear
batendo de novo na porta da tua casa.
Imagine ter que viver superar
o fardo destes dias e nem
mesmo o controle total
dos portos do teu país
não permitem mais,
e ter que obedecer metas
iguais aos dos tempos de paz.
Imagine ficar imaginando
ao som de bombas estourando
e de tiros intermitentes sem
ter nenhum minuto de descanso.
Imagine não ter como ir,
ter que resistir, ter que deixar
uma vida inteira para trás
sem hora ou data para regressar
e sem a certeza que a vida
vai estar no mesmo lugar:
E se tudo isso fosse com você?
Imagine recordar toda
a violência sofrida pelos teus
antepassados que foram
mortos pela Nação invasora
que está repetindo os mesmos
e impronunciáveis crimes de outrora.
Imagine conviver com a tragédia
invasora e respirar a falta
de empatia de gente alheia
a cena com quem a vida ignora:
E se tudo isso fosse com você?
Imagine recordar toda
a violência sofrida pelos teus
antepassados que foram
mortos pela Nação invasora
que está repetindo os mesmos
e impronunciáveis crimes de outrora.
Para melhorar a imagem do país nós deveríamos entrar num grande acordo: reconhecer as dificuldades com honestidade, um brasileiro parar de falar mal do outro brasileiro, exaltar as nossas belezas naturais e culturais, e procurar ignorar o quê não é tão bom em termos culturais.
Boa tarde, meu Brasil Brasileiro!
Não permita que ninguém
destrua o seu sentimento
de país e expresse o seu
amor pela nossa Nação
pelo mundo inteiro.
Sem perceber a cada ano que passa num país em guerra são cem anos de retrocesso no calendário mesmo
que o tempo da Humanidade avance.
Para quem não se encontra num país em guerra existem três direções mínimas: orar, escolher a paz, se for escolher "torcer" que seja para que pessoas comuns tenham o direito de viver e se for "torcer de fato" torça sempre pelos mais frágeis.
Acompanhar guerras mesmo que seja como espectador, requer cautela para que na "Era da Informação" o "básico" não seja esquecido e a nossa humanidade não seja destruída.
Toda a cautela sempre é muito pouco, porque a guerra antes dela chegar sempre é a verdade e a nossa humanidade são destruídas em primeiro lugar, e ainda mais em pleno século XXI que regimes e sócios geopolíticos andam promovendo as suas guerras e saques pelo mundo afora.
Existem atualmente pelo menos 150 conflitos em curso, uns mais visíveis, outros menos visíveis e muitos que talvez jamais saberemos que existiram.
Cientes disso, não podemos nos esquecer daquilo que nos conecta com a nossa terra, com aquilo que é de Humanidade e com o Divino.
E nunca, nunca permitam que nos façam se sentir diminuídos ao ponto de achar que devemos apoiar e brigar uns com outros por nos projetarmos em qualquer Chefe de Nação que espalha o caos para outra Nação, porque em regra esse tipo de governante não titubeia de sacrificar o seu próprio povo e trair os seus próprios aliados.
Se a política faz você cortar laços de afeto com o seu país, com os seus e esquecer da importância do diálogo, essa política não tem nada para oferecer a não ser destruição.
Audaz pavilhão é honra
De quem crê no futuro,
Na sua gente e no seu país.
Seduz gloriosa a honestidade
Do coração desta Nação;
Faz da exaltação à Pátria
Tão grata e fértil aragem.
Vivaz paixão é a virtude
De quem a carrega consigo;
Na semeadura não correrá
Nenhuma dúvida ou castigo.
Assaz entre todas as misturas,
O meu sangue verde e amarelo;
Azul e com o brilho dos astros
Publicados pelo seu decreto.
Reluz o clarão da honra
De quem a carrega com orgulho,
E reafirma esta diretriz.
Como se desperta para um sonho:
temos que nos descobrir.
Como se voa para um país distante:
temos que nos seguir.
Sem nada a temer, e nada a dever;
Temos que nos entregar...
Os outros podem até nos condenar,
É preciso não perder tempo,
e escrever a poesia galante que
celebre o verão amante.
O amor tem um caminho próprio,
Ele se faz lar por duas pessoas,
O amor tem uma lógica própria,
Ele transforma notícias ruins em
notícias boas - e sem retórica,
Transforma o ébrio em sóbrio.
Como se voa ao ponto mais alto céu:
temos que nos amar.
Como se desperta para a vida:
temos que nos transformar em mel.
Sem nada a resistir, e nada excluir;
Temos que nos servir...
Numa servidão doce, mútua e terna,
É preciso não ter limites,
e traçar o destino (com devoção);
Para eternizá-lo em versos de paixão.
Oficial das Forças Armadas de nenhum país do mundo pode 'ser' um considerado um 'homem simples'. Político experimentado no Congresso Nacional já deveria entender muito bem de Brasil.
Ao deixar de criticar pontos importantes para o país é sinal que a oposição flerta com o poder e tudo não passa de uma enganação.
Moramos no mais belo país
No país da poesia tudo pode
Só o nosso amor nos sacode
A poesia é um país de gente feliz
Você é um sonho que eu sempre quis
No país em que a freira se perde
Em meio a estação invernal
E depois se encontra feliz
No país onde a santa vira meretriz
Só para te endoidecer e te ver feliz
No país da poesia, estamos a sorrir
Estamos à espera do lindo porvir
Somos habitantes do país da poesia
No país da poesia a espera é alegria
É desculpa para escrever versos e poesias
No nosso país da poesia
O caminho da perdição é um prazer
Incito com as minhas palavras
Escrevo sobre nós para você não se esquecer
Que viver no país da poesia só cabe eu e você
No país da poesia tudo é normal
Tudo pode, até devaneio
Até prazer carnal no meio da perdição
Acaba virando celestial
Somos parte de um todo angelical
No país da poesia não há traição
Somos um do outro, verso e dedicação
Sonhos cheios de imaginação
Somos eu e você, um projeto e um só coração.
Eu, muito menos todos vocês e todos nós juntos, NÃO somos a VERGONHA que os poderosos do nosso país nos fazem reiteradamente passar
A eficácia das ideologias nos países tem prazo de validade, e nem sempre o quê funciona num país necessariamente tem que funcionar em outro. Povos diferentes. Formações histórico-culturais diferentes. Formações sociais diferentes. Territórios diferentes.
Derramada nos teus braços, Somos habitantes do país chamado amor, O teu jeito me leva e me puxa para onde você for...
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