Desculpas Amor Nao Correspondido
A religião pode fazer de alguém um evangélico. Somente o amor por Cristo faz de alguém um verdadeiro cristão.
Mais amor, menos ódio.
Mais alegrias, menos tristezas.
Mais amizades, menos conflitos.
Mais paz, menos preocupações.
Mais pessoas, menos papéis.
Mais viagens, menos rotinas.
Mais montanhas, menos prédios.
Mais natureza, menos cidades.
Mais diferenças, menos uniformidade.
Mais detalhes, menos indiferenças.
Mais horizontes, menos bolhas.
Mais céu, menos teto.
Mais lua, menos lâmpada.
Mais folhas, menos paredes.
Mais pássaros, menos discursos vazios.
Mais leveza, menos cobranças.
Mais lembranças, menos rancor.
Mais sentimento, menos razão.
Mais vida, menos mortes.
Que em cada escolha, possamos dar mais espaço ao que realmente importa: ao que nos aproxima da essência do ser, da beleza do momento e da verdade do que somos.
Sou assim...
Respondo ao ódio com amor.
Ao desprezo com humildade.
À ironia com o silêncio.
À violêcia com brandura
À calúnia com serenidade
À indiferença com resignação
E a todo mal com uma prece.
Não, não sou arrogante por isso
Nem me acho a tal
Creio em Deus e a Ele eu sigo
Ele me ajuda a superar tormentas
Me sussurra aos ouvidos "Coragem!"
Me leva adiante dos me que me ofendem
Sem que eu lhes ouça os murmúrios vis.
Então, você aí,
Não me julgue mal porque você me vê mal.
Corrija para onde olha
Força boa vem de cima, não de baixo.
Era uma noite chuvosa
Bateu em minha porta uma tal de dor
Ela estava molhada,amargurada com o Amor
Perguntou ser podia entrar ate a chuva passar
Eu sei saber oque fazer, deixei ela entrar
Ela falou que ia ser só alguns minutos
Mas dos minutos passou horas,das horas passou messes
E nesses minutos,horas e messes
A dor ficou muito mais louca
Ela fez uma festa muito doida
Chamou a raiva, a tristeza e a decepção
A festa foi tão louca
Que quebrou a minha casa toda
Chamada coração.
O amor é o único erro de cálculo que vale a pena cometer num universo indiferente; é a única forma de cuspir na cara do nada e dizer: "Hoje não, hoje eu escolhi a alucinação de ser importante para alguém".
Amor surge do caos como uma faísca em pólvora seca, incendiando almas que outrora congelavam no gelo do desespero solitário.
Se a moral fosse filha do medo, ela desapareceria na ausência de vigilância; mas o amor a mantém mesmo no silêncio.
No vazio caótico do niilismo, o amor emerge como uma alucinação selvagem, quase incapaz de se sustentar, mas persistente o suficiente para desafiar a insignificância, transformando o desespero numa esperança arrogante que devora o nada.
