Desculpas Amor Nao Correspondido

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Enquanto eu caminho procurando o amor, deixo que a voz do coração me guie e a luz da minha alma me ilumine.

Crônica


O Significado do Amor em Sua Plenitude


Existe uma palavra que a humanidade tenta explicar desde o começo dos tempos, mas que nunca cabe inteira dentro de nenhuma explicação.
Essa palavra é amor.
Ele começa de forma simples, quase invisível, dentro de casa, no silêncio das pequenas atitudes.
É o amor de pais para filhos, que se manifesta antes mesmo do primeiro olhar, quando já existe cuidado, espera e proteção.
É o amor que não exige retorno, que acorda antes do sol, que se cansa sem desistir, que corrige mesmo com o coração apertado.
Depois cresce.
Vira o amor entre irmãos, que discute por coisas pequenas, mas que defende com a vida inteira se alguém de fora tentar ferir.
Um amor imperfeito na forma, mas absoluto na raiz.
Com o tempo, ele alcança os avós.
E ali ele ganha outra textura.
Mais leve.
Mais paciente.
Mais silencioso.
O amor dos avós não tem pressa.
Ele não educa com rigidez, mas com presença.
Não cobra tanto, apenas acolhe.
É como se o tempo, depois de tudo, finalmente aprendesse a ser gentil.
O amor também se estende aos parentes, aos encontros de família, às mesas cheias de vozes misturadas, às histórias repetidas que nunca perdem valor, às risadas que parecem simples, mas carregam gerações inteiras dentro delas.
Mas o amor humano, por mais bonito que seja, ainda é incompleto.
Ele falha.
Ele se cala quando deveria falar.
Ele se afasta quando deveria ficar.
Ele se perde em mal-entendidos e reencontros tardios.
Por isso, talvez o amor mais profundo que se possa conhecer não seja o humano, mas aquele que o inspira.
O amor de Deus.
Um amor que não depende de merecimento.
Um amor que não se esgota com erros.
Um amor que não abandona.
A Escritura sagrada descreve esse amor como algo que ultrapassa a lógica humana.
Em 1 Coríntios 13:4-7, está escrito que o amor “é paciente, é bondoso, não inveja, não se vangloria, não se orgulha… tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta”.
Esse é o retrato de um amor que não se desfaz com o tempo, nem se desgasta com as imperfeições da vida.
Em João 3:16, encontramos uma das declarações mais profundas já registradas:
“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito…”
Ali, o amor deixa de ser apenas sentimento e se torna entrega.
Se torna sacrifício.
Se torna caminho.
E talvez por isso o ser humano viva em busca constante de um amor assim.
Não porque não ame.
Mas porque sente que falta algo que complete o que é sentido aqui dentro.
É por isso que o amor é tão desejado.
Ele está nos sonhos, nas músicas, nas promessas, nas esperas, nas despedidas e nos reencontros.
Está naquilo que foi dito e também no que nunca foi dito.
Mas ainda assim sentido.
Talvez o amor seja exatamente isso:
aquilo que não cabe totalmente em palavras, mas insiste em ser vivido.
E mesmo que a humanidade ainda esteja aprendendo a amar, existe algo que não pode ser ignorado.
O amor continua tentando florescer.
Nas famílias.
Nas reconciliações.
Nos gestos simples.
Nas escolhas difíceis.
E até nos silêncios que guardam sentimentos profundos.
Talvez ele ainda seja pequeno no mundo.
Mas nunca deixou de existir.
E enquanto houver alguém capaz de perdoar, de cuidar, de esperar ou simplesmente permanecer, o amor continuará vivo.
Porque o amor não é apenas o que sentimos.
É aquilo que decidimos ser.
E talvez, no fim, seja isso que nos aproxima de Deus:
a tentativa constante de amar melhor do que ontem.
E seguir acreditando que ainda vale a pena.


Autor: Sandro Sansão da Silva Costa

Crônica


O Amor Que Muda de Endereço


Existe uma verdade sobre pais e filhos que raramente é dita em voz alta.
Eles se amam muito mais do que conseguem demonstrar.
Talvez porque o amor familiar não seja feito apenas de abraços e palavras bonitas. Muitas vezes ele vem disfarçado de preocupação, de cobrança, de conselhos que ninguém pediu e até de discussões que parecem não ter fim.
Quando somos crianças, enxergamos nossos pais como gigantes.
Eles sabem tudo.
Resolvem tudo.
Protegem de tudo.
Mas o tempo passa.
E os gigantes começam a parecer pessoas comuns.
Começamos a enxergar seus defeitos, suas limitações, seus erros e suas fraquezas.
É justamente aí que surgem os conflitos.
Os pais acreditam que os filhos ainda precisam de orientação.
Os filhos acreditam que já sabem caminhar sozinhos.
E entre uma opinião e outra, muitas palavras deixam de ser ditas.
O pai que queria dizer "tenho orgulho de você" acaba perguntando apenas se o trabalho está indo bem.
A mãe que desejava dizer "sinto sua falta" limita-se a perguntar se o filho está se alimentando direito.
E os filhos, por sua vez, também escondem sentimentos.
Querem agradecer.
Querem reconhecer.
Querem demonstrar carinho.
Mas imaginam que ainda haverá tempo.
E assim os anos passam.
As conversas tornam-se mais curtas.
Os encontros mais espaçados.
As responsabilidades mais numerosas.
A vida segue seu curso.
Como sempre segue.
Até que um dia acontece algo curioso.
Os filhos tornam-se pais.
E aquilo que antes parecia exagero começa a fazer sentido.
As noites mal dormidas.
As preocupações silenciosas.
Os medos escondidos.
Os conselhos insistentes.
Tudo ganha uma nova interpretação.
Pela primeira vez, eles conseguem enxergar o mundo pelos olhos de seus próprios pais.
Mas a vida ainda guarda outra surpresa.
Os netos.
Ah, os netos...
Eles chegam sem pedir licença e transformam novamente a dinâmica da família.
É como se abrissem uma janela que permaneceu fechada durante anos.
Aquele pai sério torna-se brincalhão.
Aquela mãe exigente transforma-se em uma avó paciente.
As regras ficam mais leves.
As broncas mais raras.
Os abraços mais demorados.
E os filhos observam tudo isso em silêncio.
Às vezes sorrindo.
Às vezes refletindo.
Às vezes sentindo uma pontada difícil de explicar.
Porque não é inveja.
Também não é mágoa.
É apenas a percepção de que aquele carinho tão espontâneo talvez tenha existido dentro dos pais o tempo inteiro, mas não encontrou espaço para ser demonstrado daquela forma.
Os avós, por sua vez, também mudaram.
A experiência ensinou que o tempo corre depressa.
Que as oportunidades não voltam.
Que algumas palavras deveriam ter sido ditas.
Que alguns abraços poderiam ter sido mais longos.
E sem perceber, acabam oferecendo aos netos aquilo que a vida lhes ensinou tarde demais.
Não porque amem mais os netos do que os filhos.
Mas porque aprenderam a amar de maneira diferente.
Os filhos observam.
Sentem.
Refletem.
E, no íntimo, compreendem mais do que dizem.
Porque a maturidade ensina algo importante:
Nem todos os vazios serão preenchidos.
Nem todas as explicações chegarão.
Nem todos os pedidos de desculpa serão feitos.
E está tudo bem.
A vida não é uma novela.
Não existem roteiristas escrevendo finais perfeitos.
Não há música tocando ao fundo quando percebemos nossos erros.
Não existe um capítulo seguinte para corrigir cada palavra mal colocada.
A vida real é mais simples.
E também mais dura.
Ela é feita de pessoas imperfeitas tentando acertar.
De pais que amam, mas nem sempre sabem demonstrar.
De filhos que sentem, mas nem sempre sabem falar.
De famílias que carregam cicatrizes e, ainda assim, continuam caminhando juntas.
Podemos passar a vida inteira nos torturando pelo que faltou.
Ou podemos compreender aquilo que existiu.
Porque, apesar dos conflitos, dos desencontros e dos silêncios, o amor sempre esteve lá.
Talvez escondido.
Talvez desajeitado.
Talvez tímido.
Mas presente.
E quando vemos nossos filhos correndo para os braços dos avós, percebemos uma das maiores lições da existência.
O amor não desaparece.
Ele apenas muda de forma.
Muda de linguagem.
Muda de endereço.
E continua seguindo seu caminho através das gerações.
Talvez não exatamente como gostaríamos.
Mas exatamente como a vida permite.
E, no final das contas, aprender a aceitar isso também é uma forma de amar.


Autor: Sandro Sansão da Silva Costa

Tempo em que eu nem sabia o que era o amor, muito menos amar!

' PAGINA MÁGICA '
Como vento adocicado que toca a alma,
Escrevo o amor numa página mágica
Meu coração numa balança calma
Num momento meio nostálgica


Sigo essa vida com muita satisfação
Escrevo meus versos com amor e paixão
São versos que vem de dentro
Seja lá qual for o momento
Bate forte esse coração
Num laço de inspiração
Que enfeita a alma
Como cheiro das flores de palma
Parece até alucinação.


Assim vou escrevendo, minhas mágicas páginas
Como fogo ardente que aquece as noites frias
No sussurro do vento, seja noite ou seja dia,
A ternura é meu desejo, em infinitos instantes
É tudo que mais quero dentro de seu abraço sincero
Nos raios do sol ou em noite enluarada
Em meu quarto florido, por Deus iluminada




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O brilho no olhar de alguém apaixonado demonstra a satisfação da alma! A energia do amor é uma força capaz de transformar o mundo.

O amor é sempre, e somente sempre, irracional, nunca uma ovelha exporia seu pescoço para o primeiro que visse, pois enquanto possuir dentes pode estripá-la.

Se recarregue de boas energias, sonhe, acredite, seja determinado e realize!
Seja o amor da sua vida!
#bysissym

Assim é o amor, tratado com respeito, saudades nos detalhes da pessoa e convivência; a vida continua, mas sem apagar as memórias afetivas.
#bysissym

Vibre positividade.
Vibre amor.
O que você envia, volta.
Faça escolhas com sabedoria.
#bysissym

Mãe é amor universal!
Ela é única.
Nem sempre biológica,
amor tem rostos, os traços
podem ser diferentes,
exceto o que sentem.
#bysissym

⁠" Hoje, em meio aos pedaços do meu coração, a saudade do nosso amor, que você dizia ser verdadeiro, veio a minha alma. E com ela, pensamentos juntos vieram me atormentar. Já estou castigada com a solidão que você deixou em meu coração, não diga que não, pois sabe o quão doloroso é a dor de uma separação. "

⁠ABERTURA


Este é o livro do amor
Do mesmo amor que arde em nosso peito...
Abre-lhe as suas páginas divinas
e sinta o mesmo ardor do qual ele foi feito,
Como lírios em sonhos que provêm do nosso leito!
Livro de mais ninguém!
Somente do amor eleito
Perene em cada estação
E docemente perfeito!

LEITO DA FELICIDADE


O espelho reflete meu apreço
Na vereda da mocidade!
Pois sem seu amor nada sou
E a morte a mim invade,
Ceifando o meu sorriso
E provocando gemidosno crivo da saudade,
Que te venera sem segredos
Pois com você eu sou inteiro
No leito da felicidade!
⁠

Na graça angelical do amor
Encontro o seu coração,
Que se faz harmonia
Da lírica paixão!

Viverei a chama que arde
No despontar da esperança,
E velarei o divino amor
No esplendor da aliança!

A minh’áurea te escolheu
Nesse tempo abrasador,
Com seu sereno encanto
E a magia do amor!

Por sua divina ternura,
O amor renasceu
Da forma mais pura
Que em mim resplandeceu!
E nesse tempo abrasador,
A minh’áurea te escolheu!

PANDORA E ZAFIRA


Amizade entre uma cachorrinha e uma águia — puro amor e lealdade
“Quando o amor é verdadeiro,
a amizade cria asas.”

Gotinhas de Amor: onde a magia acontece .


“Onde a infância toca a natureza,
nasce uma gotinha de amor.”