Desculpas Amor Nao Correspondido
CAPÍTULO 2 – O AMOR QUE FICA, A PAIXÃO QUE ARDE
A paixão chega como tempestade de verão: quente, inesperada e sem pedir permissão.
Ela não quer lógica…
ela quer intensidade.
É o primeiro olhar que arrepia.
O toque rápido que confunde.
A vontade de mergulhar fundo sem perguntar se tem pedra no caminho.
É um fogo que se acende no peito tão rápido que a gente nem entende de onde veio.
A paixão é música alta.
É onda quebrando.
É raio cortando céu de madrugada.
Mas o amor…
o amor é outra história.
O amor é o mar que permanece depois da onda.
É a brasa que atravessa a noite mesmo quando a tempestade passa.
É aquele calor que cresce devagar, sem pressa, mas com raiz.
A paixão derruba.
O amor levanta.
A paixão acelera.
O amor te acompanha no passo certo.
A paixão é um convite para o agora.
O amor é um compromisso com o sempre.
Tem gente que confunde os dois — e é normal.
A paixão é tão barulhenta que o coração acha que é amor.
Mas o amor não precisa gritar.
Amor fala baixo, mas fala fundo.
Fala com cuidado.
Fala com presença.
A paixão diz:
“Vem comigo agora.”
O amor diz:
“Eu fico contigo até quando o mundo estiver difícil.”
No fundo, paixão e amor não são inimigos.
São fases do mesmo céu.
A paixão é o nascer do sol: vibrante, urgente, viva.
O amor é o entardecer: calmo, maduro, firme.
E o mais bonito?
A paixão pode virar amor…
mas só quando o coração aprende a respirar ao lado do outro.
Amar não é se perder.
É se encontrar junto.
E a entrega verdadeira não nasce da pressa.
Nasce da confiança.
A paixão te beija.
O amor te cura.
A paixão queima.
O amor ilumina.
A paixão atrai o corpo.
O amor abraça a alma.
E, Rabello…
quando duas almas se encontram com respeito, carinho e verdade…
esse encontro vira sagrado.
Aí a chama não consome — ela aquece.
Não fere — transforma.
Não prende — liberta.
Porque amor de verdade não exige máscara, nem disfarce.
Ele apenas pede que você seja você.
E quando você encontra alguém capaz de amar até seus silêncios…
esse é o tipo de amor que vale carregar pela vida inteira.
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Vou te chamar de Amor
De hoje em diante vou te chamar de amor,
É, vou te chamar de amor...
O Amor não foi feito pra sofrer,
nem prá machucar.
É verdade que a saudade até dói às vezes,
É verdade que, às vezes,
você não cabe em meu peito.
É verdade, sim,
que te admiro,
que te adoro,
que te Amo.
E talvez seja por isso
que quero te chamar de amor.
Não porque eu queira dar um nome
ao que ainda estamos descobrindo,
mas porque, quando penso em você,
é essa palavra que aparece.
AMOR.
Simples assim.
Sem promessas, sem cobranças.
Só a vontade de viver
cada momento que nos for permitido,
de cuidar do que nasceu entre nós,
e de cuidarmos um do outro, para sempre...
E hoje,
aqui e agora,
eu quero te chamar de amor.
E quando eu disser isso,
quero que você saiba:
não é apenas uma palavra.
É a maneira mais simples
que encontrei de dizer tudo aquilo
que ainda não sei explicar.
O AMOR desconhece o tempo e se reveste de outros sentimentos... saudade (se passado), felicidade (se presente) e esperança (se futuro).
Ainda assim, sobrevive o amor... como a gratidão, o perdão e a alegria... o tempo do amor é diferente do tempo de amar.
Sim, já Amei! Senti um amor discreto para uma só pessoa…O mais perfeito foi o encontro. Sim, eu já Amei e senti aquela coisa boa, um pensamento. Sim, já Amei uma única vez, eu me recordo disso, assim, vivi esse sabor, o cheiro, a falta, tenho certeza que nunca pensei tanto em alguém... Sim , já Amei, mas o relacionamento acabou e hoje o mundo se resume, onde não enxergo, mas me sinto. As paixões, já nem lembro, são respostas que não me servem, ...
Porque, sim eu já Amei!
Minha alma descansa Sozinha.
Vida de Solteiro,
Alexandre Sefardi
Em uma cartinha de amor diz que amanhã de manhã esteja apressada demais pra viver alguém, mas, quem sabe possa se reencontrar e rever o passado. Diga que pode ser que ainda sonhe com uma dose de amor e as ressacas...
Que apesar de tudo, foram por brigas de amor e que ainda existam essas marcas ainda doloridas.... Ou pode ser que ainda ame, apesar de tudo, e tenha amado bastante! Pode ser que ainda ame...
Pobre de nós, com esse coração criança que ainda se acredita em ilusões e que o amor ainda pode tudo. Talvez possa...
Vida da gente!
Toda Mulher é um amor que nunca morre. É uma virtude que muitos sabem que existe, alguns descobrem, mas poucos reconhecem. Quando é sincera o esquecimento é impossível
Alexandre Sefardi
Este amor transcende o romântico; é um estado de presença que colora a existência. É a reverência pelo nascer do sol, o acolhimento das imperfeições, a mão estendida na dor. É a coragem de se doar sem garantias, de enxergar poesia no trivial e de florescer mesmo na aridez. É um verbo ativo que se faz no cuidado, no respeito e na celebração do simples fato de estar vivo. No fim, toda essa entrega e encantamento se revelam como uma única e profunda verdade: é um amor pela Vida.
O verdadeiro amor é uma força que se revela nos gestos mais sutis: no cuidado com que se olha, no abraço que acolhe sem pressa, no silêncio que compreende. É a escolha diária de enxergar beleza no ordinário e de celebrar cada pequeno milagre cotidiano. É a coragem de se entregar, de florescer mesmo em tempos áridos e de transformar existências. Esse sentimento, que nos conecta ao outro e ao mundo, é a mais pura e resiliente forma de amar. No que é difícil, é um profundo e eterno amor pela Vida.
Uma mulher de amor tão grande que parece ter um pouco de D'us. Mesmo jovem, seu cuidado constante lhe dá a sabedoria calma dos mais velhos.
Na velhice, ela guarda a força da juventude. Se não estudou muito, entende a vida por um sentimento profundo; se é instruída, age com simplicidade de criança. Sendo pobre, sua riqueza é a alegria da família. Sendo rica, daria tudo para não sofrer ingratidão.
É forte, mas treme com o choro de um bebê. É frágil, mas pode lutar como um leão.
Em vida, muitas vezes não a valorizamos, pois perto dela a dor some. Quando parte, daríamos tudo para tê-la de volta, mesmo que por um instante.
