Desculpas Amor Nao Correspondido
Ser diferente em um mundo que copia tem um custo que não aparece na etiqueta, mas pesa na rotina. A sociedade opera em modo reprodução automática: tendências são replicadas, opiniões são recicladas, personalidades viram moldes prontos para consumo rápido. Quem rompe esse script deixa de ser confortável. E tudo que desafia o padrão primeiro é questionado, depois criticado, às vezes isolado. A diferença incomoda porque expõe a fragilidade da cópia; ela revela que é possível pensar sem manual e agir sem plateia.
O preço começa na solidão estratégica. Nem todo mundo acompanha quem decide sair do piloto automático. Há olhares atravessados, comentários disfarçados de conselho e tentativas sutis de enquadramento. Ser original exige sustentar a própria identidade quando o algoritmo social empurra para a homogeneidade. É mais fácil repetir do que criar; repetir gera aprovação instantânea, criar gera resistência inicial. E é justamente nesse intervalo entre a estranheza e o reconhecimento que muitos desistem.
Mas há um outro lado desse custo: autonomia. Quem aceita pagar o preço da diferença conquista algo que a cópia nunca entrega; Autenticidade. Não é sobre rebeldia vazia, é sobre coerência interna. É alinhar discurso e prática, mesmo que isso reduza aplausos. No fim, o mundo que copia pode até rir primeiro, mas inevitavelmente observa depois. Porque toda transformação começa com alguém que suportou ser estranho antes de ser referência.
"A Flor que Esqueceu de Chorar"
Trabalhar tanto
que não dá tempo de sentir as próprias dores.
A rotina me mantém de pé,
mas talvez seja justamente ela
que não me deixa perceber
o quanto estou cansado de permanecer.
Dizem que água faz a flor crescer,
mas se uma flor recebe água demais,
ela não fica mais bonita.
Ela morre.
E talvez eu esteja assim:
recebendo demais,
fazendo demais,
carregando demais,
sem nunca ter tempo
de simplesmente ser.
Não sentir minhas dores
me tira a oportunidade de chorar,
de gritar,
de colocar para fora
tudo aquilo que ficou preso
no fundo de mim.
Porque a dor não desaparece
só porque tenho compromissos.
Ela continua aqui,
quieta,
me corroendo por dentro,
enquanto eu respondo mensagens,
cumpro horários,
trabalho,
sorrio
e digo que está tudo bem.
Mas não está.
E talvez tudo que eu precise
seja um momento sem obrigações,
sem pressa,
sem precisar ser forte.
Um momento para parar,
respirar,
chorar tudo aquilo
que eu não tive tempo de sentir.
Porque até uma flor precisa de tempo
sem receber água
para continuar viva.
E talvez eu também precise
de um pouco de silêncio
antes que todo esse excesso
me faça morrer por dentro.
Eu te amo tanto que abri mão de você quando compreendi que eu não era e nunca fui o que você procurava. Foram dois anos. Não lamento. Ainda te amo!
Não pergunte quantas chances deve dar. Avalia o tamanho do estrago e decida se permanece ou excluí. Simples assim!
O meu ciúme tem destruído tudo que poderia ser bom. Triste é que não é sem motivo. E mesmo quando não há, paira no ar a dor causada naqueles outros dias.
Como descobrir se o marido trai? Olha, homem é bicho burro. Deixa rastros em tudo o que faz. Só não descobre se não quiser.
Eu não sei explicar essa sensação de vazio que você me deixa sentir. Ainda que mande mensagens, o vazio permanece. Parece que não sinto você conectado em mim.
Certa estou de que do jeito que está não pode continuar. A vida é feita de escolhas e decisões, não adianta adiar o que é importante.
Hoje estou bem cansada, muito cansada. E não é bom a gente concluir que se cansou. A vida depende muito de não se cansar.
Eu não assisto mais. É uma perturbação a minha ordem cósmica!
O Brasil mergulhado no caos e essa senhora babilônica só incendiando.
(Comentário que fiz no Facebook sobre a rede globo).
De todos os seus descaramentos, o pior é defender as suas amiguinhas, enquanto eu não tenho defesa alguma. Como se nem você e nem elas tivessem sido levianos nessa relação.
Eu não sou obrigada a nada.
Não sou obrigada a concordar.
Não sou obrigada a aceitar.
Não sou obrigada a conviver.
Não sou obrigada a desistir.
E também não sou obrigada a permitir que pessoas venham ditar normas sobre a minha vida. Sobre o que faço ou deixo de fazer.
Com quem gasto meu dinheiro ou meu tempo.
Sobre quem eu escolhi para amar ou desamar.
Não sou obrigada a ver com bons olhos ironias sobre se sirvo ou não para alguém.
Eu realmente, não sou obrigada!
Há lugares em que a nossa experiência vivida foi tão traumática que não conseguimos nem lembrar que existe sem doer.
Não importa quantos gols e campeonatos Zico e Bágio ganharam, nem das alegrias que proporcionou. No fim só lembram do pênalti perdido na copa do mundo. Assim é a vida!
Não dá para convencer as pessoas de quem você verdadeiramente é, a sua essência. Eles só enxergam o exterior.
