A minha luz não pode ser apagada. Ela não é a luz de uma lâmpada; é a luz que já existia antes do 'haja luz'. Não é uma condição que se alcança, é a própria natureza do ser.
Nesse abismo de solidão e tristeza me pego a pensar que não à por que viver, não há razão para acordar todas as manhãs e passar por todos os piores sentimentos já me incumbido. Não há motivos para causar tanta tristeza para outros, tenho o poder de livrar todos do mal que as causo, mas não tenho a coragem suficiente de acabar com o meu sofrimento e com os delas. Talvez eu seja um tolo egoísta, ou apena só um garoto solitário.