Desculpas Amor Nao Correspondido

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Tenho medo de perder
Mais do que perdi
Da dor infinita
Da pior ida
Não quero outro luto
De mais uma partida


Não tenho mais lágrimas
De olhos que vazam
Apesar de moderna
Não consigo ser líquida
Espero que o agora
Seja só temporário
Porque não aguentaria
Outra dessas partidas.


Entre as mais importantes
Já perdi minha alma
Lamentei a esperança
Mas, mais uma dessas
Da luz mais brilhante
Da força que inspira
Seria perder quem é,
E sempre será insubstituível.
- Marcela Lobato

Sem ti, eu não respiro
Sufoco sem respostas
Vivo à beira do abismo
E vejo que na vida não há brilho

Sem sentir, não sinto nada
Como um robô, uma máquina
Sem razão pra existência
Sendo só dor e cansaço

Eu te amo há muitas vidas
Queria viver naquela noite
Onde há quase 8 anos
Seria o maior dos paraísos

Se há um céu após esta vida
Qualquer espécie de paraíso
Que eu viva nessa lembrança
Da melhor noite de toda a minha vida.
- Marcela Lobato

Às vezes sinto que você não se importa
Às vezes sinto que sou um nada
Mas eu sei que você se importa
E que o medo é o que te consome

Como eu queria que pudesse vencer
Que não me deixasse mais assim tão sozinha
Como eu queria que pudéssemos viver
O final feliz, longe da tragédia continua

Mas estarei aqui, até onde puder ir
Sempre sonhando em te encontrar
E dizer aquilo que jamais disse
E viver o meu maior sonho
Que acima de qualquer coisa
É, sempre foi e sempre será
Você.

Emoções não expressas sufocam, matam. Fingir não sentir, não apaga, apenas amplifica o que está dentro. É como tentar segurar uma mola. A única forma de lidar com qualquer emoção ou sentimento, é aceitando-o e falando sobre ele. Criar uma guerra com o que sente só fará de uma pessoa a perdedora inevitavelmente muito machucada ao final: quem sente.
Por mais que doa, ou que tenha medo, o melhor e único caminho para vencer, é aceitar e deixar que isso seja completamente compreendido dentro de você. É jogar para fora o que, dentro, escondido, só tende a crescer e sufocar. É se abrir, para só depois decidir o que fará. Quanto mais você retrai e esconde, mais isso crescerá e te machucará. Sinta. Se permita! Esse é o único remédio.
- Marcela Lobato

Eu não ligo pra quem acredita ou não nos meus deuses, porque isso não interfere na minha vida e nem tem relevância para o meu sagrado. Os que fazem isso, que tentam converter, no fundo, não acreditam no que tanto dizem acreditar. Apenas prostituem o próprio "sagrado" para evitar que qualquer pessoa questione ou pense diferente, levando o sistema interno dele a uma crise avassaladora pelo consciente começar a perceber que a "crença", tão absoluta na imaginação, pode ser nada além de uma mitologia sem pé nem cabeça.
- Marcela Lobato

A vida apresenta encruzilhadas. Em dias de chuva, não se sabe qual caminho seguir. Talvez o mais seguro fosse o melhor. Acabar com toda a angústia, a dor, a inevitabilidade da vida.
Quem sabe, o amanhã incerto seja como o vento dos dias mais frios, nos levando e arrastando contra a maré. Talvez me afogue nesse mar, buscando me salvar. Talvez deva apenas me afogar.
- Marcela Lobato

Todos os caminhos
que não foram escritos,
Serão coincididos
com Versos Intimistas,
que trarão os teus
lábios para encontrar
de uma vez por todas
com os meus lábios,
Para morar de vez
nos meus espaços.


Sob a benção do lindo
e frutífero Butiazeiro
poético, sublime e infinito,
Serei eu o teu amor
sereno e derradeiro,
pelo qual o coração
se dará pelo meu inteiro.

Não é apenas só um desejo,
não é um sonho passageiro,
é um propósito - um cortejo,
de manter o mel da sedução
vivo no coração e nos lábios.


Não nutro a expectativa de ter
alguém só por ter ao meu lado,
escrevo poemas para atrair
um coração forte e preparado,
para viver a grandeza do que
é simples - amar e ser amado.


O lúbrico, o libidinoso, o lascivo,
o sensual e o carnal envolvidos
com o que é dos nossos espíritos,
não podem jamais vir a nos faltar,
por isso é preciso com afeto cultivar.


O encantamento e o envolvimento
se não for por nós bem acordado,
isolados viram apenas enfeites,
sem o proteger e o bem cuidar,
podem nos afastar dos deleites
até de um raro Umari compartilhar.

Não importa mesmo
se for Tucumã-do-Pará
ou Tucumã-do-Amazonas,
Só sei que Tucumã,
assim como beijos de amor,
em hipótese nenhuma,
jamais podem faltar,
Para nos teus lábios
com doçura grudar
sem nunca cansar de beijar.

Os meus Versos Intimistas
a cada leitura têm a mesma
gostosura do Tucumã,
E eu não sou diferente
porque quanto mais você
se afasta dentro o amor
a cada dia segue crescente
- poético e imparavelmente.

Os meus Versos Intimistas
têm aroma e sabor de Pajurá,
Não se onde você está,
amoroso comigo por dentro
continua sempre a me levar,
porque nunca deixou de me amar.

Tudo em mim te venera
com o Mapuche-Huilliche
Da tua mão - não solto
mesmo que resista ou evite


Como Diucón com Chilco
que foi libertada do gelo
O espírito é de recomeço
amar não tem nenhum preço


(O Ano Novo virá com apreço)

O entranhável que habita
no final é o que enraíza,
E não aquilo que se aprecia
por vir do mundo exterior.


É a boa colheita do açaí
da Palmeira Juçara,
a ingênua herança latina
que nasceu disputada -
mesmo sem ser notar.


O lume emanado do amor,
os vezos em chamas -
de entrega e romance,
a querença além do instante.


A lírica trovadoresca e a corte,
o Sul do meu Sul até o Norte,
Ter nascido aqui e descobrir-te:
é nascer com muita sorte,
e por nós inteira nos dedicar.


Está para nascer a batalha cultural
que desconstrua e vença,
Só de receber o seu sorriso é
o meu melhor Poemário Nacional.


Não há quem convença e prenda,
te querer sempre mais só aumenta
a pertença mesmo que alguns digam
que querer viver assim é só lenda.

Não quero que concorde
comigo sem antes aprender
a pensar por si próprio,
sem antes de saber quem
é a Aguia-careca, o Quetzal e o Condor,
sem antes de você saber
que você é filho do Gavião-real,
sem antes de você saber
quais são os territórios ultramarinos
no Hemisfério Ocidental,
sem antes de saber qual é
o cerne da Doutrina Monroe,
sem antes de saber quem
mais rasgou o Direito Internacional,
sem antes de relembrar
que avisei que o Deus da Guerra
poderia dançar dentro
da América do Sul,
sem antes de saber que a situação
é fluída e pode vir se espalhar,
sem antes de relembrar,
que não era preciso esperar
uma guerra para aprender
a amar de verdade a nossa terra,
não antes de saber que não
sou grande coisa na vida - apenas poeta.

Do batuque do Terno de Reis
da Praça da Ponte -
Não apagou da memória,
nas minhas veias correm
o mesmo sangue do Pau-Brasil,
e de mim não há quem
apague a minha história,
Ao meu povo pertence
a condução do destino e a glória.

Não há um único dia que cada
passo meu não capture o seu ar,
Na tua respiração e pulsação -
elegeste o meu perpétuo lugar.


O amor entre o zênite, o nadir,
o horizonte e a esfera celeste,
Sou o que vive a sentir e fruir-
falta coragem para prosseguir.


Em todos os quatro hemisférios
que sustentam os mistérios -
sou alta existência resguardada.


Não há um só instante que não
renda devoção a cada nova virada
da estação de maneira apaixonada.

Onde a luz não penetra
encontrar a sua fome
como Murtilla sem pressa
no extremo Sul romântico
com delícia total atrevida
inteiramente se devora
de aurora em aurora.

Presa pela razão


da competência


do divino cerco teu,


Pelo coração não


és diferente do cerco


meu onde silente -


sem reversão se rende,


e assim me pertence.

O teu charme misterioso
percebo espargido no ar,
não somente em janeiro
florescendo no Urucuzeiro.


O desejo de dançar contigo
o Cavalo-Marinho nesta terra,
eu hei de algum dia realizar -
e falta pouco para começar.


Não tem como negar que
somos incenso, mirra e ouro
e o que alimentamos o sonho.


A benção na Festa de Reis
sei que virá muito além -
porque nascemos para amar.

Que tentem ofuscar a visão
do Hemisfério Celestial Sul
com nuvens pesadas -
não preciso nada que não
seja as noites estreladas
iluminadas pelos teus
olhos lindos e cansados.


Com o melhor de ti que
está sendo preparado -
para o coração derretido
com o teu amor melado;
e retribuir com o que há
de tangencial apaixonado,
para amplexos refundados
fazerem de nós namorados.


Na corda harpejante do Sul
do coração o desejo manter
de colher na tua companhia,
quando o tempo certo vier -
de celebrar feijoas maduras,
com a paz agradável viver,
na sua hora e doce jeito
determinado para tomar-me
por tua absoluta mulher.