Desculpa mas Nao posso Retribuir seu Amor
Estou escrevendo a minha história... Ainda não o faço com canetas. Só com lápis. Posso errar, apagar e continuar reescrevendo.
De vez em quando, uso lápis colorido e assim posso mudar o cenário dando cor aos meus dias.
Mas de verdade? Não importa a cor do lápis... O que realmente importa é a cada dia continuar a escrever. Sei que cada página guarda em si um grande mistério... A dádiva de viver e fazer da nossa vida aquilo que a gente quer. Sem medo de ser feliz.
Tem coisas que quero, mas não posso. Outras que posso, mas não devo. Mas, sobretudo, as que adquirem mais peso são as que quero, posso e até deveria, mas meu íntimo me diz que não convém.
Eu posso evoluir a cada dia. A pessoa que eu fui ontem, talvez não seja mais eu, e hoje sou uma versão melhorada de mim mesmo!
Não consigo permanecer por muito tempo num teatro ou num cinema, mal posso ler um jornal, raramento leio um livro moderno. Não sei que prazeres e alegrias levam as pessoas a trens e hotéis superlotados, aos cafés abarrotados, com uma música sufocante e vulgar, aos bares e espetáculos de variedades, às feiras. Não entendo nem compartilho dessas alegrias, embora estejam ao meu alcance, pelas quais milhares de outros tanto anseiam
"Se não posso conter um sorriso, deixo que ele “escorra” pelo meu rosto. Permito que usufrua de todos os músculos da minha face. Aceito que encontre abrigo nos extremos das bochechas, e se apegue a cada cantinho que alcança.
Se sorrir é o melhor “remédio”, que eu nunca fique sã!" —
Mas eu não posso mais negar...
pra mim, muito menos pra você,
quando eu te vejo, quando eu sinto que
sou importante pra você,
quantas vezes eu não consegui te falar o quanto
eu gosto muito mais de mim...
Quando estou com você.
Não posso me arriscar a ponto de prometer o que não poderei cumprir. Mas aguarde, pois tudo o que eu fizer a você será lindo. Como o cumprimento de uma promessa.
Cansei. Não posso fazer isso. Quantas vezes isso aconteceu? Só que nada mudou. Na verdade, só piorou.
(Takemichi Hanagaki)
As vezes me pergunto,pq?
Pq tem q ser assim?
Pq não posso ter
Vc perto de mim?
Será q não percebe
Q toda vez q sai,
Meu sorriso se perde
E minha voz se vai;
Eu te amo tanto
Q quando olho pra trás,
E vc não vejo mais,
As vezes me espanto;
Eu perco a minha paz
E lembro do teu encanto,
Derrepente caio no pranto
E me pergunto onde estais?
O q sinto por vc
Virou desatino
E não posso mais conter;
Parece coisa do destino,
Quanto mais tento te esquecer,
Mais me fascíno.
"Mas eu preciso ir, não posso falar contigo agora. Tenho pressa de apertar o play. Dá licença? Então sai debaixo da minha sacada. E da próxima vez que sair na chuva, vê se antes aprende a se molhar."
Posso não ser capaz de decidir se o caminho é fácil; mas se trilho meu o caminho ou não, depende inteiramente de mim.
