Desculpa mas Nao posso Retribuir seu Amor

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Eu não posso ser parte de um mundo onde os homens vestem suas esposas como objetos, mostrando tudo o que deve ser apreciado. Onde não há conceito de honra e dignidade, e só se pode confiar neles quando eles dizem "eu prometo".

O Culpado

Não posso culpar a chuva quando não cai
Não posso culpar as lágrimas que não escorrem
Não posso culpar alguém que não vem em minha direção,
Ou quem vem e não para
Não posso culpar a dor que me habita
Nem o amor que me abandonou
Não posso te culpar por olhares reincidentes
Nem por partir sem adeus
Não posso culpar o chão por ser duro
Nem por me esfolar nos tombos insistentes
Eu sou o culpado, fui condenado, estou cumprindo a pena,
Resignado a viver entre as grades do desespero
Sou culpado por te deixar ir, pelo fracasso na busca, pela fraqueza no caminho
Sou culpado pelas respostas erradas às questões do destino,
Pela falta de ação nos momentos exigidos
Talvez eu me perdoe, talvez eu sobreviva o suficiente pra superar
Talvez sangre até me afogar, talvez sucumba cheio deste vazio,
Talvez chegue até à cova plenamente satisfeito,
Ou talvez tenha que cumprir este penoso caminho sozinho
Carregando meu corpo dolorosamente até abandoná-lo no leito de morte.

E assim descobri que posso ser como Deus. Não O que cria, não O que comanda, não O que castiga, mas sim o que Ama, incondicionalmente. Porque sou seu filho, criado A sua imagem e semelhança. Tenho a Sua Luz e não possuo a tal “maldade” inexistente, o lado negro, mas sim o oposto do amor, que é o vazio que todos às vezes sentimos, quando justamente nos falta o Amor. Como tudo criado por Deus em sua balança harmoniosa. A matéria e a antimatéria, ou seja, o tudo e o nada.

Mensagem à poesia
Não posso
Não é possível
Digam-lhe que é totalmente impossível
Agora não pode ser
É impossível
Não posso.
Digam-lhe que estou tristíssimo, mas não posso ir esta noite ao seu encontro.

Contem-lhe que há milhões de corpos a enterrar
Muitas cidades a reerguer, muita pobreza pelo mundo.
Contem-lhe que há uma criança chorando em alguma parte do mundo
E as mulheres estão ficando loucas, e há legiões delas carpindo
A saudade de seus homens; contem-lhe que há um vácuo
Nos olhos dos párias, e sua magreza é extrema; contem-lhe
Que a vergonha, a desonra, o suicídio rondam os lares, e é preciso
reconquistar a vida
Façam-lhe ver que é preciso eu estar alerta, voltado para todos os caminhos
Pronto a socorrer, a amar, a mentir, a morrer se for preciso.
Ponderem-lhe, com cuidado – não a magoem... – que se não vou
Não é porque não queira: ela sabe; é porque há um herói num cárcere
Há um lavrador que foi agredido, há um poça de sangue numa praça.
Contem-lhe, bem em segredo, que eu devo estar prestes, que meus
Ombros não se devem curvar, que meus olhos não se devem
Deixar intimidar, que eu levo nas costas a desgraça dos homens
E não é o momento de parar agora; digam-lhe, no entanto
Que sofro muito, mas não posso mostrar meu sofrimento
Aos homens perplexos; digam-lhe que me foi dada
A terrível participação, e que possivelmente
Deverei enganar, fingir, falar com palavras alheias
Porque sei que há, longínqua, a claridade de uma aurora.
Se ela não compreender, oh procurem convencê-la
Desse invencível dever que é o meu; mas digam-lhe
Que, no fundo, tudo o que estou dando é dela, e que me
Dói ter de despojá-la assim, neste poema; que por outro lado
Não devo usá-la em seu mistério: a hora é de esclarecimento
Nem debruçar-me sobre mim quando a meu lado
Há fome e mentira; e um pranto de criança sozinha numa estrada
Junto a um cadáver de mãe: digam-lhe que há
Um náufrago no meio do oceano, um tirano no poder, um homem
Arrependido; digam-lhe que há uma casa vazia
Com um relógio batendo horas; digam-lhe que há um grande
Aumento de abismos na terra, há súplicas, há vociferações
Há fantasmas que me visitam de noite
E que me cumpre receber, contem a ela da minha certeza
No amanhã
Que sinto um sorriso no rosto invisível da noite
Vivo em tensão ante a expectativa do milagre; por isso
Peçam-lhe que tenha paciência, que não me chame agora
Com a sua voz de sombra; que não me faça sentir covarde
De ter de abandoná-la neste instante, em sua imensurável
Solidão, peçam-lhe, oh peçam-lhe que se cale
Por um momento, que não me chame
Porque não posso ir
Não posso ir
Não posso.

Mas não a traí. Em meu coração
Vive a sua imagem pertencida, e nada direi que possa
Envergonhá-la. A minha ausência.
É também um sortilégio
Do seu amor por mim. Vivo do desejo de revê-la
Num mundo em paz. Minha paixão de homem
Resta comigo; minha solidão resta comigo; minha
Loucura resta comigo. Talvez eu deva
Morrer sem vê-Ia mais, sem sentir mais
O gosto de suas lágrimas, olhá-la correr
Livre e nua nas praias e nos céus
E nas ruas da minha insônia. Digam-lhe que é esse
O meu martírio; que às vezes
Pesa-me sobre a cabeça o tampo da eternidade e as poderosas
Forças da tragédia abatem-se sobre mim, e me impelem para a treva
Mas que eu devo resistir, que é preciso...
Mas que a amo com toda a pureza da minha passada adolescência
Com toda a violência das antigas horas de contemplação extática
Num amor cheio de renúncia. Oh, peçam a ela
Que me perdoe, ao seu triste e inconstante amigo
A quem foi dado se perder de amor pelo seu semelhante
A quem foi dado se perder de amor por uma pequena casa
Por um jardim de frente, por uma menininha de vermelho
A quem foi dado se perder de amor pelo direito
De todos terem um pequena casa, um jardim de frente
E uma menininha de vermelho; e se perdendo
Ser-lhe doce perder-se...
Por isso convençam a ela, expliquem-lhe que é terrível
Peçam-lhe de joelhos que não me esqueça, que me ame
Que me espere, porque sou seu, apenas seu; mas que agora
É mais forte do que eu, não posso ir
Não é possível
Me é totalmente impossível
Não pode ser não
É impossível
Não posso.

Sinto um grande vazio dentro de mim, não posso contê-lo. O universo está dentro de mim, não ver se nele há vida, não posso explorá-lo.

Aprendo a cada dia a não deixar de ser quem sou. Posso ser melhor, sem me perder. Mas não posso me perder para ser o melhor para quem quer que seja. Não viva no falseamento como um estilo de vida.

Não posso culpá-lo por ser como é.

Assisto em silêncio até o que eu não posso enxergar

Quero...mas não posso...
Não posso...mas quero...
Mas se não posso mas quero...
Então porque quero...se não posso...?!

Posso não acreditar em mim, mas acredito no que faço.

Se eu não empunhar a
espada , eu não
posso te proteger

E se eu continuar
empunhando
a espada , eu não
posso te abraçar.

Eu tenho um forte controle sobre a realidade,
Mas não posso deixar o que está aqui diante de mim…
Eu sei que você vai embora pela manhã,
Quando acordar,
Mas me deixe com alguma prova de que isso não foi um sonho… Queria poder ter você a todo instante,
A todo momento, mas isso não é possível,
Então para você abro exceções,
Te ter apenas por algumas horas…
Você é a única exceção!

Não posso dizer por quê te amo pois a cada dia tenho um motivo para isso.

...como posso compreender a mente humana, se às vezes não consigo nem me compreender?

Pensar em você é perigoso, é aventura arriscada, onde posso cair e não sair, ou pior, não querer sair.

Senhor, dê-me serenidade para aceitar as coisas que não posso mudar. Coragem para mudar as coisas que não posso aceitar. E sabedoria para esconder os corpos daquelas pessoas que eu tive que matar por estarem me enchendo o saco.

Desconhecido

Nota: Trecho de um texto cuja autoria é muitas vezes atribuída erroneamente a Luis Fernando Verissimo.

...Mais

Eu só tenho uma coisa: amar!
Não amar o quanto posso,
Mas amar o quanto devo
E apenas é reflexo do amor que sinto
Todo o resto
Tudo se rende ao amor
Até eu e você...

Eu não posso ser comprado, mas posso ser roubado com um só olhar. Eu sou inútil para um, mas inestimável para dois. O que sou eu?

Eu olho para o lado e não consigo entender,
Tudo foi abandonado e nada posso fazer.
O sentimento é um campo complicado,
Resume tudo, mas é vago.
A verdade é traiçoeira,
Pois cada um a vê a sua maneira.
A realidade é que a cada minuto enlouqueço,
Por mais que eu lute minha saudade não esqueço.
E permaneço aqui no frio,
Desfrutando desse maltratante vazio.
E pior que essas feridas no coração,
É o silêncio invigilante da verdadeira solidão.

"Tenho que conseguir te deixar ir. E eu vou. Não posso mais fazer isso comigo, com você, com a gente, com o nosso amor. Era pra ser bom, mas por algum motivo tem sido muito ruim.

Vai… pode voltar se quiser, mas estou deixando você ir."

http://osdiassemele.wordpress.com/