Descrição do Amor
Ao amanhecer do dia olhamos para o horizonte com amor. Ao cair do dia olhamos pra trás com nostalgia
Nunca pense que um amor não vale a pena pelas dificuldades que ele encontra no seu caminho. O que não vale é se deparar com as barreiras e dizer que elas não te deixaram viver esse amor. Quando, na verdade, o único que não conseguiu senti-lo foi você mesmo.
O amor é como o planeta Terra, vai se acabando aos poucos.
Até não sobrar nada, apenas um rastro de tristeza e destruição
Poema do amor teimosinho
Dizer que te gosto pode ser redundante
Dizer que te quero pode parecer incessante
Dizer que te desejo pode ser inelegante
Mas não custa teimar mais um pouquinho:
Te amo
Cada dia mais
Por mim e por você
Mesmo correndo o risco de que tudo termine num clichê
Triste mesmo é quando não amamos a nós mesmos.
É, pois as vezes chamamos de amor aquilo que acreditamos sentir pelos outros. Não por nós mesmos.
Aquilo que muitas vezes, ou quase sempre, egoísta, impomos ao outro. Como parte daquilo que chamamos também de entrega.
E cobramos.
Chamamos de amor aquela parte que achamos que estamos doando, mas apenas emprestamos a prazo. As vezes, com juros.
Triste mesmo, é vomitar doçuras, escrever purezas e na vida, na rua, no olho, emitir desprezo, amargura, egoísmo.
Triste mesmo é achar que amor é ensinar. Quando quase sempre, é aprender.
Triste é quando buscamos amor naquilo que não é nosso, e nunca será. Quando tudo que nos pertence, escolhemos ignorar.
Triste é não ver o amor transbordando ao nosso redor. Para valorizar aquele amor minguado, quase implorado daqueles ou daquilo que não ha nunca de nos afagar.
Triste. E o amor, não deveria ser triste.
"HABILIDADE e INTELIGÊNCIA sempre impressionam,
mas NÃO mais do que o AMOR que damos a alguém.
O AMOR sempre torna as pessoas indispensáveis."
Ailton Nascimento
Vida minha amor meu você é a mulher da minha vida, e não importa quantos anos vão passar, mas você será sempre a minha eterna namorada, a minha amada, a minha amiga. Eu amo você, eu amo nós dois, eu amo tudo que já vivemos e que ainda vamos viver. Eu sei que o futuro nos reserva coisas belas e nós vamos lá buscar! Quero ter você sempre ao meu lado, me fazendo feliz, me fazendo forte e fazendo de mim uma pessoa cada vez melhor. Porque você e o nosso amor têm esse dom, de despertar o que há de melhor em mim. Eu te amo!
Me desculpa, mas meu amor não é desse tipo que vou morrer se você me deixar. Amo-te bastante, mas amo-me mais ainda.
Amor é como uma planta que não se fortalece
Se você cuida e preserva a cada dia cresce
Mais se abandona ou a esquecer, ela seca despedaça até
Morrer
Quando nós dizemos "Eu te amo" o objeto do nosso amor não é o outro mas o que achamos que o outro seja, a ideia do outro, a representação do outro, a imagem o outro. Essa é mais fácil de amar, essa você controla, essa é sua, essa está em você.
DO AMOR
Não falo do amor romântico,
aquelas paixões meladas de tristeza e sofrimento.
Relações de dependência e submissão,
paixões tristes.
Algumas pessoas confundem isso com amor.
Chamam de amor esse querer escravo,
e pensam que o amor é alguma coisa que pode ser definida,
explicada, entendida, julgada.
Pensam que o amor já estava pronto,
formatado, inteiro, antes de ser experimentado.
Mas é exatamente o oposto, para mim,
que o amor manifesta.
A virtude do amor é sua capacidade potencial de ser construído,
inventado e modificado.
O amor está em movimento eterno, em velocidade infinita.
O amor é um móbile.
Como fotografá-lo?
Como percebê-lo?
Como se deixar sê-lo?
E como impedir que a imagem sedentária e cansada do amor não nos domine?
Minha resposta?
O amor é o desconhecido.
Mesmo depois de uma vida inteira de amores,
o amor será sempre o desconhecido,
a força luminosa que ao mesmo tempo cega e nos dá uma nova visão.
A imagem que eu tenho do amor é a de um ser em mutação.
O amor quer ser interferido,
quer ser violado,
quer ser transformado a cada instante.
A vida do amor depende dessa interferência.
A morte do amor é quando, diante do seu labirinto,
decidimos caminhar pela estrada reta.
Ele nos oferece seus oceanos de mares revoltos e profundos,
e nós preferimos o leito de um rio,
com início, meio e fim.
Não, não podemos subestimar o amor não podemos castrá-lo.
O amor não é orgânico.
Não é meu coração que sente o amor.
É a minha alma que o saboreia.
Não é no meu sangue que ele ferve.
O amor faz sua fogueira dionisíaca no meu espírito.
Sua força se mistura com a minha e
nossas pequenas fagulhas ecoam pelo céu
como se fossem novas estrelas recém-nascidas.
O amor brilha.
Como uma aurora colorida e misteriosa,
como um crepúsculo inundado de beleza e despedida,
o amor grita seu silêncio e nos dá sua música.
Nós dançamos sua felicidade em delírio porque somos o alimento preferido do amor,
se estivermos também a devorá-lo.
O amor, eu não conheço.
E é exatamente por isso que o desejo e me jogo do seu abismo,
me aventurando ao seu encontro.
A vida só existe quando o amor a navega.
Morrer de amor é a substância de que a Vida é feita.
Ou melhor, só se Vive no amor.
E a língua do amor é a língua que eu falo e escuto.
