Desconfiar das Pessoas

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"Há momentos em que me pergunto se realmente estou a fazer diferença na vida das pessoas"
– Lee Know

"Pessoas vazias odeiam quem se enche de ideias."

Estamos vivendo uma época de "homens bomba". São pessoas que nos surpreendem ao se revelarem quem realmente são. Como que explodindo elas se transformam em monstros e nos chocam. Isto esta acontecendo no mundo todo e em todas as esferas. Existe uma instabilidade nas relações humanas. Nós não sabemos com quem estamos começando um relacionamento e com quem vamos terminar.(Walter Sasso)

Muitas pessoas desejam que mudanças ocorram em suas vidas, porém, enquanto não mudarem suas mentes e as suas atitudes, não mudarão nada.

“Toda lei nasce limitada pelo tempo em que foi escrita, mas pretende alcançar pessoas que ainda não nasceram.”

As vezes criamos falsas esperanças, de pessoas que no final das contas, nem valiam à pena.

Mesmo rodeado de pessoas a gente sempre vai se sentir sozinho, se na verdade não estiver acompanhado de Deus.

⁠⁠Não consigo entender por que as pessoas apontam os defeitos dos outros...sendo que todos têm defeitos.

⁠“As pessoas do mundo da Lua, que vivem com a cabeça perdida em Marte, estão preocupadas com o futuro da Terra.”

Tem coisas, e pessoas que nos desgastam tanto que, quando percebemos, já viraram um ciclo de repetições.
Batem, insistem, fazem a gente abrir a porta… mas, quando a gente abre, não permanecem, não cuidam, não fazem questão.


E esse movimento cansa.
Cansa a ponto de tirar a vontade de reagir, de falar, de tentar de novo.


A gente vai perdendo o interesse, a motivação…
e, quase sem perceber, escolhe o silêncio, se afasta, fecha um pouco mais a porta por dentro.


Não é frieza, nem falta de sentimento.
É excesso de desgaste.


É o corpo e a alma entendendo que nem toda insistência merece acesso,
e que insistir em certos ciclos dói mais do que soltar.


Então nasce o medo de abrir de novo…
mas junto com ele, nasce também algo importante: o cuidado.


Porque, às vezes, abrir mão não é desistir
é, finalmente, se escolher.

Já fiz amigos eternos
já amei e não fui amada
já fui amada e não amei
já tentei esquecer pessoas inesquecíveis
já vivi de amor
já morri de amor
já perdoei erros
já fui perdoada
já abracei pra proteger
já fui abraçada para ser protegida
já chorei sentada no chão do banheiro
já fiz juras eternas que duraram pouco
já chorei rindo ouvindo música e vendo fotos
já liguei só pra escutar uma voz
já me apaixonei por um sorriso e por um olhar
já tive medo de perder alguém especial e acabei perdendo!
Já pensaram que nunca me perderiam e perderam!
Enfim, sou normal!

"Com algumas pessoas eu iria até o fim do mundo.
-Deixava-as e voltava..."

☆Haredita Angel

⁠"Quando as pessoas de bem resolverem ser mais ousadas que os canalhas, inevitavelmente elas mudarão o mundo."

⁠⁠Pra quê se preocupar com crítica de pessoas que você nunca pediria conselhos?!

⁠Algumas pessoas nunca irão gostar de você porque o Espírito Santo que habita em ti, irrita o demônio que vive nelas.

Hey.... Você que ama julgar as pessoas!
Você é perfeito? Não, né?! Então por que julgas?
Ninguém é perfeito, então baixa a bola Mina.

—By Coelhinha

'Estou de quarentena. Não suporto pessoas invejosas, falsas que só sabem te procurar para beneficio próprio e hipócritas. Posso até ter bipolaridade, mais de uma coisa pode ter certeza; mesmo eu tenho duas personalidades, jamais terei duas caras.'

—By Coelhinha

A Expansão de Dois Universos


Há pessoas que atravessam a vida umas das outras como quem visita um lugar. Eu não.


Sempre acreditei que existem pessoas extraordinárias. Pessoas que carregam dentro de si universos inteiros. Com constelações ainda sem nome, galáxias jamais exploradas, oceanos profundos e infinitos esperando alguém suficientemente curioso para permanecer.


Talvez seja por isso que nunca consegui amar pela superfície. Porque a superfície nunca foi capaz de sustentar aquilo que eu procurava. O extraordinário é raro. E, quando dois universos raros se encontram, o desejo deixa de ser apenas estar ao lado. Passa a ser descobrir.


Descobrir os continentes escondidos nas palavras não ditas, decifrar as estrelas por trás dos medos, encontrar vida onde ninguém antes teve paciência para procurar. E, enquanto isso, permitir que alguém também percorra o meu pequeno universo. Não apenas para me possuir, mas para me conhecer. Porque universos não se conquistam. Universos se desvendam.


Existe algo extraordinário quando duas imensidões deixam de apenas se observar e escolhem explorar uma à outra. Não para que uma complete a outra, mas para que ambas se expandam. Cada descoberta amplia a seguinte. Cada pergunta abre espaço para novas galáxias. Cada vulnerabilidade ilumina uma parte que ainda permanecia invisível.


É como se dois infinitos, ao se encontrarem, não diminuíssem um ao outro. Ao contrário. Expandissem. Porque conhecer profundamente alguém nunca reduz o mistério. Apenas revela que o infinito sempre foi maior do que imaginávamos.


Talvez seja esse o encontro que sempre procurei. Não alguém que apenas me olhasse, mas alguém disposto a passar uma vida inteira descobrindo os infinitos que habitam em mim, enquanto eu faria o mesmo pelos infinitos que habitam nele.


E talvez seja por isso que, um dia, escolhi entregar o meu universo. Não em partes. Não apenas o que era bonito ou fácil de compreender. Entreguei também os silêncios, as cicatrizes, as galáxias ainda sem nome e os lugares onde quase ninguém teve coragem de permanecer. Porque um universo só pode ser verdadeiramente entregue quando alguém confia ao outro até aquilo que ainda não foi completamente descoberto.


Talvez poucos compreendam o peso dessa entrega. Mas quem compreende sabe que receber um universo nunca foi um privilégio comum. Foi um convite para uma jornada sem fim.

Há uma força que exerço todos os dias, e poucas pessoas a enxergam.

É a força de me colocar constantemente no lugar dos outros. De tentar compreender antes de ser compreendida. De acolher antes de pedir acolhimento. De medir cada palavra, revisar cada atitude, reconstruir a mim mesma inúmeras vezes para não ferir, não decepcionar, não sobrecarregar quem está à minha volta.

Passei boa parte da vida acreditando que esse era o amor.

Então fui me desfazendo aos poucos.

Respeitei os limites de todos, menos os meus. Carreguei responsabilidades que nunca me pertenceram. Silenciei dores para preservar a paz alheia. Tomei para mim culpas que não eram minhas. Vivi em permanente autoavaliação, tentando corrigir defeitos, controlar reações, encontrar maneiras de ser mais fácil para o mundo.

Enquanto isso, o meu próprio mundo desmoronava em silêncio.

Talvez seja por isso que a ansiedade e a depressão não sejam, para mim, apenas nomes. Elas também carregam o peso de uma vida inteira tentando sustentar aquilo que nunca esteve sob o meu controle.

Hoje percebo o quanto é perigoso viver assim.

Existe uma diferença enorme entre amar e abandonar a si mesmo.

Entre servir e anular-se.

Entre cuidar e esquecer que também se precisa de cuidado.

E talvez seja justamente aí que muitos de nós nos percamos.

Passamos tanto tempo tentando corresponder às expectativas, apagar incêndios, carregar dores que não são nossas e manter a vida de todos em ordem, que nos esquecemos de voltar para casa: para dentro de nós.

Precisamos nos lembrar, constantemente, de que cada pessoa é responsável pelas próprias escolhas, pelos próprios caminhos e pela própria alma.

Podemos aconselhar, amar, acolher, estender a mão. Mas não podemos viver a vida de ninguém, nem assumir responsabilidades que Deus nunca nos entregou.

Porque haverá um dia em que estaremos diante d'Ele.

E, naquele dia, não será possível dizer:

"Senhor, eu escolhi esse caminho porque me senti obrigada."

"Eu não tive tempo de cuidar da minha alma porque estava ocupado demais cuidando da vida de todos."

"Eu vivi tentando agradar, obedecer às expectativas e corresponder ao que esperavam de mim."

Cada um responderá pela própria vida.

Que essa verdade não seja um peso, mas um despertar.

Que ela nos lembre de que não fomos chamados a viver sufocados pelas expectativas do mundo, nem aprisionados pelas necessidades das pessoas, a ponto de abandonarmos a única alma que Deus confiou aos nossos cuidados.

No fim, talvez a pergunta mais importante não seja quantas vidas tentamos salvar.

Mas o que fizemos com a nossa, enquanto tentávamos carregar o mundo inteiro sobre os ombros.

⁠As pessoas precisam recuperar o riso genuíno desprovido de sarcasmo e reencontrar o prazer de estarem reunidas para se divertir.