Desconfiar das Pessoas

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sobre o passado

Para os historiadores, o passado é a sua ciência. Para as pessoas comuns, ele pode ser várias coisas: dores, lembranças, memórias, aprendizado ou arrependimento. Para um casal de namorados, ele pode ser atormentador. Pode, mas não deve ser. Quando as pessoas ignoram a existência de um amor de casal, esse passado tem tantas histórias, mas tantas, que as vezes, é de sentir vontade que nada tivesse acontecido. Isso se chama arrependimento. Só que, muitas vezes, experiências, erros, decepções são necessárias. Sabe aquelas escadas difíceis de subir? elas seriam impossíveis se você não tivesse tentando andar e caído várias vezes. E o andar só foi possível porque houve força pra engatinhar. Quando se valoriza cada queda e cada joelho machucado em virtude de maiores conquistas, acontece o aprendizado. E das memórias, nossa mente se encarrega de selecionar o que nos é necessário recordar, e nesta caixinha de arquivos seletos, as lágrimas são tão necessárias quanto as gargalhadas.
Quando o amor resolve topar com você num corredor desses da vida - e de derrubar seus livros sem querer, te ajudar a apanhar deixando a deixa praqueles primeiros olhares, porque mais clichê não poderia - aí é que se entende que não houve injustiça, que não há lugar para "ah! mundo cruel!", que os sinos não precisam tocar, nem corações voar em torno das cabeças.
A vida é uma bela história, mas tem uma hora que é preciso virar a página. Fique atento ao momento em que isso precisa ser feito e faça.

Não creio ser exigente, rigoroso ou moralista assanhado ao julgar as pessoas. Em noventa e nove vírgula nove por cento dos casos, nem ponho o cidadão em julgamento antes que ele tenha, por sua vez, me julgado e condenado.

As pessoas que mais se angustiam na vida são aquelas que padecem de uma desesperadora falta de problemas.

"Pessoas que pensam muito são, só por isso, chamadas de 'intelectuais', mas isso é errado: a vida do intelecto só começa na fronteira em que o pensamento se apaga para dar lugar ao vislumbre da verdade."

É preciso selecionar as pessoas que você quer que gostem de você. Não mais do que meia dúzia. Passou disso, você já está com sinais de carência afetiva. Se você não tem espírito de seleção, você não tem nobreza. Amigos são aqueles que compartilham valores com você.

⁠“As pessoas não conseguem o que desejam por um motivo, porque nem mesmo sabem o que realmente querem."

As vezes as pessoas esquecem q o mundo eh redondo e também esquecem q ele gira, e nisso as pessoas q se desencontram se reencontram!

A verdade é que a grande maioria das pessoas confunde paixão com amor. A paixão pode ser o estágio inicial para o grande amadurecimento, que chamamos amor.

A paixão envolve ítens como desejo carnal, química, é o fogo, o impulso, o instinto imediato, a impulsividade.
Já o amor é racional, brando, cálido, pacato.

Quer um bom indicativo de que você está amando de verdade? Um grande exemplo é quando você faz algo pela pessoa que você ama. Você não espera nada em troca, porque você só quer fazer o bem porque realmente ama, se doa. Não necessariamente você precisa estar junto dessa pessoa, basta um sorriso dela e soa como um bálsamo.

O amor faz a paixão durar e ser sadia, sem amor fica apenas o lado negro paixão, sentimentos como: posse, ciúme, o que torna a relação cada vez mais doentia.

"É que existem pessoas com instinto de pássaros mesmo: quanto mais você tenta prender, mais livres elas ficam."

Eu tenho sido imitado tão bem que ouço as pessoas copiarem meus erros

A gente vive esperando que as coisas mudem que as pessoas mudem...
Até que um dia, a gente muda e percebe que nada mais precisa mudar.

Muitas vezes, pensamos que pequenas coisas que fizemos, não afetam as pessoas...

Com os relacionamentos anteriores aprendi que todas as pessoas são amáveis...
E o grau de amor que sentimos é definido pelas próprias.

⁠Dar um novo passo, dizer uma nova palavra, é o que as pessoas mais temem.

Fiódor Dostoiévski
Crime e castigo (1866).

Eu não gosto de pessoas que nunca caíram ou que nunca tropeçaram. A virtude delas é sem vida e não vale muito. A vida não lhes revelou sua beleza.

Boris Pasternak
Doutor Jivago

Estou sujo de medo. Há nas ruas uma grande confusão disfarçada de calma. Pessoas caminham apressadas para fugirem tranquilamente dos seus desafios de se tornarem melhores e mudar o mundo. Somos simpatizantes dessa obscura guerra de interesses que se desenrola por debaixo dos panos. Celebramos o desespero e a fome em filas monumentais, e o fato de estarmos posicionados ordeiramente uns atrás dos outros, reafirma a nossa cômoda disposição de colaborar com essa baderna jeitosa que nos confunde, mas nos ajuda a disfarçar o nosso complexo de culpa por tudo que está errado.

Enganar-se parece ser o melhor remédio. Essa normalidade mentirosa suaviza a bagunça geral que se espalha por todos os cantos. Existe um céu de chumbo a encobrir os nossos equívocos. Existe um eclipse de racionalidade ocultando as verdades que mais nos incomodam. Existem abismos debaixo dos nossos tapetes, prontos para engolir a nossa covardia.

Existe poeira para todos os olhos, pois, na verdade, ninguém faz questão de enxergar os desastres que enfeiam as nossas vidas. Nem tudo é tão azul quanto se pinta, mas a gente faz questão de continuar fazendo festa e ascendendo fogos de artifício para embelezar as nossas noites de horror.

Vejo pássaros revoando sem rumo e carros manobrando na contra mão. Ouço homens e mulheres gritando em silêncio, cães latindo embaixo da cama e crianças aprendendo, sob as bênçãos da lei, a se tornarem adultos perversos. Isso tudo acontece diante das nossas fuças, mas todos fazem absoluta questão de ignorar os fatos e deixar tudo como está, como se esse lixo todo fosse uma grande novidade. Tudo é mantido no seu devido lugar para que as falsas impressões prevaleçam sobre o que é real. Enquanto isso, o caos repousa tranquilamente sobre a ordem vigente neste triste teatro social em que vivemos.

Nem tudo está em paz, como se pensa. Percebo uma certa inquietude no ar. Percebo um grande tumulto contido pela força das aparências, mas nada é exatamente o que parece.

Estamos todos ensurdecidos pelo estrondo cataclísmico da nossa imensa incapacidade de reação. Há uma loucura escondida por detrás dessa cortina de sobriedade e hipocrisia que nos engana. Cada indivíduo fala a sua própria língua nesta Babel enlouquecida, mas todos se entendem perfeitamente através de códigos indecifráveis, sorrisos amarelos e tapinhas nas costas.

Ninguém se sente seguro, apesar dos altos muros e das cercas elétricas que nos protegem das consequências dos nossos próprios atos. Os riscos nunca foram tão evidentes e tão mal calculados. Muitos conflitos estão confinados pelas paredes frágeis da diplomacia, da política suja e da falta de vergonha na cara. É muita pressão e nenhuma válvula de escape.

Tudo pode explodir a qualquer momento, mas estamos aqui, firmes e fortes nesta intenção de viver plenamente a liberdade de não querer saber de absolutamente nada que nos faça enxergar a nossa pobre e infeliz realidade.

Infelizmente o mundo é assim... Cruel e injusto com algumas pessoas, que plantam amor e carinho e colhem somente ingratidão!

Não importa quantas pessoas estejam ao seu redor, se uma pessoa não for capaz de entender seus problemas, você está sozinho.

Eu acredito em um mundo melhor
Eu acredito em conto de fadas
Eu acredito que nem todas as pessoas são ruins
Eu acredito que nem tudo pode ser perfeito e nem dar tudo certo, mais acredito que se tentar posso melhorar
Eu acredito que pensando positivo você consegue
Eu acredito que o Amor verdadeiro ainda existe ...

Queria não ser de lugar nenhum
E pertencer a todos os lugares,
Ser várias pessoas ao mesmo tempo, e todas com histórias diferentes, vivendo de maneiras diferentes
De repente, até o oposto...

Queria explodir de emoção, porque um só corpo não suportaria tanta confusão

Viver e morrer todas as manhãs, como faz o dia, todos os dias

Queria dizer mais do que falo e, ser compreendida, sem que ninguém me entendesse

Queria que os sonhos durassem mais, porque sempre no momento mais excitante o corpo resolver acordar, e nunca se sabe o que poderia ter acontecido...

Queria que quando algo incrível acontecesse, uma notícia ruim não viesse estragar tudo...

Queria que as palavras significassem mais, já que os sentimentos não aprenderam a falar...

Queria que o eu e você não fossem eu e você, mas nós e, que nós respeitássemos o eu e você...

Queria tanto...
E, quero ainda mais...
E mesmo que os obstáculos separassem, que a experiência de haver obstáculos fossem traduzidas em boas lembranças, ao invés de fugir de medo

Queria mais, quero tanto...
Então, deito e durmo para não lembrar
De esquecer que nem sempre podemos o que queremos ter...