Desconfiança
Sou do tipo que confio...mas, quando me fazem algo,a desconfiança acaba totalmente.
Sou do tipo que valoriza...mas, se não me valorizarem,me perdem.
Sou do tipo que se faz de boba...mas, na verdade,eu sou esperta até demais.
Sou do tipo que ama...mas, sabe deixar de amar.
Se for amor tem que ter desconfiança, porque nem todo amor é sincero como uma criança. Tem que ter ciúme, amor e fidelidade, porque não vivemos de ilusão, e sim de realidade.
Se for amor tem que ter desconfiança, porque nem todo amor é sincero como uma criança. Tem que ter ciúme, amor e fidelidade, porque não vivemos de ilusão, e sim de realidade. E para mim amar você é como entrar em um beco, não vejo saída às vezes me perco na escuridão, mas sigo a reta e encontro seu coração. O amor não se vê com os olhos, mas com o coração.
O "novo" traz um desafio, é um pacote de medo, ânsia, desconfiança, esperança, aflição e grandes expectativas... decepções também vem junto! E a resposta interminável da pergunta: crer ou não crer? O "não fazer" traz uma grande frustração, ou seja, poderíamos ao menos ter tentado o que queríamos ganhar, pelo inútil medo de arriscar. PRONTO PARA O NOVO?
Minha crença inquebrantável se baseia na desconfiança geral de toda verdade monolítica. Porém nisto também não creio muito.
Não é preciso tocar ou ver para acreditar. Creia, sempre
creia. Mesmo com desconfiança, acredite no melhor
caminho e siga em frente, pois toda chuva que começa
pode virar tempestade, mas você é o sol e o vento. Brilhe e sopre para longe tudo que cobrir seu espírito, torne-o livre,claro e aconchegante para que seja habitado e consolado,quando precisar.”
Nunca se esqueça que um verdadeiro amor não se deve a desconfiança, mas sim a sinceridade e o bem estar de ter quem ama ao seu lado.
Tenho mais medo da desconfiança do que da certeza. Certeza tem limite, é aquilo e ponto final. Desconfiança pode ser infinita, fazendo você imaginar coisas.
Depois da infância
Era um tempo distante
Aquele sem desconfiança
Era num passo confiante
Que se firmava a criança.
O verbo vem no passado
No passado é só lembrança
E o olhar fica molhado
Se pergunta sobra a esperança.
Já são anos os dias
O futuro mudou de lugar
São mulheres as gurias
Amanheceu o que era luar.
Inocência que não existe
Tempo tornou-se escasso
Incoerência de quem desiste
E planos que eu mesmo faço.
Na terra que já não ando
Na rua que já não brinco
A vida que está findando
O fim que já está vindo.
E eu vivo fugindo
Driblando a desesperança
Encontro a quem vem sorrindo
A encontrar-me durante a dança.
A cada desconfiança morro um pouco mais, até não poder mais suportar essa dor que não só machuca, como mostra que não existe confiança...
