Descoberta do Amor

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Nunca mande indiretas para á pessoa que você gosta, pois, enquanto você esta nessa, quantas pessoas já chegaram diretamente e se declararam? Parem de ser bobos(as) á vida é curta e oportunidades são únicas!

Você pode fazer tudo que puder por alguém, você pode dar e mudar a vida por essa pessoa, você pode comprar um milhão de presentes, fazer um milhão de agrados, mas nada disso conquistará o amor.
As pessoas confundem amor com agradecimento e comodidade, amar não é ser fiel e feliz com uma pessoa que faz tudo por você, amor vai muito além de fidelidade e se sentir bem com alguém.
Concordo que tal sentimento pode ser construído, mas jamais concordarei que é adquirido com o tempo. Se você está com a pessoa a mais de um ano e não sabe se a ama, volte 12 casas e vá procurar alguém que consiga tirar seu coração pela boca sem necessariamente ter que mover o mundo por você, alguém que faça você querer mudar a vida simplesmente para tê-la ao seu lado.
Não seja injusto com alguém que te faz bem. Caso você não sinta amor vá procurar saber o que é com outra pessoa e deixe alguém que você sabe que é especial, mas não pode corresponder, ser feliz.
Diferencie amor de gratidão e queira conhecer o sentimento mais lindo que existe. Também aprenda a não ser egoísta e deixe esse alguém que te faz bem, mas que você não ama, sentir alguém a amando.
Lembre-se: todo mundo merece se sentir amado, todo mundo merece amor.

Essa estrela que lhe atrai, é fruto
do caos que existe aqui.
Usufruir do meu brilho, é também
aceitar a escuridão que mora em mim.

Amar é o instinto maior do homem, sendo o ódio apenas a sua forma mais selvagem.

Quatro são as qualidades necessárias para a Senda:

I – Discernimento.
II – Ausência de desejos (Desapego, abnegação).
III – Boa conduta.
IV – Amor.

Tentarei dizer-te o que sobre cada uma delas o Mestre me ensinou.

⁠um

te amar é fácil porque toda vez
que eu sou pergunta
você é afirmação

Me desculpa, mas de alguma forma eu achei que precisava te dar uma explicação, eu fui embora da sua vida e você já deve ter percebido (espero que sim). Escrevi para te dizer que o amor que um dia eu senti, fez as malas, pegou uma carona até a estação e entrou no primeiro ônibus que viu pela frente, sem sequer ler o destino. O amor foi embora, eu meio que mandei ele ir, a gente brigava sempre e a convivência já não estava fácil, mas não posso mentir que me doeu, eu até sai na porta, o vi pegar uma carona e desaparecer no horizonte. É isso. O amor acabou. No dia em que ele foi embora, eu acordei mais cedo, troquei as cortinas e os tapetes, pra disfarçar todo o estrago que ele tinha feito, coloquei uma musica calma para tocar, comecei a ler um ou dois livros, adotei um cachorrinho abandonado, voltei a ver desenhos e tomar sorvete. No dia em que ele foi embora, nem doeu tanto, a vida não estava fácil junto dele, eu cantava mais sozinho que cantor solo uma musica pra dois, as brigas eram inevitáveis, a gente sempre quebrava muita coisa e num dia desses eu acabei por me quebrar também, mais ele se foi e agora canto sozinho e sem plateia, em cacos espalhados pelo chão do quarto. No dia em que ele foi embora, agradeci a Deus pela paz, alguns minutos depois culpei o senhor por tanta solidão, era ruim com ele e é pior sem ele agora, decidi guardar as fotos numa caixa em cima do guarda-roupa e quis me guardar junto delas naquela caixa para ver se voltava naquele tempo, o amor foi embora e levou tudo o que tinha, levou parte de mim também. Sempre sobra comida, com ele aprendi a cozinhar pra dois e agora sobra arroz, feijão, beijos, abraços e lagrimas. No dia em que ele foi embora, fiquei sem saber o que fazer, o tempo não passava ou quem sabe o dia dobrou de tempo, e mesmo sabendo toda a dor que ele causava eu o quis de volta, os socos na boca do estomago e os nós na garganta e os cortes na alma nem doíam tanto, dói mais essa solidão que ficou depois que ele foi embora, a TV perdeu a imagem e o som, a agenda de contatos estava cheia de nomes e vazia de corações amigos, a internet caiu e ar ficou emperrado no mínimo ou talvez fosse toda a minha frieza se manifestando. No dia em que ele foi embora, eu aprendi a dor de desejar que não fosse mais do que um pesadelo, pobrezinho, amarrou uma trouxinha nas costas e seguiu sem olhar pra trás, talvez quisesse evitar meus olhos cheios de água que pediam perdão, minha boca num sorriso forçado que por dentro era ilusão, minhas pernas bambas que me impediam de dar um passo sequer para mudar alguma coisa, o amor não olhou pra trás, ainda bem, ele tinha o dom de me ver por dentro e naquele momento eu era ruína, poesia sem rima, canção sem som, eu era fim e ele era a continuação, a minha reticencias que foi embora e me deixou em ponto final. No dia em que ele foi embora, todo o tesouro do mundo seria dado em troca para que ele voltasse, mais eu não tenho muito, só umas moedas no bolso e muito vazio no coração, o mais triste de tudo talvez seja isso, o amor foi embora e não deixou lembranças. Alguém, não me lembro quem, disse que o viu embarcar em um ônibus diferente, daqueles que não levam gente e não tem destino final. Se um dia você o ver, perambulando por ai, me faça um favor. Diga que o quero de volta, porque o amor foi embora mais eu ainda o amo muito.

Você disse some e eu somei
Eu disse some e você sumiu

CLADISSA - ROMANCE. N° 59.
LIVRO - 59
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
"CAPÍTULO VI"
"A DIGNIDADE ENTRE A TERRA E O OLHAR"
A Úmbria do século XI não era apenas geografia. Era estrutura feudal, era hierarquia sacramentada, era ordem imposta sob o duplo jugo da espada e do altar. Após a fragmentação do poder carolíngio, as pequenas senhorias tornaram-se centros autônomos de comando, onde a vida camponesa se submetia à lógica da dependência e da proteção. Naquele contexto, a mulher sem linhagem era invisível aos registros, mas não aos olhares.
Cladissa caminhava pelos campos como quem carrega não apenas feixes de trigo, mas o peso de uma condição social irreversível. Órfã de camponeses, destituída de dote, alheia às alianças matrimoniais que sustentavam a economia feudal, ela não possuía moeda de troca. Ainda assim, despertava investidas.
A razão não residia na posse, mas na presença.
A mentalidade medieval compreendia a mulher sob três categorias recorrentes, a virgem, a esposa, a pecadora. Tal tripartição, difundida pela teologia latina e consolidada na cultura eclesiástica do período, formava o horizonte moral da época. A autoridade espiritual exercida por centros como a Abadia de Monte Cassino, sob influência da tradição beneditina fundada por São Bento de Núrsia, impregnava o imaginário com uma disciplina que exaltava o silêncio e a submissão.
Mas havia outra força. A política.
A região da Úmbria encontrava-se sob disputas constantes entre a autoridade imperial do Henrique IV e o poder papal de Gregório VII, cujo conflito culminaria na chamada Querela das Investiduras. O poder era tensão. A tensão infiltrava-se nas aldeias. Onde há instabilidade, há oportunismo.
Cladissa representava algo raro. Beleza associada à altivez moral. Não era a sedução vulgar das feiras itinerantes, nem o riso fácil das tavernas. Era compostura. Em uma sociedade rigidamente estratificada, a dignidade em corpo pobre provoca inquietação. Ela não se inclinava além do necessário. Não oferecia palavras supérfluas. Não solicitava proteção. Isso bastava para despertar desejo e desafio.
Os jovens escudeiros viam nela a possibilidade de conquista. Para eles, a mulher sem tutela masculina constituía território disponível. Alguns pequenos proprietários a percebiam como eventual concubina útil. Havia também homens sinceros, que a observavam com respeito contido, temerosos de aproximar-se por não possuírem recursos para elevá-la socialmente.
A estrutura feudal operava sob pactos. Casamento era contrato econômico. Amor era luxo. Uma camponesa órfã, ainda que virtuosa, raramente ascendia sem mediação clerical ou proteção senhorial. No entanto, a história demonstra que períodos de transição institucional abrem fissuras nas hierarquias. A instabilidade do império, as tensões entre Roma e os príncipes germânicos, o enfraquecimento de determinadas casas locais criavam margens de mobilidade inesperada.
Cladissa não compreendia os tratados políticos, mas percebia as mudanças no ar. Mais soldados cruzavam as estradas. Mensageiros passavam com pressa. Homens discutiam tributos nas portas das igrejas.
Ela sentia que algo maior movia-se.
Seu silêncio não era ignorância. Era prudência.
No interior da pequena igreja rural, sob afrescos já desbotados pelo tempo, Cladissa ajoelhava-se não por submissão servil, mas por convicção íntima. A fé medieval era simultaneamente temor e esperança. O sermão falava de culpa, de pecado, de vigilância. Contudo, para ela, Deus era abrigo. Não ameaça.
Essa distinção interior tornava-a ainda mais singular.
Entre a terra que lhe sujava as mãos e o olhar que lhe sondava o destino, Cladissa começava a compreender que a verdadeira herança não era dote nem brasão, mas caráter. Em uma era onde o sangue definia o valor, ela intuía que a nobreza podia nascer da conduta.
Os campos permaneciam os mesmos. As muralhas continuavam erguidas. A ordem social não se alterara visivelmente.
Mas dentro dela, algo se consolidava.
E quando a dignidade de uma mulher enraíza-se na própria consciência, nenhuma estrutura feudal consegue mantê-la para sempre confinada ao chão que pisa.

É melhor que soframos rejeição pregando a verdade do que sermos aceitos através da pregação da mentira.
Jamais podemos deixar que as mentiras alheias deste mundo confundam as verdades divinas que Deus deseja inserir em nós.

Sorriso encantador, olhar sedutor, mulher que ama e encanta meu viver. Se lhe digo que és tão linda quanto uma flor, seja talvez meu coração cheio de amor, querendo talvez ganhar seu amor.

"Eterno"

Passei a acreditar em Almas Gêmeas
No momento em que te conheci
E pude sentir que já o conhecia...
Nada me surpreendeu!
Teu Beijo era como um Doce que já Provei
Teu Abraço...
Um colo que eu já havia pousado...
Talvez, em “outra vida”
Na qual nos separamos
Mas nunca nos perdemos...
E “nessa” nos reencontramos...
Para continuarmos vivendo esse nosso Amor
Até que a morte nos separe...
E a vida nos una novamente...
Sendo assim...
Por toda Eternidade...

(Dedicado a Rick Jones Anderson)

O que a esposa precisa?
Lembretes constantes de que é amada.

Quando o caminho é desconhecido o coração é a bússola que te diz aonde ir, mas a razão deve ser o pólo norte, para atrair o coração a tomar sempre as melhores decisões!

❝ ... Que a alegria das coisas mais simples ... te tragam o brilho de sorrisos intensos ... de felicidades compartilhadas com amor e verdade ... que a nossa fé seja hoje ainda mais forte ... e que haja harmonia e paz dentro dos nossos corações ...❞

Não basta ser um príncipe encantado, tem que ser também um lobo mau. ..

A Soma de Todos os Afetos

Somos instantes

Somos instantes... e as escolhas que temos à nossa disposição não estarão disponíveis para sempre.

Outro dia, navegando na internet, vi a imagem de um muro pichado com a frase: “Somos instantes”. A frase ficou na minha cabeça, e hoje, dias depois, conferindo as fotos no celular (com aquele efeito incrível de captar o momento em que a foto foi tirada acompanhada de som e movimento), me lembrei da frase no muro.

Somos instantes… e por mais que desejemos acreditar que a vida é uma jornada longa, onde sempre haverá tempo de amar mais, nos entregar mais, resolver nossas pendências, conceder aquele perdão… esse momento não existirá em nenhum outro lugar senão no agora.

Somos instantes… e as escolhas que temos à nossa disposição não estarão disponíveis para sempre. Por isso é primordial não deixar as oportunidades passarem, os sonhos arquivarem, os projetos desandarem. O tempo não pára, ele corre depressa sem esperar retardatários. O bilhete não pode ser remarcado, e seu lugar não pode ficar vago.

Somos instantes… e por isso há de se comemorar as datas especiais, soprar as velinhas nos dias festivos, encher de balões a sala de estar, cantar versos de Vinícius, dançar um tango emocionado, reunir a família em torno da mesa de jantar.

Somos instantes… e assim não pode haver economia de roupa de cama nova, taças brilhantes da cristaleira, lingerie especial, sapato lustroso e vestido colorido.

Somos instantes… e aquela viagem tem que deixar de ser um sonho para virar disposição de malas prontas e voo alto. Economize, pesquise, viabilize. Vá conhecer um novo lugar, se envolver com outras culturas, experimentar novos sabores. Torne real os planos de seu coração e experimente a concretização de sua emoção.

Somos instantes… e por isso não se pode deixar para depois qualquer pendência ligada ao coração. Decepções ocorrem a todo instante, e por mais difícil que pareça, é nos momentos difíceis que a gente aprende a se curar. Então abra a janela e refresque o ar. Borrife perfume nos seus pulsos e solte os cabelos sem medo de embaraçar. Lembre-se de que tudo muda a todo momento, e que as mágoas só permanecem se a gente deixar.

Somos instantes… e assim todo momento vivido é um momento de crescimento e aprimoramento. Que a gente aprenda com os erros e acertos, e que permaneça o que nos faz bem. Entendendo que a sabedoria é resultado do que passou, mas é no presente que ela mostra o que a gente já conquistou. Abrace a alegria, dê as mãos à sabedoria. Dance em ritmo acelerado com a fantasia e respeite a calmaria. Não tenha medo de arriscar desejos, desenvolver projetos e sonhar fora do ninho.

Somos amor, sonhos, conquistas. Somos medos, decepções, mágoas. Somos mistério, alegria, fantasia. Somos força e vulnerabilidade; solidão e multidão. Somos tudo e nada, grandiosidade e pequenez, busca e encontro.

Porém, acima de tudo, somos instantes…

Expresse quem você é em um mundo onde todos são iguais.

Felicidade dura.
Quando a gente é feliz por dentro, a felicidade é impermeável.

Nós tínhamos as estrelas, você e eu. E isso nos é dado apenas uma vez.