Desabafo de um bom Marido
07/07/2018
Sou a vida que grita
Ficou um "quê" de não sei ao certo preso na garganta.
Coloquei o foco norteando o rumo pelas estradas da Rússia.
Queria ver o povo confraternizando, zuando pela rua, pelo menos para fugir da "vida loka"!
É não deu...,
não é o fim do mundo nem o fim de nada, só uma pausa para deixar a última lágrima cair.
Foi bom enquanto durou, mesmo não acreditando não ousava duvidar.
Queria aproveitar a fuga do pior para pegar carona no melhor.
Agora sei,
foi pura ilusão, não me deu o chão que esperava ganhar.
Tenho pela frente um misto de nevoa ou neblina, que espero sem revolta atravessar.
"Dá para acreditar?" A vida é isso!
Agora o negócio é seguir para novo porto seguro,
na tranquilidade e calma ver o sol nascer pra valer.
"Extressar para quê!" afinal... A vida é isso!
Amanhã sabe que vou fazer?
Não mais a vida que grita, mas sim a vida que vibra!
Afinal... "A vida é isso!"
Feita para viver na vitória ou na derrota sorvendo o sabor do que der e vier.
Afinal...
Quem disse que o AMOR acaba quando se termina um namoro?
uma coisa é um relacionamento acabado..
outra é um sentimento contido..
Estou sentindo falta de um romance em minha vida,
Estou sentindo falta de pensar em alguém com carinho
Estou sentindo falta de ter alguém do meu lado
Estou sentindo falta de saber que alguém me quer bem
Estou sentindo falta de querer ouvir a voz dela
Estou sentindo falta...
Estou sentindo falta, de quando ao acordar lembrar de alguém e sorrir sozinha
Estou sentindo falta de querer que o tempo corra para com ele encontrar
Estou sentindo falta daquilo que tive por tão pouco tempo,
E que não imaginava que era tão bom
Estou querendo que alguém sussurre em meus ouvidos palavras de carinho
Não, talvez eu não o queira,
Estou querendo alguém que me trate da maneira como ele me tratava
Estou querendo alguém que me olhe, que me toque, que me beije, que me escute da maneira como ele fazia
Estou sentindo falta de sentir saudades de alguém
Estou sentindo falta de saber que alguém está pensando em mim!
Estou mesmo sentindo falta de mim, e de como eu era quando eu o tinha do meu lado.
Na verdade não é dele que eu sinto mais falta e sim das coisas que nós fazíamos juntos
Dos pensamentos que tínhamos iguais
Nas nossas conversas na hora do almoço, das nossas conversas com olhares
Dos nossos encontros à noite, da saudade que eu sentia quando não o via
E do prazer que ele me dava,
Quando com muita vontade me abraçava, me beijava infinitamente...
Estou sentindo falta dos detalhes, das palavras, dos olhares
Estou sentindo falta de não invejar os casais que passam ao meu lado sorrindo
Nem sei se estou querendo muita coisa,
O que eu queria mesmo é que alguém me fizesse feliz da mesma forma como eu estava!
Será que é tão difícil assim?
Será que um dia eu vou conseguir?
Algumas pessoas nascem para amar e outras nascem para viverem sozinhas e amar apenas o mundo
Eu me sinto no segundo grupo, como uma poetisa solitária
Não é à toa que dizem que a solidão é o fim dos que amam
Acho que o meu destino será sempre sentir falta, sentir sempre aquele vazio...
Há um vazio, uma falta dentro de mim...
Estou sentindo muita falta de uma alegria que não tem fim ..
Se for amor, amor você terá
Carinho, paixão, ou simplesmente um forte sentimento, também os terá de volta
Mas se nada for como deve ser, se a amizade, amor, e tudo mais não vier, então não reclame se estas “ simples “ coisas não retornarem até ti, pois posso ser a pessoa mais legal, mas também posso ser a mais fria.
Por um momento eu gostaria de punição mas é só isso,a punição não apaga a minha existência ou silencia meus pensamentos,a música não me acalma mais,eu ainda posso me ouvir.
lembro de uma época em que eu me esforçava,eu me dedicava,pois tinha um sonho seguir e amigos para me apoiar.
Então tempo passa e continuo trilhando esse caminho, quando olha para trás vejo dedos sendo apontados e julgamentos caindo sobre mim, ironicamente nenhum deles vem de inimigos.
Então o que restou? depois de tantos passos dados, depois de tantas feridas e ossos quebrados o que restou?
Não há mais um sonho para se perseguir apenas um caminho vazio desprovido de sentido e banhado pela apatia.
No entanto eu não os odeio apenas sinto rancor,um doloroso rancor, não desejo vingar-me,mas confesso que as vezes imagino seus rostos derretendo em agonia.
Me transformaram boque eu mais temia,um homem quebrado.
O silêncio fala mais do que os olhos podem ver.
Talvez tenha pensado demais
Talvez queira a noite abraçar
Talvez um olhar confuso
Talvez não deveria ter sentido
Talvez vidas não se tocam mais
Talvez não tenha um conserto
Infelizmente ou felizmente
Sei que vou acordar amanhã novamente
Gostaria de sumir de um dia para o outro
Essa tristeza que habita em mim
Parece nunca ter fim
Mesmo com momentos felizes
Após um tempo ela volta as suas raízes
Vejo tantos dizerem que amam viver
Como queria saber e entender este sentimento
A vida não é um passarinho que te ama
e te trata com tanto carinho como seus filhotes no ninho
A vida é na verdade um moinho
que tritura todos os seus sonhos
tão mesquinhos
Gostaria de dizer que amo acordar todos os dias
Mas infelizmente quando acordo não sinto alegria
Sinto apenas melancolia, a qual me traz
uma profunda agonia
Que se repete todos os dias.
Escrevi um poema mas pareceu não me aliviar, porque eu não encontrava palavras para rimar. Eu rimava e contava parte do que sentia mas o que eu realmente sinto eu não conseguia expressar, por falta de palavras para rimar. Falta de rimas, falta de poesia... No fundo eu precisava de desabafar, experimentar o bem que isso fazia. Então cá estou eu, a dizer o que eu jamais disse a ninguém. O quão depressiva eu tenho andado ultimamente e o quão difícil tem sido continuar viva. O quão acabada, magoada, destruída eu estou, e o quanto a minha vida não ajudou. São tantos problemas, tantos pensamentos, só me apetece desligar de tudo, esquecer destes maus momentos. Ao cabo eu já não sentia alegria, já não sentia alegria nem felicidade, e o vazio que eu sentia, parece que só fica maior. Só quero desaparecer, desaparecer para tentar não utilizar expressões pesadas, esta não é a primeira vez, mas acho que desta vez não serei curada.
Quando você consegue travar um diálogo mudo com o universo, todo seu ser entra em comunhão com as existências que te cercam e você se adentra numa dimensão inexplicável para a maioria das pessoas do seu convívio. Não tem palavras que possam traduzir essa dimensão mística de uma existência que ultrapassa tempo e espaço.
E você se vê entre passado e futuro numa fração de segundos sentindo todas as emoções que estão ali, ao alcance do coração.
Você se absorve em lágrimas nunca roladas na face.
Em palavras de amor nunca ditas ao ouvido.
Você só absorve, e chora, porque você é pequeno demais para reter tanto amor não correspondido, tanta frustração não curada, tanta mágoa não perdoada, tanta vida não protegida....
Então, você só chora. Porque ninguém te compreenderia se dissesse.
Então você só chora, até que passe esse momento de sensibilidade absurda e você volte à sua realidade e percebe que nada mudou do lado de fora, mas, por dentro, você se acalma dessa tempestade mística que se chama vida.
Prosa de um Escritor: Comentários e Desabafos…
Sou um apaixonado pela leitura, pela boa arte, principalmente a brasileira, seja a interpretada em palcos, seja pintada em quadros e/ou couro, esculpida em madeiras ou em pedras, mas, especialmente pela música: se for MPB ou uma moda de viola, melhor ainda!
Mas, confesso: me dei conta de que não sou um artista de sorte apinhada!
Sou homem caseiro, de meia idade, não gosto de viajar distâncias demasiadas longas, também, nem curtas: não gosto de idas a lugares que sei que corro o risco de nada de prestante venha me somar, se há um incomodo que jamais me importei, são os que me trazem meus familiares ou uns poucos amigos.
Meus pares, em especial, não me apetecem quando se acham incumbidos de me darem palpites e conselhos, e é o que mais me pedem e, geralmente, independentemente do assunto, na grande maioria das vezes, me esquivo e assumo: não, me agrada opinar quanto a temas que são de fórum íntimo, seja para quem quer que seja!
E, quem bem me conhece sabe disso!
Admiro-me com o fato de não raro, receber em minha casa uma ou outra visita para dizer-me sobre quais temas devo ou não escrever ou simplesmente para tecer uma ou crítica, tomando meu tempo e perdendo o dele: muitos chegam a me encomendar uma poesia, prosa, uma mensagem para um seu amor ou ente querido, muitas vezes, gravemente enfermo, como se palavras o fossem dar a cura!
Na verdade, me incomoda perder meu tempo em receber pessoas que se creem músicos e vem em meu descanso me apresentar suas composições musicais e, na maioria das vezes, pra meu desespero, geralmente um Funk, e outros, de diversificados, estilos, mas, considero que, ou bem ou mal, são temas que fazem parte de nossa cultura, mas, no íntimo, muitos compositores e escritores podem ser considerados “doídos”, criando melodias e textos sem sentido, que nada conta ou nos soma em valia.
A expectativa é, num repente, receber à mão, digamos, um “enunciado” contendo uma nova ideia, uma escrita, mesmo sem rima, mas que seja prestante, o que seria uma surpresa, com passagens, que até sejam metafóricas, porém, que tenha excelência, ou pelo menos, seja uma construção literária ou musical que faça sentido, que tenha a capacidade de ter, em sua essência, uma mensagem, ou uma visão estética e instrutiva do tema abordado nos versos ou no desenrolar da prosa.
Como dizem os grandes pensadores: “A inteligência nos livrou da memória”, e isso se deu graças ao advento da criação do “ São Google”, e, voltando aos que me trazem o que produzem, a partir da sua capacidade de criar, para que eu os avalie, penso: “Vamos lá, pois, a princípio, só existem duas formas de se avaliar uma obra, a partir de sua criação: “as fatais e as não fatais à cultura”! As fatais são aquelas que, no excesso de erros gramaticais e que não “iluminam” o leitor, não tem a capacidade de “prender” a atenção e acho isso muito triste, dá a impressão de que os escritos ambicionam assassinar a língua mais bela e sonora do mundo: a língua portuguesa!
Tenho comigo que muitos escritores estão nivelando o bom gosto da boa leitura e a capacidade de criar obras pouco ou nada interessantes, com gosto nenhum e isso tende a colocar a literatura brasileira num patamar que não merece estar!
"Melhor do que ter um problema que já existe soluções é buscar soluções para resolver um problema, sinto-me mais útil".
Esforço em vão
Tentei,tentei e tentei...
Não adiantou nada,
Um pequeno detalhe arruinou tudo!
Meu corpo é uma prisão,
A comida é minha inimiga,
O que eu faço então?
Tenho raiva de ser assim,
Gordo e horrível.
Eu só queria ter um corpo perfeito,
Mas acho q isso nunca vai ser feito.
Minha alma é magra e
Meu corpo é gordo e feio.
A esperança nunca veio.
Todos são magros,
Todos são lindos...
Já eu,sou uma maldição.
Corpo,por qual motivo me amaldiçoa?
Por qual motivo me faz sofrer?
Eu só queria entender.
-gabriel/emili
É importantíssimo sofrer agora
É importante você chorar por agora,sofrer e dedicar um tempo para sí. É ai que se passa diversas vezes as cenas de nossos erros, do que poderíamos ter feito diferente. Esse momento que precisa-se de uma virada de página, que o famoso "seguir em frente" cada vez mais parecia ser apenas uma meta distante. Mesmo sabendo o que precisava, não é que se eu pudesse voltar atrás eu faria diferente, o que foi , simplesmente foi . Preciso desta dor , por mais agonizante , por mais que seja aleatório eu apenas deito e choro sentindo pena de mim, de que eu não mereço mais ninguém .
É neste momento que precisamos ser outra coisa , começando por coisas pequenas, só ter a base de seus erros, do porque que aconteceu aquilo e como se cuidar diante disso. Eu quero me cuidar, achava que com uma pessoa cuidando de mim e ter o sentimento de cuidar , considerava o que eu mais queria , o que mais precisava . E quando finalmente consegui , cometi erros que eu não consigo me perdoar .
Nossos erros não precisam nos definir, mas, definem a nossa responsabilidade com eles ...
A humanidade pode me abandonar,mais há um Deus maior que estará sempre presente ao meu lado dando-me tudo aquilo que a humanidade não tem capacidade de dar.
Sobre Chuva:
Gosto dos dias chuvosos, quando as nuvens se entrelaçam e se fundem em um único manto, formando um véu acinzentado e melancólico, que logo desaba em um pranto incontido. Em dias assim, visto minha roupa de corrida e saio para desbravar as ruas, enquanto as minúsculas gotas de água acariciam minha pele e purificam cada cicatriz de minha alma. Aprecio a chuva porque ela é autêntica, porque infunde vida, mesmo quando parece que o céu está em desolação. Amo a chuva, pois nela posso ocultar minhas lágrimas, misturando-as com sua água.
Por mais que me encontre em um estado de desânimo, sempre fui amparado quando chegou a minha vez de ajudar. No entanto, falhei ao retribuir a gentileza e acabei sendo rude com alguém que se importava comigo, causando-lhe sofrimento. Apesar da minha postura rígida, ainda consigo nutrir sentimentos de amor. Luto incessantemente contra os meus problemas, mas eles sempre retornam para me assombrar. Não compreendo o que há de errado comigo. Apenas desejo encontrar a felicidade e escapar do sofrimento. Queria ser desprovido de toda humanidade, pois a vida é repleta de dor e desgraça. Por que os seres humanos sofrem tanto? Estou exausto, cansado de tudo isso. Escrevo para tentar escapar dos meus problemas, mas nem mesmo isso consigo alcançar.
Hoje acordei e, por um instante, me peguei pensando: "Já estamos quase em 2025, e, de algum jeito, ainda estou aqui." Engraçado, não? Essa frase, apesar do risadas que pode arrancar, carrega um peso de reflexão. Eu poderia ter me matado em qualquer momento. Não havia ninguém para me impedir. E, mesmo assim, sigo respirando, carregando esse fardo de uma vida que, para ser honesto, parece fracassada. Uma existência que, ao invés de trazer crescimento, só amplifica a dor. Uma vida onde o único consolo que resta é a observação amarga de uma humanidade perdida, que insiste em errar.
A raça humana… ah, quão tragicamente previsível ela é. Feita para falhar, repetidamente, em cada tentativa de acertar. Um ciclo sem fim de erros, como se cada passo adiante viesse sempre com dois para trás. Somos uma coleção de pecados ambulantes, uma massa de erros ambulantes, sempre em busca de redenção, mas incapazes de alcançá-la. É curioso como, mesmo sabendo da nossa própria miséria, continuamos a nos arrastar por essa existência medíocre, tentando, falhando, repetindo. Uma espécie programada para errar.
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