Desabafo de um bom Marido

Cerca de 464316 frases e pensamentos: Desabafo de um bom Marido

⁠Sempre sonhei com um mundo sem fronteiras, sem passaportes, um mundo sem donos, um mundo que seja de todos, um mundo do mundo.
Benê

Inserida por BeneditoMorais

⁠Deus criou um único mundo, mas foi o homem quem o dividiu.
Benê

Inserida por BeneditoMorais

⁠Um lugar comandado por uma pequena elite de "coronéis" (donos do lugar) está condenado ao subdesenvolvimento.
Benê

Inserida por BeneditoMorais

⁠Combater a fome e a miséria enquanto se recebe um gordo salário pago pelo povo miserável é, no mínimo, contraditório.
Benê

Inserida por BeneditoMorais

⁠Com a proibição do celular em sala de aula, o aluno descobriu, para sua surpresa, que havia um professor presente.
Benê

Inserida por BeneditoMorais

⁠Mesmo antes do Instagram, seu Expedito era um grande influencer: bastava um olhar, zero aula perdida!
Benê

Inserida por BeneditoMorais

⁠A prefeitura de São Paulo diz que importou o Galo da Madrugada de Recife, mas só ofereceu um galeto aos foliões. O galo original ficou por lá. Ah! Ah!
Benê

Inserida por BeneditoMorais

⁠A mulher é um sopro divino, fonte de amor e vida, capaz de deixar o homem completamente embasbacado.
8 de março: Dia Internacional da Mulher.
Benê

Inserida por BeneditoMorais

⁠Quem leu pelo menos uma página de um livro nos últimos dois anos, levante o dedo. Não vale mentir! Ah, ah, ah,
Benê

Inserida por BeneditoMorais

⁠O vândalo é um antissocial covarde e oportunista que só age às escondidas.
Benê

Inserida por BeneditoMorais

⁠Jesus foi crucificado por um poder político e religioso corrupto, representado por figuras como Caifás e Pôncio Pilatos.
Achei no Google

Inserida por BeneditoMorais

⁠Se você não entender um pouquinho de Etimologia vai ficar difícil entender o que é Etiologia de qualquer coisa.

Inserida por WydrameiadeLomaina

⁠O dinheiro é um ótimo empregado, mas um péssimo patrão. Para evitar que o dinheiro domine a pessoa, é importante dar nome ao dinheiro antes mesmo de ele cair na conta ou nas mãos. Um exemplo é nomear um fundo de reserva com o nome daquilo que se deseja executar. Quando o fundo for suficiente, vá e execute, sem hesitação, seja comprar um veículo, um imóvel, fazer uma viagem, etc.
A pessoa deve poupar o dinheiro até ser suficiente para conquistar aquilo que almeja, mas quando for suficiente, compre. Não sinta dó de gastar, não se arrependa, senão você se tornará escravo do dinheiro. Após a primeira conquista, crie outro objetivo, nomeie-o, trabalhe, poupe e compre, sem dó, sem arrependimento. Deixe que o dinheiro te sirva, faça-o trabalhar para satisfazer seus desejos, afinal, você é o dono, você é o patrão.
Não seja escravo do dinheiro, não viva na escassez, almejando acumular e vivendo uma vida medíocre, porque uma hora a morte vem, e você viveu uma vida de privação, com medo de gastar, e no final morreu com muito dinheiro, mas pobre. E quem vai desfrutar, muitas vezes, é alguém que talvez você nem gostava.

Inserida por Pedro_Marcos07

⁠Mesmo um software concebido para ser eternamente 'incompleto', irá, de forma paradoxal, atingir um estado de 'completude' dentro dessa perspectiva. Portanto, a integração contínua se aplica mesmo em contextos cuja intenção primordial é a perpetuação da incompletude.

Inserida por kluser

⁠Estou em um relacionamento aberto com minhas convicções

Inserida por kluser

Há uma lua no céu, tão alegremente solitária, que insiste em conquistar um planeta que, de sua, também feliz, solidão não se separa.

Lua e planeta! Satélite e planeta! Cada um com seu brilho próprio; cada um em seu espaço. Ambos são únicos. Cada um tem seu valor. Contudo, com tanta alegria de solidão, há uma beleza exclusiva que eles só encontram porque, de certa forma, aparecem juntos, fazendo o que os "matemáticos do coração" dizem ser o verdadeiro 1 + 1 = 1.

Assim são os casais que se amam de verdade: um não pode ser a metade do outro nem ter seu espaço invadido pelo outro. Mas o respeito e a tolerância que ambos se dão não tira o brilho que o casal só encontrará se estiver realmente junto.

Inserida por NaraMinervino

Mãe, quando eu comecei a escrever esta carta, usei a pena do carinho, molhada na tinta rubra do coração ferido pela saudade.

As notícias, arrumadas como perólas em um fio precioso, começaram a saltar de lugar, atropelando o ritmo das minhas lembranças.

Vi-me criança orientada pela sua paciência. As suas mãos seguras, que me ajudaram a caminhar.

E todas as recordações, como um caleidoscópio mental, umedeceram com as lágrimas que verteram dos meus olhos tristes.

Assumiu forma, no pensamento voador, a irmã que implicava comigo.

Quantas teimas com ela. Pelo mesmo brinquedo, pelo lugar na balança, por quem entraria primeiro na piscina.

Parece-me ouvir o riso dela, infantil, estridente. E você, lecionando calma, tolerância.

Na hora do lanche, para a lição da honestidade, você dava a faca ora a um, ora a outro, para repartir o pão e o bolo.

Quantas vezes seu olhar me alcançou, dizendo-me, sem palavras, da fatia em excesso para mim escolhida.

As lições da escola, feitas sob sua supervisão, as idas ao cinema, a pipoca, o refrigerante.

Quantas lembranças, mãe querida!

Dos dias da adolescência, do desejar alçar vôos de liberdade antes de ter asas emplumadas.

Dos dias da juventude que idealizavam anseios muito além do que você, lutadora solitária poderia me oferecer.

Lágrimas de frustração que você enxugou. Lágrimas de dor, de mágoa que você limpou, alisando-me as faces.

Quantas vezes ouço sua voz repetindo, uma vez mais: “tudo tem seu tempo, sua hora! Aguarde! Treine paciência!”

E de outras vezes: “cada dia é oportunidade diferente. Tudo que você tem é dádiva de Deus, que não deve desprezar.

A migalha que você despreza pode ser riqueza em prato alheio. O dia que você perde na ociosidade é tesouro jogado fora, que não retorna.”

Lições e lições.

A casa formosa, entre os tamarindeiros assomou na minha emoção.

Voltei aos caminhos percorridos para invadi-la novamente, como se eu fosse alguém expulso do paraíso, retornando de repente.

Mãe, chegou um momento em que a carta me penetrou de tal forma, que eu já não sabia se a escrevera.

E porque ela falava no meu coração dorido, voei, vencendo a distância.

E vim, eu mesmo, a fim de que você veja e ouça as notícias vibrando em mim.

Mãe, aqui estou. Eu sou a carta viva que ia escrever e remeter a você.

Entre as quadras da vida e as atividades que o mundo o envolve, reserve um tempo para essa especial criatura chamada mãe.

Não a esqueça. Escreva, telefone, mande uma flor, um mimo.

Pense quantas vezes, em sua vida, ela o surpreendeu dessa forma.

E não deixe de abraçá-la, acarinhá-la, confortar-lhe o coração.

Você, com certeza, será sempre para ela, o melhor e mais caro presente.

Hoje sinto a dor da distância... da distância criada após sua morte e, como diz Caetano Veloso e com a minha adaptação: " Agora que faço eu da vida sem você ??? Você que só me ensionou a te querer e agora eu estou sentindo a dor de te perder !!!

Um autor é um tonto que, não contente em aborrecer aqueles com os quais vive, insiste em aborrecer as gerações futuras...

Pior que estar doente, é ter um mau médico.