Desabafo de um bom Marido

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Escutei o eco do meu
clamor por liberdade,
um canto suramericano,
muito além do oceano.

Canção do interior
que não passa
e jamais passará,
da dor do General
quer saber quando
alguém cuidará.

Epopéia é o nome que
deveria se dar
ao adjetivo de quem
suporta preso e quieto.

Inocência conhecida
vítima de uma dor
que também me dói,
a verdade ninguém corrói.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Sou aquela que não quis ver:

o teu olhar como um oceano,

Louco para me [ter]

morando no teu castelo,

Cortejando o mais profano.



Ninguém pode me tirar o direito

de te amar em [silêncio],

Ninguém pode nos roubar de nós:

a jura, a ternura e o compromisso.

Entraste na minha vida como magia,

pleno com este doce [feitiço...



Sou a ilustre cidadã que vaga

[nua] no teu mundo:

- A aventura impensada,

o teu esquecer das horas,

e a tua Lua na madrugada.



Ninguém pode contra nós,

juntos somos imbatíveis!

Ninguém nos [conhece],

os nossos olhares se reconhecem,

Falamos de amor olhos nos olhos.



Sou a alma insubordinada,

que apeou no teu [forte],

E tocou no teu coração.

O teu querer virou atordoado,

o teu impulso será multiplicado!



Ninguém pode me tirar de você,

e nem mesmo o [tempo;

Ninguém pode me tirar você

de dentro de mim.

Brindamos com [convencimento]

a certeza do amor ter nos encontrado.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Ser livre para mim é um imperativo:

Do amor sou como um eterno fugitivo

Como um animal ferido no cativeiro

Que um dia se viu apreendido,

E agora já não sabe mais [voltar.



Não que eu não saiba amar:

- Provei o sabor da rua

Com o amor próprio canto pro Sol

E escrevo para a Lua;

Vivo a vida para [reverenciar].



Ser livre para mim é um jogo:

- Blefarei para ganhar a partida

Se receber amor, terei coragem;

E como fera selvagem

Vou me queimar no teu [fogo.



Não que eu não queira amar:

- Amar para mim é navegar!

Das letras eu sou maruja,

Da serra tenho a altura

Cresci poesia do [mar].



Porque inspirada na vida,

E na impoluta crença:

De que só vale perder

- a liberdade -

Só se for pela [verdade]

Da tal história que surpreenda,

E que faça tudo ter valido a [pena].

Inserida por anna_flavia_schmitt

No sinal do nosso desencontro

não diminuiu a vontade de ter,

No final um dia eu te conto,

que nunca passou a vontade

De ter imensamente [você].



No final da minha noite

não tenho como não 'dizer':

- Transbordo a leveza de ser

e a indizível crença de te ter.



Da mais enternecida cadena,

sou a rebelde prisioneira,

Só você tem a chave dela;

que desperta a [obediência

De revelar a doce cadência.



No sinal que me trazes,

ele me deslumbra toda...,

A vontade de ter você

é incrível e não é pouca,

Tu me deixas [louca]....



Tu me punes e me abres,

eis o nosso paraíso!...

Tu me corriges,

eis o nosso feitiço!...



Tu me beijas e me levas,

eis o nosso rebuliço!....

Tu me dobras,

E eu não me nego;

Por você perco o juízo.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Sem fazer nenhum ruído
Um corpo foi despido
Diante do espelho,
Para arrancar um suspiro
De desejo lascivo,
Há de ser um belo bailado
No território [conquistado;
Será um pecado bem cometido.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Há um peito aberto
para ser usufruído.



...






Para cada pedaço teu
que eu ainda hei de ter,
Quero experimentar-te
- saborosamente -
E, escrever um verso
e revelar um segredo
- íntimo -
Que também será teu.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Assim como quem nunca foi jabuti não imagina o peso que tem um casco,
quem nunca foi “autista leve” também não imagina o quanto isso pode ser pesado.

Olhando de fora,
como saber se uma caixa é leve?

Inserida por audreybueno

⁠Quando a Educação deixa de ser um direito e se torna uma obrigação,
o sistema educacional se torna um sistema penal.

Inserida por audreybueno

⁠Se distinguir o sistema educacional do sistema penal estiver difícil, temos um sério problema.

Inserida por audreybueno

A maternidade não é um projeto privado. É sempre, infinita e exaustivamente, pública.

Orna Donath
Mães arrependidas: uma outra visão da maternidade. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2017.
...Mais
Inserida por audreybueno

⁠Uma mulher, depois de ter um filho, renuncia a muitas coisas às quais um homem não renuncia.

Orna Donath
Mães arrependidas: uma outra visão da maternidade. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2017.
...Mais
Inserida por audreybueno

⁠Sentir-se exaurido o tempo todo não é um sintoma de vampirismo energético? Ou da maternidade? Ou de ambos?

Inserida por audreybueno

O Ministério Público é uma instituição do Estado e não um órgão de governo.

Inserida por Celso970131

⁠A vida humana pode ser comparada com um rio, em que suas águas vêm e passam, podendo o seu curso até ser retardado, mas não contido.

Inserida por Celso970131

A vida humana assemelha-se a um rio: suas águas seguem inevitavelmente, contornando obstáculos, fluindo com o tempo. Seu curso pode ser retardado por barragens ou pedras no caminho, mas jamais será contido por completo, porque viver é seguir adiante.⁠

Inserida por Celso970131

A parábola do velho caminhão

Conta-se que, em uma comunidade distante e resiliente, havia um velho caminhão incumbido de uma missão essencial: transportar seus habitantes por estradas sinuosas, ladeiras íngremes e longos trechos esburacados. Naquele lugar onde a vida parecia sempre exigir mais do que tinha a oferecer, o veículo representava a bandeira do dever, o emblema da proteção coletiva e a esperança silenciosa de que ninguém ficaria para trás.

O tempo, porém, atuou como juiz severo. As engrenagens já não obedeciam com a precisão de antes. O motor tossia e arfava como um peito fatigado. A lataria, corroída, gemia sob o peso de cada novo desafio. O caminhão, outrora instrumento de serviço e força, converteu-se em massa pesada, lenta e esgotada, tornou-se um centro de desgaste que exauria não apenas a si mesmo, mas todos ao seu redor.

Instalou-se, então, uma inversão cruel de papéis. Nas subidas, os passageiros precisavam descer para empurrar o veículo com todas as forças que lhes restavam. Nas descidas, amarravam cordas e uniam braços firmes para impedir que o caminhão, descontrolado, despencasse no abismo.

Assim, a comunidade que deveria ser conduzida passou a se ocupar de impedir a queda do próprio transportador. O meio transformou-se em obstáculo, a ferramenta, em problema e aquilo que um dia simbolizara esperança converteu-se em um fardo pesado.

Com o tempo, o esgotamento tornou-se inevitável. Até que, em certo dia, um passageiro já exaurido de empurrar nas horas difíceis e conter nas horas perigosas ergueu a voz, bradando: somos nós que deveríamos estar sendo levados por este caminhão, mas somos nós que o carregamos. Digam-me, para que serve um veículo que falha em cumprir a sua mais básica função?”

Inserida por Celso970131

⁠A vida humana é como um campo minado, a certeza de algo pode ser a sua própria destruição.

Inserida por LucasEfraimJaques

⁠Quem é, sempre vai ser. Quem não é, um dia poderá ser, quem pensa em ser, um dia será, caso contrário, morrerá.

Inserida por LucasEfraimJaques

⁠Se orar e rezar adiantasse alguma coisa.Se fosse realmente prático, nosso planeta seria um lar melhor com pessoas melhores. No entanto, orar e rezar é benéfico para acalentar a mente. Mesmo sendo um efeito placebo.

Inserida por RubensViannaFilho

⁠" Viva a vida com um pouco de tempero "

Inserida por RubensViannaFilho