Der Certo
Dê-me uma mordida de fome sentimental, desatine com certo afeto e sem justificativa, diga-me palavras que me tragam total positividade;
O cântico do amor-sincero, faz de conta que ainda dá certo!
No querer de beijar a lua, as inspirações abraçam a rua
Não padeço na brisa do outono
Espero o seu regaço, o coração me faço dono
Sobre o mar... Ouvi a sereia cantar
Loucuras de amor no qual, me fazem apaixonar
Sejas assim como quiseres
Amor-sincero é que sempre espero;
Uma das coisas que aprendi
É acreditar nas causas de um coração sincero
Não sei se é o certo, mas só sei que é o que realmente quero
E por direito do meu coração... O que eu desejo ainda não tem nome
Vai além do que eu tenho em mãos;
A moralidade torna o homem um devasso e alimenta o julgamento de quem e certo ou quem é errado.
Contribuindo para uma sociedade razoável!
Tornando o homem incapaz ao seu cárcere privado;
Eu me sinto como uma frase interminável
Um coletivo no singular
Ou um certo com positivismo de uma forma inaceitável
Sinto-me o profundo no raso
Ou o infinito alcançado
No início acabado
Na verdade, me sinto como um todo seu
Por que se eu não me sentisse
De certo não seria eu!
Pensamentos II
Como está certo se as escolhas está correta ou não?
Será que é uma decisão assertiva que conteste o sentido da razão?
Ou coisas intangíveis que evapora em pensamentos e negligência a palma da mão?
Mesmo que o destino não se cale, não deixará legado aos que ficarão;
Mas é que o meu tactear precisa afirmar a minha aptidão
Para não ficar em imquietação na escolha errada e fazer sofrer o coração...
Eu creio na ternura que encanta com certa ponderação
Isso é algum sinal de que estou apaixonado, ou será um erro em um caminho de ilusão?
Não tenha medo de machucar as pessoas, estando no caminho certo. Tenha medo de agrada-las, estando no caminho errado.
Eu não sei porque pra mim parece ser tão fácil querer fazer dar certo, mas para as outras pessoas não. Pra mim é tão fácil enxergar o caminho do aprendizado, mas as outras pessoas só enxergam dificuldades e fim da linha.
Sobre a cadeira de vime,
Suavemente o xale russo,
Repousa certo e sublime,
Tal como um sono profundo.
Sobre o segredo de vidro,
Secretamente tu partiste,
Carinhosa tu deixaste-me,
Sonhando o teu regresso,
E cada pedaço tu repartiste.
Sobre a cadeira de vime,
Fortemente a saudade,
Bate forte e senta o peito,
Com a força da cavalaria
Reclama a tua falta - nostalgia.
O obscurantismo
do olhar daqueles
que creem no amor
clandestino como
caminho certo:
comigo não irão
obter sucesso,...
nada me distrai
para deixar
de escrever
para o amor
que virá
anunciado;
confio neste pacto
que há de
ser apaixonado,...
esse romance
que um dia virá
palmilhando
os prateados
paralelepípedos
da minha rua,
e se orgulhará
de cada verso
escrito por
esta pluma.
