Depois que Perdemos Damos Valor
Damos comida, banho, roupa e carinho, mas esquecemos de oferecer o pão que realmente sacia: a presença de Deus.
Não basta alimentar o corpo e educar a mente, é preciso também nutrir o espírito dos nossos filhos.
trecho do livro "Lá em casa"
As vezes queremos que as pessoas nos ame mais sem ao menos damos e demonstramos todo o nosso amor com os próximos
Ser humano vem do berço
Vamos repensar nossos valores e mensurar a glória que damos aos sem honra. Aqueles que não prezam a vida alheia estão negando o próprio direito a vida. Sou a favor de punições principalmente aqueles que atentam contra vida. Dizem que chinelo não educa, pelo visto, escola e prisões também não. Hoje, nossa sociedade culpa a falta de educação ou iniciativas de ressocialização, mas não pensamos nos simples fato de que educação começa em casa, enquanto algumas mãe protegem sua prole de covardes, a sociedade perde os filhos honrosos.
Chega de morte, violência, imprudência.
Quantas pessoas terão que morrer em disputas esportivas onde devíamos confraternizar?
Quantos jovem terão que interromper seus sonhos pela covardia do outro?
Que me desculpem as mães destes criminosos, seja eles quem forem, vocês não são mães, são criminosas também, se criaram um monstro é por que falharam, chorar e culpar a sociedade é fraqueza, afinal se a sociedade tivesse culpa do que seu filho é, nós que sofremos com eles teríamos que ser um deles.
Agradeço a mãe que tenho, pois mesmo na labuta, me educou e me repreendeu, jamais passou a mão na minha cabeça quando errei, ele me ensinou a corrigir o que fiz, minha mãe não teve ajuda do governo e nem é rica, mas me ensinou valores que jamais irei esquecer ou poder pagar!!!
Todo mundo comete erros e para esses errantes, nós otimistas por mudanças, damos novas chances. Porém, os indivíduos insistem nas mesmas falhas. Por mais que se ame alguém, temos um limite, uma cota de paciência e esperança que são desgastadas ao decorrer das atitudes ou a falta delas. Se eu desaparecer da sua vida e ignorar a sua existência no planeta Terra, já saberá que atingiu a sua.
O universo existe sem precisar ter significado para ninguém. “Deus” é só um nome que damos à nossa necessidade de sentir que há um pai cuidando de tudo — uma ilusão confortadora alimentada por mitos, lendas e superstições.
Na origem dimensiona damos conta da adversidade dentro da estagnação do espaço o espírito é livre.
A resposta para uma pergunta se torna uma questão.
Quando mais há mais uma resposta temos um choque de realidade.
Mesmo na privação de luz e som, a matéria escura em plano superior ou inferior na presença visual devemos ter olhar profundo e crítico.
Para que seja iluminado o caminho que guie.
O carinho que damos e recebemos constrói pontes de cura, mesmo quando nem percebemos o impacto.
Curar é um ato silencioso; não precisa de aplausos, só de intenção e verdade no coração.
—Purificação
Coragem não é ausência de medo. É o passo que damos mesmo tremendo. É confiar que Deus cuida do resto, que cada tentativa é um ato de fé, e que as cicatrizes só aparecem em quem teve coragem de se mover.
Somos o que Damos e o que Recebemos
A psicologia nos ensina que o ser humano é resultado das interações que vive.
Somos o que recebemos, o que damos e o que cultivamos. Cada palavra, gesto e emoção trocada com o mundo constrói, aos poucos, quem somos por dentro. Quando dizemos “bom dia”, “boa tarde”, “boa noite”, quando oferecemos um abraço, um sorriso ou um “eu te amo”, estamos alimentando não só o outro, mas também nosso próprio cérebro, que reconhece esses atos como sinais de conexão, segurança e amor.
Mas, quando deixamos de fazer isso, algo silencioso acontece: o cérebro entende que não é mais necessário expressar afeto.
E, com o tempo, o costume se apaga. A sensibilidade adormece.
A emoção se distancia.
É o que a psicologia chama de extinção comportamental com dessensibilização afetiva — um processo em que, ao deixarmos de praticar gestos e palavras positivas, o cérebro desativa circuitos ligados à empatia e ao carinho. Assim, sem perceber, deixamos de sentir com a mesma profundidade e passamos a reagir com frieza.
A Bíblia fala exatamente sobre isso. Em Mateus 24:12, está escrito: “E por se multiplicar a iniquidade, o amor de muitos esfriará.”
Esse “esfriar” é o mesmo que a ciência hoje descreve como perda da sensibilidade emocional. Em Provérbios 4:23, Deus aconselha: “Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração, porque dele procedem as fontes da vida.”
Guardar o coração é manter viva a capacidade de sentir.
E Gálatas 6:9 nos lembra: “Não nos cansemos de fazer o bem, porque a seu tempo ceifaremos, se não desfalecermos.”
Ou seja, o amor só permanece aceso quando é praticado, mesmo quando não há resposta imediata.
Outras tradições espirituais também reconhecem isso.
O budismo ensina que toda energia precisa circular. Quando paramos de demonstrar amor e compaixão, nosso prana — a energia vital — se enfraquece, e a alma se desconecta da vida.
O espiritismo explica que o amor é o combustível da evolução.
Quando deixamos de exercê-lo, endurecemos moralmente e retardamos nosso crescimento espiritual.
Na filosofia humanista, pensadores como Carl Rogers e Viktor Frankl afirmam que o ser humano encontra sentido nas relações e na empatia; perder a capacidade de amar é perder o próprio propósito de existir.
Mesmo a neurociência espiritual confirma: atos de bondade, gratidão e afeto ativam áreas do cérebro associadas à felicidade e reduzem o estresse. Quando não praticamos essas ações, as conexões neuronais responsáveis por sentimentos positivos enfraquecem, e o cérebro “aprende” a viver no modo neutro — um estado de sobrevivência sem brilho.
O coração humano funciona como um jardim: se deixamos de regar, as flores murcham.
As palavras gentis, os gestos de amor e a presença sincera são a água que mantém vivas as raízes da alma.
Quando nos afastamos de quem nos inspira, de quem incentiva nossa essência, começamos a nos perder.
E se a distância e o silêncio persistem, chega um ponto em que nem nos reconhecemos mais — porque tudo o que deixamos de praticar morre em nós.
Por isso, é essencial nutrir o bem, mesmo quando o mundo parece frio.
Dizer “bom dia”, “eu te amo”, “estou com você”.
Pequenos gestos que mantêm a alma viva e ensinam o cérebro a continuar acreditando na beleza de sentir.
Somos um conjunto de interações — biológicas, emocionais e espirituais — e cada escolha reforça a direção da nossa evolução.
Guarde o coração.
Cuide da mente.
Cerque-se de pessoas que despertem o seu melhor.
Porque o amor, quando deixado de lado, não morre de repente — ele adormece aos poucos, até que só a fé e o esforço consciente podem despertá-lo novamente.
Tudo o que deixamos de praticar, se perde em nós.
Mas tudo o que cultivamos com amor, floresce eternamente.
Quando aprenderemos a não esperar receber o que damos, pois cada um só pode dar o que tem e nem sempre é agradável.
Damos bom dia todos os dias, mas as vezes esquecemos de pequenos de talhes no dia a dia, já parou a para se analizar?
Todos os dias um dia lindo amanhece
dentro de nós, que damos o nome de esperança...
Que ela, junto da nossa fé,
seja sempre o motivo da nossa perseverança.
"Cada passo que damos é uma oportunidade de aprender, transformar e inspirar. O caminho não é sobre chegar primeiro, mas sobre descobrir beleza em cada horizonte que se abre diante de nós."
Roberto Ikeda
"No Reino de Deus a intenção e a ação devem estar sincronizadas. Se isso não ocorrer damos ao fenômeno o nome de HIPOCRISIA."
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