Depois
Nós só temos o direito de esperar pelo impossível depois de termos feito tudo o que nos foi possível.
Estou me arrastando de volta para você
Pensou em ligar depois de beber algumas?
Porque eu sempre penso
Talvez eu esteja muito ocupado sendo seu
Para me apaixonar por outra pessoa.
Terminais temporários são só simples terminais, e depois disso sempre vem um recomeço, e cada recomeço é a construção pro fim antevisto. Não existem sentimentos nem razões temporárias. Ou sente, ou não sente. Ou é, ou não é. Ou acaba, ou não acaba.
Depois que você se foi, tudo mudou, meu sorriso se transformou em lágrima, meus dias se tornaram iguais, cheios de tristeza e saudade, de uma pessoa que um dia me fez feliz.
Não gosto de "disse me disse", não viro a cara por fofoca, primeiro pergunto, depois dou o veredicto. Queria que as pessoas fossem assim comigo também
Nunca fui tão feliz, depois que descobri que o amor é mais o que aquilo que imaginava, sofrer? Não! Isso é para os que não sabem amar de verdade!
Depois de tanto fazer tempestade estou branda novamente. É uma nostalgia maluca, que hora me deixa calma a pensar, e outrora desesperada a gritar socorro para quem tiver coragem de se aproximar. Hoje eu escolho o que é certo ao invés do que é fácil, hoje eu digo não pra tudo que não for de coração.
Um dia estive triste...pensei até que tu não me ouvias... depois de um tempo percebi que não era tristeza, era pura melancolia... buscava em ti a perfeição que outrora outro me diria, ser por ti negação... ser por mim, pura fugitiva...
Tento... até posso continuar tentando negar o meu amor por ti...seria em vão... porque te amo e isso é fato! Visto, Confirmado...
E eu estou de pé. Depois de uma virada em minha vida quem sabe, depois de uma chuva forte que caiu durante uns dois ou três anos. Aprendizados que agora caem em minhas mãos, como se fossem os pingos que ficaram no telhado, arrependimentos que batem em minha porta pedindo pra que eu os enxugue, vozes que me dizem uma mesma coisa o tempo todo como uma goteira caindo e fazendo o mesmo som. Coisas momentâneas. Coisas que vão passar quando eu ver o sol nascer amanhã. Minha previsão do tempo particular me diz que ainda vão vir algumas chuvas de verão, daquelas que logo passam... Mas nada que possa derrubar o abrigo que eu fiz essa noite. Um abrigo com o telhado e as portas de amor próprio, com janelas que são à prova de barulhos que possam me fazer querer sair lá fora, e com paredes que não deixam se quer o cheiro da chuva entrar. Mas sempre existe aquela frestinha como dizem, e se algum vestígio dessa chuva entrar... E não conseguir me conter com a vontade de sair lá fora, peço que me segurem. Não quero me molhar, eu sei que não vale a pena, não por essa chuva!
Dizer o que depois do que foi dito? Argumentar o que? Eu não amei aquele cara, eu tenho certeza disso! Não era amor. Então era o que? Eu estava feliz, estava tranquila, estava bem sintonizada, e levei uma porrada. Ah, sensação horrível... Não era amor. Não, não era amor, era... era uma sorte, uma travessura... uma sacanagem. Eram dois celulares desligados. Não, não era amor, não. Era inverno, era sem medo. Não era amor. Era melhor.
Que a felicidade, ainda que breve, possa ser bem desfrutada. E que as perguntas fiquem pra depois e não tenham tanta importância. Que o motivo para se estar feliz tenha o direito de ser banal. Tenha o direito de fazer chorar de rir e quando parar, começar de novo sem qualquer porquê. Que possamos fazer da gentileza uma característica mundial. Que seja nobre ser simples. Que possamos continuar errando e descobrindo como acertar na próxima. Que nossos desejos sejam livres. Que o choro ocupe menos tempo da nossa vida, molhe bem menos os nossos olhos, sufoque bem menos a nossa alma. Que o dia seguinte seja sempre um presente bonitinho embrulhado num papel convidativo. E que aqueles que não conseguem participar destas esperanças, aprendam.
Depois querem chamar homem cafajeste de "cachorro"!
Só que não contaram que os cães são gentis, fiéis, e fazem sempre a maior festa quando te vêem depois de uma tarde afastados. Balançam o rabinho e chegam a esboçar um sorriso muito sincero. Ahhh, por favor, né! Tem muito cachorro mais fofo que muito homem por aí...
Enquanto saia do estádio, depois do GreNal. Vi dois caras caminhando, lado a lado, pacificamente, cada um com a camisa de um time. Pensei nisso por que esta paz me surpreendeu. Seria melhor se não surpreendesse: esta paz deveria ser normal!
Fechou os olhos e pensou: ”foco no que realmente importa”. Depois disso, abriu os olhos e disse: ”mas o que realmente importa?”. Sorriu. Ela sabia a resposta.
As circunstâncias nos definem. Elas nos forçam a ir por uma estrada ou por outra, e depois nos punem por isso.
