Depoimentos sobre Lições da Vida

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“A vida acontece na média da natureza real das coisas.”
(Furtado, Brunno)

“A punição para quem tira a vida de uma mãe deveria ser muito mais rigorosa. Não existe dor mais angustiante do que a de uma criança que perde sua mãe. Essa é uma ferida que nunca cicatriza; só de ver, é possível sentir parte desse sofrimento.”

“A verdade deve ser mantida, ainda que seja necessário pagar com a própria vida.”

"Apenas a vida como nós a vivenciamos,

trará conhecimento sobre quem somos,

Se cultivas ódio, serás odiado;

Mas, se planta amor, colherá paz e harmonia."

“Não confunda bondade com obrigação, nem ajuda com fraqueza. Quem passa a vida desmerecendo, provocando e esfregando na cara aquilo que recebeu, um dia pode descobrir da pior forma que ninguém é obrigado a permanecer onde não existe respeito, gratidão ou reconhecimento.”

E a vida?
Uma catarse de pileque e ressaca curados com um abraço de mãe antes de dormir.

Chorar ao ler sobre o amor não é sinal de fraqueza, mas sim a prova da intensidade com que a vida nos toca quando permitimos sentir profundamente. O amor transforma simples momentos em eternidades guardadas na memória, faz do silêncio uma melodia e da ausência uma presença constante. É nesse paradoxo que reside sua beleza e sua dor, uma jornada que ninguém nunca escreveu por completo, porque cada coração escreve sua própria história com lágrimas e sorrisos entrelaçados.

Foi no leito de uma UTI que aprendi o verdadeiro significado de amar a vida. É nessas horas que a gente reflete sobre tudo, descobre a quem realmente deveria dar mais atenção, entende a urgência de dizer 'um eu te amo' pra alguém e passa a dar valor à saúde.

Às vezes a vida parece correr rápido demais, mas, quando eu penso em você, tudo ganha sentido e movimento. Você tem um efeito mágico sobre mim: me deixa completamente encantado e com a certeza de que eu faria qualquer coisa para estar ao seu lado.Quero que você entenda o tamanho da minha paciência. Eu continuaria segurando a sua mão mesmo se o mundo estivesse desabando. Isso não é uma vontade passageira; é uma promessa real. Eu vou te esperar pelo tempo que for necessário, até você entender o que realmente sente e decidir o que quer para a sua vida.Eu iria a qualquer lugar do mundo para me encontrar com você. Viajaria qualquer distância para termos o nosso momento. Se você decidir ficar aqui comigo, estarei pronto para te apoiar até você perceber que, para mim, você é a única pessoa que importa.Pode demorar o quanto quiser, e você pode até levar tudo isso na brincadeira por enquanto, mas saiba que a minha intenção é de verdade. Eu faço o que você quiser para não perder a nossa conexão. Você é o que me move, e eu não pretendo desistir de nós.

A vida é como a nossa casa, às vezes meio bagunçada.

O que torna a vida ainda mais difícil é quando paramos de lutar, tornando-nos incapazes de superar os nossos obstáculos.

A vida é feita de batalhas. Sem lutas, jamais haverá vitórias.

Não se esqueça desses sete pontos para uma vida genuína e verdadeira!
1 - Cuide de Sua Mente. Respeite seus Limites e Confie em Deus;
2 - Trabalhe, mas não se esqueça de Crer e Viver;
3 - Busque Resultados, mas não transforme os resultados em sua identidade;
4 - Planeje, mas permita que a vida também surpreenda;
5 - Aprenda, mas permaneça humilde;
6 - Seja autentico, mesmo quando o mundo tentar molda-lo;
7 - Seja quem você se mostra, mesmo quando ninguém estiver te olhando

AIR ON - o tempo não espera

A - Aprende de uma vez, Airon: o relógio da vida não tem botão de pausa. Ele não espera você se sentir pronto.

I - Enquanto você fica aí, Indeciso, esperando o momento certo, a vida está acontecendo agora, sem replay.

R - Respira fundo e age. Os momentos que você deixa passar por medo, por dúvida, por esperar demais, eles vão embora. E não voltam nunca mais.

O - O lobo que está em você não uiva esperando. Ele avança. Ele sente o tempo e corre com ele, não contra ele.

N - Não deixa para amanhã o que o seu coração grita para fazer hoje, Airon. O amanhã é incerto. O hoje é tudo que você tem.

O luto da “Vida” — 200 dias

Quando nasce uma criança especial, nasce um sentimento. Nasce a culpa, a revolta, nasce um luto. Aquela criança não é a que imaginaram, não é o que sempre sonharam. Mas nenhuma criança é exatamente aquilo que imaginamos ou sonhamos.

E, enquanto se sonha com uma criança que não existe, há uma ali, querendo abraços, querendo um olhar de amor, sorrindo sozinha...

Enquanto cresce, espera ser apreciada pelo que é, e não pelo que deveria ter sido.

Ainda não lhe deram a chance de aparecer, de mostrar para que veio.

E sua cabeça de “pai”, racional demais, não sabe o que pensar. E, baixinho, com medo de ser ouvida, pergunta:

— Para que nasceu? Por que ainda vive?

Enquanto isso, seu coração, acelerado como sempre, já ultrapassou o tempo e sofre calado, por medo de um dia vê-la partir ou de partir primeiro.

Quando alguém deixa ou se vai, não está abandonando aquele bebê, e sim a si mesmo. Está antecipando a própria dor, diminuindo o amor, protegendo-se de algo que acredita ser inevitável.

Mas quem sou eu para falar?

Não tenho filhos assim.

A vida, porém, me deu essa oportunidade.

Por impulsividade, troquei de escola e me tornei professora de dois adolescentes com deficiências múltiplas.

Para mim, era normal.

Eu simplesmente havia mudado de escola e tinha uma variedade de alunos.

Até começarem os comentários.

Comentários de lá, de todos os lugares... Gente dizendo que eu deveria desistir. Outros sofrendo por mim, lamentando a minha “falta de sorte”.

Eu não entendia.

Por que desistir?

Por que aquela seria uma escolha ruim?

Até que, cinco dias depois — no feriado prolongado de Carnaval —, aconteceu.

Era sábado.

De repente, senti o cheirinho de perfume de bebê de um deles.

Não quis acreditar.

Talvez fosse apenas uma lembrança.

Talvez fosse imaginação.

Mas aquele cheiro deixou uma lacuna em algum lugar aqui dentro.

Na terça-feira, senti falta do outro.

Talvez eu ainda estivesse em negação.

Talvez alguma coisa dentro de mim já soubesse, enquanto eu ainda tentava entender.

Era algo que gritava.

Algo intenso demais para passar despercebido.

E, então, pronto.

Não podia mais negar.

Eu estava apaixonada por eles.

E, naquele instante, tudo mudou.

Eu iria cuidar.

Iria protegê-los como pudesse.

Faria o meu melhor.

Quis devolver.

Mas, para esse tipo de coisa, não existe devolução.

Então, tive que usá-los.

Usei os outros 195 dias para brincar, cuidar, ensinar...

200 dias tinham sido muito.

Para que tanto?

Hoje eu sei.

Não precisei de 200 dias para amá-los.

Precisei de apenas cinco para descobrir que já os amava.

Realmente, 200 dias foram, exageradamente, bastante para alguém que não os teria; para alguém que estava apenas de passagem por suas vidas e que passaria o resto da vida sufocando a saudade.

Talvez os 200 dias não tenham sido dados para que eu aprendesse a amá-los.

Talvez tenham sido dados para que eu descobrisse que, depois de amar, não existe devolução.

A vida só te larga se você largar dela.

A vida é sobre aprender viver recomeçar

A vida não é boba, ela é uma professora instruída, formada na academia dos sonhos, com diploma da felicidade, graduada em abraços.

Quero a vida lá em casa, peço que leve com ela a felicidade, vou está no portão.

A Roda Gigante da Vida
(Agendando o amor!)


Não tive tudo o que queria.
Mas tive tudo o que precisava.
Hoje sei que não acordamos simplesmente um dia e decidimos imitar alguém.
Não.


Vamos fazendo isso todos os dias.
Mesmo sem querer.
Mesmo sem perceber.
Vamos nos espelhando no outro, em cada atitude, em cada palavra, em cada escolha, em cada ação.


E, talvez, seja por isso que os nossos pais nunca vão embora completamente.


Eles continuam em nós.
No jeito como amamos.
No jeito como cuidamos.
No jeito como educamos.
Até mesmo nas coisas que fazemos sem perceber.


Naquela semana em que meu pai foi para o outro lado — um outro lado que, na verdade, é bem ali —, aconteceu algo que hoje considero um presente.
Sem saber que o tempo estava acabando, em uma ligação, eu me declarei para ele.
Falei.
Disse tudo aquilo que talvez já soubéssemos, mas que precisava virar palavra.
Precisava ser ouvido.


Falei da distância.
Da saudade.
E disse que, um dia, nada mais iria nos separar.
E, no final daquela semana, foi exatamente o que aconteceu.
Não existia mais distância entre nós.
Logo, não haveria mais ausência.


Ele não era perfeito.
Ninguém é.
Mas, quando se ama, ama-se por inteiro.
Não se ama apenas a parte bonita.
Não se colocam os defeitos para debaixo do tapete.


Ama-se a história completa.
Com acertos.
Com erros.
Com imperfeições.
Com tudo aquilo que faz alguém ser quem é.


E não havia remorso.
Talvez faltasse uma ou outra coisa que eu ainda não tivesse feito.
Não por orgulho.
Por “agendamento”.
Eu havia deixado algumas datas na minha agenda da vida.


Mas a vida não funciona assim.
Não podemos brincar com o destino.
Porque o destino é improvável.
Não podemos esperar que o outro amadureça, que enriqueça, que chegue ao topo de algum lugar qualquer, para então vivermos aquilo que queremos viver.


Porque, no final, nada disso importa.
Às vezes, você quer entregar um castelo de neve.
E o outro só precisa de um boneco de areia.


E, enquanto você espera o momento perfeito, pode estar simplesmente adiando a felicidade.
Agendando o amor.


Deixando para depois um abraço.
Uma palavra.
Um “eu te amo”.
Um encontro.
Uma presença.


E a vida não assina compromissos com a nossa agenda.


Tudo tem um ciclo natural para seguir.
E ele segue.
Mesmo vazio.
Mesmo ferido.
Mesmo quando não estamos preparados.
A vida segue seu curso.
Mesmo quebrada.


É matemática.
É física.
É como uma roda-gigante:
ela pode diminuir a velocidade, mas não pode permanecer parada.


Talvez seja por isso que hoje eu faça tantos brinquedos para os meus filhos.
Talvez eu esteja tentando, sem perceber, devolver ao mundo um pouco do que recebi.
Talvez seja por isso que ainda escrevo.


Para transformar lembranças em palavras.
Para transformar saudade em história.
Para transformar aquilo que vivi em alguma coisa que possa tocar alguém.


Porque, no fim, somos um pouco de tudo aquilo que recebemos.
E também de tudo aquilo que escolhemos oferecer.


Meu pai me deixou muitas coisas.
Algumas cabem nas mãos.
Outras, não.


Deixou lembranças.
Deixou ensinamentos.
Deixou exemplos.
E deixou, principalmente, uma parte dele em mim.


Talvez seja essa a verdadeira herança dos pais:
aquilo que permanece quando eles já não podem mais estar fisicamente ao nosso lado.


A todos os pais.


Principalmente aos que refletem bondade.
Aos que ensinam pelo exemplo.
Aos que constroem castelos, mesmo que sejam de madeira, de areia ou de sonhos.
Aos que plantam árvores sem saber quem um dia descansará à sua sombra.


Aos que amam.
Aos que cuidam.
Aos que deixam raízes.


😍 Feliz Dia dos Pais, mães, avós, tios... 😍