Depoimentos para Namorada
" Foi por amor...aquele beijo...puro desejo...de te querer...tocar...sentir a pele...o perfume...o doce sabor...do nosso amor."💞
✨️💕"...onde está o meu amor?...no belo amanhecer...nos raios de sol...no vento...no ar que respiro...no belo sorriso...nas lágrimas...no andar...caminhar...sempre a te procurar....nas palavras...num belo cantar...dançar...nas lembranças...saudades...no abraço apertado...no suave toque de nossas mãos...no beijo...onde está o meu amor?...onde sempre esteve e sempre estará...nas minhas palavras...em meu pensamento...no meu coração...enquanto viver...você viverá...sempre...no meu coração...te amo...te amo...te amo."💕✨️
💕🐶"...as vezes...na dor...nasce amor...entre perdas e partidas...você chegou...me conquistou...minha filha...peluda...do coração...te amamos muito...muito."🐶💕
"O amor,é um fogo sagrado, de uma estranha claridade, que,ainda mesmo apagado, deixa o clarão da saudade."
Sol e Lua, fogo de amor e escuro de lado
Uma vez, a Lua olhou para o Sol e lhe perguntou:
— Ô, Sol, troque de lugar comigo uma vez e verá o inferno que eu sofro.
O Sol lhe respondeu:
— Ah, você nunca falou comigo antes. Na realidade, ninguém nunca falou comigo antes. Pois o planeta com vida mais próximo de mim é o planeta com vida mais longe de mim.
A Lua, inquietante, retornou sua pergunta:
— Sol, queres trocar de lugar comigo?
E o Sol respondeu:
— Não, estou bem em minha solidão vasta. Afinal, sou quente, diferente de você, que és gelada. Onde tem fogo, ninguém pisa. Onde tem mistério, todos querem desvendar.
A Lua não se enfureceu. Ela só disse seus problemas para o Sol:
— Meu amigo, ainda não sei como estou viva. Eles dizem que sou domínio deles. Eles brigam para pisar em mim, ameaçam-se matar uns aos outros. E eu vejo isso com olhos atentos, esperando que algo aconteça, mas nunca acontece. Outros proclamam a paz e muito a guerra.
O Sol lhe responde:
— Que bom, você tem algo a ver. O máximo que eu consigo enxergar são os asteroides passando por cima de mim e na minha frente. Na realidade, eles nunca passam por mim. Quando um está vindo, ele evapora. Meu calor é tão grande que o planeta mais próximo de mim se tornou pequeno.
A Lua se cala por exatamente doze anos humanos.
Se passou o tempo.
A Lua e o Sol não conversavam, até que a Lua retornou e fez a mesma pergunta que fez na primeira conversa:
— Sol, lhe suplico, por favor, troque de lugar comigo, pelo menos um único dia. Quero descansar de tudo isso.
E o Sol lhe responde:
— Oh, jovem, querias muito, mas, para aquele que viveu solitário por toda a sua vida, ver pequenos seres seria uma maravilha. Mas logo ficaria chato.
E a Lua retruca:
— Para quem vê eles todos os dias, pelo menos um dia seria bom.
E o Sol rebate:
— Os outros dias seriam inquietantes e você pensaria em voltar.
A Lua não se cala. Ela volta e pede novamente:
— Sol, por favor, se compadeça de mim e troque de lugar, pelo menos duas horas, três segundos. Quero respirar desses humanos. Eles pensam que sou objeto.
Riu o Sol:
— Jovem, queria ter esse direito de escolha que você tem. Se sair daqui, os planetas fogem. Imagine um homem malhado e caminhões amarrados por cordas que vão às mãos do moço. Se ele fizer um pouco mais de força, o caminhão mais próximo dele é devorado. Se ele levar a mão a ser leve, o mais distante foge. Aproveitas quando pode. Sua única missão é proteger criaturas.
Mas a Lua retruca:
— É melhor dar minha vida para proteger, digo, para segurar planetas, do que proteger criaturas que pouco a pouco vão me destruir.
O Sol responde:
— Não lhe entenda mal. Esses humanos fazem isso porque, bem, está em sua natureza. Quando eu fui criado, foi para uma missão. E quando tu foste criada, foi para outra missão. Lua, não se desfaça deles. Acreditas que é em eles, mesmo eles querendo lhe derrotar. Bem, voltando à sua pauta, se eu fosse aí, tudo o que estivesse em minha frente seria destruído.
A Lua então pede novamente:
— Por favor, Sol, troque de mim. Esse fado me deixa. Para mim parece mais tranquilo.
E o Sol lhe responde:
— Se eu fosse aí, este planeta seria minha Lua. Ou nem existiria. Para ele, eu sou como a menor das formigas olhando para uma baleia-azul, a maior de sua espécie.
— Nossa, o planeta dele é tão pequeno assim? — exclamou a Lua.
— Aos teus olhos, eles são grandes. Aos meus, eu nem enxergo.
A Lua cita:
— Mas aqui tu és tão pequeno. Se parece com meu tamanho.
E o Sol lhe diz:
— Veja como a vista engana. Eu sou um milhão de vezes maior do que a Terra, talvez um trilhão, um quilhão.
A Lua se surpreendeu. Talvez, naquele momento, ela tenha entendido que o Sol nunca foi abençoado com sua solidão.
Ela deu uma última olhada aos homens e, para que não aperreasse o Sol novamente, chorou sem que os pequeninos a vissem.
Ela girou seu rosto ao lado escuro do espaço.
E assim, as estrelas que brilhavam distantes perguntaram a ela:
— Ô, Lua, por que choras do lado mais obscuro do espaço? Do outro é melhor, tem luz.
E a Lua responde às estrelas:
— Se olhar para lá, vou ver a minha dor, que faz eu chorar. Vendo vocês, de certa forma consigo paz.
As estrelas olham para a Lua e dizem novamente:
— Estamos tão longe umas das outras. Somos tão grandes, mas ainda não conseguimos nos tocar. E conversamos como se não houvesse leis que proibissem nosso diálogo, de tão distante. Olha, Lua, se pudéssemos ver esses moços destruindo pelo menos uma lata, adoraríamos. Mas estamos distantes. Você deveria estar orgulhosa de ter na posse de seu território o único planeta com vida.
— E, na realidade, você chora. Entendemos, claro. Eles lhe destroem por fora. Mas lembre-se: tu és uma rocha brilhante à noite. E eles são carne e osso. Também somos luz, luz distante.
Mas a Lua exclama:
— É porque não são vocês no meu lugar. Se fossem, já teriam pedido a rico.
Então uma estrela velha lhe disse:
— Sabia que muitas de nós já estão mortas?
A Lua questiona:
— Por quê?
E responde a estrela:
— Para que a nossa luz chegasse a eles, demora milhões, até mesmo trilhões de anos. E, até lá, nosso fado já morre. Aqui lhe falo que minha vida se vai. O que começa contigo não é minha matéria, é minha luz. O espaço é tão vasto que qualquer planeta com vida deve ser vangloriado.
A Lua fala novamente:
— Sinto pena de vocês. Mas, se estivesse no meu lugar, preferiam ficar isoladas umas das outras?
E a estrela diz:
— Está vendo aquela grande estrela ali? Ela que mantém tudo vivo. Se ela pelo menos se mexer um pouco para trás ou um pouco para frente, tudo o que seu olho ver desaparece.
— Por quê? — disse a Lua.
— Consulte-lhe — diz a estrela.
E a estrela, com rapidez, lhe responde:
— Oras, não vê? Ela é grande porque ela tem tantas densidades que os outros planetas se acolhem nela. Imagine que ela é sua mãe ou seu pai. Ficará melhor como pai? Ele é o Sol, no caso. Quando tu estás triste, quem lhe levanta? Seu pai. Claro, às vezes, como, por exemplo, nós, asteroides, não temos pais. Temos criador.
A Lua pensa, agradece e retorna ao seu rosto aos humanos e dá-lhes novamente um bom dia ao Sol.
Fim.Sol e Lua, fogo de amor e escuro de lado
Uma vez, a Lua olhou para o Sol e lhe perguntou:
— Ô, Sol, troque de lugar comigo uma vez e verá o inferno que eu sofro.
O Sol lhe respondeu:
— Ah, você nunca falou comigo antes. Na realidade, ninguém nunca falou comigo antes. Pois o planeta com vida mais próximo de mim é o planeta com vida mais longe de mim.
A Lua, inquietante, retornou sua pergunta:
— Sol, queres trocar de lugar comigo?
E o Sol respondeu:
— Não, estou bem em minha solidão vasta. Afinal, sou quente, diferente de você, que és gelada. Onde tem fogo, ninguém pisa. Onde tem mistério, todos querem desvendar.
A Lua não se enfureceu. Ela só disse seus problemas para o Sol:
— Meu amigo, ainda não sei como estou viva. Eles dizem que sou domínio deles. Eles brigam para pisar em mim, ameaçam-se matar uns aos outros. E eu vejo isso com olhos atentos, esperando que algo aconteça, mas nunca acontece. Outros proclamam a paz e muito a guerra.
O Sol lhe responde:
— Que bom, você tem algo a ver. O máximo que eu consigo enxergar são os asteroides passando por cima de mim e na minha frente. Na realidade, eles nunca passam por mim. Quando um está vindo, ele evapora. Meu calor é tão grande que o planeta mais próximo de mim se tornou pequeno.
A Lua se cala por exatamente doze anos humanos.
Se passou o tempo.
A Lua e o Sol não conversavam, até que a Lua retornou e fez a mesma pergunta que fez na primeira conversa:
— Sol, lhe suplico, por favor, troque de lugar comigo, pelo menos um único dia. Quero descansar de tudo isso.
E o Sol lhe responde:
— Oh, jovem, querias muito, mas, para aquele que viveu solitário por toda a sua vida, ver pequenos seres seria uma maravilha. Mas logo ficaria chato.
E a Lua retruca:
— Para quem vê eles todos os dias, pelo menos um dia seria bom.
E o Sol rebate:
— Os outros dias seriam inquietantes e você pensaria em voltar.
A Lua não se cala. Ela volta e pede novamente:
— Sol, por favor, se compadeça de mim e troque de lugar, pelo menos duas horas, três segundos. Quero respirar desses humanos. Eles pensam que sou objeto.
Riu o Sol:
— Jovem, queria ter esse direito de escolha que você tem. Se sair daqui, os planetas fogem. Imagine um homem malhado e caminhões amarrados por cordas que vão às mãos do moço. Se ele fizer um pouco mais de força, o caminhão mais próximo dele é devorado. Se ele levar a mão a ser leve, o mais distante foge. Aproveitas quando pode. Sua única missão é proteger criaturas.
Mas a Lua retruca:
— É melhor dar minha vida para proteger, digo, para segurar planetas, do que proteger criaturas que pouco a pouco vão me destruir.
O Sol responde:
— Não lhe entenda mal. Esses humanos fazem isso porque, bem, está em sua natureza. Quando eu fui criado, foi para uma missão. E quando tu foste criada, foi para outra missão. Lua, não se desfaça deles. Acreditas que é em eles, mesmo eles querendo lhe derrotar. Bem, voltando à sua pauta, se eu fosse aí, tudo o que estivesse em minha frente seria destruído.
A Lua então pede novamente:
— Por favor, Sol, troque de mim. Esse fado me deixa. Para mim parece mais tranquilo.
E o Sol lhe responde:
— Se eu fosse aí, este planeta seria minha Lua. Ou nem existiria. Para ele, eu sou como a menor das formigas olhando para uma baleia-azul, a maior de sua espécie.
— Nossa, o planeta dele é tão pequeno assim? — exclamou a Lua.
— Aos teus olhos, eles são grandes. Aos meus, eu nem enxergo.
A Lua cita:
— Mas aqui tu és tão pequeno. Se parece com meu tamanho.
E o Sol lhe diz:
— Veja como a vista engana. Eu sou um milhão de vezes maior do que a Terra, talvez um trilhão, um quilhão.
A Lua se surpreendeu. Talvez, naquele momento, ela tenha entendido que o Sol nunca foi abençoado com sua solidão.
Ela deu uma última olhada aos homens e, para que não aperreasse o Sol novamente, chorou sem que os pequeninos a vissem.
Ela girou seu rosto ao lado escuro do espaço.
E assim, as estrelas que brilhavam distantes perguntaram a ela:
— Ô, Lua, por que choras do lado mais obscuro do espaço? Do outro é melhor, tem luz.
E a Lua responde às estrelas:
— Se olhar para lá, vou ver a minha dor, que faz eu chorar. Vendo vocês, de certa forma consigo paz.
As estrelas olham para a Lua e dizem novamente:
— Estamos tão longe umas das outras. Somos tão grandes, mas ainda não conseguimos nos tocar. E conversamos como se não houvesse leis que proibissem nosso diálogo, de tão distante. Olha, Lua, se pudéssemos ver esses moços destruindo pelo menos uma lata, adoraríamos. Mas estamos distantes. Você deveria estar orgulhosa de ter na posse de seu território o único planeta com vida.
— E, na realidade, você chora. Entendemos, claro. Eles lhe destroem por fora. Mas lembre-se: tu és uma rocha brilhante à noite. E eles são carne e osso. Também somos luz, luz distante.
Mas a Lua exclama:
— É porque não são vocês no meu lugar. Se fossem, já teriam pedido a rico.
Então uma estrela velha lhe disse:
— Sabia que muitas de nós já estão mortas?
A Lua questiona:
— Por quê?
E responde a estrela:
— Para que a nossa luz chegasse a eles, demora milhões, até mesmo trilhões de anos. E, até lá, nosso fado já morre. Aqui lhe falo que minha vida se vai. O que começa contigo não é minha matéria, é minha luz. O espaço é tão vasto que qualquer planeta com vida deve ser vangloriado.
A Lua fala novamente:
— Sinto pena de vocês. Mas, se estivesse no meu lugar, preferiam ficar isoladas umas das outras?
E a estrela diz:
— Está vendo aquela grande estrela ali? Ela que mantém tudo vivo. Se ela pelo menos se mexer um pouco para trás ou um pouco para frente, tudo o que seu olho ver desaparece.
— Por quê? — disse a Lua.
— Consulte-lhe — diz a estrela.
E a estrela, com rapidez, lhe responde:
— Oras, não vê? Ela é grande porque ela tem tantas densidades que os outros planetas se acolhem nela. Imagine que ela é sua mãe ou seu pai. Ficará melhor como pai? Ele é o Sol, no caso. Quando tu estás triste, quem lhe levanta? Seu pai. Claro, às vezes, como, por exemplo, nós, asteroides, não temos pais. Temos criador.
A Lua pensa, agradece e retorna ao seu rosto aos humanos e dá-lhes novamente um bom dia ao Sol.
Fim.
E, às vezes, a maior prova de amor que alguém pode oferecer é aquela dedicada a si mesmo: ir embora e nunca mais aceitar ser menos do que merece.
Não há distância, nem circunstâncias, que te podem separar do amor de Deus, só basta aceitar e ele tudo fará por você, e um novo amanhã vai nascer em teu viver
O 3º olho, é para nós corrigirmos nossos passos uns dos outros.
Amem-se no amor, é aí que tem a verdadeira felicidade 🤚✌️
REGISTRE A ALEGRIA SEGUE LEVE,O AMOR PODE TE ENCONTRAR NO CAMINHO.🌻
#registreaalegria #segueleve #oamorteencontra #reflexao #motivacao
Eu já te falei que você é o amor da minha vida?
Já te falei que a cada segundo tenho você em minha mente?
Te falei que eu quero passar o resto da minha vida com você ao meu lado , por mais que seja difícil?
Te falei que por mais que eu tente te esquecer é quando mais te lembro ?
Te falei que sou completamente louca por ti?
Que eu sou capaz de qualquer coisa por nós?
Que eu te amo mais que tudo, eu te falei?
K.B
Crescemos ouvindo que na vida existe somente um amor.
Deixa eu te contar, Existe mais do que você imagina.
Então corra, grite, chore, sorria e viva,só não pare por conta de um!
K.B
A Despedida desse Amor
Eu sempre fui sincera com você e com o que sinto, por mais que eu não fale, eu sempre fui.
Eu fico me perguntando todos os dias por que nunca fui suficiente para que você não pensasse em me "deixar".
Você sempre foi minha prioridade e todos enxergaram isso, até mesmo você!
Eu já senti atração por outras pessoas, mas jamais imaginei te traindo, porque eu sabia o que era importante na minha vida, no que podíamos construir, por mais dificuldades que passamos e passaríamos.
Eu jamais me imaginei beijando ou me deitando com outra pessoa enquanto estava com você.
Você me disse algumas vezes que o amor não era o suficiente e eu persistia em acreditar que você estava errada, porque o meu amor era, e me fazia acreditar que um dia eu faria você mudar de ideia.
Queria que você me enxergasse da maneira que eu te enxergava, ou pelo menos um pouco!
Duas vezes… duas vezes você se perdeu de mim ou, pelo menos, quis fugir do que tínhamos.
Não sei por qual razão, mas você escapou.
Eu me culpei por diversas vezes, até entender que não era comigo.
Você vive dizendo que não gosta de mudanças, mas as procura.
Parece que o que está ao seu redor, por um tempo, não te satisfaz — e então vem a tal da mudança.
Não te culpo por tentar suprir o que nem você sabe o que é.
Quero poder sentir isso novamente com outra pessoa.
O amor é suficiente.
Pois com ele vêm o respeito, o carinho e a superação.
Mas, infelizmente, não será com você.
Eu sempre superei tudo com amor, mesmo quando me faltava alguém que o retribuísse.
Mas jamais desistiria do que me mantém viva: amar.
Desde pequena aprendi a me agarrar ao que tinha por perto, por mais curto que fosse.
Por tudo que passei, eu não ousaria perder o único sentimento que me mantém aqui.
Espero que um dia você encontre esse sentimento.
Ele é magnífico.
Traz paz e te dá coragem para enfrentar o que for.
Espero que você seja feliz, assim como um dia eu irei ser.
K.B.
Dor
Às vezes, a dor consegue ser maior que o amor.
Falamos tanto sobre o sentimento de amar… mas e a dor?
A dor física, aprendemos a amenizar.
Mas e a dor que fica dentro?
A dor de perder alguém que nunca mais iremos ver, nem sentir?
Como se ameniza uma dor dessas?
Com ela se vão os sorrisos, os abraços, os melhores conselhos.
Que remédio existe para tanta dor?
Qual é a cura de deixar alguém partir
sem ao menos ter vivido o que foi sonhado?
Como seguimos, convivendo só com a dor e as lágrimas?
Os abraços não terão mais calor.
Os conselhos perderão o sentido.
As gargalhadas já não terão mais graça.
Como me despeço de quem me ensinou tanto?
Como direi “adeus” sem saber se você está ouvindo?
Me perdoe por não ter aproveitado mais a sua presença…
Por não ter dito mais vezes o quanto eu te amo.
Dói dizer adeus.
E dói ainda mais saber que agora você vive apenas dentro de mim.
K.B.
O amor é o mistério que habita o coração humano. Não se prende ao tempo, nem ao espaço, e mesmo invisível, é capaz de mover mundos. Ele nasce no silêncio de um olhar, cresce no gesto simples de cuidado e floresce quando duas almas se reconhecem. O amor é abrigo e tempestade, é calma e vertigem. Não pede explicações, apenas se sente. É a ponte entre o finito e o eterno, aquilo que dá sentido à vida e torna suportável até a dor. O amor é, enfim, o que nos torna humanos.
K.B
O amor não é apenas encontro, é também espera. Ele ensina a ter paciência, a respeitar o tempo do outro e a compreender que a intensidade não está na pressa, mas na verdade dos gestos.
O amor não é perfeito, mas é sincero. Ele não elimina as diferenças, mas as transforma em pontes. Não exige que o outro mude, apenas que seja.
O amor não é prisão, é liberdade. Quem ama de verdade não sufoca, mas impulsiona; não retém, mas fortalece; não pesa, mas acrescenta.
O amor é coragem. É arriscar-se a sentir, mesmo sabendo que pode doer. É abrir o coração sem garantias, acreditando que compartilhar vale mais do que se proteger.
E acima de tudo, o amor é presença: está no toque, no olhar, na palavra, mas também no silêncio que acolhe e no espaço que respeita.
K.B
O amor dá asas, a dor ensina a voar.
O amor aquece, a dor revela a chama.
Um faz sorrir, o outro faz lembrar:
não há amor sem dor, nem dor sem amor.
K.B
O amor chegou como fogo,
iluminando cada canto da alma.
A dor veio logo atrás,
lembrando que até a luz projeta sombra.
K.B
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