Depoimento para uma Garota que eu Amo

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Mas, é necessário, muito tempo, para limpar feridas. Para elas sararem, e apenas, serem cicatrizes que passam despercebidas.

⁠Ódio e vingança não são promissores para sustentar os pilares do mundo que virá.

⁠A única saída do círculo do mal é quebrar o próprio círculo.

Desapegar, mostra que conseguimos ser bem mais fortes, do que antes. E conseguimos, efetivamente. Ninguém morre por se desapegar. Ninguém sofre uma vida inteira por desapego. Sofre-se, por se querer continuar, no meio dos medos. É, por isso, que se sofre. Pela incerteza do que acontece depois. Pelo medo do vazio. Porque o desapego, é simplesmente, uma mudança em nós.

Inserida por PatriciaRebelo

Nós nunca tivemos a dita música… não porque, não quiséssemos ou que não encontrássemos… Simplesmente, não tivemos, porque eu nunca me consegui decidir nem encontrar apenas a dita música para nós.
Sempre considerei que éramos, e que somos ainda (mesmo que afastados), um conjunto de várias músicas, de diferentes estilos, diferentes cantores, ou seja, uma miscelânea.

Inserida por PatriciaRebelo

Bolas, raio de fotografia, tão perfeita. Bolas, o nosso olhar ser mesmo nosso, e não para a máquina.

Inserida por PatriciaRebelo

É amor. É amor, que magoa, por não ser correspondido. É amor e não vai a lugar nenhum.

Inserida por PatriciaRebelo

Sim... é possível amar de novo, conhecer alguém, deixá-lo entrar, deixá-lo pertencer e deixar-me pertencer.

Inserida por PatriciaRebelo

Um dia gostava de ir falar com a tua ausência. Bater à porta, e dizer, minha amiga, temos muito que conversar.

Inserida por PatriciaRebelo

Não vou morrer por te amar. Pelo menos, não, no real sentido da palavra. Mas, vou-me arrastando e sentido a dor, que o nosso não reconhecimento me causa. Repito, não vou morrer por amor. Mas, vou sentido o desgosto, e esse tipo de morte é mais ingrata.

Inserida por PatriciaRebelo

Durante muito tempo, quis ter-te de volta. Quis, que voltássemos a ser apaixonados, um pelo outro. Confesso que me enganei!

Inserida por PatriciaRebelo

Hoje agradeço-te. A ti, à tua dureza, à tua frieza, à tua incompreensão e indiferença.
Hoje, não sei, francamente, o que sinto. É uma mistura de sentimentos.
Mas, sei que, não te quereria de volta. Desejo-te, o melhor, mas só isso. Longe.

Inserida por PatriciaRebelo

É necessário, entender que amar, é muito mais, do que ficar a sofrer, por alguém. Ninguém merece amar assim. Ninguém devia amar e sofrer. Amar é um verbo que nos desperta as mais bonitas sensações, mas pode ser também, aquele que causa as maiores dores. As maiores desilusões. Quando isso acontece, fechamo-nos numa concha, presa em nós mesmos e incapazes de ver que isso não é amor.

Inserida por PatriciaRebelo

Devia ser proibido, existirem pessoas que fazem feridas, quase incuráveis nos outros. Deviam trazer um aviso prévio, que nos impedisse de apaixonar.

Inserida por PatriciaRebelo

Doi tanto sabe?Você me teve na mão e você me largou,me iludio,fez eu criar expectativas de futuro e não só,me magoou imenso,fez eu chorar sozinha e no meio do nada pois não podia contar pra ninguém o que tava acontecendo entre nós,pelo um dia você me fez sentir especial agarrou em todos meus pontos fracos e fez eu me apaixonar de novo como se tivesse viva novamente,eu te dei provas que podia confiar em mim,eu fiz de tudo e você me desiludio.

Inserida por doidexx2000

A verdade não é tendenciosa, ela está sempre girando em torno dos aspectos da neutralidade e da sua contraposição. Vide o átomo.

Às vezes, só para irritar a mamãe um pouco mais, ele também levava o instrumento para a cozinha e tocava até o fim do café-da-manhã.
O pão com geleia de papai ficava meio comido em seu prato, enrolado no formato das dentadas, e a música olhava de frente para Liesel. Sei que soa estranho, mas era assim que ela a sentia. A mão direita de papai passeava pelas teclas cor de dente. A esquerda apertava os botões. (A menina gostava especialmente de vê-lo apertar o botão prateado cintilante - o dó maior.) O exterior do preto acordeão, arranhado, mas reluzente, ia para um lado e para o outro, enquanto os braços de Hans apertavam os foles empoeirados, fazendo-os sugar o ar e tornar a expeli-lo. Na cozinha, nessas manhãs, papai dava vida ao acordeão. Acho que isso faz sentido, quando a gente realmente pára para pensar.
Como é que a gente sabe se uma coisa está viva?
Virifica a respiração.

Muitos estão certos de vários caminhos, mas a verdade é, que só existe um único caminho.

Chorando ou sorrindo, a Deus toda glória.

Não mude para viver, viva para mudar.