Depoimento para uma Garota que eu Amo

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Os seres humanos são uma doença. Um câncer neste planeta. Vocês são uma praga. E nós somos a cura.

A Fotografia em Plenitude


Cada fotografia carrega dentro de si uma narrativa única. A espontaneidade revela a verdade do instante, a luz natural dá forma e atmosfera, e a composição guia o olhar sem perder a liberdade do momento.


O retrato traduz o que os olhos guardam, enquanto a memória capturada em cada clique mantém vivo o tempo que passou. Perspectiva, cores e sentimentos se entrelaçam, conectando o fotógrafo ao assunto e ao espectador, criando um diálogo silencioso.


A narrativa visual transforma cada cena em história, texturas e atmosfera permitem sentir a imagem, e o movimento imprime emoção. Detalhes pequenos contam histórias inteiras, reflexos e simetria expandem o olhar além do óbvio, e o drama entre luzes e sombras dá profundidade e contraste à experiência visual.


O momento decisivo é o instante que não volta, e cada retrato fala com a alma do assunto, seja ele humano, objeto ou cena. Congelar ou fluir, capturar o contraste e a emoção, tudo se torna uma dança coordenada entre técnica e sensibilidade.
A direção sutil do fotógrafo une todos esses elementos, conduzindo a cena sem perder a autenticidade, transformando cada imagem em registro vivo e inesquecível.


É assim que a fotografia se completa: espontânea, técnica, sensível e consciente, uma arte que toca e permanece.


Espontaneidade: A Alma da Imagem
Autoral: Jorgeane Borges

O Direito ao Silêncio


Como explicar que não estar preparado para responder uma mensagem ou um telefonema também é um limite — um limite que deveria ser compreendido e respeitado?
Vivemos tempos em que o imediatismo é confundido com afeto, e o silêncio com indiferença.
Mas há silêncios que são apenas pausas necessárias para quem já está sobrecarregado demais.


Estamos cansados emocionalmente, mentalmente, humanamente.
E, muitas vezes, o motivo de não responder não é falta de carinho, é justamente o excesso dele.
É o medo de repassar o peso, de transbordar dores em quem queremos proteger.
É o cuidado disfarçado de distância.


Mas como se fazer entender num mundo que só reconhece o que é dito, e não o que é sentido?
Como dizer que o silêncio também é uma forma de respeito?
Que às vezes o maior gesto de amor é o recolhimento, é o tempo que se leva para conseguir dizer algo verdadeiro — sem disfarces, sem máscaras, sem a pressa de parecer bem?


O silêncio, quando nasce do cansaço e do cuidado, não é afastamento.
É um pedido de espaço para respirar.
É a pausa de quem ainda quer estar, mas precisa primeiro voltar a ser.

Moça e a Canção

Ela sorri ao ouvir os primeiros acordes. A melodia não é apenas uma música—é um espelho. Um retrato dela, pintado pelas palavras de alguém que a enxerga como ninguém.

— "Moça do cabelo bonito, da boca gostosa, da pele cheirosa..."

Ela ri, meio sem graça, meio encantada. Já ouviu elogios antes, mas ali, naquela canção, eles ganham outro peso. Não são apenas palavras soltas, são pedaços de sentimento embalados em ritmo.

— "Seu beijo é mais gostoso que pudim com leite moça."

— “Você exagera…” — diz ela, sem esconder o brilho nos olhos. Mas no fundo, sabe que ali não há exagero, apenas verdade.

Ele canta para ela, com a voz leve de quem se entrega sem medo. E ela, por mais que tente manter a compostura, já está entregue faz tempo.

— “Juro por Deus, eu não queria me envolver, mas já tô envolvido…”

Ela desvia o olhar por um instante. Também não planejou se perder naquele amor, mas agora, como sair? Como devolver o que já é dele, se no primeiro beijo seu coração foi morar com ele?

Suspira, balança a cabeça, finge não se importar. Mas ele percebe. Sempre percebe.

— "Moça, cê bagunçou com o meu juízo."

Ela cruza os braços e sorri de canto.

— "E o que eu faço com isso?" — provoca.

Ele não responde. Apenas puxa sua mão, aproximando-a no ritmo da música. Porque algumas respostas não precisam de palavras. E naquele instante, tudo que importa é que a canção os envolva, como se fosse feita apenas para eles.

⁠Moça, você é a razão de tantas músicas na minha cabeça e um sorriso no meu rosto. Desde o primeiro olhar, algo mudou em mim. Seu cabelo, sua pele, seu cheiro... tudo em você me leva a um paraíso que eu nunca soube que existia. Teu beijo? Ah, teu beijo é como o pudim mais doce, que me faz perder a noção do tempo e me deixa querendo mais. Não sei como, mas você entrou na minha vida de uma forma tão intensa, e agora não há mais volta. De alguma forma, você transformou meu mundo, e agora, toda vez que penso em você, é como se o paraíso fosse meu lugar de novo. Moça, você fez mais do que me seduzir... me fez acreditar no poder de um amor simples, mas infinito.

⁠Infinitos em Mim

Fecho os olhos e sinto,
dentro de mim, infinitos.
Há uma canção não cantada,
um soneto nunca escrito,
versos que se constroem no silêncio,
frases soltas que bailam no vento.

Uma coreografia à espera da melodia,
uma dança que aguarda nossos passos.

Nem tudo o que carrego em mim me pertence,
não posso guardar—preciso encontrar destinos.
Em mim, carrego também muitas faltas,
daquilo que precisa urgentemente me achar.

Não há possibilidade de ser feliz sem me permitir,
sem me deixar ser—em mim, me encontro.

Respiro fundo, tão fundo,
que me perco na imensidão.
Não compreendo—sou tão pequena, mortal.
Como não transbordar?
Quantos infinitos cabem em mim?

Lembro-me: não sou deste mundo,
apenas passo,
uma estação, um instante.
Mas tenho urgências—
meu tempo escorre entre os dedos,
e cada instante é um reflexo de mim.

E no vazio, cheia de infinitos, sou.
Buscando me permitir ser.

⁠Cansada de tudo!

A dor e o sofrimento se confundem com poesia.

Mas há uma insistência em dizer: você está tão linda!
E se, pelo avesso, eu estivesse agora?
Quanto de beleza ainda sobraria em mim?

Quem consegue enxergar bondade em mim?
E se arrancassem meu coração do peito?
Certamente, a dor seria interrompida... mas, junto com ela, as coisas boas também deixariam de existir.
Será que, ao menos, eu seria lembrada com carinho?

Dizem que enxergamos o mundo como somos por dentro, que nosso olhar reflete nossa luz.

Já olhou através do meu olhar?
Quanto de beleza e bondade eu transmito no meu silêncio?
Ou preferem me ver com os olhos deles?

Mundo insano...
Deixamos as pessoas partirem para, só então, enxergá-las e desvendar suas almas.

⁠Gratidão: O Caminho que Transforma

A gratidão é uma chave que abre portas para a verdadeira felicidade. Quanto mais sou grata, mais beleza encontro nos pequenos detalhes da vida, nas simples interações e em cada passo dado ao longo da jornada.

Agradeço a Deus todos os dias, pois é Ele quem me guia e me fortalece, me permitindo crescer e me tornar uma versão melhor de mim mesma a cada amanhecer. Sou grata por cada pessoa que cruza meu caminho, pois, através de cada uma delas, aprendo, ensino e compartilho momentos que transformam o meu ser.

Meus olhos se abrem para a magia de cada instante vivido, para a energia das experiências que me fazem sentir viva, e é com um coração pleno de gratidão que celebro tudo o que me é dado. Cada memória construída ao lado de vocês, cada encontro, cada aprendizado compartilhado, é uma benção que carrego comigo.

Agradeço pelos sorrisos, pelas conversas profundas, pelos abraços e até pelas lágrimas, pois todas essas vivências, em sua totalidade, são o que me tornam quem sou hoje.

Hoje, olho para o meu caminho com os olhos da gratidão, porque sei que tudo o que vivi e vivo me prepara para um amanhã ainda mais incrível. Obrigada a todos que fizeram parte dessa jornada. Continuo trilhando com o coração grato e aberto para o que está por vir.

⁠Ecos de uma Presença Permanente

Carrego teu nome no peito, mesmo sabendo que o eco já não encontra resposta. Algumas presenças são assim—partem, mas nunca vão.

⁠A Natureza das Coisas

O curso de tudo acontece sem o controle dos envolvidos, mas há uma força que, de alguma forma, orquestra os encaixes com tanta precisão que nos faz acreditar que sempre esteve destinado a ser assim. A vida se desenrola em seu próprio ritmo, indiferente às nossas pressas e ansiedades.

A natureza daquilo que é – e do que há de ser – ensina que o amanhã pode trazer tudo, ou pode não trazer nada. E que lutar contra isso é como tentar segurar o vento. Há momentos de espera e momentos de transformação. O tempo não se adianta nem se atrasa, ele apenas segue, inexorável, como um rio que corre para o mar.

Cada passo dado é parte de um caminho maior, onde a subida exige esforço, mas também revela paisagens que antes não podiam ser vistas. Para chegar mais alto, é preciso atravessar o percurso, sentir a estrada sob os pés e entender que a verdadeira conquista está no movimento e não apenas no destino final.

Deixando-me Ir

Estou me deixando aos poucos,
como quem deixa rastros no caminho,
sinais de uma despedida silenciosa,
sem palavras,
mas com a marca de cada passo dado.

Estou me permitindo, lentamente,
mergulhar no vazio e no silêncio,
como quem vai,
se entregando ao fluxo da vida,
sem resistência,
apenas deixando o que vem me conduzir.

⁠O Amor Como Se Revela Para Mim

O amor, para mim, é uma dança silenciosa entre duas almas, onde cada movimento é uma entrega, um entendimento que não precisa de palavras. Ele é um espaço de acolhimento, onde podemos ser inteiros e, ao mesmo tempo, aprender a nos desintegrar nas pequenas partes que nos fazem humanos. É aquele laço invisível que une, mas não aprisiona. É a liberdade de ser, com a segurança de pertencer.

Amar é estar. É cuidar. É perceber o outro nos gestos mais sutis e, ainda assim, enxergar grandeza neles. Porque o amor se revela naquilo que muitos poderiam considerar pequeno, mas que, para mim, são declarações inteiras:
"Deixa que eu resolvo."
"Eu cuido."
"Tô indo aí."

O amor também precisa ser dito. Ele se manifesta no toque, no olhar que sustenta, mas também na palavra que acolhe. Há amor no que é sussurrado ao vento, no que se ecoa no silêncio, no que se escreve para que permaneça. Mas o amor não se limita ao que se fala, ele vive no que se faz. Está no ato de estar perto sem necessidade de presença constante, no tempo dedicado sem ser cobrado, no abraço que cura sem que precise ser pedido.

O amor não pede mudança, mas naturalmente nos ajustamos ao outro porque queremos caber ali, porque o pertencimento não é imposição, mas um desejo que brota de dentro. E, assim, sem que haja perda, há encontro. Um encontro onde cada um pode ser por inteiro, mas também se permitir ser moldado pelo outro, não por necessidade, mas por vontade de caminhar junto.

E o amor, quando é genuíno, não exige. Ele é. Ele transborda sem esforço, se reflete nas ações e nas palavras, no que se doa e no que se recebe. O amor é esse cuidado que não pesa, essa presença que não sufoca, esse elo que não prende, mas sustenta.

Porque o amor, para mim, é isso: um sentir que não se mede, mas que se reconhece em cada detalhe.

O amor, um encontro de presença, cuidado e pertencimento.

Pai é quem cria e não quem põe no mundo. Pai é o primeiro amor de uma filha e o primeiro herói de um filho. SER pai não é só botar no mundo, pagar uma merreca de pensão (quando paga) e achar que a criança sobrevive só com aquela quantia.

Pai não é só aquele que posta fotinho no facebook ou bota de status no whatsapp que ama o filho, mas sim amar de verdade! Pai ri, chora e corrige junto com a mãe. Pai não abandona e depois volta querendo mostrar que se importa! Pai hoje em dia é um papel raro!

Para aqueles de verdade, feliz dias dos pais. ♥️

Precisamos ser somente uma pessoa.
Precisamos sentir apenas uma existência.
Não precisamos fazer tudo a fim de ser tudo, porque já somos infinitos. Enquanto estamos vivos, carregamos em nós um futuro de possibilidades multifacetadas.

A Biblioteca da Meia-Noite (livro)
HAIG, Matt. A biblioteca da meia-noite. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2021.

Só um beijo...
Um beijo, só isso. Uma terça feira, uma noite, uma garagem e a minha vida completamente mudada. Poucas coisas na vida eu desejei tanto quanto aquele beijo (engasga). Incontáveis vezes, pensei nele, desejei, sonhei e ensaiei que acontecia nos meus pensamentos, mas a realidade, foi infinitamente superior a qualquer expectativa prévia. Naquele Vinte e Quatro de Novembro, meu coração explodia dentro de mim, sentia um pulsar em cada centímetro do meu corpo trêmulo. Minha respiração estava ofegante, minhas mãos suadas e uma taquicardia que me levava ao ápice da excitação. Era tanto maluco quanto desejado. Desci! No carro, a boca ficou seca. Não sabia oque fazer, mas sabia muito bem o que queria. Os dois sentados, cada um no seu banco. Aquela luz que não se apagava nunca e ali ficamos. Então tua mão tocou meu rosto e eu sorri. Você sorriu. Ficou escuro, mas ambos continuavam a sorrir por dentro e por fora. Fecho os olhos e consigo sentir meu rosto repousando na sua mão forte; a outra mão tocou os meus cabelos perto da nuca e um arrepio gostoso subiu desde a pontinha dos meus pés. Quase impossível descrever o quanto o meu corpo e minha alma desejam ter você. Os carinhos continuaram gostosos, surpreendentes, excitantes. Os rostos foram se aproximando, os olhos se fecharam e então os lábios se tocaram. Não tenho palavras que sejam suficientemente fortes e capazes de descrever o toque dos seus lábios nos meus. Vou chamar de um instante mágico que ao lembrar...sinto o mesmo calor daquele dia e ainda assim qualquer palavra que eu diga estará muito aquém do que realmente foi. Em todo momento que penso naquele beijo, sinto uma alegria que me domina. Prazer que me consome e o desejo de nunca mais te deixar sair da minha vida. (segunda pagina) Confesso que pensei que o tempo pudesse desbotar um pouco dessa memória ou a convivência torná-la uma lembrança boa, como tantas outras que levo comigo, mas não! Havia tanto carinho, desejo, cumplicidade e apreço envolvido naquele tocar de lábios que fazem com que a memória permaneça tão nítida como se realmente tivesse acontecido ontem, não importando o tempo que passou. Beijar você foi de todas, a escolha mais inconsequente que tomei; e quer saber? Escolheria novamente. Meu desejo é que este beijo fique gravado em nossas memórias e corações como algo muito especial. A expressão do amor que nossos corações foram criados para sentir. Não sei o dia de amanhã, mas desejo que os teus beijos sejam sempre sinceros, puros e lindos como os que nesse ultimo ano, tive o privilegio de sentir. Que os desprazeres da vida não o façam nunca perder a essência doce e encantadora que tens. Desejo que aquela que é ou que vier a ser a sortuda de receber os seus beijos, tenha plena e real consciência de ter sido presentada com algo raríssimo e de extremo valor. (Pausa engasga ) Meu grande e eterno amor, que nos teus dias nunca faltem beijos, beijos e mais beijos. Serás pra sempre o dono do meu mais lindo beijo, aquele onde os lábios refletiram exatamente o que o coração queria tanto dizer. Com todo amor da sua beijoqueira, (chorando ...) Eu.

"Para sabermos se uma pessoa age com sinceridade ou não, temos um meio muito simples: ver se ela respeita seus compromissos."

Não há riqueza mais perigosa do que uma pobreza presunçosa.

Como pode uma música sem letra, para alguns sem sentido, dizer tanto assim sobre nós?
O trance é para ouvir, sentir e evoluir...

Amigas verdadeiras, amigas irmãs.
Daquelas que cuidam da beleza uma da outra,
que choram uma no colo da outra,
do tipo que come do mesmo prato e no mesmo prato se necessário.
Somos francas.
Estamos em sintonia.
Uma amizade real!
Mesmo quando bate a saudade,
Aquela distância que incomoda.
Mesmo nos momentos de desapontamento.
Real, sincera e inabalável
Nossa força vem acompanhada de uma mão que nos alivia o jugo.
Mesmo nos momentos de rivalidade, estamos juntas na alma.
"Ainda estou aqui.
Tua força me sustenta.
Entendas meu afeto e aceite meu carinho.
Não guardes mágoas minhas,
seja sempre minha parceira.
Amigas de maio.

Companheira, a vida nos aguarda.
Sempre espreita nossas almas.
Tua amizade me ilumina a vida.
Como margaridas na janela.
Quero ver-te feliz, sorridente, cantarolando sua música favorita.
Quero sempre te encontrar, te revelar meus segredos íntimos e profundos.
Quero te servir de apoio quando precisares de uma amiga!"

Quer saber de uma coisa? Cansei! Cansei de correr atrás, cansei de me preocupar, cansei de ser ignorada, cansei de bancar a boazinha pra no final me ferrar, cansei de ser feita de boba, cansei de ser seu brinquedinho. Resumindo: me cansei de você.

Todos devemos sofrer uma de duas dores: a dor da disciplina ou a dor do arrependimento. A diferença é que a disciplina pesa gramas, enquanto o arrependimento pesa toneladas.