Depoimento para uma Garota que eu Amo
A educação popular é um instrumento de luta para estabelecer uma nova relação hegemônica a fim de constituir um novo direcionamento à classe trabalhadora. Portanto na educação popular está a necessidade de sua elevação cultural.
É mais fácil mudar de opinião e confiar em quem nunca foi confiável do que restaurar uma confiança perdida.
É preciso criar uma vontade coletiva social a partir da realidade atual e não repaginar ou reciclar.
Num momento de carência de representatividade o povo grita, inconscientemente, por uma vontade coletiva nacional.
Não me incomoda a quantidade de curtidas no Facebook. O que parece ser negativo é, na verdade, uma forma de identificar o desinteresse ou a falta de afinidade dos que são ativos nesta rede mas não me veem ou não me “like”.
O verdadeiro desafio do pensar é converter a percepção fragmentada em uma consciência crítica e ativa, capaz de atuar como agente de transformação.
“Quando uma mãe adoece, todos na casa também adoecem,
Mas juntos, em amor e compreensão, reerguemos o castelo que padece.
Ela, que dá exemplo de coragem e amor incondicional,
É aquela que nos mostra que é preciso cuidar de si, para cuidar dos outros com carinho e dedicação.”
“O Pôr do sol é uma locução que faz referência ao momento do dia em que acontece o desaparecimento da luz do sol no horizonte.”
Minha missão é ser mãe! É uma jornada repleta de amor, dedicação e aprendizado constante. Ser mãe é ter o privilégio de nutrir, amparar e guiar uma vida preciosa, moldando um ser humano único. É uma responsabilidade sagrada e uma honra indescritível. Ser mãe é cultivar valores, sonhos e apoio incondicional. É estar presente, com amor inabalável, mesmo nos momentos mais desafiadores. Minha missão é ser mãe, e eu a abraço com todo o meu ser.
“Quando o povo estiver sempre injustiçado é hora de tirar as leis dos casacudos e reinventar uma nova justiça, feita do povo para o povo!”
No Brasil, surgiu uma controvérsia
Uma questão que envolve a nossa justiça
O tal Marco Temporal, uma manobra astuta
Que coloca em risco a terra indígena e a luta
Os povos originários, donos dessas terras
Vivem há séculos suas tradições e quimeras
Mas o Marco Temporal quer retroceder
Negar-lhes direitos, é o que se vê
A tese é simples, porém, temerosa
Diz que só têm direitos quem estava na posse
Em 1988, no dia da promulgação
Da Constituição, essa aberração
Ignora a história e os direitos fundamentais
Dos povos que aqui vivem, ancestrais
Não leva em conta o tempo imemorial
Da ocupação indígena, que é real
Com o Marco Temporal, a terra é negociada
Para grandes empresários, apropriada
Os interesses econômicos são prioridade
Enquanto direitos indígenas são deixados de lado
A Constituição de 1988 foi um avanço
Na proteção dos povos indígenas, um compromisso
Mas o Marco Temporal quer rasgá-la
E abrir caminho para uma nova batalha
É preciso resistir a essa injustiça
Lutar pelos direitos, não ceder à preguiça
Não podemos permitir que a ganância
Ditada pelo Marco Temporal, nos lance
Os povos indígenas têm direito à sua terra
Respeito à sua cultura, à sua guerra
O Marco Temporal é uma falácia
Uma farsa jurídica, uma desgraça
É hora de nos unirmos e protestar
Contra esse retrocesso, contra o abusar
Dos direitos indígenas, que são fundamentais
Para a construção de um Brasil mais igual
Que o Marco Temporal seja questionado
E que os povos indígenas sejam respeitados
A luta continua, a resistência é vital
Pois só assim, podemos vencer esse embate desleal.
"O passado às vezes é bom, mas já passou. Querer continuar nele é de uma indelicadeza arretada para com o futuro."
A consideração tem que ser uma via de mão dupla, porque se não pode a ver um choque de expectativas.
