Depoimento para meu Filho de 18 anos
Filho, algumas pessoas avistam uma árvore com interesse.
Aproximam-se buscando sombra para o cansaço, alimentam-se do fruto, recuperam as forças…
e, assim que se sentem bem, atiram o caroço contra ela.
Observe a vida dessas pessoas.
Elas não avançam, apenas transitam.
Vivem de árvore em árvore, de ajuda em ajuda, de relacionamento em relacionamento.
São incapazes de reconhecer a própria inutilidade, porque fogem do confronto.
Preferem culpar pessoas, culpar contextos, culpar circunstâncias.
Agora, observe a árvore.
Ela permanece firme, mesmo ferida.
Continua frutífera, mesmo rejeitada.
E segue grata, porque sabe quem é
independente de quem se alimenta dela.
Você tem duas escolhas: ou acredita na versão que inventam de você, ou lembra que é filho de Deus e corre atrás dos seus sonhos.
Não se tem um filho antes de entender o amor
Não se escreve um livro antes de viver algo real.
Não se vive de provação querendo sentir o essencial
Filho,
Na língua hebraica, vaidade é hevel: vapor que se vê, mas não se sustenta, tudo o que parece ter forma, mas não tem peso para permanecer; esforço que não deixa legado, sucesso que não preenche, glória que evapora e correria sem propósito.
Vaidade, coisas vãs da idade, prioridade, as coisas mais importantes da idade. Com isso, entenda: o vapor da vaidade se molda àquilo que você considera mais importante em cada fase da vida. Há um tempo em que o jovem acredita que encontrar o amor resolverá todos os seus problemas. Há um tempo em que o homem adulto pensa que, ao alcançar o sucesso, estará plenamente completo.
Foi isso que Jesus nos ensinou quando falou sobre não amontoar tesouros na terra que enferrujam, que a traça consome, onde os ladrões roubam; ou seja, onde tudo é passageiro, consumível, com tempo de início e tempo de fim (Mateus 6:19–21). E Eclesiastes também nos lembra que há um tempo determinado para todas as coisas (Eclesiastes 3:1).
Por fim, meu filho, precisamos entender que aquilo que hoje parece ser o nosso foco não passa, muitas vezes, de um deslumbre, filtrado pela própria vaidade, dando importância demasiada ao que não compreendemos que tem pouco valor. Quer entender o que realmente importa? Observe a vida de um idoso e veja o que lhe restou. Observe um enterro e veja tudo o que ficou para trás.
A vaidade é tudo aquilo que a sua alma não levará consigo quando seguir o caminho que todo homem segue.
A vaidade é tudo o que nunca nos pertenceu, pois tornará ao pó, seu verdadeiro proprietário.
As pessoas querem dar lição de moral em quem já perdeu pai, mãe, quatro irmãos e um filho único na idade mais bela.
É lógica da vida!
O pai pode ser o mais velho que o seu filho, porque veio primeiro, mas pode precisar do filho que veio depois.
Você teria coragem de entregar um trabalho de grande responsalibidade ao seu filho, sabendo que ele não está preparado para assumir? Então, eu imagino que nosso Pai Celestial só nos entrega as grandes oportunidades depois de passarmos pelas provas e lutas que enfrentamos nessa vida. Após aprovados saborearemos o deleite da vitória e o prazer das bênçãos. Suporte mais um pouquinho. Aguente firme, faça a sua parte e o Senhor te honrará! Elias Torres
Não te apavores, filho. Escuta-me:
Não busques diminuir-te os desafios:
Reservei-os-te, sei que estás apto a cumpri-los;
Mesmo que o frio queime,
Mesmo que o medo amordace-te os planos,
Mesmo que o astro rei se esconda e se eleve a tempestade;
Ainda há chamas em teu espírito,
Ainda há vida em teu subconsciente,
Porque a cada momento renovam-se as chances de reniciar-se,
Porque este é o melhor momento: agora!
Porque não estás só.
Quem ouve muito o mundo dos homens pouco conhece sobre a nova terra e os novos céus do Filho do Homem.
Momento sublime é quando a mãe abraça seu filho pela primeira vez...momento esse que lagrimas de amor são derramadas,então daí começa uma linda historia de amor entre mãe e filho.
“Deus não te trata como alguém que precisa se destruir para aprender. Ele te trata como filho sendo formado.”
— Douglas Santos, em O Paradoxo do Tribunal
Sou filho de Deus; sou filho de pai; sou filho de mãe: a unica diferença não esta em ser filho; mas na forma de como este amor é subjetivado...O amor pai é voltado para as coisas que da o filho; o amor de mãe ensinamento, amor e perdão; já o amor de Deus inclui amor, perdão e entrega; entregou o seu único filho Jesus Cristo para nos faze-los filhos da redenção
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