Depoimento de Amizade que Niguem pode Separar

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⁠A Coca-Cola é uma substituta da água da fonte, o ecstasy também é substituto do amor, a heroína é uma substituta da viagem.

Domenico De Masi
O ócio criativo. Rio de Janeiro: Sextante, 2000.
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⁠Estamos desabituados de uma tal maneira a fazer as coisas com calma, que assim que dispomos de uma hora livre a enchemos de tantos compromissos ou tarefas, que o tempo acaba sempre faltando.

Domenico De Masi
O ócio criativo. Rio de Janeiro: Sextante, 2000.
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Eu acredito que os executivos de meia-idade sejam, sob um certo aspecto, pessoas doentes. E o que é pior: a agenda deles é contagiosa.

Domenico De Masi
O ócio criativo. Rio de Janeiro: Sextante, 2000.
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⁠Com uma frequência sempre maior, a vida do trabalhador é transformada num inferno, porque as organizações das empresas se preocupam em multiplicar a quantidade de produtos, mas não dão a mínima para a felicidade de quem os produz.

Domenico De Masi
O ócio criativo.Rio de Janeiro: Sextante, 2000.
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⁠Em outros tempos os ricos repousavam e os pobres se esfalfavam. Hoje isso se inverteu: os ricos correm como doidos para cuidar dos seus negócios e os pobres são condenados à inércia do desemprego.

Domenico De Masi
O ócio criativo. Rio de Janeiro: Sextante, 2000.
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⁠Quanto mais as pessoas são ricas, mais são cínicas e amedrontadas.

Domenico De Masi
O ócio criativo. Rio de Janeiro: Sextante, 2000.
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⁠Se há cem anos a idolatria do trabalho era indispensável para liberar-nos da miséria, hoje, na maioria dos casos, é apenas uma inútil escravidão psicológica.

Domenico De Masi
O ócio criativo. Rio de Janeiro: Sextante, 2000.
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⁠A grande maioria das pessoas não sabe como se distrair nem como descansar. Quando tem tempo, se entedia.

Domenico De Masi
O ócio criativo. Rio de Janeiro: Sextante, 2000.
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A dupla Gre-Nal precisa se preocupar com o Gauchão porque é a única competição que consegue ganhar.

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Nos olhos e no sorrir é que está a flama da vida de um rosto de mulher.

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⁠Que alguém não seja compreendido é um sinal de que há muito a compreender.

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⁠E tudo o que pedirdes em oração crendo o recebereis. Mt. 21:22

Inserida por claudiaberlezi

⁠O primeiro sinal de um bom estudante é a paciência — o estudo é como a agricultura.

Inserida por paulodgt

⁠Aceitar o erro é concordar com ele, e não apoiar a verdade é rejeitá-la.

Inserida por paulodgt

⁠Sou uma árvore centenária, que brota em um corpo de menino. Minha alma é um livro antigo, cheio de histórias, cheio de sabedoria. Meus olhos são dois poços de água profunda, onde o tempo se reflete, onde a eternidade habita.
Sou um homem que já viveu mil vidas, e ainda assim, sou um menino que brinca com o universo. Minha presença é um silêncio que fala, um vazio que está cheio de significado. Eu sou o resultado de todas as minhas vidas, e ainda assim, sou um mistério para mim mesmo.
Eu sou um enigma, um labirinto, onde a verdade se esconde e a mentira se revela. Mas eu não tenho medo do desconhecido, porque eu sei que sou o guardião de meu próprio destino.
Eu sou um rio que flui sem parar, mas que ainda assim, é profundo e tranquilo. Minha superfície é lisa e brilhante, mas minhas águas são turbulentas, cheias de correntes e redemoinhos. Eu sou um vulcão que dorme, mas que pode acordar a qualquer momento.
Minha vida é um tapete ricamente tecido, com fios de alegria e tristeza. Eu sou um poeta que escreve com o coração, e que canta com a alma. Eu sou um homem que ama profundamente, e que pode detestar com a mesma intensidade. Eu sou um ser humano, com todas as minhas contradições, e ainda assim, sou um mistério para mim mesmo. Mas eu não tenho medo de mim, porque eu sei que sou um ser em evolução.
Eu sou um rio que flui, um vulcão que dorme, um poeta que escreve, um homem que ama. E eu continuo a fluir, a dormir, a escrever, a amar, a viver. E quando eu finalmente chegar ao fim do meu caminho, eu saberei que vivi, que amei, que escrevi. E que deixei um pedaço de mim mesmo, no coração de todos que conheci. E assim, eu me tornarei imortal, um eco que permanecerá para sempre. Um eco de amor, de poesia, de vida. E eu serei feliz, porque vivi.
(“O velho jovem de mil vidas”, de Douglas Duarte de Almeida)

Inserida por douglasduartealmeida

Eu me desnudo sem medo de cair, sem rede de segurança, sem véus para esconder. Minha alma é um abismo, profundo e escuro, onde apenas a verdade pode respirar.

Eu me exponho, como uma ferida aberta, sem curativos, sem disfarces, sem medo de sangrar. Meu coração é um grito, um berro de silêncio, um sussurro que ecoa, sem palavras para dizer.
Eu sou a minha própria sombra, a minha própria luz, a minha própria verdade, sem filtros, sem disfarces. Eu me desnudo, para me encontrar, para me conhecer, para me amar. Sem máscaras, sem véus, apenas a minha essência.
Eu me exponho, como um rio que flui, sem margens, sem fronteiras, apenas a corrente da minha alma. Meu ser é um espelho, que reflete a verdade, sem distorções, sem sombras, apenas a luz da minha existência.
Eu sou a minha própria criação, a minha própria destruição, a minha própria redenção, sem culpa, sem pecado. Eu me desnudo para me libertar, para me soltar das correntes que me prendem, das sombras que me cercam.
Eu sou a minha própria liberdade, a minha própria prisão, a minha própria escolha, sem medo, sem arrependimento.
(“Nudez”, de Douglas Duarte de Almeida)

Inserida por douglasduartealmeida

Não guardo beijos, não economizo abraços, não raciono sorrisos, não controlo os olhos. Meu peito é um espaço aberto à intensidade, onde cada batida é um convite à entrega total.
A liberdade é sentir o que arde dentro. É deixar que as chamas da paixão consumam o medo.
Não sou avarento com o amor, não sou mesquinho com o desejo, eu dou tudo, eu me dou em tudo, sem calcular o preço.
Meu coração é um território sem fronteiras onde o amor é a única lei, a única verdade. Eu sinto o que preciso sentir, eu amo o que preciso amar, e nessa entrega, encontro a verdadeira liberdade.
(“Desperdício de Alma”, de Douglas Duarte de Almeida)

Inserida por douglasduartealmeida

⁠Que tenhamos sabedoria para reconhecer lugares onde nossos afetos sejam tocados com ternura.

Inserida por douglasduartealmeida

⁠A angústia surge quando a pessoa desliga-se da sua própria existência. É uma espécie de alienação do eu. Não há outro caminho para lidar com a angústia, senão através do autoconhecimento.

Inserida por douglasduartealmeida

⁠Há tanto a ser dito que seria um desperdício prestarmos atenção só nas palavras.

Inserida por douglasduartealmeida